Cross Destination

28 Capítulo Vinte e Oito


Notas iniciais
Olá. Sim, eu voltei antes do combinado, mas porque me pediram muito para eu adiantar o capítulo, já que ele já estava pronto. Eu espero que gostem Esse é um capítulo totalmente Olicity. Com muito cenas "hot" E..., Flashback's especiais do nosso casal. Boa Leitura

Fazia anos que Felicity não via aquela casa. A primeira vez que estivera ali, ela tinha 16 anos. Tinha passado um final de semana inteiro, sem ninguém para atrapalhar ela e Oliver. Ela tivera bons momentos ali, diferente da mansão Queen. A casa continuava do mesmo jeito. Quando Robert faleceu, ele deixou aquela casa para o filho mais velho, sabendo que ele tinha um apresso especial por ela. Ela sentia falta dele. Das conversas. Imaginava como ele ficaria, se soubesse dos gêmeos. A casa era de dois andares, e era quase toda de tijolos. Havia uma piscina em frente a ela. Oliver desceu para abrir a Porteirinha de madeira clara. Tudo continuava com a mesma delicadeza e luxo de antes, ela pensou. Oliver estacionou o carro no estacionamento, do lado esquerdo da casa, e então eles desceram.

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Oliver pegou as malas, entrando por outra Porteirinha; menor dessa vez. Felicity observava tudo, apesar da hora do dia. Ainda era muito cedo. Seis da manhã. Ela entrou quando ele abriu a porta e viu os porta retratos da família, ela incluída. Ela pegou uma em que Oliver estava atrás dela, abraçando-a pela cintura. Ela não sabia que ele havia guardado as fotografias e que elas ainda continuavam naquela casa. Tinha uma maior, na parede perto da escada. Estavam ela, Oliver, Tommy e Laurel. Os casais se abraçavam, e Felicity e Laurel beijavam as bochechas de seus namorados.

Surpresa por vê-las? – A abraçou por trás.

Eu não achei que tivesse guardado elas, ou que elas continuassem aqui..., decorando a casa.

Eu nunca mais vim aqui. – Ela se virou nos braços dele. – Depois que foi embora, eu não consegui voltar aqui, por isso deixei como antes.

Eu às vezes penso no que eu poderia ter feito de diferente.

Não podemos mudar o futuro, meu amor. O importante é que estamos juntos.

Você está certo. Não vai adiantar ficar pensando nisso mesmo. – Diz, abraçando-o pelos ombros.

Não. Não vai. As escolhas que fizemos lá atrás..., nos trouxeram a esses momentos que estamos tendo agora. Claro que eu gostaria de estar presente quando descobrisse a gravidez, quando os gêmeos nascessem..., depois disso..., mas não aconteceu. E mesmo que isso às vezes me incomode um pouco, eu sei que não posso ficar voltando e voltando nisso, porque nada vai mudar. – Ela concordou.

Essa casa me traz várias lembranças.

E Graças a Deus, todas elas são boas. – Olhou para a foto atrás da esposa. – Lembra-se do dia em que tiramos essa foto?

Meu aniversário. – Sorriu, olhando para a fotografia. – Viemos comemorar aqui. Nós, Tommy, Laurel e Sara.

Sara dizia que não ia vir, porque não queria ficar de vela. – Nós rimos.

Ela reclamou muito quando eu e Laurel a acordamos às 3h da manhã.

E você fez chantagem emocional.

Ah, Sara, sério que não vai estar no dia do meu aniversário?

Ela vai ficar muito magoada. Laurel completa. Sara olhou para os olhos verdes da amiga.

E você diz ser minha melhor amiga.

Chantagista. Laurel riu, mas Felicity fingiu estar triste.

Não é chantagem. Vai estar todos os que eu amo, menos você.

Felicity, nós fazemos uma comemoração só nós mulheres. O que eu vou ficar fazendo lá? Eu vou ficar de vela. Bufou. Candelabro, na verdade.

Mesmo assim estaremos todos juntos. Sara suspirou. Por favor. Prometemos que vamos nos comportar.

