Danger Line
52 Revolta.
Notas iniciais
Como já informei, estou montando outro site direcionado para Fanfics de bandas com outras autoras, então peço o mínimo de respeito com relação à isso.
Embora os sites estejam sendo direcionados para fanfics do Avenged, o site que pretendemos deixar disponível para vocês em breve irá incluir todas as fanfics de música, afinal, todas as autoras aqui merecem espaço, independente de qual banda, músico, cantor você goste. Espero que tenham paciencia que estaremos providenciando tudo.
É isso. (:
Booa leitura.
REVOLTA.
Brian’s POV
Every single day
Every word you say
Every game you play
Every night you stay
I'll be watching you
Oh, can't you see
You belong to me
How my poor heart aches
With every step you take
Beijávamo-nos, sem nos importar onde estávamos.
Segurei Lucy pela cintura, suspendendo-a do chão, colocando-a sentada por cima do balcão.
Parei para olhá-la dentro dos olhos por mais alguns instantes, mas minha respiração estava tão ofegante, que eu tinha a necessidade de tê-la ali mesmo.
Lucy também parou para me olhar, mas estava tão ofegante quanto eu. Seus lábios estavam bem avermelhados, assim como suas bochechas, estava tão linda, tão quente... Eu precisava dela.
Aproximei-me novamente, e tornamos a nos beijar. Nossos lábios moviam-se inicialmente com calma, porém, depois, com mais agilidade, como se aquele momento pudesse acabar a qualquer momento.
Senti como se tivéssemos urgência. Tão eu como ela. Precisávamos daquilo.
Rapidamente removi sua camiseta, enquanto ela enroscava seus dedos em meus cabelos, puxando-os vagarosamente, deixando meu rosto próximo de seus seios.
Beijáva-os, sentindo-os na palma de minha mão. Eram macios, esferas perfeitas, e perfumadas.
Lucy afastou-se brevemente de mim, deslizando minha camisa para fora do meu corpo.
Oh, can't you see
You belong to me
How my poor heart aches
With every step you take
Agarrei-a pelas coxas, encaixando-a em meus quadris, enquanto sutilmente abaixava-me, pousando-a sobre o chão da loja.
Ela me olhava fixamente de uma forma que fazia com que eu perdesse o ar.
- Eu te quero... – sussurrei, sentindo prazer ao vê-la tão vulnerável.
- Brian... – ela também sussurrava, fechando os olhos e mordendo os lábios.
Inclinei-me, removendo sua calça e sua calcinha de uma vez só.
Every move you make
Every vow you break
Every smile you fake
Every claim you stake
I'll be watching you
Agarrei seus quadris, puxando-a para minha direção, enquanto lambuzava-me de seu prazer, ouvindo-a disparar gemidos, que faziam com que eu ficasse ainda mais insano e sedento por ela.
Parei, antes que ela chegasse ao seu ápice, e então, ela se sentou, removendo o cinto de minha calça, enquanto deslizava lentamente minha roupa pelas minhas pernas, fazendo com que elas ficassem bambas.
Sendo assim, ela me retribuiu com beijos delirantes.
Since you've gone I've been lost without a trace
I dream at night I can only see your face
I look around, but it's you I can't replace
I feel so cold and I long for your embrace
I keep crying baby, baby, please
Agarrei-a pelos cabelos, e ela pareceu ter gostado, empenhando-se ainda mais ao me satisfazer.
Gemi, estremeci.
Meu coração disparou de uma vez só.
Oh can't you see
You belong to me
How my poor heart aches
With every step you take
Every move you make
Every vow you break
Every smile you fake
Every claim you stake
I'll be watching you
Sua língua passeava pelo caminho da minha intimidade lentamente, fazendo com que eu gemesse ainda mais.
- Gostosa... – disparei.
Rapidamente removi seu sutiã, empurrando-a contra o chão.
Segurei firme em seus seios, conforme cavalgávamos em direção ao nosso ápice do prazer.
Gemíamos sincronizadamente, como se estivéssemos conectados de tal forma que nos tornamos um só.
