Depois daquela conversa, agradeci tanto por não existir uma catafracta brasileira, senão a possibilidade de gastar meu réu primário seria gigantesca. Ademais, os queridos botaram o rabinho no meio das pernas e se mandaram.

Por conta do compromisso, me vi obrigado a entregar as chaves e pedir ao Ângelo que abrisse. Quando cheguei, aparentemente, ele estava em guerra com uma senhorinha por conta de um livro de receitas mais velho que a pedra. Acabei deixando que levasse pela metade do valor só para vê-la sumir dali.

Na hora, claro, o Mozart gaúcho sacou que algo estava errado e agiu.