Oliver e Tommy? Se comportando? Aqueles dois são uns pervertidos, Felicity. Felicity, diferente de Laurel, corou.

Ei. Nós ouvimos. E as três riram.

Nós fazemos eles se comportarem. Ela bufou.

Eu quero saber como vão fazer isso. Vocês que fazem eles serem do jeito que são. Quero ver como vai ser quando ficarem de biquíni.

Sara, será que podemos ir logo para a parte em que você aceita? A amiga riu ao ver que Felicity estava envergonhada.

Está envergonhada por que? Você e Oliver já...

Isso não é conversa para hoje. A interrompe, fazendo as irmãs Lance rirem. Vamos logo. Puxou Sara por um dos braços.

Nós não vamos desistir. Puxou o outro braço.

Será que podemos ir logo? Queremos chegar lá antes do almoço. Oliver e Tommy colocam a cabeça para dentro do quarto.

Saiam os dois. Eu vou me vestir.

Finalmente. Dizem os casais.

Deu certo, no fim. – Ele riu. – Sara era tão teimosa.

Por isso você e ela se dão tão bem. – Felicity o fuzila. – O que? É verdade.

Eu não sou teimosa.

Ah, Felicity, por favor, nem você acredita nisso. – Ela o olhou indignada, e ele riu. – Lembra-se quando se conheceram?

Foi no mesmo dia em que conheci você. – Diz com um sorriso enorme, se lembrando do dia. Oliver também sorriu ao ter a mesma lembrança em seus pensamentos

Você derrubou suco em mim.

Eu não tive culpa. – Retruca. – Você apareceu do nada na minha frente.

E não pediu desculpas. – Ele continua, antes de começar a rir. – Quase não conseguia formular uma palavra, de tão nervosa que estava.

Tommy me chamou de gostosa.

Ele sempre foi um idiota. – Murmurou.

Oh. Felicity olha para cima para pedir desculpas em quem tinha derrubado o suco, mas não consegue falar nada. Ela estava hipnotizada pelos olhos azuis. Oliver até diria algo, se não tivesse tão hipnotizado quando Felicity. Os olhos verdes dela, eram diferentes de qualquer outro que já vira.

Gostosa. Felicity olhou para o outro garoto ao lado e corou.

Não seja imbecil.

Ora, mas não concorda? Sorriu para Felicity. Sou Tommy Merlyn. E esse é meu amigo, Oliver Queen.

Eu sei me apresentar.

Larga ser chato.Retruca olhando-o.

FelicitySmoak.

Você é nova na cidade? – Ela balança a cabeça. – Bem que eu percebi. A cidade é muito pequena. Todo mundo conhece todo mundo aqui.

Veio estudar? – Oliver pergunta, curioso.

Sim. Eu..., eu vim... Engoliu em seco. Estava nervosa. Eu vim estudar na HollidaySchool.

Oh, na mesma escola que nós, Ollie. – Diz olhando para o amigo. – Quem sabe eu não tenha sorte? – Ela volta a corar, ao mesmo tempo em que Oliver revirava os olhos.

Não se importe com o que meu amigo diz, ele às vezes é um idiota.

Ei. – Reclamou. Bufou quando o amigo não se importou com a sua reclamação. – Então... – Olhou Felicity de cima a baixo, deixando-a mais envergonhada do que já estava. – Gostei do seu estilo dark.

Obrigada. – Sussurra, abaixando o olhar. Vestia um short jeans escuro com a barra toda desfiada, uma blusa preta de mangas, escrito em branco “rock androll”, por cima um colete jeans escuro, com pedrinhas pratas enfeitando-o. Nos pés, ela calçava uma bota preta, cano curto, com pedrinhas pratas no rumo do salto médio.

Primeira garota roqueira que a gente conhece, Ollie.

Verdade. A maioria aqui... Olhou em volta. Estavam no refeitório do acampamento. São um bando de patricinhas.

Que a Sara não nos ouça.

Ela é um caso à parte. O outro assentiu.

