Notas iniciais
Oieee amadinhos da Villu , que saudade de vcs meus fãs, do core. EU ESTAVA SEM NET, sem nadica, quase me morrendo pra postar outro capitulo e agora que eu fui ver. SWELOOOOOOOOOO sua gata sua fofa, sua perfekta diva, rainha!! CARA AMEIII sua recomendação, assim como amei as outras, mas eu AMEI COM ADOREI! ELa super shippou com a historia man, sério. VC SE SUPEROU E NEM DEU AVISO PREVIO! Na moral achei que vc só iria recomendar no final da fic e na verdade vc é sem palavrasss! E mus amores que comentaram não fiquem com ciumee amo voces tbmmm!!!! BOOA LEITURA e esse capitulo é pra vc Sweet Love

– AAAHHH! Urso! — Gritamos e saímos correndo. Como se não bastasse virar sorvete, iriamos ser devorados por ursos. Pobre não tem sorte mesmo! Corremos tanto, que eu comecei a suar. Eu me joguei na neve. Arfando.

– Não dá mais! Eu não aguento mais. — Eu digo, e vendo a noite chegar, e sabendo que ficaria mais frio à noite.

– Por que a gente não liga pra pedir resgate? — Ele diz procurando o celular dele. — Ai meu celular ficou no jatinho. Me dá o seu. — Ele diz.

– O meu também ficou no jatinho. — Ele me olha confuso e irritado.

– Mas que falta de sorte! — Ele chuta a neve. — Temos que voltar. Anda.

– Edward, não seja ridículo. A noite se aproxima e não tem como nós voltarmos nessas condições. Temos que procurar abrigo. — Eu digo.

– Não. Temos que voltar AGORA!

– Filho, eu sou o homozigoto dominante e você é o recessivo. — Eu digo.

– Argh odeio biologia. Tá legal, você venceu. — Ele diz. Andamos mais um pouco e avistamos uma casinha na arvore. Olhei pra ele. Essa seria nossa salvação.

– Você sobre primeiro — Eu digo.

– Não. Você sobe primeiro.

– NÃO! Eu estou de vestido. Você primeiro. — Eu digo cruzando os braços.

– Está bem. Está bem. Eu subo e ai pego você. — Ele diz subindo na arvore. Depois eu subi com dificuldade. Por causa dos benditos sapatos. Ele me ajuda, me pegando pela cintura. Olhei na casinha. Tinha uma caminha minúscula. E eu estava morrendo de fome. Ed por sorte tinha uma barrinha de cereal despedaçada no bolso do casaco. Dividimos. Na verdade eu comi tudo sozinha. Eu me sentei na cama e tirei os sapatos. Droga de sapatos. Ele se sentou ao meu lado, logo após acender uma vela.

– Você está bem? — Ele pergunta segurando minhas mãos geladas. — Ele me fita.

– Sim, queria um banho. E cobertas quentinhas. — Eu digo.

– Você precisa descansar. Amanhã, voltaremos para o Jatinho. Lá tem coberta e comida, e telefone. Vamos conseguir. – Eu suspiro cansada.

– Tá — Eu digo

– É sério. Eu não poderia estar melhor. Eu estou com frio, e com fome, fedendo, mas estou com você. É isso que importa. — Ele diz e eu sorrio. Ele deposita um beijinho em meus lábios e eu deito. Ele se aconchega na minha barriga, e eu faço um carinho no cabelo dele, e ele beija cada dedinho da minha mão. Adormeço.

Acordo morrendo de frio. Ed estava desenhando bolinhas na palma da minha mão. Minhas lombrigas já estavam brigando, uma já estava devorando a outra. Era luta livre na minha barriga. Sorri. Eu me sentei, e ele me observou. Estava lindo. Toquei em seu machucado. Ele gemeu baixinho.

– Desculpa — Sussurrei.

– Posso pedir uma coisa? — Ele pergunta sentando. Ai Jesus. Calma coração. Calma.

– Pode.

– Posso te dar um beijo? — Ele pergunta me olhando. Coro.

– Você pode me beijar Ed — Eu digo.

– Na boca? — Eu olho pra baixo.

– Mas o que está havendo? Você nunca pede para me beijar.

– É que era diferente. — Ele diz

– Você pediu minha permissão, e a resposta é não — Eu digo, ele me analisou por um instante.

– Porquê?

