Notas iniciais
Oiis gente! Muitas novidades. Primeiro quase morri kkk sim quase morri, e ontem foi meu birthday UHUUUUUl sim 1.6 aninhos, to velha - lágrimas - mas quem ganha presente são voces ! YEEAAH. Bom esse capitulo está mt legal e eu agradeço a todas as lindas marvilhosas kkk e perfeitinhas que comentaram. TE AMOO! gente amo vocês. Obrigada por fazerem parte da minha vida, Boa Leitura!

— Estou apaixonado por você — Ele disse. Ele encostou sua testa na minha e suspirou. Abracei ele, forte.

— Eu também estou apaixonada por você — Respondi. Eu disse finalmente. Esse sentimento fazia meu estomago gelar, mas eu tenho certeza do que eu sinto.

— E o seu pé? — Ele perguntou preocupado.

— Ah, tá melhor. — Eu disse.

— Volte para a cama. Agora. — Ele disse mandão.

— Por quê? — Disse chorando.

— Você precisa descansar. — Ele disse. Me abraçou. Fez um carinho em minhas costas. Me conduziu até a minha cama. Me deitei e ele logo começou a fazer uma massagem em meu pé. Relaxei. Mas logo me preocupei. Nós eramos o quê agora?

— Então... O que vai acontecer com a gente? — Perguntei. Ele parou a massagem e logo recomeçou.

— Deixo meu destino em suas mãos. Faça o que quiser comigo — Ele disse e eu ri.

— Mas e se eu não souber o que fazer?

— Mulheres sempre sabem — Ele diz. — Por quê ? É muito cedo para um compromisso serio? — Ele perguntou franzindo as sobrancelhas. Ai ele é lindo.

— Não né... Mas são os homens que pedem. Geralmente num encontro. — Eu digo.

— Pode deixar que eu vou pensar em algo pra nós — Ele diz. Sorri.

— Então suas intensões comigo são serias?

— Mas é claro linda. Que pergunta idiota — Rimos.

— Mas e a Clementina? — Perguntei e ele soltou uma gargalhada.

— Era só uma estratégia pratica pra conseguir ficar com você — Ele disse. Taquei um travesseiro nele revoltada.

— Idiota. Esperto — Sorri. — Quero descer. — Eu disse me levantando. Ele se levantou em seguida me ajudando a descer as escadas. Dei um beijo atrás da orelha dele. Ele sorriu. Peguei uma maçã e fomos para o jardim. Sentei ao lado dele no banco. Já estava escuro. Ele me abraçou de lado e beijou meu rosto. Entrelaçou seus dedos nos meus. Eu não queria sair de perto do Alberto. Nem pra comer.

Acordei, e me levantei pra ir pra ir a escola. Disposta e feliz. Eu veria Alberto. Sorri e pulei da cama animada. Vesti um vestidinho rodado amarelo de rendinha, uma sandália de pedrinhas e os cabelos soltos. Arrumei comida pra Suh e peguei meu material. Passei um perfume. Desci as escadas. Meu motorista me esperava. Dei bom dia para meus pais e fui para a escola. Eu estava muito animada. Quando eu cheguei, acenei para minhas fãs e tirei algumas fotos. Em seguida entrei na escola. Encontrei Phil.

— Bom dia — Ele disse sorrindo. Sorri.

— Bom dia, você viu o Alberto? — Perguntei. Ele me olhou confuso. Eu estava procurando ele, mas ainda não tinha visto. Eu devia ter ido na casa dele. Meleca. Mas Sky ele que tem que vir atrás de você e não você dele.

— Sky?

— Oi.

— Você ouviu o que eu disse?

— Não. Tem certeza de que não viu ele?

— Tenho bocó. — Ele disse rindo. O sino bateu — Agora eu vou pra sala. A gente se vê — Ele beijou meu rosto e saiu. Suspirei frustada. Peguei meu horario e fui para a aula. Era aula de fisica. Entrei na sala e me sentei. Não me concentrei nenhum segundo na aula, eu precisava saber onde ele tava. Chequei o celular umas quinhentas vezes e nada de mensagem. Será que ele faltou? Não. Depois de duas horas sentada, o sino para o intervalo bateu e eu sai apressada. O procurei no refeitorio mas não o encontrei. Dei de ombros e comprei um hamburguer de picanha e uma agua com limão. Me sentei numa mesa e logo Amelie chegou.

