Notas iniciais
Amoores de minha vidaa, razões do meu viver... Saudades de mim? Genteee quero agradecer a Teeny que comentou, a Andy, minha princesa, e a Katrina, aquela fofa, perfekta, amoo vcs de paixão, Esse capitulo tem muita treta e quero ver de que lado vcs ficam. Booa leituraa

– O que deu em você?
– Não sei, que tal você perguntar pra Valle? – eu digo imitando a voz da Valle a Vaca.

– O que você tem Sky? – ele diz pegando em meu braço. Explodi

– Me larga seu inútil – eu digo me desgrudando dele – Imprestável, não serve nem pra cantar. – me revolto e ele arregala os olhos juntando lagrimas e eu me arrependo de ter dito isso – Ben... Eu... – eu tento e ele sai correndo pelo corredor. – Ed! – saio atrás dele. Merda. Sinto um remorso. Tudo culpa da Valentinna, aquela vaca. Procuro por ele por um corredor, mas nada de encontra-lo. Passo por uma porta e ouço uns suspiros tristes. Entro e estava tudo escuro. Tinha uns degraus e eu tomei cuidado para não cair. – Ed? – eu pergunto suave – É você? – não ouço nada, só uma fungada.

– Skylla, me deixe só – ele diz baixinho quase num sussurro. Tateio até encontra – lo, e pego em sua mão gelada.

– Me...Desculpe – eu digo – Eu fiquei... irritada, e você sabe que as vezes falo coisa que não devo e... – ele coloca o dedo em minha boca, me fazendo silenciar.

– Não se preocupe – ele diz- Eu estou acostumado, só não esperava ouvir essas palavras saírem da sua boca – ele termina e eu me sinto mal novamente.

– Ed... – eu passo mão por seu rosto e seco uma lagrima que escorria – Perdão – ele pega a minha mão e a beija.

– Quem sou eu pra te perdoar? – sinto sua respiração junto ao meu rosto e sei que ele está perto. Ele segura meu rosto entre as mãos e eu fecho os olhos, seu nariz roça o meu, e eu me lembro da sensação maravilhosa que os lábios dele podem proporcionar.

– Skylla menina! Porque não atende a porra dessa droga de celular? – Alguém abre a porta e eu ergo as mãos em sinal de rendição.

– Amélie! Me mate do coração! – eu coloco a mão sobre o peito e vejo Ben constrangido.

– O que vocês dois estavam fazendo? – ela estreita os olhos.

– Anh... Eu e ele? – eu engulo em seco – daar, estávamos conversando – eu digo dando um tapinha no braço de Ben e ele sorri sem graça.

– Aham, sei. Vocês dois estavam sozinhos. No escuro. Sem ninguém. Pertinho um do outro...

– Viu estávamos conversando. Vamos indo Mélie. Depois te vejo Ben – eu digo saindo andando rápido e puxando Mélie comigo. Merda. Eu queria aquele beijo. Sai em silencio pelo corredor sabendo que Amélie estava me observando. Ela mexia no celular, e eu andava de cabeça baixa ainda revoltada porque eu queria aquele beijo. Saco.

– Então... Sky – ela começa – ta afim de ir no shopping hoje a tarde, antes de você ir “com o Ben” para o serviço? – ela faz questão de enfatizar o “com o Ben”

– Sim pode ser – eu digo – Mélie, como me achou na sala do almoxarifado?

– Queridinha, instalei GPS no seu celluponey e agora posso te achar se você não atender minhas ligações. – ela diz enquanto entramos na sala do coral da escola. Aula de jazz. Inferno. – E você e o Ben hein? – ela diz cheia de malicia.

– Eu e o Ben nada, ela só estava deprimido e eu dando apoio moral – digo pegando minhas partituras e me sentando no piano.

– Skylla Evergreen, se naquela sala não tivesse rolando nada, pode apostar que eu sou a Beyoncé.

– Ai Amélie, você e sua mania de achar que todo mundo tem um clima, ou rola alguma coisa. Vamos ensaiar – eu digo mudando de assunto. Mais o quase beijo não saia da memória. Toquei, e toquei, e toquei. Mais nem o meu talento poderia mudar o que se chama da dança que elas fazem. Que porra. Parece uma dança de um filme de terror que assusta criancinhas no dia das bruxas. Jesus.

– Eu quero a roupa vermelha! – Jackkie grita

– Seus olhos queridinha, a vermelha é minha! – Amélie grita

– Ah é e porque? – a Valentinna grita

– Porque vermelho combina comigo, mais não combina com essa sua cara de Barbie de quinta!

– Agora que você não fica com ele mesmo sua puta! – vixe, só vi a Amélie pular no pescoço dela e dar uns tapas.

