Notas iniciais
Oie gente, hehehe, >.< demorei mais do que o esperado e peço desculpas por isso, de verdade. Dou as boas vindas aos novos leitores, vocês são uns amores, sabem disso, não é? ♥ Mal posso acreditar que alguém comece a ler essa fanfic depois de tantos caps e comentar! Vocês são demais! xD ♥ Quero agradecer ao Kotter por ter comentado em vários capítulos da fanfic (mesmo ela já tando tão grandinha LOL) e por ter recomendado! *-* Nossa, sério. Muito obrigada por isso. Também quero agradecer a todos os incentivos, mesmo sendo uma péssima autora por demorar tanto a atualizar, vocês não me abandonam. E agradeço de todo o meu coração por isso, porque provavelmente teria desistido se não recebesse todo esse apoio. T_______T Ainda não terminei de responder todos os reviews, mas prometo que o farei até o final de semana! :D Ia postar o capítulo ontem, mas o nyah! tava meio bixado, então achei melhor não arriscar, hehe. Ai estou postando agora, porque parece ter voltado ao normal. Acho que é isso! Boa leitura e até as notas finais! ps: Agradecimentos para a capivara da minha beta! ♥

Capítulo 27

“Porque tudo que eu queria era um lugar para chamar de meu lar. [...] Onde as estrelas podem dançar e o sol ainda brilhar e as tempestades sentem-se livres para vaguear.”

All I Ever Wanted — Shinedown

Alguns dias antes

— Você está pronta? — Ulquiorra perguntou, parado no batente da porta. Observou Orihime arrumar o vestido, o cabelo longo e ruivo caindo por suas costas.

— Sim. Acho que sim — respondeu com seu habitual tom doce, os olhos castanhos voltando-se para ele com uma pergunta silenciosa.

— Não vou te machucar. Posso ser um cafajeste, mas cumpro as promessas que faço. — Soltou um suspiro e, olhando fixamente para ela, continuou: — Você que deve saber. Tem certeza de que quer vir? É uma realidade diferente da que você está acostumada. Não haverá banhos quentes, café da manhã na cama ou um lugar confortável. — Enquanto ele continuava ressaltando as diferenças do lugar em que viveriam com o que ela vivia, a moça foi se aproximando. — E também tem o Grimmjow...

Ulquiorra não pôde evitar ficar surpreso com o ato que veio a seguir: Inoue segurou o rosto dele com as duas mãos, olhando com determinação para os olhos verdes e fascinantes, e beijou-o. Foi um beijo rápido e simples, um mero encostar de lábios, sem nenhum tipo de libido. Ainda segurava o rosto masculino quando se afastou e simplesmente disse:

— Tudo bem. Está tudo bem.

E mesmo que ela não tivesse dito, poderia ver em seus olhos: Qualquer coisa é melhor do que ficar aqui.

De alguma forma isso o incomodou, mas resolveu ignorar e deixou que ela atravessasse a porta do quarto no qual tinham compartilhado uma intensa noite de paixão.

— Preciso passar em casa — advertiu sem olhá-lo.

— Você sabe, se é para fugir de casa, não é assim que você deve fazer.

— Agora é especialista nisso? — resmungou, andando na frente dele de forma impaciente.

— Mais do que você imagina — retrucou em resposta, um sorriso comedido e nostálgico vagando por seus lábios.

— Hum... — Deu de ombros. — Preciso de roupas e de dinheiro, não posso ir embora com essa roupa — disse. — E preciso deixar um bilhete para o meu irmão, não quero que se preocupe comigo — acrescentou.

Como se fugir com um criminoso fosse deixá-lo menos preocupado. Se bem que achava que ela iria omitir esse pequeno detalhe. Mas, ainda assim, não é como se fugir fosse algo fácil e que precisasse de preocupações, ainda mais quando se é um criminoso procurado.

