Daddy's Fuck Her Little Baby Girl
11 Capitulo 11
Notas iniciais
A morena apertava seu joelho contra o centro da loira que já gemia em sua boca. As duas movimentavam seus corpos em sincronia. Regina continuou subindo suas mãos pelo copo da mais nova, esfregando e apertando suas pernas, algumas vezes puxando a loira mais contra seu corpo, gesto que tirava gemidos inebriantes de Emma. Continuava nesta terrível tortura quando a loira, em um movimento rápido, se virou por cima de Reina segurando seus braços sobre sua cabeça.
Beijava lentamente o pescoço da morena e lhe chupava em alguns pontos que a faziam enlouquecer.
— Daddy... eu te quero... — dizia ofegante depois de já ter soltado as mão da morena. — Eu preciso, agora! — beijava novamente o pescoço da mais velha até lhe morder a orelha sensualmente — Eu preciso de você dento de mim... agora! — disse em um sussurro sexy que acendeu uma fogueira dentro da morena.
Emma se levantou um pouco para que a morena pudesse te um melhor acesso a si e fechou os olhos com foça quando sentiu os delicados dedos de Regina tocando em seu ponto sensível. Soltou um gemido sexy e baixo, e a morena a puxou para mais um beijo.
Esfregava o clitóris de Emma sentindo o quanto a loira já estava molhada.
— Oh Deus, Baby... você está tão gostosa. — sentia ainda a intimidade molhada da loira que rebolava em cima de si.
— Daddy... ohhh... Daddy... dentro... eu preciso de você dentro! — Se levantou sentada sobe Regina, dando uma visão privilegiada para a morena de uma loira escultural e nua em cima dela.
Regina levou dois dedos até a entrada da loira e a penetrou sem cerimônia. Emma pendeu sua cabeça para trás enquanto levava as mãos aos seios e apertava se movendo nos dedos da morena que estava extasiada pela sensação da loira cavalgando sobre ela.
O prazer já estava ficando insuportável dentro do corpo alvo e ela se perdia vez ou outra nos movimentos. Regina se sentou sem tirar a loira de seu colo e começou um beijo quente enquanto posicionava melhor seus dedos dentro da loira lhe mordendo os mamilos de leve e esfregando a língua em círculos. A loira ainda se mexia e tremia em cima de seu corpo e isso estava a deixando cega de tesão. Aquela loira era perfeita, como se tivesse sido esculpida por um artista... e era dela. Estava tão entregue a si que ela poderia fazer qualquer coisa e Regina queria fazer muitas coisas com ela.
Acrescentou outro dedo sem deixar de penetra-la e deixou sua outra mão descer até sua bunda. Apertou forçando Emma a se movimentar mais contra si e a loira gemeu fortemente com o ato. Aumentou a velocidade de seus movimentos sentindo a loira tremer em cima de si novamente, mas dessa vez um tremor que ela sabia estar antecipando o orgasmo. Sentiu as paredes do sexo da Emma lhe comprimirem os dedos e aumentou um pouco a força fazendo a loira cair sobre si tentando respirar novamente. Lentamente Regina cessou os movimentos, mas não retirou seus dedos de dentro da loira.
— D...Daddy...? — Respirava com dificuldade ainda quando sentiu a mão da morena descer mais um pouco pra sua bunda até que encontrasse sua entrada preenchida pelos seus próprios dedos. Ela os esfregou em volta de sua entrada os deixando extremamente molhados e espalhando aquele líquido por toda a extensão do sexo de Emma. Foi lentamente fazendo o caminho de volta enquanto tomava a boca da loira que já estava inchada com os beijos quentes que estavam trocando.
Continuou subindo os dedos lentamente até a outra entrada de Emma e posicionou seu indicador na entrada espalhando aquela lubrificação natural de Emma nela.
— D-daddy... o que você...? — ela cortou a loia com um beijo apaixonado lhe tirando o fôlego.
— Confia em mim Baby... eu quero você de todos os jeitos e quero te fazer senti tudo o que for bom — enterrou a ponta do dedo no orifício apertado da loira. — Relaxa Baby... olha pra mim. Relaxa e me deixa te mostrar isso.
Emma sentiu um arrepio subir por seu corpo e tomou a boca da morena em um consentimento silencioso de que ela poderia fazer qualquer coisa consigo. A loira se posicionou melhor no corpo da morena dando mais liberdade às suas mãos naquele malabarismo prazeroso.
Regina entendeu o movimento e lentamente foi afundando mais seu dedo no orifício apertado de Emma que já gemia e respirava fundo. Depois de colocar todo o dedo dentro da loira começou novamente o movimento com a outra mão, que até então estava parada dentro de Emma, somente esperando a hora de agir. Começou mexendo somente os dedos de sua mão da frente e esperando até a loira se acostumar com a sensação de ser totalmente preenchida. Quando notou que a loira já estava relaxada e já se movimentava contra a sua mão começou lentamente sem querer machucar Emma de qualquer forma.
A loira sentiu os movimentos de Regina dentro de si e por um momento ela não sabia o que havia atingido. Foi inundada por uma corrente de prazer que lhe fazia perder os sentidos e agi instintivamente em busca de mais. A única coisa que conseguia fazer era gemer e se mexer mais rápido em cima de Regina até sentir novamente aquela sensação de que estava caindo em um abismo. E nada poderia ser melhor do que aquela queda livre.
