Dark Savior
3 The Dark Curse
Notas iniciais
Regina, Mary Margaret, David e Robin Hood se encontravam na prefeitura com Henry e todos os habitantes presentes de Storybrook.
– O motivo dessa reunião, é para infelizmente, noticiar, ou melhor, informar uma péssima coisa – começou Regina cabisbaixa com os olhos vermelhos.
– Que aconteceu? – perguntou a Vovó.
– Conseguimos tirar as trevas do Sr. Gold, ele não é mais o Dark One – disse David.
– O que tem de ruim nisso? – disse um morador sentado no meio dos sentados.
Henry estava ao lado de Regina e colocou a mão em seu ombro após essa pergunta.
– O ruim é que as trevas não foram aprisionadas no chapéu e saíram em liberdade, e precisava ser atrelada a alguém, ela me escolheu, mas... – disse Regina com os olhos marejados – Emma se sacrificou por mim.
– Isso quer dizer que... – disse Archie.
– Emma Swan é a nova Dark One... – completou Regina, olhando chorando para Henry.
Henry começou a ficar pálido e uma conversa intensa tomou conta da sala.
“Então deve banir essa ameaça. Ela é uma aberração. Ela deve morrer.” – diziam as pessoas na sala.
Henry estava abalado e ao ouvir aquilo, começou a ficar vermelho, se levantou e exaltou-se:
– A MULHER DE QUEM FALA É MINHA MÃE, E A SALVADORA, ELA SALVOU TODOS NÓS – gritou ele, vermelho de raiva e com os olhos marejados – VAMOS ACHAR UM JEITO DE SALVA-LÁ.
Todos se calaram instantaneamente e ficaram assustados.
– Bom... – disse Mary Margaret, quebrando o silêncio – acho que por hoje é só.
Todos começaram a sair aos poucos, só ficou Regina, Robin, Mary, David e Henry.
– Filho... – disse Regina.
– Porque não me contou antes? – disse ele.
– Eu... Eu... Não tive coragem... – disse ela caindo em choro.
Henry saiu em passos bravos e Regina se ajoelhou e começou a chorar intensamente. Robin abaixou e colocou a mão em seu ombro.
– Hook ligou, chamou eu e você na loja de Gold, disse que é importante – falou ele.
Regina se levantou com dificuldade e seguiu Robin, deixando Mary Margaret e David sozinhos.
– Vamos para casa – disse David a sua esposa. E saíram.
***
Regina e Robin chegaram à loja de Gold e encontraram Hook e o Aprendiz no balcão.
– Qual é o motivo desta conversa? – perguntou ela, ainda com os olhos avermelhados.
– Bom dia para você também Rainha Má – disse Hook.
– Tire a Má, por favor – disse ela.
– Bom qual o motivo desta reunião? – perguntou novamente Robin.
– Hook veio conversar comigo e me explicou a situação e vou tentar localizar Emma, e ele quis que estivessem aqui como testemunhas – explicou o aprendiz.
– Okay, o que estamos esperando? – perguntou a Rainha.
O Aprendiz pegou o chapéu, disse algumas palavras estranhas, e, depois de algum tempo, retornou.
– Ela não está em Storybrook – disse ele.
– Como assim não está? – disse Hook e Regina em coro.
– As trevas a devem ter a levado para suas origens...
– Que são em? – perguntou Robin.
– No cofre do Dark One...
– Onde Belle e Neal ressuscitaram Rumpletiltskin para Zelena, que fica... – disse Hook.
– Na Floresta Encantada – completou-a.
– Como vamos para lá? – perguntou Robin Hood.
– Feijões mágicos? – disse Hook.
– Não podemos, o muro que há entre os reinos continua...
– Então faça outra maldição das trevas! – exclamou Hook.
– NÃO – disse Hood e o Aprendiz em coro.
– É o único jeito... Emma se sacrificou por nós, devemos fazer um esforço para compensar isso... – disse Regina.
– Mas para isso deveria usar o coração de Henry, certo? – pergunta Robin.
Regina assentiu.
– Não há outra forma? – disse Hook.
– Tenho de pesquisar...
Regina se teleporta para sua cripta e deixa Hood e Hook sozinhos com o Aprendiz.
– Acho que terminamos por hoje – disse o Aprendiz guardando o chapéu e saindo, seguidos por Hood e Hook.