Ulquiorra revirou os olhos, seguindo-a e deixando que alguns metros o separassem para ficarem a uma distância segura. Quando passaram pelo bar, perceberam ainda estava vazio, exceto pelo dono, que limpava algumas canecas. Atirou algumas moedas por cima do balcão e levou o indicador aos lábios, discretamente pedindo que não falasse sobre qualquer coisa que havia visto ou escutado. O homem assentiu e recolheu o dinheiro.

Ao saírem, perceberam o pouco movimento. Isso era um ótimo sinal. Assim, haveria poucas pessoas para testemunhar qualquer coisa que acontecesse ali. Antes que Orihime se afastasse ainda mais, segurou-a pelo cotovelo, fazendo-a se virar para si bruscamente.

— Olhe, mulher. Você vai sozinha a partir daqui, não é bom que as pessoas nos vejam juntos. — Puxou-a para um beco que separava o bar que tinham acabado de sair, de uma sapataria. — Você vai na sua casa e faça rápido o que acha que precisa fazer. Não demore e não traga tralhas. Apenas o necessário, entendido? — Quando ela acenou positivamente, prosseguiu: — Vou esperar você atrás da sua loja de costura.

— Tudo bem. Isso é uma boa ideia, não vou demorar — disse como uma promessa. — Só vou pegar as roupas e o dinheiro — avisou, sem se desvencilhar dele. — E deixar o bilhete...

— Não demore — repetiu, selando os lábios aos dela em seguida, as bochechas femininas se tingiram de uma cor deliciosa do mais puro vermelho.

— C-certo. — Saiu do beco, deixando-o para trás.

Uma coisa que ele não diria a ela, é como a achava corajosa por estar abandonando tudo que conhecia para fugir com alguém como ele.

Uma coisa que ela não admitiria em voz alta, era como estava começando a apreciar a sensação de quando ele a beijava.

Seriam seus segredos.

I&R

Vários minutos depois, Orihime finalmente encontrou Ulquiorra atrás da sua loja. Ainda trajava o mesmo vestido da noite anterior e ao constatar isso, ele arqueou uma sobrancelha.

— Não ia se trocar? Você sabe, é quente...

— Eu sei disso, não me trate como se eu fosse estúpida — reclamou carrancuda. — A roupa está aqui dentro. — Levantou a pequena mala e revirou os olhos. — Não pude trocar em casa, porque senão minha criada iria desconfiar. Ela já estava desconfiada por eu não ter passado a noite em casa e mentiu para o meu irmão para me ajudar, então, não tive outra escolha... Vamos entrar.

Ele ficou calado e esperou que ela abrisse a porta dos fundos. Entraram na modesta loja ainda em silêncio e Ulquiorra encostou a porta, olhando atentamente para o lugar. Orihime entrou em uma espécie de vestiário, uma cortina tapava o local, evitando que conseguisse ver algo.

Apertando os lábios e com um toque de cinismo, o rapaz disse em voz alta:

— Eu já te vi nua, não precisa disso. — Sorriu.

— Não precisa me lembrar disso, Senhor. E não é porque você já me viu sem roupa uma vez, que isso queira dizer que verá todas as vezes que eu precisar me trocar — A voz dela soou para fora do vestiário, claramente constrangida.

Depois de um tempo, ela saiu do pequeno recinto. Ulquiorra engoliu em seco quando a viu.

A calça de montaria era de uma cor vinho e apertava sua cintura e demarcando muito bem as nádegas redondas e firmes. As botas longas e pretas cobriam seus pés e iam até os joelhos, dando a impressão que suas pernas torneadas eram ainda maiores. A blusa bege era uma regata simples, que deixavam seus braços pálidos a mostra e seus seios avantajados... Mais avantajados.

Aquilo era mais indecente do que se ela estivesse nua. Por Deus.

— Seu irmão deixa você usar esse tipo de roupa? — perguntou, desviando o olhar.