– GENTE! – eu berro – Meu Deus o que é isso? Se vocês vessem a merda que a dança está não estavam preocupados com a roupa! Por favor, me desculpem, mais parecem mais um bando de cadelas, do que pessoas civilizadas. – eu digo e a Amélie balança a cabeça

– Foda-se – e ela volta a pular no pescoço da Valentinna e as meninas apoiando a briga. Passo a mão nos cabelos e vou tentar separar a Amélie de cima da Valentinna. – Me solta, vou acabar com essa piranha! – ela diz com raiva

– Amélie, calma. Só por causa de um vestido? Podemos comprar um melhor e você sabe – eu digo e ela sorri.

– É verdade. Obrigada Sky – ela me abraça

– Ai meu Deus, as duas baranguinhas se acertaram – a Valentinna começa denovo.

– Cale a sua boca, porque se você se meter com a Sky vai se ver comigo.- a Amélie fica com raiva novamente.

– Mélie, calma, deixa quieto – eu digo.

– Ah cale essa boca. Você só se paga de pianista e de boa garota, mais é mais ridicula que todas juntas! – a Valentinna me provoca.

– O que você disse? – eu digo ficando puta.

– O que você ouviu querida – antes dela terminar dou um murro na cara dela, que o nariz jorra sangue.

–Cale essa boca Barbie de Quinta– eu digo e o sino bate. As meninas me aplaudem. A Amélie comemora. E a Valentinna solta uma risada idiota. Saio da sala com o sangue fervendo. Ordinaria. Sem vergonha. Ridicula. Dou um murro na parede e sinto a dor me trazer de volta a sanidade. Aaaargh! Que raiva daquela .... Mélie me acompanha até o estacionamento comemorando.

– Eu sei bater amiga, mais você! Adorei, acabou com aquela piruazinha, se acha uma coelhinha da playboy, mais só se for uma galinha da granja do João. – solto uma risada.

– Não foi certo o que eu fiz Mélie, mais ela me emputeceu. – eu digo entrando no carro e ela entra junto. Fomos até o shopping e eu tava sem vontade de fazer compras. Gosto de fazer compras com a Amélie quando estou com paciência, porque se o shopping tem 500 lojas, ela entra em todas, até nas masculinas e compra algo para o Luke. Ela não tem dó de gastar.

– Amiga! Vamos ali naquela loja de joias – ela diz

– Fazer o que Jesus?

– Quero alianças novas, e uma pulseira. – ela diz e eu olho para a mão dela

– Mélie, não faz quinze dias que o Luke te deu essa aliança, pra que gastar dinheiro, vai que vocês terminam e ai, dinheiro jogado fora.

– Queridinha, se terminarmos, eu jogo fora, mais um investimento no relacionamento nunca é demais. – eu reviro os olhos. Entramos na loja e ela vai inundando a vendedora de exigências e frescurechos. Dou uma olhada nos relógios, e uma olhada nos anéis e uma nos colares. Um em especial me chamou a atenção. Ele tinha umas notas musicais e um microfoninho. Era lindo. Apaixonei.

– Moça, quanto custa este? – eu pergunto e ela analisa o colar.

– Cinco mil – ela responde

– Ah ta... O que?? cinco mil? Sangue e fogo! – eu respondo e ela me olha com desdém como se pudesse dizer “odeio pobre” mais eu tinha gostado tanto do colar. Mais tive que desapaixonar. Depois da sessão de duas horas de compra da Amélie, fui para o café, e Ben já estava lá. Estava cheio de clientes, e em uma mesa vi um rostinho conhecido. Delante e Nat. Entrei e vi que Ben estava dando conta do recado muito bem. Ele me viu e sorriu. Abaixei os olhos e fui até a mesa do Delante.

– Oioi – eu cumprimento.

– Sky! – os olhos dele se iluminam

– Olá Sky – ela sorri

– Atrapalho?

– Não, eu já estava indo – ela diz se levantando – estou de saco cheio do Delante. Quero um tempo. – ela sai pisando duro.

– Quer conversar sobre isso? – pego na mão dele

– Anh não, não agora, quero só uma cerveja. Ben traz mais uma ae! – Ben sorri

– Já to levando.

– Vou me trocar para trabalhar – eu digo e ele me segura

– Não precisa, você sabe que está sempre linda – ele sorri triste.

– Del, quer um abraço? – eu digo e ele se levanta me abraçando apertado, e com vontade. Ele estava sofrendo com o termino com a Nat. Pra mim esse negocio de tempo não rola, é só desculpa pra depois chutar a bunda do cara.

– Rhmm – Ben chega – a sua cerveja.

– Pode deixar ai cara, valeu – ele se separa de mim.