– Você sempre que quiser pode me beijar, não precisa pedir permissão. Os melhores beijos, são aqueles que são roubados. — Eu digo. Burra, burra affe às vezes eu me odeio. Literalmente. Ele parecia chateado.

– Vamos logo estou com pressa. — Ele diz descendo da casinha. Merda. Eu só faço merda.

Começamos a andar, ele ia mais à frente, seguindo nossas pegadas. Sorte que não estava nevando, por que seria super difícil encontrar o caminho de volta. Parece uma eternidade, mas foi só um dia. Eu estava nojenta. Eu fedia, estava morta de cansaço, e com muita fome. Queria dormir, cobertas quentinhas, e um ursinho para apertar. Eu estava com tanto frio, que comecei a tremer visivelmente. Andamos o dia todo, ele permanecia em silêncio. Estava triste comigo. Meus olhos lacrimejaram. Doía ver ele chateado comigo. Escorreu uma que logo congelou. Respirei o ar gelado, e não aguentava mais andar.

– Toma, pegue o meu casaco. — Ele diz.

– Não quero, pode ficar — Eu digo suave — Obrigada — Saiu quase num sussurro.

– Pegue o casaco.

– Não. E você? — Eu digo. Ele ainda estava na minha frente. Ele estava tirando o casaco.

– Eu vou ficar bem. Pegue o casaco. — Ele diz

– Não, não precisa Ed.

– Pegue a porra desse casaco! E pelo amor tenta não morrer de frio! — Ele grita. Levei um susto com as palavras dele. Caí na neve tomada pelo frio e pela dor, de ele ter gritado comigo. Eu não conseguia respirar. Ele se virou e me viu caída. — Sky! — Veio correndo até mim. — Me desculpe. Eu fui um estupido... — Ele diz beijando minha mão.

– Desculpa Ed. Me beija, me beija — Eu sussurrei com muito frio. Meus cílios estavam congelados.

– Não Sky, me desculpa. Sou um idiota — Ele diz tirando o casaco dele e pondo em mim. Ele me pegou no colo e começou a andar rápido.

– Mas... Ed! Você vai morrer de frio! — Eu disse baixo.

– Não se preocupe comigo, eu estou bem. — Ele disse, e eu me aninhei em seu peito sentindo o vento gelado beijar minhas bochechas. Coloco minhas mãos sobre a face dele, e ele as beija com delicadeza.

– Aguenta firme, estamos chegando — Ele diz. Eu via tudo passar como um borrão. Tadinho devia estar morrendo de frio. Adormeci, ou era gelo pregando meus olhos.

Quando acordei já estava na cama, ele tinha acabado de me colocar. Ele tinha me cobrido com umas três cobertas e posto minha cabeça em um travesseiro. Estava fazendo massagem nos meus pés.

– Edward — Eu disse, minha voz já saia — Obrigada por não me deixar morrer.

– Não diga isso, eu nunca deixaria você morrer — Ele diz sentando ao meu lado. — Obrigada. — Me sento e fico ao lado dele. Ele pega minha mão gelada e entrelaça sobre a mão dele. Eu me deitei sobre o ombro dele e dei um beijinho no seu pescoço. E depois um atrás da orelha, e um na orelha.

– Sky, você tem que... Hum... Descansar! — Ele diz. Arqueei uma sobrancelha e continuei beijando. Eu finalmente cheguei a sua boca, e ele se assustou e se levantou.

– O quê foi? — Eu pergunto — Você não quer me beijar é isso? — Ele me olhava surpreso. Eu me arrependi na hora — Fala! Não quer me beijar?! — Escorreguei e me sentei no chão, com a cabeça apoiada nos joelhos.

– Eu...

– Não precisa dizer nada. — Eu disse. Agora entendo o que ele sentiu mais cedo. Rejeição de beijo é horrível. Credo. Ele se sentou ao meu lado e agarrou minha mão me levantando. Abaixei os olhos. Ele ergueu meu rosto com as mãos.

– Você queria me... Me beijar? De verdade? — Ele pergunta — Não é só por pena?

– Não. Eu gosto de você. — Eu digo, ele me analisou e depois sorriu. Ele me agarrou pela cintura e me beijou meu coração estava tão acelerado, minha pressão sanguínea aumentou, passei a mão por seu pescoço, e senti-o sorrir, e isso me aqueceu, de certa forma, me aqueceu. Ele se separa de mim, e sorri e beija a ponta do meu nariz. Depois minha bochecha, e minha testa e depois, minha orelha e depois ele me olha nos olhos, e eu olho pra ele, ele coloca meu cabelo atrás da orelha. Me abraça apertado, e me conforta.