— Não. Na verdade, costurei no meu tempo livre. Li muitos livros e imaginei que as roupas das mocinhas seriam bonitas assim. Nunca tive a oportunidade de usar, porque nunca pude cavalgar muito — esclareceu, parecendo se lembrar de algo muito distante. — Falta uma coisa!

Ele a observou andar alegremente até o outro lado do cômodo e abrir uma caixa de papelão que estava debaixo de uma mesa. Tirou de lá um chapéu preto, muito parecido com o que ele usava. Colocou-o na cabeça e se virou se para ele, como se esperasse sua opinião.

Ela estava... Sexy.

Balançou a cabeça positivamente, evitando fazer qualquer comentário. Apenas fez um gesto para que ela andasse logo e fechou os olhos brevemente quando Orihime passou por ele.

— As roupas que você trouxe são todas como essa? — perguntou quando ela trancou a porta do lugar e murmurou uma espécie de despedida.

— Não. Trouxe um vestido também. Isso é realmente importante? — replicou, desconfiada.

Ulquiorra não respondeu. Enquanto ajeitava o cavalo para que eles pudessem partir, pensou em como Grimmjow reagiria a Orihime. Certamente estava pronto para quebrar a cara dele, caso se atravesse a ficar em cima dela. Era sua propriedade, sua mulher e faria questão de mostrar isso para qualquer um.

Ajudou-a a subir na sela e depois partiram em um silêncio confortável.

— O que você escreveu para seu irmão? — indagou sem tentar esconder sua curiosidade.

Inoue ficou em silêncio e agradeceu por ele não poder ver seu rosto. Estava levemente constrangida com a situação. E ali estava a Orihime “do bem”.

— Disse que não iria me casar mais com o sub-xerife, porque tinha me apaixonado por outra pessoa. — Deu uma pausa, esforçando-se para não gaguejar. — E que ele provavelmente não iria aceitar isso, mas que eu ficaria bem, porque esse era o meu destino.

Dessa vez, Ulquiorra preferiu ficar em silêncio, sentindo-se verdadeiramente surpreso.

E ela agradeceu por isso.

Dias atuais

Yoruichi e Kaien cavalgaram durante toda a madrugada e, por isso, quando amanheceu, eles já haviam chegado ao esconderijo. Assim que atravessaram a porta, todos os olhares se voltaram para eles e quando não viram Rukia, suas expressões ficaram interrogativas.

— Cadê a Rukia? — perguntaram em uníssono.

— Não vem. Mudança de planos — a morena anunciou tranquilamente, com as duas mãos na cintura, enquanto Kaien se jogava no colchão velho estirado no chão da sala. — Vamos começar a nos mover sem ela.

— O que exatamente você quer dizer com isso? — Renji foi quem falou primeiro, comprimindo os lábios em uma linha reta.

— Exatamente o que eu disse: ela não vem — repetiu sem paciência, estava tão cansada, que... Deus. — Mas temos um plano novo e ajudaria bastante se todos estivessem aqui. Cadê o idiota do Grimmjow?

— Saiu no meio da madrugada e não disse nada — Nell respondeu em voz baixa, o rosto apoiado sob os joelhos dobrados.

— Cadê a franguinha, Ulquiorra? — perguntou, referindo-se a Orihime.

— Dormindo, ela está cansada — limitou-se a responder, deixando a cabeça pender tediosamente para o lado. — Por quê? Ela precisa estar aqui?

— Rukia morreu de rir quando soube que você tinha trago a franguinha pra cá. Mal pode acreditar, mas aceitou sem qualquer objeção — Kaien disse alto o suficiente para que todos escutassem. — Ela não entendeu como isso aconteceu, como todos nós. Já que você ainda não nos...

— Enfim... — cortou o outro, fazendo Nell dar uma risada engasgada. — Ela não veio por causa do sub-xerife, mas pensou em algo. O que temos que fazer? — resumiu simplista.