— Oi ursinha — Ela disse.

— Oi — Eu respondi com a boca cheia. — Viu o Alberto?

— Alberto? Eu acho que sim, ou não. Sei lá não me lembro — Ela disse mordendo uma maçã.

— Como assim você não sabe?! — Eu disse indignada.

— Eu não sei! Calma. Mas por que você quer saber do Alberto? Vocês vão sair? — Ela perguntou direta.

— Não é que... — Engoli em seco um pedaço do hamburguer. Desceu rasgando. — Nada de importante é que... Não vi ele hoje, talvez tenha faltado...

— Aham. Sei — Ela disse.

— Moça — Alguem bateu nas minhas costas. Olhei pra trás. Parecia um entregador.

— Oi — Eu disse. Ele tinha um arranjo enorme nas mãos de flores.

— Pra você — Ele colocou o arranjo sobre a mesa e Era tão grande que a mesa sumiu.

— Mas é de quem...? — Me virei para perguntar mas ele ja tinha ido embora. Tinha um cartão.

' Oi ' Sorri e olhei em volta e vi Alberto sentado. Ele acenou e fez um coração. Corei.

— Quem te deu esse... — Amelie começou e eu me levantei e fui na direção do Alberto. Ele se levantou. Sorriu. Senti minha respiração falhar. Ele segurou a minha mão e sussurrou no meu ouvido.

— Eu senti sim a sua falta linda — Ele disse.

— Ia pegar mal eu te beijar aqui?! — Eu perguntei.

— Ia. — Ele riu. Abraçei ele. — Mas eu prometo te recompensar. — Eu ri.

— Bobo.

— Boba — As meninas tinham ensaio hoje. Esse final de semana já era a tão esperado espetaculo de jazz, no desfile da Cassie. — Tem aula de que agora?

— Tenho ensaio. — Respondi.

— Biologia. Droga. — Respondeu. O sino bateu. Me desgrudei.

— Tenho que ir. A gente se vê mais tarde — Eu disse.

— Tá bom linda. Te vejo mais tarde. — Ele disse. Sai andando e caminhei feliz até a sala de ensaio. Entrei e o ensaio logo começou.

As meninas tinham evoluido muito e eu não tinha visto a vagaranha da vacatina até o ensaio. Ela me.provocou varias vezes sobre o Ed mas nem liguei, não ia deixar essa barbie do paraguai me desanimar. A dança estava ficando legal e os arranjos também. Graças ao lava jato tinham conseguido dinheiro para o show e para o desfile. A decoração também magnifica. Depois do ensaio As meninas ficaram conversando e eu fiquei tocando umas musicas dançantes.

— Hum — Minhas amigas disseram maliciosas. Parei de tocar e olhei pra elas.

— Hum o quê? — Perguntei.

— Tem alguem apaixonado — Melie disse. Ela apontou para a porta. Alberto estava me esperando encostado na porta ouvindo a conversa e rindo da minha expressão. — Nessa hora a Skylla cora e se levanta indo dar um beijo apaixonado em seu amor — Corei desesperadamente.

— Amelie! — Alberto riu. — Vou indo. — Peguei minha bolsa e fechei a tampa do piano.

— Hum — Elas disseram novamente.

— Hum nada, idiotas.

— Da um beijo no Alberto por mim — Melaine disse. Bufei com vergonha e elas riram. Parei na porta.

— O quê Tá fazendo aqui Alberto?! — Perguntei.

— Esperando você — Ele disse. Passou o braço em meu ombro e saimos andando. — Tenho uma supresa.... interessante pra você — Ele disse.

— Ui. É o nosso encontro?!

— Ainda não. Mas Tem comida. — Me animei. Fomos direto para a minha casa e ele ficou na cozinha enquanto eu jogava meus materiais no quarto. Lisoannel chegaria hoje, já que deu um imprevisto e não deu pra ele chegar ontem. Desci as escadas e fui para entrar na cozinha quando ele me barrou.

— O que tá aprontando?! — Perguntei. Ele me mostrou uma venda. Me animei.

— Surpresinha — Ele me vendou com a venda sedosa vermelha. Segurou em minhas mãos e me guiou. — Agora Vou te erguer — Ele sussurrou. Arrepiei. Pegou em minha cintura e me coloco em cima da bancada eu acho.

— To na bancada certo?!

