Crônicas de um duelista: o despertar de lâminas

3 Assassinos revelados, que o duelo comece


Notas iniciais
to meio sem idéias de como encorpar a trama, mais confesso que goatei do rumo deste capítulo

A noite caiu de vez, no acampamento a atenção foi redobrada devido aos acontecimentos das últimas 48 horas, soldados que estivessem de guarda deveriam estar devidamente em trajes de guerra: Elmo, Armadura, espada na bainha, lança e escudo na mão. Tinham ordens para matar qualquer coisa que ousasse invadir o acampamento. Nas muralhas, arqueiros vigiavam incansavelmente a forte e densa escuridão que estendia-se após o fogo das tochas e tomava conta de toda a floresta.

– Deve ser por isso que a chama de floresta negra, não consigo ver um palmo além das tochas. Murmurou um dos arqueiros, enquanto caminhava em seu posto.

– Se eu não morrer essa noite, acabo lhe matando um dia por ser obrigado a escutar essas suas piadinhas. Retrucou o outro arqueiro, enquanto ria do que o colega falara.

A noite foi chegando em seu ápice, o céu estrelado foi dando lugar há um escuro e cinzento céu, com ele uma densa e sinistra névoa tomou conta do acampamento. A floresta irradiava uma gélida calmaria e isso começava a assustar os soldados, já que apesar de não quererem admitir, sabia que a morte espreitava as muralhas do acampamento.

– Você viu aquilo ??? brandiu em prantos o arqueiro

– Aquilo o que ? estás louco ? retrucou o amigo

– Não enlouqueci, você não viu aqueles dois vultos se mexendo naquela árvore ??

– Não tem nada ali, acho que o medo subiu á s...

Antes que pudesse terminar de falar, o arqueiro foi atingido por três punhais em seu peito e duas shurikens no pescoço. A morte o abraçara. Em prantos, ao ver o seu amigo sucumbir ás garras da morte, pega desesperadamente seu arco e dispara desesperadamente setas no vazio com a esperança de mandar ao inferno o assassino de seu amigo e fazê-los pagar por tamanha insolência. Porém, como um lince em meio as trevas, um vulto surge á sua frente e com a agilidade de um felino desarma o arqueiro com um chute. Desesperado, ele saca a sua espada e disfere um giro em volta de seu corpo na esperança de acertar o vulto. Tarde de mais, surgindo atrás do arqueiro o "vulto" corta-lhe a garganta com uma espécie de lâmina colada ao braço, porém antes de se render a morte o arqueiro consegue com o seu último suspiro tocar o sino de alarme. Mais 2 baixas para a legião de Garen.

O pânico se instaurou no acampamento, com a escuridão ao seu favor o assassino foi ceifando a vida de cada soldado que encontrava, em menos de dez minutos de ataque, quatro arqueiros e 6 sentinelas já haviam perecido.

Garen, ao escutar o barulho sai correndo de sua tenda e vê um vulto cortando cruelmente a garganta de seu capitão na sua frente:

– Perdão, meu senhor eu falhei. Engasgado com o seu próprio sangue o capitão da legião de Garen já não jazia mais entre o mundo dos vivos.

– Verme insolente !

Gritou Garen furiosamente, partindo em direção do executor de seu capitão desembainhando sua espada com ágil velocidade e já desferindo um golpe inesperável na altura da cabeça do assassino que apesar de ter sido tomado de surpresa, esquivou-se facilmente. Todavia aconteceu algo que o assassino não esperava, por ter sido pego de surpresa e por ter se esquivado rapidamente, o golpe pegou em seu capuz, revelando a sua identidade a Garen, que não pôde deixar de soltar um grito de surpresa, quando viu a face daquele ser:

– O que ?!? Uma mulher ??

– Cale a boca e lute, por sua vida. retrucou a misteriosa mulher enquanto atirava punhais na direção de Garen, que se defendia agilmente com a sua espada.

– Eu vou lhe fazer pagar por cada demaciano que você matou. E nisso o gigante demaciano se taca em direção da assassina, dando-se assim o início ao mortal duelo de espadas.

Após algum tempo lutando, ambos já apresentavam fadigas muscular devido a extensão do confronto, o demaciano apresentava algumas profundas feridas em seu braço, e muitos arranhões em sua armadura, que naquela altura estava salvando a sua vida. Porém a sorte estava mudando de lado Garen em um movimento giratório rápido se lançou em cima da assassina obrigando-a a recuar para uma espécie de beco sem saída que existia atrás de sua tenda, aproveitando-se disso Garen salta e com uma tremenda força desfere um golpe trucidante na assassina que habilmente consegue desviar, porém devido ao pequeno espaço para tal façanha, o golpe do demaciano acerta as suas costas fazendo-a gritar de dor.

Já tonta devido a perda de sangue, a assassina luta para se manter consciente, porém Garen ao perceber isso parte para cima dela pronto para desferir o golpe final. Com um rápido movimento vindo das árvores, dezenas de shurikens foram lançadas na direção do demaciano, porém não tinha sido a assassina, já que essa encontrava-se no chão. De repente em meio as sombras, surge um misterioso vulto encapuzado que se põe no caminho de Garen e da assassina, a essa altura dez homens da trigésima sétima legião chegam para dar suporte ao demaciano.

– MATE A TODOS, NÃO QUERO NENHUM DESSES DOIS VIVOS, brandiu Garen em fúria. Porém o jovem demaciano não sabia que aquele misterioso vulto era um assassino ainda mais habilidoso que o segundo: A tropa ao correr em direção ao vulto o viu sumir em meio as sombras e reaparecer atrás do guarda que estava na retaguarda. O banho de sangue começara, munido de uma estranha lâmina que era presa ao se braço e estendia-se até vinte centímetros além da sua mão, o assassino foi matando um a um os guardas com uma assustadora habilidade, ao passo que em menos de 5 minutos, 10 soldados demacianos jaziam no chão sem vida.

Garen não podia esconder o desespero ao ver dez de seus homens serem abatidos com tamanha facilidade, mais para a sorte do demaciano o restante de sua legião, que tinha contingente inicial de trezentos soldados estavam chegando ao local. O assassino ajudou a sua amiga que estava semiconsciente a se levantar e lançou três punhais que estavam escondidos em sua manga na direção do demaciano, que devido a fadiga só conseguiu defender os dois primeiros deixando o terceiro ir de encontro a seu tórax. Para a sorte de Garen sua armadura absorveu metade do impacto, porém aquela luta havia custado caro demais a ambos os lados. Garen encontrava-se ferido e a assassina apesar de estar gravemente ferida, tinha o apoio de um misterioso e habilidoso assassino

Notas finais
Não sei a opinião de você que está lendo, mais para a minha primeira obra, to achando até razoável hahahahahaha