— Direto ao ponto, como sempre Ulquiorra. — Yoruichi balançou a cabeça positivamente. — Já que é assim... Bem, Nell, fale tudo para o Grimm quando vê-lo. — Antes que a moça retrucasse, acrescentou: — Apenas faça o que estou mandando.

Nelliel apenas soltou um muxoxo e ficou em silêncio.

Sem demoras, a morena começou a explicar com todos os detalhes o plano de Rukia. Mesmo com todos ficando em silêncio, podia-se ver com facilidade, incredulidade e ceticismo passando pelo rosto de cada um. Yoruichi terminou tudo com um sorriso cansado, mas, principalmente, afetado.

— Isso é loucura, vocês sabem disso, não é? — Nelliel foi a primeira a se manifestar. — Quero dizer: Uma loucura muito grande.

— Ela estava bêbada? — Renji retrucou, dando uma risada.

— Aparentemente não, mas não tenho certeza — Yoruichi comentou, risonha. — Mas é o que temos. Vamos fazer como ela disse. Nos dividiremos em grupos e começamos hoje de noite. Eu vou estar no primeiro grupo, quem vem comigo?

Renji foi o primeiro a levantar a mão, uma empolgação tomando conta de todo seu corpo. Afinal, isso era a última coisa que poderia fazer por Rukia. Seria seu último ato como membro do bando da ceifadora, apesar de ainda não ter reunido coragem para dizer isso em voz alta...

— Eu vou — Nell levantou a mão e balançou a cabeça afirmativamente.

— Eu também quero ir.

Todos ficaram paralisados quando Orihime apareceu na sala de repente. Seus olhos ardendo com uma determinação inabalável, os lábios puxados em um sorriso tenso, mas incrivelmente gentil. Ninguém falou nada por um longo minuto, esperando que ela estivesse brincando.

— Eu não quero que a Rukia morra. Sei que ela não é ruim como as pessoas dizem e sei que vocês também não são ruins — hesitou, mas continuou: — Posso ver isso, com meus próprios olhos. E... Rukia — Estava se esforçando para não chorar. — Ela é a felicidade do Ichigo agora e...

— Está tudo bem, Franguinha — a morena a interrompeu, incapaz de ver a jovem chorar na sua frente. A dor estava ali em sua voz, dilacerante e persistente. Foi então que lhe veio à cabeça o motivo de Ulquiorra tê-la levado para um lugar como aquele. Inconscientemente, seus olhos felinos se voltaram para ele. Deixou um sorriso escapar e acrescentou: — Grimmjow e Ulquiorra vão atrás dos Vaizards, Kaien fica em casa dessa vez.

— Ele dormiu — Nell observou. — Quando acordar, digo pra ele.

— Okay. Descansem por agora, sairemos à noite. E bem... — parou, olhando para Orihime e depois para Ulquiorra. — Arrume um cavalo para ela, você é o responsável.

— Claro — assentiu, sem demoras. — Mulher, vai se vestir.

— O quê? — retrucou, as sobrancelhas arqueadas em confusão.

— Vamos arrumar um cavalo para você, agora. — Levantou do chão e bateu na calça para se livrar do pó. — Rápido.

— Espera aí, com arrumar você quer dizer... — começou receosa, já sabendo exatamente a resposta.

— Que vamos roubar um. — O riso dos outros foi inevitável. — Seu primeiro ato criminal como parte do bando da ceifadora.

— Relaxa, vai ser legal — Renji acrescentou descontraído, enquanto Ulquiorra revirava os olhos, como se confirmasse suas palavras.

I&R

Renji, Nelliel, Yoruichi e Orihime partiram assim que a noite caiu. Em silêncio, cavalgaram até o Arizona. Fizeram algumas paradas para que os cavalos descansassem. Os três conversaram um pouco com Inoue, contando-lhe coisas sobre eles animadamente, como se ela estivesse com eles há tempos. Só assim ela pôde se esquecer da dor...

