Notas iniciais
Esperamos que gostem ^^ Pela demora, estamos com muitos desafios complicados para passar, espero que nos entendam.

Regina, Mary Margaret, David e Robin Hood se encontravam na prefeitura com Henry e todos os habitantes presentes de Storybrook.

– O motivo dessa reunião, é para infelizmente, noticiar, ou melhor, informar uma péssima coisa – começou Regina cabisbaixa com os olhos vermelhos.

– Que aconteceu? – perguntou a Vovó.

– Conseguimos tirar as trevas do Sr. Gold, ele não é mais o Dark One – disse David.

– O que tem de ruim nisso? – disse um morador sentado no meio dos sentados.

Henry estava ao lado de Regina e colocou a mão em seu ombro após essa pergunta.

– O ruim é que as trevas não foram aprisionadas no chapéu e saíram em liberdade, e precisava ser atrelada a alguém, ela me escolheu, mas... – disse Regina com os olhos marejados – Emma se sacrificou por mim.

– Isso quer dizer que... – disse Archie.

– Emma Swan é a nova Dark One... – completou Regina, olhando chorando para Henry.

Henry começou a ficar pálido e uma conversa intensa tomou conta da sala.

“Então deve banir essa ameaça. Ela é uma aberração. Ela deve morrer.” – diziam as pessoas na sala.

Henry estava abalado e ao ouvir aquilo, começou a ficar vermelho, se levantou e exaltou-se:

– A MULHER DE QUEM FALA É MINHA MÃE, E A SALVADORA, ELA SALVOU TODOS NÓS – gritou ele, vermelho de raiva e com os olhos marejados – VAMOS ACHAR UM JEITO DE SALVA-LÁ.

Todos se calaram instantaneamente e ficaram assustados.

– Bom... – disse Mary Margaret, quebrando o silêncio – acho que por hoje é só.

Todos começaram a sair aos poucos, só ficou Regina, Robin, Mary, David e Henry.

– Filho... – disse Regina.

– Porque não me contou antes? – disse ele.

– Eu... Eu... Não tive coragem... – disse ela caindo em choro.

Henry saiu em passos bravos e Regina se ajoelhou e começou a chorar intensamente. Robin abaixou e colocou a mão em seu ombro.

– Hook ligou, chamou eu e você na loja de Gold, disse que é importante – falou ele.

Regina se levantou com dificuldade e seguiu Robin, deixando Mary Margaret e David sozinhos.

– Vamos para casa – disse David a sua esposa. E saíram.

***

Regina e Robin chegaram à loja de Gold e encontraram Hook e o Aprendiz no balcão.

– Qual é o motivo desta conversa? – perguntou ela, ainda com os olhos avermelhados.

– Bom dia para você também Rainha Má – disse Hook.

– Tire a Má, por favor – disse ela.

– Bom qual o motivo desta reunião? – perguntou novamente Robin.

– Hook veio conversar comigo e me explicou a situação e vou tentar localizar Emma, e ele quis que estivessem aqui como testemunhas – explicou o aprendiz.

– Okay, o que estamos esperando? – perguntou a Rainha.

O Aprendiz pegou o chapéu, disse algumas palavras estranhas, e, depois de algum tempo, retornou.

– Ela não está em Storybrook – disse ele.

– Como assim não está? – disse Hook e Regina em coro.

– As trevas a devem ter a levado para suas origens...

– Que são em? – perguntou Robin.

– No cofre do Dark One...

– Onde Belle e Neal ressuscitaram Rumpletiltskin para Zelena, que fica... – disse Hook.

– Na Floresta Encantada – completou-a.

– Como vamos para lá? – perguntou Robin Hood.

– Feijões mágicos? – disse Hook.

– Não podemos, o muro que há entre os reinos continua...

– Então faça outra maldição das trevas! – exclamou Hook.

– NÃO – disse Hood e o Aprendiz em coro.

– É o único jeito... Emma se sacrificou por nós, devemos fazer um esforço para compensar isso... – disse Regina.

– Mas para isso deveria usar o coração de Henry, certo? – pergunta Robin.

Regina assentiu.

– Não há outra forma? – disse Hook.

– Tenho de pesquisar...

Regina se teleporta para sua cripta e deixa Hood e Hook sozinhos com o Aprendiz.

– Acho que terminamos por hoje – disse o Aprendiz guardando o chapéu e saindo, seguidos por Hood e Hook.