– Descanse, e depois eu ligo pedindo resgate. — Ele diz.

– E você?

– Eu tô bem. Gosto de te observar dormir. — Ele diz e eu sorrio. Puxo ele comigo, e ele se deita me olhando. Seus olhos estavam cansados.

– Dorme. — Eu digo.

– Não.

– Dorme, eu vou ficar bem.

– Não. — Eu sabia que ele ia insistir e não dormir. Mais é teimoso. Decidi cantar.

– Vou cantar Adele pra você — Eu digo, e começo a cantar bem lento, I Set Fire To The Rain, e ele me olha. Depois seus olhos se fecharam lentamente. O analisei por um momento, e como será daqui pra frente?

Depois que ele acordou, troquei de roupa no banheiro, vesti um vestido branco de renda, decote coração e mangas compridas, e meia calça preta, Oxford preto. Ele vestiu um suéter e por baixo aparecia à gravata vermelha. Calças pretas e sapato preto. Eu precisava de um banho, passei um perfume para disfarçar. Ai senhor. Ele ligou e por sorte conseguimos torre. Um helicóptero viria nos buscar. Ficamos sentados esperando. Eu estava tomando um chá de latinha, por quê a água tinha acabado. Ed comia um melão. Em silêncio. O observei. Parecia feliz. Quando o resgate chegou, ele segurou a minha mão, e pegamos a bagagem e subimos. Ed disse algo para o piloto. Algo sobre pegar o jatinho e mandar consertar. Ou tirar o jatinho dali para evitar colisão com os animais locais. Ele é fofo em tudo! Eu estava muito nervosa. Sentamos no banco de trás. Ouvi música a viagem toda e finalmente chegamos. A cidade era linda. Mas super gelada, eu me encantei com tudo. O Set de gravação, era lindo, era uma escola, e tinha esquiadores e bondinhos. Era muito legal, eu nunca tinha ido a um Set de gravação. Ed me disse que o filme iria se chamar, Confusões e Confissões de Um Adolescente. Era sobre um garoto que era nerd, se apaixonava pela líder de torcida, historinha bem xoxa, mas ele ia tentar ser uma pessoa que não é pra conquistá-la. Com ajuda de seus amigos, ele tenta ser descolado, mas acaba de envolvendo nas maiores confusões. Ele cria um site na internet para expor seus sentimentos anonimamente, e outra menina acaba de apaixonando por ele, uma popular. No fim, ele acaba ficando com essa popular. A intensão do filme é dizer que não adianta tentar mudar quem você é por que isso seria impossível, ser você mesmo é essencial para ser feliz. Achei legalzinho. Pra ser sincera. O helicóptero para.

– Senhor, nós já chegamos — O piloto diz.

– Ah sim obrigado — Ed responde e me olha. — Está nervosa?

– Sim, muito — Eu digo e ele segura minha mão.

– Se acalme — Ele vem pra me beijar.

– Ed! O piloto! — Eu sussurro. Ele bufa.

– Meleca. Vamos descer. — Ele diz e descemos. Ed segurava a minha mão. Eu olhava cada detalhe. Era lindo. Tudo chamava a minha atenção. Encontramos um cara baixo, meio gordinho, e tinha cabelos pretos. Só de olhar pra ele você se sentia confiante e segura.

– Ben Danniel! — Ele diz e eles se abraçam.

– Senhor Spider! — Ele diz sorrindo.

– Como é que vai o meu ator favorito? Pronto pra gravar?

– Mas é claro! Teve só esse imprevisto com a neve.

– Ah mas acontece. — Ele me olha — Nossa, e quem é essa belíssima mulher? — Sorri nervosa

– Ah, essa é Skylla Evergreen, minha inspiração. — Ben me apresenta.

– Mas que linda que você é — Ele diz.

– Ah obrigada, o senhor é muito gentil — Eu digo.

– Que isso, nada de senhor. Pode me chamar de Nick, tudo bem. Se eu soubesse que era tão linda tinha posto você no elenco! — Ele diz. Eu adorei esse cara!

– Não, é exagero seu — Eu digo e ele sorri.

– Que sorte a sua hein, as mais belas damas ficam em sua companhia. — Rimos — Até mais Srta. Skylla — Ele sai.