— Sim. O jogo é o seguinte. Vou dar alimentos na sua boca e a cada três eu te dou um beijo. — Hum, gostei.

— Fechado. — Eu disse sem pensar.

— Abra a boca — Ele disse. Abri e ele colocou umas bolinhas que quando mordi sabia na hora que era uva.

— Uva.

— Acertou. E esse — Abri a boca E era uma coisa horrivel. Tinha certeza que era tomate seco.

— Tomate seco.

— Acertou. Quero só ver esse — Abri a boca e mordi um pedaço de mussarela.

— Ahá! Mussarela. Beijo! — Eu disse e ele riu.

— To vendo que eu Vou perder. — Ele disse — Vou sair em desvantagem. — Ele disse. Ouvi ele mastigando alguma coisa. — E esse o que é?! — Ele me beijou rápidinho.

— Mas...

— O que é?!

— Alberto com hortelã.

— Já chega não quero mais brincar — Ele disse me puxando para um beijo lento e calmo. O beijo que eu esperei o dia todo, delicado e quente ao mesmo tempo. Agarrei ele pela cintura e ele mordeu meu lábio. Ele segurou minha cabeça delicadamente com uma das mãos e a outra no meu quadril. Me separei dele. Beijei ele novamente e nem me lembrei que estava de olhos vendados. O sentimento ardia tanto em meu peito que eu não conseguia segurar. Aqueles lábios eram tão distintos mas tão conhecidos. Como se sempre eu os conhecessem. Desde o inico eu me senti assim com Alberto. Mas Será que era por que ele se parecia tanto com o Ed? Me separei abruptamente. Puxei a venda. Ele arregalou os olhos. Verdes.

— Algum problema amor? — Até o amor dele era parecido.

— Não. Só queria dizer que... Pode ser loucura mas eu...

— Fale. Sem medo das consequências.

— Eu te amo. — Respondi. Ele sorriu — Desde o inicio — Eu disse timida — Eu sei que é cedo mas é o que eu sinto e... — Ele pegou As minhas duas mãos. Eu estava com medo. Eu poderia estar confusa sobre meus sentimentos. Alberto era tão parecido com o Ed, que eu talvez nem tenha me apaixonado pelo Alberto em si, mas no quanto ele se parece com o Edward. Eu acho que ainda amo o Ed. Droga

— Linda tudo bem. — Ele me abraçou. — Eu também gosto muito de você — Ele disse. Por que ele não me disse que me ama? POR QUE? SEU IDIOTA FALA QUE ME AMA SUA QUENGA MACHO!

— Alberto...

— Diga amor — Ele disse.

— Não estamos indo rapido demais?

— Por que? Pelo fato de eu não ter dito que te amo?

— Sim... Não... Não sei direito — Respondi.

— Bom Só uma coisa pode responder — Ele disse levando minhas mãos até seu rosto e depois sobre seu peito e pude sentir Como seu corpo reagia com o meu toque. Depois ele me deu um simples beijo e eu senti que ele arrepiou. — E agora? — Fiquei confusa. — Sky, o amor não é Só beijos e abraços. É se preocupar com a outra pessoa, é esquecer de você e pensar no outro, é sua nevasca num dia quente, Como uma conexão que nossos ossos podem sentir e que ninguem pode quebrar, e que o vento pode sentir a sua pulsação incontrolada e nem os médicos podem descrever sua doença, um sentimento misto e verdadeiro que poucas pessoas podem sentir e descrever. O amor é mutuo e não é mesquinho. E eu tenho certeza de que é isso o que eu sinto por você. Amar é muito mais do que dizer um simples eu te amo. — Suas palavras sinceras me fizeram chorar. — Não chore linda. — ele beijou suavemente meus labios.

— Te amo mais ainda — Eu disse.

— Não. Eu te amo mais. Muito mais. — Ele disse me abraçando. Até a voz dele era parecida com a do Ed. Eu me sentia mal por pensar assim. Afastei esses pensamentos ruins da cabeça.

— Eu acho que tem uma bagunça pra gente arrumar — Eu disse e ele riu.

Arrumamos a cozinha em silencio. Era bom estar com alguem de novo. Se sentir protegida é bom. Mas algo me dizia que Alberto escondia alguma coisa. Ignorei esses pensamentos e chamei ele pra assistir um filme. E eu acabei adormecendo aconchegada nele.

Acordei ainda ao lado dele, ele fazia um carinho no meu cabelo de olhos fechados. Beijei sua bochecha

— Já acordou?

