Crônicas de um duelista: o despertar de lâminas
2 A esperança renasce das cinzas como uma fênix
O entardecer já mostrava seus primeiros raios e o crepúsculo se aproximava, Garen sabia que o que é que estivesse os observando na floresta com certeza voltaria naquela noite, então resolveu agir ao invés de ficar esperando a morte dar o gélido ar de sua presença. Ordenou que seu capitão recrutasse os melhores e mais fortes de seus homens, e que abrissem uma clareira no acampamento em formato circular. Pediu também que os troncos das árvores desmatadas para tal empreitada fossem organizados á modo de formar uma espécie de muralha ao redor da clareira.
– Pelo menos teremos a chance de nos defender essa noite, pensou o demaciano.
A noite já começava a cair e a aurora começava a fazer seu espetáculo naquele místico céu estrelado. A muralha já estava pronta, ás arvores cortadas e apesar de finas,possuíam uma boa altura e envergadura, o que rendeu uma considerável defesa ao acampamento. Garen ordenou que tochas fossem acesas ao redor do acampamento e que os arqueiros assumissem postos estratégicos. O que é que estivesse naquela floresta não iria passar despercebido aos atentos e concentrados olhos que munidos com poderosos arcos zelavam pela proteção de todos e não hesitariam em atacar qualquer coisa estranha que se movimentasse ao redor da muralha.
Depois de pronto, o demaciano não escondeu o sorriso de satisfação ao ver a estrutura formada e os arqueiros em seus postos. No interior da estrutura, os soldados que estavam em guarda se mostravam confiantes, e em seus corações havia a certeza de que pelo menos naquela noite, poderiam ficar tranquilos e que com certeza viveriam para ver o sol novamente, e se a sorte deixasse, quem sabe um dia ver o radiante brilho de Demácia.
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