Sara? Eles a olham. Sara Lance? Pergunta gaguejando um pouco.

Você a conhece? Oliver pergunta e ela balança a cabeça.

A gente tombou uma na outra agora a pouco.

Ah, então você tomba muito nas outras pessoas? Tommy riu, e Oliver deixou um sorriso aparecer em seu rosto, percebendo que novamente a deixou envergonhada. Brincadeira.

Então..., Srta. Dark. Oliver olha para o amigo com a sobrancelha erguida, enquanto que Felicity o olha, apenas porque ele falava com ela, mesmo achando estranho como ele a chamou. Vou te chamar assim, por causa dos seus cabelos e do seu estilo. Ela mordeu o lábio no mesmo momento em que Oliver se voltava para ela. Tudo bem, né?

Uhum.

Ótimo. Então, Srta. Dark, não que sentar com a gente? Ele apontou para uma mesa onde ela viu Sara com outra garota. Elas conversavam. Você não vai querer ficar sozinha.

Serão muitos dias aqui no acampamento, é melhor ficar com agente do que sozinha o resto dos dias. – Oliver completa.

Tudo bem. Ela diz, antes de seguir um garoto sorridente demais e um sério demais. Ela esperava fazer amizade naquela cidade, então porque não começar por eles?

Tommy sabia como me deixar envergonhada.

Até hoje ele sabe. – O marido diz, rindo.

E você também. Ou acha que eu não descobri, um tempo depois, que você me provocava para me deixar corada?

Eu gostava de ver você corar. – Sorriu, beijando a bochecha dela lentamente. – Principalmente quando eu soube que gostava de mim.

Sara é tão fofoqueira. – Murmura, fazendo um biquinho.

Mas ela nos ajudou. Eu terminei com Laurel pouco depois.

Mas foi porque vocês dois já não se gostavam de verdade.

Verdade. Mas saber que você sentia por mim o mesmo que eu sentia por você, foi uma ajuda a mais. O que não quer dizer que não tenha sido difícil.

Você namorou minha amiga, e era um galinha, queria que eu fizesse o que? Me deixasse cair na sua lábia desde o começo? – Ele franziu o cenho. – Eu não tinha certeza de que gostava de mim de verdade, Oliver.

Ouvir a minha esposa me chamar de galinha... – Ela começa a rir. – Não é algo que eu esperava ouvir.

Mas você era. Antes de namorar Laurel, você pegou metade da escola. Com treze anos. Imagina com quinze?

Com quinze, eu já estava totalmente apaixonado por você.

E ficou me perseguindo. – Ele sorriu.

Lembra-se da primeira aula que me deu, no ano seguinte em que eu terminei com a Laurel? – Ela quem sorriu dessa vez.

Você tentou me beijar.

E você me empurrou.

Oliver, pode se concentrar, por favor? Ela o olha, perdendo a paciência. Estou tentando te fazer entender química.

Isso eu já sei de cor. – Ela revirou os olhos ao perceber o que ele queria dizer, mesmo que estivesse envergonhada. Ele olhou para a coxa nua dela. Felicity usava uma saia curta de líder de torcida, uma blusa de mangas, combinando. Tinha as cores da escola: Preto, vermelho e branco.

Para com isso. Bateu na mão dele, quando ele tocou sua coxa. Vamos lá. Você tem teste essa semana, e precisa estar com azul para participar do jogo.

Você me passa uma colinha. Ela franziu o cenho e ele sorriu.

Vai sonhando, Queen. Isso nunca vai acontecer. Bateu na mão dele mais uma vez. Se pegar aí de novo, paro de te dar aulas. Bufa.

Vamos lá, Felicity. Eu sei que gosta de mim. – Ela corou. – Que é apaixonada por mim, então o que custa me dar uma chance?

E quem disse isso?

Tenho meus contatos. Ela mordeu o lábio. Se fizer isso novamente, eu vou te beijar. Ela ficou mais nervosa do que já estava. Por que não quer ficar comigo?