Seu corpo suava, misturando-se junto ao meu. Eu a queria, desejava, precisava dela. Se pudesse, ficaria sentindo seu corpo rolando junto ao meu durante toda aquela noite, a fim de que cada parte de seu corpo tivesse sido gravado contra o meu, cada gotícula de seu suor misturando-se ao meu, o calor, o prazer... Tudo o que eu precisava estava ali comigo.
Corríamos o risco de Eddie voltar de repente, o risco de virem atrás de nós, de nos ligar... Eu correria todos esses riscos por ela, afinal, era perigoso e ainda sim, prazeroso.
Meus olhos se fechavam em meio a todo àquele êxtase.
Lucy contraía todos os músculos, disparando um gemido agudo e tão sexy, que senti meus músculos contraírem da mesma forma, caindo deitado ao lado dela.
Ficamos ali, paramos por alguns instantes, completamente exaustos e nus.
Eu precisava recuperar a minha respiração e parecia que ela também.
Every move you make
Every step you take
I'll be watching you
I'll be watching you
Lucy’s POV.
Fiquei de olhos fechados, sentindo os dedos de Brian passearem pelos meus cabelos.
Era bom. Tê-lo ali comigo de repente fazia com que eu simplesmente me esquecesse de tudo... Tudo...
Eu estava ofegante, mas conseguia falar, mas logo que fui me recompondo, minha mente pareceu fazer questão em me disparar a realidade.
Brian havia me envolvido novamente.
Aquilo tudo me deixava tão confusa...
Como eu poderia me render assim tão facilmente a ele? E Arin nisso tudo? Como ficava? Não queria magoá-lo, mas Brian havia me aprisionado de uma forma que nem eu mesma saberia explicar. Não bastava apenas me manter trancada em um quarto minúsculo, ele fez com que meu corpo se habituasse à sua presença, fez com que meu coração pensasse nele...
Como? Como eu poderia estar sentindo algo por um homem que me sequestrou?! Sim, ele não era tão mal quanto eu pensei, na verdade, era uma pessoa sensível, faria tudo por aqueles que ele ama... Por isso eu estava confusa. Estava dividida entre Brian e Synyster, entre meu sequestrador e o homem que escreveu So Far Away...
Quem estava deitado ali ao meu lado agora? Via apenas Synyster com seus olhos brilhantes e escuros fitando os meus... Era um olhar tranquilo, que me mantinha com ele, como se nada nem ninguém existisse no mundo para nos tirar dali.
- O que está pensando? – Brian perguntou de repente, debruçando-se sobre mim.
Olhei seu rosto por cima do meu.
Senti-me suja.
Arin ficaria arrasado se descobrisse, além do fato de que eu havia transado em meu próprio ambiente de trabalho. E se Eddie aparecesse?
- Em nada. – menti. Eu bem que queria dizer que eu estava feliz, mas a lembrança de existência de Arin, de todas as coisas que ele fez por mim, não deixava que a felicidade se completasse dentro de mim. Era como um obstáculo posto em minha frente que não me deixava seguir adiante.
- Você demorou a responder. – Brian acariciava meu rosto com a ponta dos dedos, falando de modo sutil e carinhoso.
- Não é nada... – disse, sentando-me, enquanto tentava caçar minhas roupas espalhadas pelo chão.
- Fiz alguma coisa de errado? – ele também se sentava, enquanto me observava.
- Não. – suspirei, não conseguindo evitar de lhe esboçar um sorriso. – Não é nada com você. – encontrei meu sutiã, vestindo-o.
Brian, então, apanhou minha calça, entregando-a a mim, enquanto ele tentava encontrar suas roupas.
- Já quer ir ao aniversário? – perguntava ele.
Apenas assenti.
Seria complicado encarar Arin com tamanho cinismo, principalmente após ter ficado com Brian.
Arin’s POV.
- Eles estão demorando, não acha? – Michelle alfinetava.
- Eu não podia meter um chute na irmã do Haner. – revirei os olhos.
- Eu poderia fazer isso por você. – Michelle dava uma golada de campagne, encarando McKenna com ódio. – Hoje essa pirralha já me tirou do sério...
- Espero que eles não demorem muito... – olhei para o relógio, ficando levemente preocupado.