– Vou me trocar. – saio de perto. Senti uma dozinha do Delante. Mas o que eu posso fazer? Termino de me trocar e volto para lá, e fico no balcão. Pedidos e mais pedidos. Café, capuccino, bolinho, cupcake, cheesecake, quindim, pudim, meu Deus hoje o dia foi cheio e gorjetas gordas. Meu celular toca.

*Alo? – eu pergunto

*Oi – na hora sem quem é e meu core dá um pulo.

*Louis, anh oi – eu respondo, eu coloco a mão na cabeça.

* Ta afim de sair hoje a noite?

– Sky – Ben me chama

* Só um minuto – eu falo para o Louis.

– Hoje a noite vamos começar o seu treinamento de como se portar diante das câmeras. – ele diz e eu sabia que ele tinha ouvido o Louis me chamar para sair.

* Louis não dá, tenho compromisso.

* E amanhã? Será que o Ben vai achar mais alguma coisa pra você fazer? – ele diz

* O Ben não tem nada a ver com isso, eu somente sei das minhas obrigações. – eu respondo e o Ben solta uma risada.

* Beleza. Marcado então?

*Por mim tanto faz – eu digo indiferente, não queria dar na cara que eu tava afim.

* Eu te pego na sua casa.

– Não dá pra pegar ela na casa dela seu escroto – o Ben grita pra ele – o pai dela não vai aceitar ver esse tipo de coisa na casa dele. Seja reservado meu Deus. – solto uma risada

* Não ligue – eu respondo – como sabe onde é minha casa?

* Eu sei de muitas coisas querida. Um beijo. – ele desliga.

– Esse cara me torra as paciências.

– Ah e? Do mesmo jeito que a “Valle” me torra as paciências. Minha paciência com ela ta mais curta que saia de piriguete. – eu digo e ele ri.

– Sky, eu já vou – o Delante chega no balcão – Depois eu te mando mensagem tá?

– Ta Del, melhoras viu?

– Sim, obrigado – ele sorri. AI que menino gostoso. Observo ele sair pela porta e vejo Cassie e Valentinna entrar, com o nariz enfaixado, eu rio da minha arte. Ela estava elegante, com um vestido branco, porem com o decote um pouco acima do normal, a Cass, estava de preto exuberante e os cabelos impecáveis.

– Deixa que eu sirvo – eu digo e o Ben arregala os olhos.

– Não, você vai ... Ta – ele revira os olhos. Caminho até a mesa e Cassie sorri, e a Valentinna revira os olhos.

– Sky! – a Cassie diz feliz – que saudade, não te vi hoje. – ela diz animada

– Claro, essa vadia tava ocupada fazendo isso no meu nariz. – a Valentinna reclama.

– Cale a porra dessa boca – eu digo. Cassie me olha seria.

– Você fez isso nela?

– Sim.

– Sim Cass, ela fez isso.

– Ah cale essa boca, caramba, se ela fez isso é porque você irritou ela – a Cassie me defende – Sky, você tem carta branca pra bater nessa baranga quantas vezes quiser.

– Obrigada Cass. Bolinho de nozes por minha conta – eu digo e ela ri

– Como sempre né? – ela ri e Valentinna contorce uma careta. Terminamos o expediente e contei as gorjetas. Peguei uns cupcakes e coloquei numa caixa, preparei dois sucos de laranja pra viajem e um Milk Shake de baunilha. Entramos no carro e fomos pra casa em silencio. Estavamos ambos constrangidos pelo quase beijo, gente vai nascendo um fogo só de pensar, só que esse quase beijo foi diferente do outro porque eu... sei lá... não posso explicar.

– Te vejo lá dentro. – eu digo saindo do carro rapidamente. Vejo que não tem ninguém em casa. E sei que papai planejou a noite pra eles dois. Ui que fofo. Subi as escadas, tomei um banho e me troquei. Ideias brotaram para uma nova canção e peguei um papel e comecei a escrever em meu diário.

“É tão inesperado, o que posso sentir, é um sentimento que não dá pra explicar, é uma coisa que não dá pra pedir, e ele chega devagar”

Que idiota isso. Arranquei a folha do meu diário, dobrei e guardei no meio do diário.

– Trouxe comida – Ben entra no quarto com a caixa de cupcakes na mão e os sucos. Ele se senta em minha cama para comermos. Ele conta como foi o dia dele no café, e diz que está aprimorando. Observo como ele fala, e gesticula, e como suas covinhas aparecem conforme ele fala. – Sky? O que ta olhando?

Notas finais
Genteee cade esse beijuuu??? alguem ae quer beijo? Skylla e Ed, ou Skylla e Louis, Ben e Skylla ou Ben e Valle??? Comentem minhas panquecas... Ouvindo - Sugar - Maroon 5