Notas iniciais
História sendo postada também no social spirit, com 7 capítulos já postados. Espero que gostem.

Emma Swan, loira, olhos verdes azulado, e possui 1,50 de altura. Aos 13 anos de idade, deu seu primeiro beijo em um menino bonitinho chamado Sam. Não gostou nem um pouco. Beijou outros meninos depois, não gostou também. Emma achou estranho, afinal, as outras meninas de sua idade contavam que era a melhor sensação.

Aos 15 anos, num dia qualquer, estava navegando no tumble, viu uma foto que a deixou bastante intrigada, na foto aparecia, uma menina, com um pirulito na boca, usava uma meia 7/8 rosa, e uma blusa branca, com a seguinte legenda " missing my daddy".

Ela ficou bastante curiosa, e foi pesquisar coisas do gênero, foi se aprofundando no assunto, e simplesmente adorou a idéia de ter uma daddy. Foi nessa época também que descobriu gostar de meninas, o que explicava, o porque de nunca ter sentido nada beijando um garoto.

Emma não teve muitas daddy's, porque sempre ficava um longo tempo com cada uma.

Agora com 18 anos, ela está sozinha. Não arruma uma daddy, desde os 17 anos, quando teve um rompimento dramático com a última, que a abandonou, alegando estar cansada do jeito da menina.

Mas agora existe um porém, a faculdade onde estuda, tem uma professora que mais a encantou.

Nunca na vida conheceu uma pessoa tão linda, como Regina Mills. Os olhos castanhos claros. A boca sempre coberta por um batom vermelho. A voz rouca, que aos ouvidos de Emma, soavam sensuais na hora da aula.

Sempre achou que nunca teria nem mesmo um olhar da mesma, que fosse totalmente invisível, o que se provou o completo contrário, depois de hoje.

Você deve estar se perguntando, o que aconteceu hoje que te fez mudar de idéia, bom meus queridos leitores, é o seguinte. Estava eu chegando na escola, correndo como sempre, já que eu não gostava de me atrasar, não mesmo, acabei não vendo uma pedra que tinha no meio do caminho, acabei tropeçando, já que minha coordenação motora é um desastre. Já havia até me preparado pra levar um tombo da aqueles. Isso não acontece, tudo porque alguém- muito forte por sinal — havia me segurado, pela cintura, evitando assim minha desastrosa queda. Quando abro os olhos, vejo a mais bela das criaturas me olhando com aqueles olhos castanhos intensos.

Verde, no castanho.
Castanho, no verde.

Depois de um tempo nos encarando, ela separa o contato dos nossos corpos, pergunta se eu estava bem, fala pra eu ter mais cuidado pois assim poderia me machucar seriamente, se continuasse a correr desse jeito. Antes de sair, ainda afaga meu rosto e me chama de princesa. Você não tem noção da felicidade que me invadiu no momento. Fiquei igual uma idiota, com a mão por cima do local aonde ela afagou, pulando no mesmo lugar, soltando alguns gritinhos. Pode me chamar de criança, eu deixo.

Agora estou eu aqui em casa, tentando encontrar um jeito de me aproximar dela. E te-la como minha daddy.

Depois de muito pensar, levanto da minha cama correndo, e mudo de roupa, tiro uma foto, e a envio uma mensagem. Que graças a minha querida amiga Ruby, que conseguiu descobrir o número da nossa professora, e me passou — não me pergunte como. Ainda estou tentando descobrir tamanha proeza -.

Número desconhecido:

Hey! Quer ser minha daddy?

Regina:

MEU DEUS! Quem é você? Porque está me mandando isso?

Número desconhecido:

Sou uma menina má, que merece ser castigada!

Regina:

Oh, porra!
Não faça isso.

Número desconhecido:

Eu ainda não fiz nada!

Regina:

ONG!

Número desconhecido:

Estou apenas desejando você, entre minhas pernas daddy!

Regina:

Não brinque com isso garota!

Número desconhecido:

Quem disse que estou brincando?

Regina:

Quem é você? Me fala, por favor...

Número desconhecido:

Um dia você descobre daddy!

Regina:

Me fala pelo menos seu nome.

Número desconhecido:

Ainda não. Mais pode me chamar de Baby Girl... Ou melhor SUA Baby Girl.

Notas finais
Bjos cupcakes *^.^*