***

Regina aparece em sua cripta e pega alguns livros sobre maldiçoes e algumas poções e ela para sua sala na prefeitura, ainda cheia de cadeiras. Ela movimenta as mãos e elas somem.

Regina coloca seus pertences na mesa larga de sua sala e começa a trabalhar e estudar a maldição.

***

[Em Camelot]

Emma vive tranquilamente (ou quase) com Merlin em Camelot, às vezes causando algum prejuízo com seus poderes, mas nada que não possa ser reparado.

Merlin se dispôs a treinar Emma a controlar seus poderes de Salvadora e das Trevas ao mesmo tempo, a deixa-los em sintonia e harmonia, mas ele já a avisou que vai ter horas que ela não poderá responder por si.

Emma arrumou seu cabelo e continua com seu vestido meio esverdeado brilhante, ajuda Merlin em sua casa e treina nas horas livres. Além de tudo isso, monitora Hook, Regina e Henry.

Ela vê a ideia da Maldição das Trevas e avisa Merlin:

– Temos de ser mais rápidos... Regina quer fazer uma nova Maldição das Trevas...

– Para isso ela deveria matar a coisa que mais ama que acho que é seu filho...

– Sim, não posso deixar ela fazer isso...

– Mais algumas semanas de treino e acho que conseguimos atravessar a seda protetora.

– Semanas?! Regina já está pesquisando para fazer a maldição, ver se tem alguma outra forma sem matar Henry.

– Espero que ela demore em achar a outra opção...

– Tem outra opção?

– Sim, usar seu próprio coração, mas é uma técnica pouco conhecida, nem eu sei direito se dá certo, mas já vi outros feiticeiros fazerem com o próprio coração, e percebi que às vezes funciona, às vezes não...

– Como assim sim ou não?

– Teve feiticeiros que deu certo, teve feiticeiros que não...

– Por quê?

– Isso é uma coisa que ainda eu não descobri...

***

Passa-se uma semana, tanto em Storybrook, quanto em Camelot.

***

Depois de uma semana de pesquisa, Regina finalmente acha um jeito um jeito de fazer a Maldição das Trevas, e para comunicar a notícia, chamou Mary Margaret, David, Robin, Hook e Henry na sua sala e fala:

– Consegui achar uma saída usando a maldição.

– Qual? – perguntou Hook.

– Não vai ter me matar? – disse Henry

– Claro que não, nunca faria isso amor. Vou usar o coração de uma coisa que amo mais que o Henry...

– O que? – perguntou Hood.

– Meu próprio coração.

Todos arregalaram os olhos.

– Como assim? Vai se matar? – disse Mary Margaret – depois de Emma ter se sacrificado por você?

– É único jeito de salva-lá, ou pelo menos, chegar até ela.

– Deve ter outro jeito... TEM de ter outro jeito... – falou Robin.

– Não há... – disse ela cabisbaixa, rolando uma caneta na mão.

***

Merlin acorda Emma rapidamente.

– EMMA, EMMA.

– Han?

– Regina descobriu a outra opção.

Emma levanta rapidamente e com os cabelos bagunçados, pergunta:

– Como vamos para lá? Temos poder juntos os suficientes para nos levar?

– Se temos ou não, devemos tentar...

– O que acontece caso alguém não consiga entrar?

– Volta ao seu lugar de onde quis se teleportar e leva algum castigo aleatório, às vezes, pode ser a morte.

– Correremos o risco então.

Emma deu as mãos a Merlin e ele recitou algumas palavras. Emma viu uma fumaça azul e amarela envolve-los.

***

– Passei uma semana pesquisando, e só achei somente essa solução – disse Regina.

Um vento gélido e forte tomou conta da sala, fazendo papeis voarem para todos os lados.·.

– Que diabos está acontecendo? – disse Hook, cobrindo o Rosto com o gancho.

Todos se viraram para a porta e viram uma fumaça azul e amarela surgir.

– Quem está ai? – gritou Regina.

Regina puxou Henry para suas costas.

O vento cessou e a fumaça se abaixava, e revelou quem estava lá.

– Emma? – disse Mary Margaret, chorando.

Emma olha todos com olhos fatais. Todos ficam surpreendidos com o que havia acabado de acontecer.

– Mãe? – falou Henry, saindo de trás de Regina.

Henry abraçou Emma e ela voltou a ser “ela” por um momento.

– Henry...

Notas finais
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