– Ele é muito legal — Eu digo.

– Ele gostou de você. Ele não deixa ninguém o chamar de Nick, só eu, e Marcelo. E agora você. Boa Sky já marcando pontinhos. Bom trabalho. — Ele diz sorrindo pra mim. Eu me senti mais confiante agora. Várias pessoas vieram cumprimentar o Ed. Ele conhecia todo mundo.

– Marcelo! — Ele sorri quando vê o amigo. Ele era lindo. Era loirinho de tudo, olhos azuis cintilantes e pele branca, e era forte. Usava uma camiseta de manga comprida listrada, cinza e branco e preto, e uma calça jeans meio gasta, e uma camisa xadrez amarrada no quadril. Era muito lindo. Mesmo. — Ah que saudade bro! — Ben diz e eles se abraçam.

– Eu que o diga. A Nicola foi realmente insuportável. Uma verdadeira cola. — Eles deram risadas. — Uh, que falta de educação. Você é a?

– Skylla Evergreen. Muito prazer.

– Menina, você é linda — Ele diz me olhando de baixo em cima.

– Obrigada, você também.

– Que nada, só cuido da alimentação. — Ele diz sorrindo pra mim.

– Eu não cuido de nada! Sou muito preguiçosa — Eu digo e nós dois caímos na risada.

– Carambola, que sinceridade. Na alimentação odeio granola.

– Tá zoando?! — Eu disse me esquecendo da formalidade. Eu sentia que podia ser eu mesma com o Marcelo. — Cara, granola é a pior coisa que existe! Literalmente.

– Ed, já te mostrou aquele suco medonho de damasco?

– Já! Cara parece vômito de gato! — Rimos. Ed estava nos observando. Vi uma menina chegar. Ela era muito linda, tinha cabelos compridos castanhos, e mechas californianas. Tinha pele branca e um sorriso que derruba qualquer cara. Usava uma calça de couro marrom, blusa branca e um cachecol com estampa de onça e leopardo, usava botas. Estava de batom vermelho. Era linda!

– Ouvi falar de vômito de gato!? Ed andou fazendo suco de damasco outra vez? — Ela diz e rimos.

– Pois é — Marcelo diz.

– Ele não se cansa de fazer sucos estranhos. — Ela diz. Ed estava extremamente quieto. — Nossa! Quem é essa jovem bela? — Ela diz. Sorri com o elogio.

– Ah eu sou Skylla Evergreen — Eu respondo.

– Belíssima! Devia entrar para o elenco. — Ela diz

– Bom eu vou indo. Até mais Skylla! — Marcelo diz e sai andando. Sorri.

– E você Ed? Está tão calado. — Ela comenta.

– Oi, eu estava com saudade — Ele diz e sorri pra ela, eles se abraçam. Observei a cena. Ela sorriu — A cada dia fica mais linda hein Nicola — Ele diz. Ah agora fazia sentido 'A amiga próxima dele' Melissa Nicola. Ela sorri encantadora.

– Você também, irresistível- Ela diz e ele sorri. Eu estava invisível. Me senti, uma idiota. Soltei a mão dele lentamente. Ele nem percebeu. – Olha, eu nem me apresentei. Sou Melissa Nicola, muito prazer. — Ela sorri toda fofa.

– Ah muito prazer — Eu digo sem graça.

– Quem é essa Ed? — Ela questiona — Skylla Evergreen, qual sua função?

– Anh — Eu digo sem jeito.

– Ela é minha namorada. Não precisa de função. — Ele diz. Oi? Eu ouvi direito ou ele disse namorada. Eu sou namorada dele?! EU SOU A NAMORADA DELE?! Ai meu Deus! Sorri e arqueei a sobrancelha.

– Ah me desculpe, eu não quis ser inconveniente. — Ela sorri e por mais que eu não quisesse consegui perdoa-la. Essa menina é boa. — Eu sou a ex. namorada do Ed. — Ai senhor. Doeu. Desnecessário, desnecessário.

Notas finais
Eu sei que o capitulo tá um pouco grande mais eu to feliz *0* gentennn vcs nem imaginam. Tantas coisas ruins e vcs sempre aqui me apoiando pra continuar e me deixando feliz. AMO TODOS voooces do fundo do CORE! Kissus de Nutella da Villu:* Xoxo Ouvindo - Thinking Out Loud - Ed Sheeran