E se sentiu em casa. Como jamais havia se sentido. Deixou um sorriso escapar e continuou ouvindo o falatório de Renji, escutando ele contar como quase morreu afogado tentando salvar um cachorro quando era pequeno.

Algumas horas depois, pouco antes do amanhecer, chegaram ao seu destino.

Deixaram os cavalos amarrados há vários metros de onde estavam. Andaram entre as vielas, esgueirando-se com cuidado para ninguém ver os seus rostos.

— Vamos deixar isso na casa do xerife e esperar. Temos que garantir que ele leia a carta — Yoruichi murmurou, olhando para os lados.

— Então é melhor andarmos logo — Orihime pontuou, olhando para o céu. — O xerife tem o hábito de acordar muito cedo e já está amanhecendo.

— Como você sabe disso? — Foi Nell quem perguntou com a sobrancelha arqueada.

— Porque também acordo cedo e o via indo para delegacia enquanto tomava café — esclareceu calmamente, olhando para ela, que deu de ombros.

— Então, vamos... Eu quero dormir — Renji disse, soando impaciente.

Orihime os guiou até a casa do xerife Kuchiki, que ficava afastada das demais e tinha um aspecto sombrio e... Solitário. Como ele conseguia viver em um lugar como aquele? Era angustiante. Pensar em morar sozinho no lugar em que toda sua família foi assassinada — pela própria irmã, diga-se de passagem — exigia muito esforço e estômago.

— Esperam aí, eu não vou demorar. Qualquer coisa, já sabem o que fazer — a morena disse, saindo do beco em que estavam com a carta em mãos.

Andou em passos rápidos na direção da casa, tendo a certeza que ninguém a observava. Parou na frente da porta e pensou em passar a carta por debaixo, mas.... Como saberia que ele leria? Engoliu em seco e deu a volta na construção dando uma espiada por uma das janelas.

O xerife estava sentado à mesa e parecia beber café. Lia algo sobre a mesa com atenção, os olhos fixos no papel, até que, desviaram-se para a janela em que ela estava. Abaixou-se rapidamente, para que não pudesse ser vista. Mas para seu azar, uma criada saia das portas dos fundos, segurando uma bacia de roupas enquanto caminhava na sua direção.

Byakuya caminhava na direção da janela, desconfiado. Tinha visto algo diferente ali... Quando estava prestes a abrir a janela para conferir, um estrondo repentino na porta o assustou e desviou a trajetória, fazendo-o ir na direção do barulho. Yoruichi suspirou aliviada e abordou a criada, tapando sua boca com a mão, para evitar que ela gritasse.

— Não grite, não vou machucar você, entendeu? — Quando a criada assentiu nervosamente, tirou a mão da boca dela e continuou, olhando-a diretamente nos olhos: — Você precisa entregar isso para o xerife, é muito importante. Diga a ele para abrir imediatamente. Entendeu?

— S-sim — concordou nervosamente. — Quem é você? — perguntou.

— Eu... — pensou. — Sou uma velha amiga de Rukia.

— Você diz... A ceifadora? — Engoliu em seco, suando as bicas.

— Isso aí. Agora vá.

Observou a mulher entrar aos tropeços pela porta e gritar o nome do xerife exasperadamente. Isso a deixava nostálgica... Trazia memórias. Memórias de quando possuía uma vida similar à dele. Memórias de quando conhecera Rukia.

Ou... Lúccia Kuchiki.

Notas finais
hehehe, adivinhem o que vem no próximo capítulo? u_u Quem chutou que vou começar a falar do passado do bando, acertou! o/ yeaaaaaah, finalmente, né? hehehe, mas vai ser por partes, então... xD Espero que tenham gostado do capítulo, não teve IchiRuki, mas vocês já sabem como eu sou e devem estar acostumados, ainda mais que agora a fanfic já está chegando perto do final, então tem muita coisa pra acontecer, preparem-se. :O /não, haha. É isso, esperarei ansiosa pela opinião de vocês, beijo e até o próximo!