Deixou o corpo cair sobre o corpo da morena que se deitou com a sua menina sobre seu peito.
— Você... me surpreende... sempre! — ainda estava ofegante e se recuperando.
— Espero que isso seja bom... porque eu acredito ainda ter algumas surpresas... — riu apertando mais a morena contra si.
Emma sorriu genuinamente se aconchegando mais em Regina. Antes de se entregar totalmente ao sono ainda pode ouvir a morena falar.
— Você é minha baby, não vou deixar que ninguém te tire de mim... nunca.
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Emma estava encostada no carro olhando as crianças que saiam do prédio. Estava ciente dos olhares que vagavam até a sua pessoa. Cruzou os braços sobre o busto e esperou pacientemente até a cabeleira loira conhecida sair cercada por amigas, os olhos verdes pareciam mais sérios que o normal. Ela permanecia quieta enquanto o grupo tagarelava animadamente.
— Lucy. — a chama tentando se sobrepor a balburdia.
As garotas pararam e se viraram para ela, não era exatamente o que estava querendo, mas o sorriso que sua irmã abriu superou qualquer receio.
— Mana. — Lucy correu para Emma ignorando as amigas, a abraçou com força pelo quadril.
— Hey princesa. — sorriu sentindo o coração bater mais forte, se curvou a beijando nos cabelos claros e aspirando o cheiro da Menina. — Senti saudades.
— Eu também. — Murmurou apertando a mais velha entre os braços. — Vai ficar comigo hoje?
— Mas é claro meu amor, hoje o dia é só meu e seu. — sorriu acariciando as maçãs do rosto corado. — Se despeça de suas amigas.
A menina se afastou, mas logo retornou correndo.
— Vamos? — pediu segurando a mão de Emma com firmeza.
— Ninguém quer carona? — olhou por cima da cabeça da menor o grupinho compacto que as olhava.
— Não, não. — balançou os cabelos loiros. — Vamos, por favor.
— Ok então. — sorriu ignorando a sensação que a garota mentia.
Abriu a porta do passageiro e rapidamente a menina pulou para dentro do carro.
— Pegou o carro da mamãe? — Lucy jogou a mochila para o banco traseiro.
— Sim. — Olhou no retrovisor engatando a ré do carro. — Está vendo esse papel prata, é um presente para você, abra.
A garota se abaixou pegando o embrulho médio, rapidamente rasgou o papel e soltou um suspiro satisfeito.
— Coraline? — sorriu largamente. — Obrigada Mana.
— De nada meu anjo. — A olhou rapidamente. — Vamos lanchar?
*.* *.* *.*
Emma roubou um anel de cebola da irmã que rapidamente lhe atirou a língua. A mais velha soltou um pequeno riso enquanto comia o seu furto, a garota devorava uma porção de cebola e um hambúrguer.
— Mamãe vai querer me matar, estou estragando a sua dieta. — arqueou as duas sobrancelhas. — Então princesa nórdica, nós temos que conversar. — Emma aproveitou a deixa. — Sobre o seu recente comportamento.
Lucy soltou um gemido baixo enquanto tomava alguns goles do refrigerante.
— Lucy, você pode me explicar o poquê de você ter brigado na escola. — Sua voz era calma e firme.
A garota deu de ombros sem querer levantar o rosto para atender os olhos verdes da irmã.
— Lucy?
— Falaram algumas coisas. — falou em voz baixa.
— Que coisas?
Lucy empurrou o resto das cebolas para o lado, suas mãos se entrelaçaram em cima da mesa e mesmo assim não levantou o rosto para a irmã.
— Eles falaram que a culpa dos nossos pais estarem se separando era minha. Que papai não gosta de mim, porque sou uma garota, chata e feia. — Ergueu os olhos, uma lágrima escorreu pelo rosto de Lucy. — E que eu fui um erro. Que ninguém me ama de verdade.
Emma sentiu seu peito se apertar diante da dor na voz da irmã, se levantou e rapidamente deslizou no banco ao lado dela a envolvendo com os braços.
— Isso não é verdade e você sabe disso. — Sussurrou para ela se balançando levemente. — Já conversamos sobre o porquê deles estarem se separando. Você não foi, culpada de nada. Isso é coisa de adultos, não de ouvidos para essas crianças. Papai, e a Mamãe te amam mais que tudo. Você nunca foi, e nunca vai ser um erro.
A beijou na testa sentindo os braços finos lhe apertarem com força.
— Eu te amo Lucy, nada vai mudar isso. — falou contra os cabelos loiros. — Você é a minha princesinha e sempre vai ser. Você é a minha Lucy, aquela para qual eu cantei durante 9 meses toda noite para você dormi dentro da barriga da mamãe. Você sempre vai ser minha entendeu?
Lucy balançou a cabeça, Emma secou as lágrimas insistentes.
— Agora, que tal um super sorvete... hum?
— Três bolas, e bastante calda de chocolate?
— Hum... vamos ver. — Emma coloca a mão no queixo fingindo pensar, enquanto a menina a olhava com os olhos esperançosos. — Tudo bem hoje eu deixo.
— Ebaaa! — Lucy grita pulando no colo da mais velha.
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