- Eles podem estar se dando uns pegas agora... – Michelle disparava uma risada maliciosa. – E pior, ainda devem estar rindo da nossa cara.
- Lucy não faria isso! – disparei irritado com as insinuações de Michelle.
- Não se esqueça de que eles já fizeram isso durante a turnê. – ela tornava a rir. — Você mesmo que me disse que ela te contou.
- Eu queria entender ainda o motivo dela ter feito isso... – abaixei a cabeça, sentindo meu coração se apertar de tamanho ódio. – Como ela pode ficar com aquele cara?!
- Simples, por que sua amiguinha é uma tiete safada. – ela batia a taça contra a mesa, encarando-me com os olhos vermelhos. – Ela ainda me paga!
- Não se atreva a fazer nada contra a Lucy! – apontei o dedo indicador contra o rosto de Michelle.
A loura simplesmente disparou um tapa contra a minha mão, aproximando seu rosto do meu.
- Se não quer que eu faça nada contra essa vadia... É melhor tirá-la do meu caminho. – ela me ameaçava, tornando a apanhar a taça, retirando-se.
Brian’s POV.
Lucy estava estranha.
Eu sinceramente esperava outro tipo de reação dela após termos ficado juntos.
Após vestirmos nossas roupas novamente e ela finalmente terminar de salvar tudo no computador, ainda continuávamos em silêncio.
Logo, ela desligava a máquina, ajeitando os cabelos logo em seguida, tornando a me olhar.
- Vamos? – perguntou ela.
Achei estranho ela agir daquela forma indiferente. Nada dizia, nada demonstrava. Não queria ser feito de idiota, afinal, eu realmente gostava dela.
Assenti, apanhando a chave do carro dentro do meu bolso, enquanto saíamos pela loja, vendo que ainda chovia forte do lado de fora.
- Espere. – disse. – Vou buscar o carro, assim você não se molha muito...
- Não precisa se preocupar comigo. – ela suspirava.
Dei de ombros. Corri para o lado de fora, sentindo as gotas gélidas batendo contra meus ombros.
Sendo assim, fui buscá-la novamente.
Assim que me aproximei o suficiente da entrada na loja, Lucy terminava de trancar a porta.
Rapidamente, ela corria até meu carro, abrindo a porta do passageiro, entrando e já colocando o cinto.
- Lucy...
- Vamos! – ela disparava ríspida, interrompendo-me.
Suspirei, tornando a dar partida com o carro.
Por que agora ela estava agindo assim? Por que ela demonstrava interesse em mim e depois me ignorava daquela forma? O que será que ela estava pensando?
Assim que chegamos novamente até a casa de meus pais, Lucy desceu do carro sem pronunciar uma única palavra, caminhando rapidamente até a porta.
Eu não sabia como reagir com relação aquilo. Sinceramente, todas as vezes que transei com uma mulher elas tinham coisas para dizer ao meu respeito. Eu não estava acostumado com silêncio, ainda mais sabendo que eu estava apaixonado por aquela garota.
- Lucy... Está tudo bem? – perguntei antes de abrir a porta.
- Claro que está. – ela dizia seca, sem olhar-me nos olhos. – Por que não estaria?
- É que... Depois que a gente...
- Não quero falar sobre isso. – ela tornava a me interromper. – Podemos entrar? — ela me olhava.
Seus olhos verdes estavam levemente tristes, e aquilo me preocupada.
Será que ela havia se arrependido?
Engoli seco, porém, assentindo logo em seguida.
- Chegamos! – anunciei.
Não demorou nem meio segundo para que Arin já aparecesse logo à nossa frente, junto com Michelle, claro.
- Vocês demoraram. – Michelle disparava, encarando Lucy logo em seguida da cabeça aos pés. – Quanto tempo, Lucy. – ela estendia a mão.
Lucy ficou por uma fração curta de tempo, encarando as mãos de Michelle, mas como eu esperava, ela não faria a desfeita de recusar o cumprimento, retribuindo-a.
- Sim... – Lucy apenas murmurava.
