Dark

1 Um péssimo replay


Notas iniciais
gente, me perdoem se tiverem erros ortográficos. sim, é minha primeira fic. e sim, meu nome é inspirado em Katerina Petrova

Olá, meu nome é Katherine Mason, tenho 16 anos de idade. Mas apesar da pouca idade, já sou marcada por muitas tragédias, especialmente no amor. Antes que você comece a reclamar, dizendo que está cansado(a) de ler romances melosos e chatos, posso lhe assegurar que isto está longe de ser uma história melosa.

Sou marcada por morte, decepções amorosas e convivência com seres sobrenaturais. Namoro um vampiro. Mas calma, uma coisa de cada vez, primeiro vou contar minha primeira tragédia na vida. A morte de meus pais. Não aconteceu a muito tempo, eu era só mais uma garota rica e mimada que vivia em Los Angeles com meus pais, Meredith e Jordan Mason. Éramos uma rica e feliz família dona de uma rede de lojas. Mas um dia, com o chegar de uma carta, tudo mudou:

- Pai, chegou uma carta pra você — Entrei na sala grande e espaçosa da minha casa agitando o pequeno envelope no ar.

- Obrigada Kath — Ele disse bagunçando meus cabelos. Os olhos se reduzindo a fendas, rugas de expressão se formavam em volta de seus olhos, e seu rosto se esticava em um sorriso. Em seguida, soltou minha mão e voltou a atenção ao pequeno papel.

Ele leu a carta em pensamento, lembro-me bem, dele empurrando os óculos que haviam escorregado para a ponta do nariz. Também alisava a barba rala no queixo, minha mãe sentou-se ao lado dele, lendo também. Passados alguns minutos, ela ficou boquiaberta.

- Jordan, querido... — E levou as mãos de dedos compridos e finos à boca.

- Mary... — Meu pai levantou os olhos para encontrar os de mamãe. Comecei a ficar curiosa.

- O que foi? — Perguntei — O que tem na carta?

Eles me ignoraram, o que me deixou confusa. Nunca havia sido ignorada por ninguém.

- Eles não podem! — Minha mãe exclamou — Nós somos os donos!

- Querida, eles nos processaram, os Martín nos processaram e venceram — Martín, eram uma família rival que queria nossa rede de lojas a qualquer custo. Bom, agora eles conseguiram. — Estamos falidos. Perdemos tudo.

Ao dizer isso, levei um choque tão grande, que minha raiva explodiu de uma forma violenta.

- Pobres? Estamos pobres? Eu não posso ser pobre, eu não quero! — gritei. Ei, todo mundo tem no passado algo de que não se orgulha, tá bom?

- Jordan, como... — Minha mãe começou, mas fomos interrompidas pelo grito de meu pai.

- Caladas! As duas! — Ele estava nervoso, o que não era muito comum, já que era muito calmo e tranquilo. Olhamos para ele um pouco assustadas — Eu... Eu preciso sair — pegou as chaves do carro e bateu a porta atrás de si, nos deixando confusas. Minha mãe correu para o quarto, fiquei sozinha na sala.

11:56

O telefone toca. Ana, nossa empregada, atendeu. Meu pai havia ido a um bar e se embriagou, quando estava voltando para casa, bateu em uma árvore e morreu. E assim, a morte levou meu pai.

Minha mãe morreu em uma cama, estava fraca e doente, lembro-me bem de estar ao lado dela. Ouvir seus gemidos e olhá-la, estava muito magra, seus cabelos caíram muito, e o dourado perfeito que tinham, viraram um cinza triste e desidratado.

- Kath, estou com frio. — Ela disse, peguei um cobertor e joguei por cima dela. Ela pegou minha mão e levou ao seu rosto. — Seja forte, querida. Por mim... — A última frase veio em um sussurro. Fechei os olhos. Lágrimas brotavam, quando tornei a abrí-los, ela fitava o infinito, os olhos estavam vidrados, e seu peito já não mais se mexia. Assim, a morte levou minha mãe.

- Ana! — Gritei. Ela veio correndo, parou na porta e olhou a cena em choque. Em seguida começou a soluçar.

- Ela... — começou, mas eu a interrompi.

- Dê um jeito nisso. — Saí daquele lugar, senti que aquela pressão me mataria. Entrei em meu quarto. As lágrimas começaram a escorrer furiosamente em meu rosto. A raiva subiu, e me dominou. Nunca havia me sentido tão fraca e derrotada.

- Isso não é justo! — Gritei, atirando tudo o que havia na minha cama pelos ares. Peguei um porta-retratos com uma foto nossa em Paris, me agarrei a ela. Fui escorregando pela parede e sentei no chão. Ainda chorava.

- Katherine? — A voz de Ana me chamou, ela abriu a porta, tinha os olhos e o nariz vermelhos. — Liguei para seus tios, e depois do enterro, você vai para a Pensilvânia com eles.

Assenti. minha cabeça estava confusa, em um misto de emoções, foi com a cabeça à mil que me deitei e adormeci

Notas finais
E então? digam o que acharam, por favor. Como eu já disse, é minha primeira fic, então...