Eu não sou como essas garotas que você fica, Oliver. Eu sou diferente. E você só quer brincar, então vai arrumar outra.

Isso não é verdade.

Somos amigos. – Ela se virou para ele. – E se você ainda quiser ser meu amigo, vai ter que parar de brincar desse jeito comigo. – Ela respirou fundo e abriu outro livro. – Vamos para a matemática. A raiz quadrada... – Ela para de falar quando percebe que ele olhava para ela fixamente. – O que foi?

Acha mesmo que eu brincaria desse jeito com você?

Oliver, podemos estudar? Viemos para a biblioteca para isso. Passou a mão nos cabelos negros, se virando na cadeira. Se você não quer estudar, então por favor, me avisa.

Você não me respondeu. Se aproximou mais dela. Ela volta a ficar nervosa ao ver a proximidade e volta a morder o lábio.

Não, Oliver. – Ela coloca ambos os braços no meio deles, tocando o peito dele, quando ele se aproxima para beijá-la. – Não faça isso. Vou ficar chateada. – Ele suspirou e se afastou. – Não é que eu... – Ela olhou nos olhos dele. Não queria deixá-lo magoado, ou afastá-lo, mas também não queria que ele brincasse com os seus sentimentos. — Eu não confio em você para isso. E isso é culpa sua. Explica, falando rapidamente.

Vou fazer isso mudar. Sorriu de lado. E você vai ser minha namorada.

E não é que você conseguiu mesmo?

Eu tenho força de vontade. Além disso não foi nada fácil.

Você me perseguia. – Volta a dizer.

Eu precisava fazer você acreditar em mim. – Retrucou. – E não foi fácil. Me lembro como se fosse ontem. – Ela riu. – Eu tentava algo em todas as nossas aulas.

Que aulas? Você mal prestava atenção no que eu falava.

Para me justificar..., você era uma tentação naquelas roupas de roqueira. – Ela sorriu. – E de líder de torcida então? Eu acho que você fazia de propósito.

Não mesmo. – Balançou a cabeça. – Lembro a primeira conversa sincera que tivemos. Que você se abriu sobre Laurel.

Com você era tão diferente. – Sorriu. – É diferente. Me abrir com você era mais fácil que me abrir com qualquer um dos meus amigos.

A boa notícia é que você se saiu melhor do que da última vez, a má é que a “melhor” foi um D. Felicity diz, desviando os olhos da prova, para olhar para Oliver que estava à sua frente.

Eu acho que não me esforcei o bastante.

O que houve?

Eu e Laurel discutimos.

Sobre... – Os olhos azuis, que estavam na mesa, se desviaram para os olhos verdes dela.

Ela diz que eu estou me afastando. Suspirou. Que eu não tenho mais tido tempo com ela.

E é verdade?

Meio. Deu de ombros. Tudo acabou entre eu e a Laurel.

Entre mim e a Laurel. Corrigiu.

O que? Vocês brigaram? Felicity bufou e ele riu. Eu não queria deixá-la chateada.

Mas deixou.

Eu já queria terminar, mas estava tentando encontrar um jeito que ela não saísse machucada.

Eu tenho certeza disso. Você pode ser muitas coisas Oliver Queen, mas não é um canalha. Ele sorriu.

Ela não contou nada para você?

Não. Estou ouvindo tudo isso pela primeira vez. Sorriu. Se quer meu conselho...

Diga aí, estou precisando.

Eu acho que você e Laurel precisam ter uma conversa sincera. Diga a ela tudo o que você está sentindo. Se quer terminar, então termine antes que ela saia mesmo machucada dessa relação.

Você está certa. Ele fixou os olhos nos olhos dela. Sempre ficava hipnotizado por eles. Obrigado, Felicity.

De nada, Oliver.

Sabe, ouvir seu conselho foi a melhor coisa que eu fiz. – Ele sorriu. – Falar para a Laurel tudo que eu estava sentindo e guardando para mim, foi a melhor coisa.

Mesmo sabendo que eu gostava de você?

