Daddy's Fuck Her Little Baby Girl
10 Capitulo 10
Notas iniciais
Era sexta-feira, estava no estacionamento indo em direção ao carro da minha Daddy, para espera-la pra irmos embora, quando vejo Ruby vindo em minha direção junto com duas meninas que eu conhecia vagamente.
— Hey loirinha.- Ruby me cumprimenta, e aponta pras meninas ao seu lado, me apresentando.
— Olá! — cumprimento meio sem graça, torcendo pra que elas fossem embora logo.
A morena que descobri se chamar Ashley, começa a puxar assunto comigo, enquanto Ruby discutia algo sobre trabalho com uma loirinha baixinha. A garota com quem eu conversava, de fato, era muito bonita: estatura mediana, copo curvilíneo, cabelos castanhos e olhos cor de mel. Porém, seu linguajar era repleto de gírias e as conversas eram completamente sem conteúdo. O bom humor salvou sua presença de ser enfadonha. Conversamos por, aproximadamente, 20 minutos e eu já sabia basicamente toda a sua história.
Eu tinha que me segurar pra não a repreender, quando ela fazia carinho em minha mão ou me segurava pela cintura. Quando fui procurar o celular, com intuito de ver a hora, desviei os olhos para o outo lado, e vi Regina me encarando com a expressão séria, de dentro do carro. Senti um arrepio percorrer minha espinha e avisei a Ruby que estava indo embora. Antes de ir, minha parceira de diálogo puxou-me pela cintura e tenta depositar um "selinho" em minha boca. A empurro com força, e vou em direção ao carro de cabeça baixa e pensando em uma maneira de escapar, como uma criança assustada.
— Está ai a muito tempo? — perguntei, ao entrar no carro, sem encará-la.
Regina ligou o automóvel e permaneceu quieta. Desviei o olhar para seu rosto, em busca de uma resposta e conheci a imagem impassível que ela costumava usar na faculdade.
— Não. — finalmente respondeu.
— Quanto tempo? — perguntei.
Silêncio.
— Tempo suficiente. — disse ela.
Sem saber o que dizer, optei por ficar calada.
Durante o caminho de volta, Regina permaneceu extremamente monossilábica. Desmanchando a imagem de mulher inflexível, Regina lança-me um olhar furioso, estaciona o carro e sai.
Segurando-me, firmemente, pelo pulso, Regina levou-me pra dentro de sua casa. Jogando suas coisas no sofá Regina me puxa para o quarto. Assim que entramos, ela bateu a porta com força, jogou-me contra a mesma, fazendo parecer que meus pulmões explodiriam.
— O que você tem na cabeça?
— O-o que, porque?
— VOCÊ QUER ME DEIXAR LOUCA? — gritava ela
Assustada, arregalei os olhos e me perguntei de onde aquele ser havia surgido. Estranhei tamanha fúria, seu corpo projetava pra cima de mim, como se quisesse me fazer sumir. A sensação de parecer tão menor que ela me invadiu, novamente. Eu tentava interrompê-la, explicar o que havia acontecido, mas ela elevava ainda mais a voz, ficando cada vez mais rouca.
— Quem era aquela puta que estava praticamente te comendo lá? — perguntou, irada, exagerando o que havia visto — O que você estava fazendo com ela?
— Para de gritar, Regina! Eu só estava fazendo companhia enquanto Ruby conversava com a amiga dela. — respondi, procurando não elevar o tom de voz.
— Eu vi o tipo de companhia que ela estava fazendo pra você. — refutou.
Tentei empurra-la para longe, mas suas mão envolveram as minhas, imprensando-as contra a porta. Senti um pouco de medo, mas cansada de tentar dar uma explicação, me calei e passei a me concentrar em outra coisa que não fosse sua voz, evitando, assim, meu próprio descontrole.
Estranhamente, aquela atitude de Regina estava me excitando. O seu rosto tão perto do meu, a respiração alterada, os lábios cada vez mais vermelhos e apetitosos... tudo estava me enlouquecendo. Senti um calor em meu útero e eu desejei que Regina calasse a boca e me possuísse naquele momento.
Pude perceber que ela ainda estava dominada pela raiva, mas a excitação crescia em meu corpo. Ela estava me mostrando outra pessoa: Ciumenta, indiscreta, inquieta e absurdamente provocante. Talvez aquela cena inédita, aquela Regina que eu nunca havia visto, fosse o real motivo de minha excitação. Eu não entendia mais nada do que ela dizia, apenas olhei fundo em seus olhos e me perdi.