- Desculpe pela forma que eu agi com você no velório do Jimmy... – percebi que brevemente os olhos de Michelle se viraram para mim, porém logo, ela tornou a focar sua atenção para Lucy. – Você deve saber que naquele dia todo mundo deveria estar com os nervos lá em cima. – ela disparou uma risada que me soou falsa. – Enfim, querida, me desculpe.
- Tudo bem... – Lucy franzia levemente o cenho. – Eu entendo que você deveria realmente estar bem nervosa.
Lucy’s POV.
Eu não entendia qual era a daquela mulher.
Ela me olhava com os olhos grandes como se fosse devorar meu cérebro a qualquer momento.
Soltei-me de suas mãos, e então Arin não perdeu a deixa, segurando-me pelo pulso.
- Vem comigo. – dizia ele, arrastando-me para longe de Brian e Michelle.
Girei o pescoço brevemente, vendo Michelle imediatamente se pendurando contra os braços de Brian, enquanto ele me encarava sem nem ao menos piscar os olhos.
Arin, porém, continuou me arrastando, enquanto passávamos pela cozinha.
- LUCY! – de repente, ouvi a voz de McKenna, vendo que ela corria até mim.
- Mc! – sorri, enquanto a abraçava. – Feliz aniversário! Desculpa não ter trago seu presente...
- Não precisa! – ela me interrompia. – Meu irmão disse que você quem ajudou ele a montar minha guitarra. – Mc não parava de saltitar, mostrando-se completamente hiperativa. – Ele gosta tanto de você... – ela girava os olhos para Arin. — Acho que vocês deveriam namorar...
- Que bom, não é?! – Arin disparava como se tivesse ficado aborrecido.
- E então, pé de vara... – Mc ria. – Vamos dançar de novo? Johnny agora nos está ensinando Material Girl da Madonna.
Franzi o cenho. Que coisa sem noção o Johnny está fazendo agora?!
- Não. – Arin lhe respondia secamente. – Não quero dançar... Quero simplesmente conversar com a minha amiga e agradeceria muito se você não atrapalhasse. – ele revirava os olhos, dizendo rudemente.
Franzi o cenho. Geralmente Arin era um poço de paciência.
Senti meu estômago revirar. Certamente ele iria questionar minha demora. Aquilo não era bom, não queria lhe contar a verdade, mas não sei se conseguiria mentir, aliás, ele não merecia mentira.
Logo, senti suas mãos firmes puxarem meu punho, conduzindo-me até uma dispensa da própria cozinha. Arin, impaciente, lançou-me lá dentro, fechando a porta logo às suas costas.
- Precisava me trazer até aqui? – franzi o cenho, disparando uma leve risada.
- Por que você demorou? – sua voz era disparada de modo seco, enquanto ele dizia de cabeça baixa, sem olhar para meu rosto.
Engoli seco. Ele parecia aborrecido demais.
Minha voz havia sido bloqueada pelo meu medo, minha falta de respostas. Eu não sabia o que lhe dizer, apesar de sermos apenas amigos, sentia como se o tivesse traído de maneira brutal, afinal, eu sabia muito bem o que ele sentia por mim, não queria fazê-los sofrer.
- Eu te fiz uma pergunta, Lucy! – ele erguia a cabeça, olhando-me com os olhos vermelhos e furiosos.
Respirei profundamente, como se tentasse consumir oxigênio o suficiente para ter forças e disparar a verdade.
- Tive muito trabalho... – murmurei de cabeça baixa.
- Quero que me diga a verdade! – ele segurava meus dois braços, sacudindo-me, obrigando-me a encará-lo dentro dos olhos. – FALA! – de repente, sua voz ficava completamente alterada.
- Qual é o seu problema?! – o encarei, indignada. Arin jamais agia daquela forma. Não entendo o que estava acontecendo com ele, embora tivesse minhas suspeitas.
Michelle.
A ex namorada do meu sequestrador. Ele passava muito tempo com ela, vai saber se ela não o estava envenenando contra mim.
- Lucy... – Arin suspirava, soltando-se de meus braços, enquanto respirava profundamente como se quisesse se controlar. – Simplesmente me responda a verdade.
Recuei alguns passos, encostando-me contra a prateleira, de cabeça baixa.