Sim. Porque eu sabia que você não magoaria Laurel. Você não estava me dando aquele conselho, pensando no próprio bem. Foi por essa entre outras coisas que eu me apaixonei por você. – Ela o beijou rapidamente.

Lembro que conversamos sobre isso novamente.

Eu já tinha terminado com a Laurel.

E estávamos em mais uma aula.

Estava próximo do baile. – Felicity sorriu, se lembrando.

Sim. E você me convidou para ser seu par.

E eu me lembro que você ficou bastante corada. – Provoca.

Eu não esperava por aquele convite, okay? – Ele riu.

Como ficou entre você e Laurel? Oliver a olhou. Ele esperava que ela corrigisse seu teste.

Você não sabe? Ela não te contou?

Eu e Laurel não nos vemos a uns dias.

Por que?

Porque eu estava dando aulas. Ele assentiu. Então? Como ficou?

Está muito curiosa, não é?

Bom, eu não a vi chorando, então... – Ele riu ao perceber que ela não responderia, e por ver que ela estava corada.

Não. Ela também queria terminar. Ela só estava querendo uma chance para fazer isso, mas...

Vocês estavam afastados. Ele assentiu.

Ela gosta do Tommy.

O que? –Ela o olha, surpresa.

É, eu imaginei que você não soubesse também. Nem Sara sabe.

Nossa..., por essa eu não esperava. Ela disse isso? Com todas as letras?

Com todas as 14 letras.

E como você se sentiu?

Eu não me senti mal. Deu de ombros. Eu não amo a Laurel. Acho que nunca amei. Estava com ela porque minha mãe fazia gosto. Deu de ombros mais uma vez, e Felicity assentiu. Conversamos por algumas horas, dissemos tudo o que tínhamos que dizer e..., terminamos.

Sem brigas, sem um dar as costas para o outro, sem mágoas... – Ele assentiu. – Isso é ótimo. Principalmente, porque somos todos parte de um mesmo grupo.

Eu disse que gostava de uma pessoa. Que era diferente do que eu sentia com ela. Os olhos azuis e os verdes se encontraram. Que iria fazer diferente. felicity desviou os olhos, fitando o teste em suas mãos.

Foi muito bem.

Acha que não é sério? Ela o olhou e riu.

Não, Oliver. Falo do seu teste. 87.

Mérito seu. Ela sorriu. Sabe, com quase um ano e meio namorando a Laurel, nós nunca tivemos uma conversa, como tenho com você. Nós conversamos muito mais do que eu e Laurel conversávamos.

Eu e Laurel. Muito bem. Diz sorrindo ao ouvi-lo falar corretamente.

Mais um mérito seu. Corresponde ao sorriso. Felicity, o baile de inverno está chegando.

É. Eu estou sabendo, afinal estou ajudando Sara e Laurel a organizar, esqueceu?

Como poderia? Então..., você.quer.ir.comigo? –Pergunta lentamente, dizendo cada palavra pausadamente. Ela ficou tão surpresa que ficou em silêncio por longos segundos.

Ao baile? De inverno? –Ela pergunta, quando consegue, totalmente corada.

É sobre ele que estamos falando.

Mas..., o que a Laurel vai achar?

Ela vai com o Tommy, e eu e você somos amigos. Felicity mordeu o lábio. Então..., você aceita?

Eu aceito. – Responde depois de morder os lábios mais uma vez.

Você era tão fofa. – A esposa revirou os olhos e ele riu. – Você corava toda vez que eu fazia algum comentário que a envergonhava, e principalmente quando eu a elogiava.

Você fazia isso de propósito.

Eu amava te ver corada.

E principalmente insistia em me fazer acreditar que me amava.

E eu amava. Só não sabia que aquele sentimento fosse tão grande. Eu não imaginava que um dia eu amaria tanto alguém. – Sorriu. – Aconteceu o inesperado. E foi a melhor coisa que já me aconteceu.

Mesmo eu te fazendo correr atrás de mim?

Mesmo você me fazendo correr atrás de você. – Ela riu. – Eu fiz tantas coisas para te fazer acreditar que eu realmente amava você...