***
Regina aparece em sua cripta e pega alguns livros sobre maldiçoes e algumas poções e ela para sua sala na prefeitura, ainda cheia de cadeiras. Ela movimenta as mãos e elas somem.
Regina coloca seus pertences na mesa larga de sua sala e começa a trabalhar e estudar a maldição.
***
[Em Camelot]
Emma vive tranquilamente (ou quase) com Merlin em Camelot, às vezes causando algum prejuízo com seus poderes, mas nada que não possa ser reparado.
Merlin se dispôs a treinar Emma a controlar seus poderes de Salvadora e das Trevas ao mesmo tempo, a deixa-los em sintonia e harmonia, mas ele já a avisou que vai ter horas que ela não poderá responder por si.
Emma arrumou seu cabelo e continua com seu vestido meio esverdeado brilhante, ajuda Merlin em sua casa e treina nas horas livres. Além de tudo isso, monitora Hook, Regina e Henry.
Ela vê a ideia da Maldição das Trevas e avisa Merlin:
– Temos de ser mais rápidos... Regina quer fazer uma nova Maldição das Trevas...
– Para isso ela deveria matar a coisa que mais ama que acho que é seu filho...
– Sim, não posso deixar ela fazer isso...
– Mais algumas semanas de treino e acho que conseguimos atravessar a seda protetora.
– Semanas?! Regina já está pesquisando para fazer a maldição, ver se tem alguma outra forma sem matar Henry.
– Espero que ela demore em achar a outra opção...
– Tem outra opção?
– Sim, usar seu próprio coração, mas é uma técnica pouco conhecida, nem eu sei direito se dá certo, mas já vi outros feiticeiros fazerem com o próprio coração, e percebi que às vezes funciona, às vezes não...
– Como assim sim ou não?
– Teve feiticeiros que deu certo, teve feiticeiros que não...
– Por quê?
– Isso é uma coisa que ainda eu não descobri...
***
Passa-se uma semana, tanto em Storybrook, quanto em Camelot.
***
Depois de uma semana de pesquisa, Regina finalmente acha um jeito um jeito de fazer a Maldição das Trevas, e para comunicar a notícia, chamou Mary Margaret, David, Robin, Hook e Henry na sua sala e fala:
– Consegui achar uma saída usando a maldição.
– Qual? – perguntou Hook.
– Não vai ter me matar? – disse Henry
– Claro que não, nunca faria isso amor. Vou usar o coração de uma coisa que amo mais que o Henry...
– O que? – perguntou Hood.
– Meu próprio coração.
Todos arregalaram os olhos.
– Como assim? Vai se matar? – disse Mary Margaret – depois de Emma ter se sacrificado por você?
– É único jeito de salva-lá, ou pelo menos, chegar até ela.
– Deve ter outro jeito... TEM de ter outro jeito... – falou Robin.
– Não há... – disse ela cabisbaixa, rolando uma caneta na mão.
***
Merlin acorda Emma rapidamente.
– EMMA, EMMA.
– Han?
– Regina descobriu a outra opção.
Emma levanta rapidamente e com os cabelos bagunçados, pergunta:
– Como vamos para lá? Temos poder juntos os suficientes para nos levar?
– Se temos ou não, devemos tentar...
– O que acontece caso alguém não consiga entrar?
– Volta ao seu lugar de onde quis se teleportar e leva algum castigo aleatório, às vezes, pode ser a morte.
– Correremos o risco então.
Emma deu as mãos a Merlin e ele recitou algumas palavras. Emma viu uma fumaça azul e amarela envolve-los.
***
– Passei uma semana pesquisando, e só achei somente essa solução – disse Regina.
Um vento gélido e forte tomou conta da sala, fazendo papeis voarem para todos os lados.·.
– Que diabos está acontecendo? – disse Hook, cobrindo o Rosto com o gancho.
Todos se viraram para a porta e viram uma fumaça azul e amarela surgir.
– Quem está ai? – gritou Regina.
Regina puxou Henry para suas costas.
O vento cessou e a fumaça se abaixava, e revelou quem estava lá.
– Emma? – disse Mary Margaret, chorando.
Emma olha todos com olhos fatais. Todos ficam surpreendidos com o que havia acabado de acontecer.
– Mãe? – falou Henry, saindo de trás de Regina.
Henry abraçou Emma e ela voltou a ser “ela” por um momento.
– Henry...
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