— Sim. É... Vai ter uma festa de Halloween e eu queria saber se você não queria ir. — Eu disse me espreguiçando.

— Festa, tá. — Ele disse se levantando — Tenho que ir linda. — Ele beijou minha testa.

— Já?!

— Sim.

— Não vai. Não quero ficar sozinha.

— Vamos lá pra casa — Ele disse. Me animei.

— Tudo bem — Desliguei a tv e fomos Até a casa dele. Entrei e o cheiro de cookie veio da cozinha.

— Filho? É você?! — Dona Elisabeth gritou da cozinha.

— Sim mãe sou eu. — Ele disse — Já vou ai tá. — Ele me chamou e subimos de mansinho para o quarto dele. Quando entrei me surpreendi com a decoração e com a organização. O quarto era azul escuro e incrivelmente organizado. Seria Alberto irmão gemeo de Edward Dannienddomy? Tinha um closet e o cheiro era o mesmo que o do Ed.

— Fique aqui que eu já volto. — Ele disse saindo pela porta. Ao lado da cama dele Tinha um criado-mudo com uma gavetinha. Tentei abrir mas era trancada a chaves. Me sentei na cama dele e algo me espetou. Era uma foto. Minha. Edward! Ele era o Ed! Só o Ed Tinha uma foto minha embaixo do travesseiro. Eu Tinha certeza agora que era ele. Uh tudo fazia sentido agora, era por isso que me sentia tão conectada com ele, era por isso que ele fazia um suco idêntico de damasco, era por isso que cozinhava tão bem e sua voz e sua aparencia parecida! Ai meu Deus! Eu estava tremendo. Era o Ed. Por que ele mentiu? O Alberto ou o Ed voltou e ele me viu olhando a foto.

— Ah você encontrou? Coisa de fã — Ele disse sem nervosismo. Mas é claro ele é um ator Skylla! Que ódio. Preciso de mais provas. Sorri falsa. — Quando vai ser a festa?

— Sábado.

— Hum. E o desfile?

— Sexta à noite. — Eu não sabia o que pensar nem como agir. Ouvi a mãe dele chamar novamente. Segurei a camisa dele com força, nem eu sabia que tinha tanta força assim. Ele me olhou surpreso. Puxei ele com força querendo saber a verdade. — Antes de você ir falar com a sua mãe — Eu balbuciei — Quero um beijo... — Ele disse e ele me olhou de uma forma intensiva. Segurou meu rosto com as duas mãos e lentamente aproximou-se do meu rosto e me beijou carinhosamente. Foi ai que tive certeza. Ele era o Edward. Ele era! O sentimento de quando ele me tocava ardia em meu peito, e me deixava viva, eu não queria que ele fosse embora mas... Eu não sei se ele deve ficar... Eu estou tão confusa... Me separei dele bruscamente.

— O que foi?! — Ele perguntou com aquele olhar que eu conheço tão bem.

— Nada. Só sua mãe que está esperando você — Eu disse rude e desviando o olhar. Ele me olhou e me analisou. Se afastou e saiu do quarto. Desci as escadas correndo pra sair dali mas ai eu ouvi algo vindo da cozinha. Fui andando ate lá.

— Benjamin você tem que contar pra ela logo! — Dona Elisabeth disse. Fiquei chocada e paralisada. Ela disse Benjamin! Ai meu Deus! Eu estava certa!

— Eu sei mãe mas eu não sei como fazer isso!

— Que tal... CONTANDO A VERDADE!? — Ela disse. Senti as lágrimas brotando.

— Eu não posso... Eu não posso dizer a ela que eu sou o Edward dela não mãe... Ela vai sofrer!

— Filho eu acho que é melhor você falar logo! — Ela disse e eu senti uma pontada no peito e falta de ar. Começei a respirar rápido. Encostei num vaso de flor e ele caiu no chão Eles viraram pra traz e me viram. Uma lágrima escorreu.

— E-eu pago dona Elisabeth — Eu disse saindo correndo.

— Sky! Sky! — Ele veio correndo atrás de mim e quando me alcançou segurou meu braço com força. — Eu posso explicar eu juro...

Notas finais
Capitulo grandinho merece recomendações e comentarios grandinhos certo? kkkk comenteen fofos! Xoxo, beijos da Vel :* Ouvindo - Imagine - John Lennon