Eu não pedi por nada disso.

Como iria fazê-la acreditar? – Ela riu. – Você era maldosa. Às vezes eu pensava se não fazia aquilo de propósito.

Não. Eu não fazia. Mas gostava de ver você tentar. Eu acreditava que aquilo era só para mostrar que não gostava de perder.

Eu não faria isso. Não com você. Não poderia magoar você dessa forma. – Ela mordeu o lábio se lembrando das tantas formas de Oliver tentar fazê-la acreditar em seu amor.

Você não parou, mesmo quando seus outros amigos começaram a te chamar de trouxa. – Ele sorriu. – O time inteiro começou a te zoar, e mesmo assim, você não desistiu.

Eu não me importava com o que os outros diziam. Eu só me importava com o que você ia estar pensando de mim. – Beijou os lábios dela rapidamente, e pouco depois de se afastar, ele começou a rir por causa de uma lembrança. – Você me fez fazer tantas coisas para tentar conquistar você... Que Tommy achou que eu estava doente. Que eu tinha pegado uma virose, ou estava drogado. – Ela riu junto dele. – Ele nunca tinha me visto fazer algo do tipo antes. Eu me declarei para você na frente da escola inteira.

Isso mudou meu modo de pensar sobre você.

E precisou deixar que eu falasse para todo mundo, antes do jogo de basquete, que eu sou completamente apaixonado por você? – Ela sorriu.

Eu gostei do que fez. E..., eu acreditei que você não faria aquilo tudo, se não estivesse falando sério. – O beijou. – Então sim, valeu a pena fazer você correr atrás de mim.

Nunca tinha feito isso por garota alguma, mas quer saber? Por você com certeza valeu a pena.

Quem não gostou muito foi a sua mãe. – E Felicity se arrependeu de ter falado sobre Moira. – Já seu pai...

Ele amou saber. – Sorriu. – Ele comentou com Walter que estava feliz que eu e você estávamos finalmente juntos. Era algo que ele queria muito.

Sente muita falta dele, não é?

Todos os dias. – Ela balança a cabeça. – Sabe do que me lembrei? Da primeira aula que tivemos depois que aceitou ser minha namorada. – Ela revirou os olhos. – Depois que começamos a namorar as aulas se tornaram mais sustentáveis. – Ela riu.

Isso porque você era um pervertido.

Eu não teria imaginações, se não usasse aquela saia minúscula.

A culpa não é minha. Culpe a Laurel por ter feito chantagem emocional. – Ela retruca. – Além disso, por que está reclamando da minha saia? Você adorava colocar a mão boba nas minhas coxas.

Era a melhor parte de te ver de saia. – Ela riu.

Não acredito. – Felicity se pronuncia, surpresa, ao encontrar o namorado na biblioteca. – Você aqui? Antes de mim? – Ele deu um sorriso que a deixava de pernas bambas, mas se controlou. – É por isso que a chuva tá caindo lá fora. – Ela completa, rindo.

Eu estava ansioso por essa aula. – Ela franziu o cenho, se aproximando dele.

Posso saber por que?

Porque nós podemos aproveitar muito mais do que só ter “aulas”. – Fez aspas com as mãos.

Seu pervertido, estamos na escola. – Ela diz, corada. Ele percebeu isso, e por isso decidiu provocar ainda mais.

Como é que você quer que eu não pense nisso, quando está com essa mini saia, deixando essas pernas perfeitas a mostra? – Ela cora ainda mais. – E mais..., você viu como fica gostosa nessa roupa de líder de torcida?

Você faz isso de propósito. – Ele riu, enquanto a puxava para ais perto de seu corpo.

Adoro te ver corada.

Infla seu ego? – Ele quase riu quando a viu fazer um bico fofo.

Muito. – Beijou a bochecha dela lentamente, fazendo fechar os olhos. – Você é linda demais. Mais que linda... – Ele olhou nos olhos verdes. – Gostosa, essa é a palavra certa.

Odeio esse tipo de linguajar.