Sentia-me suja. Como poderia ter transado com meu sequestrador? Meu melhor amigo estava ali, bem na minha frente, fazendo tudo por mim... Como eu poderia ser tão ingrata? Qual era o meu problema? Qual? O que Brian tanto me causava que eu simplesmente não conseguia fugir?!
Senti uma lágrima escorrer de meus olhos.
- Está chorando? – Arin se aproximava levemente de mim, colocando o dedão sobre minhas bochechas úmidas, secando minhas lágrimas. – Desculpa, eu não queria...
- Eu... – o interrompi, segurando suas mãos, fazendo com que elas se afastassem de meu rosto. – Eu não mereço o que você faz por mim, Arin...
- Como é? – ergui o rosto, vendo que Arin me olhava com desapontamento. – V-você ficou com ele? – ele franzia o cenho.
Eu podia observar claramente o quanto as mãos de Arin haviam ficado trêmulas.
Entreguei-me ao choro.
- Me perdoa! – disparei.
- MERDA! – ele gritou de repente, assustando-me.
Logo ele disparava um golpe contra a prateleira, fazendo com que caísse diversos entalados, provocando um barulho intenso.
- EU NÃO ACREDITO! – ele continuava a gritar, fazendo com que eu me encolhesse ainda mais contra a parede. – COMO VOCÊ PODE FICAR COM ELE?! COMO? — logo ele segurava meu braço de maneira bruta, sacudindo-me sem se importar se estava me machucando ou não.
- ARIN! – tentei protestar, mas seu rosto estava vermelho como lava enraivecida, impedindo com que eu continuasse pronunciando minhas palavras. – E-EU...
- ELE TE SEQUESTROU, LUCY! – Arin, porém, continuava disparando suas palavras descontentes. – Como você pode ficar com um homem desses? Que só te causou dor, sofrimento... COMO?! Por que você se importa tanto com ele?! Quer que eu vá embora?! Assim vocês dois podem ficar juntos para sempre!
- NÃO! – disparei sem hesitar. – Não quero que você vá embora! – quando dei por mim, percebi que minha respiração estava ofegante e que minhas pernas tremiam.
- Algum problema?! – de repente, vi a porta da dispensa se abrindo.
Era Brian.
Eu respirava ofegante, encolhida contra a parede, enquanto algumas lágrimas ainda insistiam em cair.
- Some daqui! – Arin dizia, virando-se para ele.
- Não sei se percebeu, mas essa casa também é minha, além dos meus pais. – Brian lhe respondia com sutileza na voz. – Então você não pode me privar de nenhum cômodo. – logo um meio sorriso tomava conta de seus lábios.
- O que foi? Vai ficar se gabando por ter sequestrado a Lucy?! – Arin disparou de repente, enquanto que em passos lentos, aproximava-se ainda mais de Brian, dizendo cada sílaba de modo pausado e ameaçador. – Vai ficar se gabando por que acabou de transar com ela, vai?!
- ARIN! POR FAVOR! – tentei protestar mais uma vez. Estava odiando vê-lo agir daquela forma, dizendo tudo aquilo para que todos pudessem ouvir.
- Quer que eu saia por aí gritando o motivo da demora?! – Arin continuava envenenando, enquanto logo girava seus olhos contra os meus.
Eu sabia que suas palavras também queriam me atingir.
- Está com ciúmes? – Brian disparou petulantemente.
- ORA, SEU MERDA! – Arin de repente explodia, avançando contra Brian.
- ARIN! – gritei mais uma vez, apesar de saber que seria inútil.
Brian desviou-se de Arin, que tomado pela fúria, deu de cara contra o chão.
Tentei me aproximar, porém ele se ergueu bruscamente, assustando-me, fazendo com que eu recuasse inconscientemente.
Arin rapidamente tornou a se aproximar de Brian, disparando um soco contra seu rosto. Brian de imediato revidou e eu não sabia o que fazer.
- GENTE! ME AJUDA! – gritei.
Eu não poderia acreditar que aquela confusão toda era por minha causa!
Notas finais
Estão gostando?
Aguardo os reviews. *-*
Beeeijos ;*
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