Regina afastou-se de mim por um instante, seus dedos passaram entre os fios dos cabelos desalinhando-os. Sem esperar, a puxo pelo braço colando nossos corpos novamente. Afundando meu rosto contra seu pescoço, sentindo seu perfume e a textura quente de sua pele com os lábios e língua. Não querendo dor o braço a torcer Regina tenta se soltar de meus braços, sem resultado, á que eu os aperto envolta de sua cintura.
— Não faz isso! — ela sussurra, mas sua voz arrastada e rouca, apenas me dar mais tesão.
— Você me deixou tão excitada, tendo esse ataque de ciúmes. Que eu não consigo controlar meu corpo.
Segurei-a pelos cabelos da nuca e a beijei. Explorei cada canto de sua boca, entrelacei minha língua na dela e chupei-lhe os lábios. Dando-se por vencida, Regina envolveu-me com os braços e passou a corresponder, com avidez. Ela me prendia fortemente pela cintura, quase com brutalidade, deixando meu corpo muito colado ao seu. Eu sentia seus mamilos eretos roçando nos meus, suas unhas arranhando meu corpo, seus lábios suando minha língua. Sem que eu notasse, meus dedos já brincavam em seu decote, desabotoando a camisa que ela trajava.
Regina segura minhas mãos, colocando-as para cima, e arranca minha camiseta, e sutiã. Gira meu corpo e o pressiona contra a porta novamente, acabo emendo com o contato dos meus seios com a porta fria. Ela se abaixa puxando minha saia, juntamente com a calcinha. Levanta distribuindo beijos e mordidas por onde passava.
Beijando toda a extensão do meu pescoço.
— Ahh... Baby! Eu vou te foder tão forte. — Diz num sussurro, pra logo depois morder o lóbulo da minha orelha.
Sinto quando se afasta do meu corpo, o que me faz virar o meu rapidamente, em sua busca. A vejo do lado da cama retirando o restante de suas roupas, pra logo depois pega o estrap-on dentro da gaveta, o vestindo. Como que voando ela veio até mim e segurou quase gentilmente meu pescoço, levantou meu pescoço me beijou. Nossas respirações se cruzavam enquanto lábios se moviam e ela me guiava com paixão. Uma de suas mão ainda estavam em meu pescoço enquanto a outra subia em direção a meus seios. O toque de seus dedos deixava um rastro de fogo em minha pele. Eu precisava de ar, então tirei minha boca da dela, e ela desceu beijando meus ombros, á mostra. Ela parecia em um frenesi louco, querendo provar o tanto de minha pele quanto podia.
Suas mão e pegaram pela cintura e me levantaram sem aviso, passei minhas pernas por sua cintura, ficando imprensada entre ela e a parede. Os gemidos enchiam o quarto, e apesar de ter uma cama perfeitamente confortável atrás de nós, a urgência tomava a frente. Ela me meteu um dedo quente para se certifica de que eu estava molhada. Claro que eu estava. Mais que molhada, eu estava encharcada, pingando. Pois então o dedo na boca e chupou o que tinha meu de lá num zumbido de aprovação. Com uma mão posicionou o dildo na minha entrada, enquanto ia me abaixando lentamente nele. Não consigo descrever o que foi aquilo entrando em mim pouco a pouco. Eu soltei um gemido longo e agudo, a apesar daquele ao me esticar até quase o limite, meu corpo amolecia no corpo dela. Minha morena começou os movimentos para dentro e para fora de mim. Gemíamos juntas, e meu calor com o dela faziam nossos corpos suarem juntos. A cada metida dento o dildo batia em algo dentro de mim que me deixava louca. Sentia meu ápice chegar cada vez mais perto e eu rebolava em seu colo tanto quanto a porta atrás de mim permitia.
Perto do fim, ela retirou-se de mim e me virou de costas, sem nem ao menos me dar tempo para protestar e já me entrava de novo por trás. Sua boca me chupava as costas e o pescoço, e sua mão direita me apertava a cintura, e eu sentia suas unhas em minha carne. Sua outra mão foi ao encontro de uma das minhas que estavam espalmadas na porta e entrelaçou nossos dedos enquanto eu ouvia sua respiração ofegante diretamente em meu ouvido. Com um grito deixo que o clímax me arrebate, e logo sinto Regina estremecendo enquanto gemia meu nome, indicando que também havia chegado ao ápice.
No tempo em que ficamos ali paradas ela mordisca minha orelha e sussurra.
— Ainda não acabei com você Baby!
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