Se acostume, eu vou falar muito.

Vamos começar com a aula? – Ele a apertou junto a si. – Oliver.

Antes..., quero um beijo. – Ela corou. Não estava acostumada a beijar. Ele sabia que ela não faria. Mesmo com pouco tempo de namoro, ele tinha certeza de que ela não teria a “coragem” de beijá-lo. Era sempre ele quem começava, afinal de contas. — Tudo bem, eu mesmo faço isso. – Diz antes de tomar os lábios dela de forma urgente. Felicity passou as mãos nos braços fortes, até chegar ao pescoço, sem poder deixar de corresponder. Ele a virou, e com as mãos na cintura, ele a colocou em cima da mesa. Se colocou no meio das pernas dela, sem parar de beijar os lábios dela.

Oliver. – Ela se afastou. – Estamos na biblioteca.

Não se preocupe. – Sorriu de lado. – Kaylee me deve favores. Estamos sozinhos.

Você planejou isso, seu pervertido. – Ela esbravejou, indignada, fazendo-o rir.

Só agora que percebeu, amor? – Felicity não conseguiu dizer mais nada, era a primeira vez que ele a chamava de amor. “Querida” sempre, mas “amor” nunca. – Vamos nos divertir. – Ela mordeu o lábio. – Prometo que não faço nada que não queira. – Diz antes de beijá-la, e Felicity o correspondeu, se esquecendo da aula. Ela sentiu as mãos dele em suas coxas, mas não se importou, não era a primeira vez que ele fazia aquilo. Oliver mordeu o lábio de forma provocante, antes de tomá-los novamente, apertando a coxa com certa força, fazendo-a gemer. Oliver a apertou ainda mais em seus braços, ao ouvir aquele som. Era a primeira vez que ouvia aquele som sair dos lábios dela. E aquilo tinha sido bom. Tão bom, que ele sentiu seu membro pulsar. E mesmo sabendo onde aquilo poderia parar, ele não deixou de beijá-la.

Por pouco não nos pegam. Seria constrangedor.

Você corou só de imaginar. – Ele diz rindo e ela revirou os olhos. – Mas ainda bem que nos interromperam, ou teria tirado sua virgindade ali mesmo.

Você reclamou bastante quando nos interromperam.

Eu estava em um momento muito gostoso, era claro que eu ia reclamar. – A apertou mais junto a si. – Ainda mais por ouvir você gemer daquele jeito.

Isso me deixou mais envergonhada ainda, naquele dia.

Eu sabia disso. E amei ainda mais. – Ela riu. – Sabe o que você poderia fazer por mim?

O que?

Se vestir de roqueira de novo.

Hummm..., seria como um desejo para você?

Oh, com certeza. – Ela sorriu, antes de morder o lábio dele, provocante.

Mesmo sabendo que Tommy já me chamou de gostosa vestindo aquele tipo de roupa? –Provocou. Ela viu o marido torcer a boca e sorriu.

Tommy é um idiota. Mas apesar de ele ter sido o primeiro a te chamar de gostosa vendo-a naquelas roupas, eu quem a toquei por debaixo delas.

Ah, eu sabia que ouviria algo do tipo. – Revirou os olhos. – Você é tão possessivo.

Quer saber? Eu não estou afim de falar sobre isso. – Ela mordeu o lábio, segurando um sorriso. – Temos um dia inteiro, nessa casa... – A beijou rapidamente, apertando-a mais em seu corpo. – Sozinhos.

Está com sono?

Nenhum pouco. – Responde, balançando a cabeça.

Tem alguma ideia do que podemos fazer? – Ele deu um sorriso malicioso.

Tenho algumas. – Diz, antes de beijá-la e pegá-la pelas pernas, fazendo-a as enrolar em sua cintura, enquanto caminhava até o sofá, onde se sentou com ela por cima. Oliver passou as mãos pelas pernas grossas e nuas, já que ela se encontrava com um vestido curto.

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Felicity se afastou para poder tirar o vestido, e Oliver ficou apenas observando-a, antes de ele mesmo retirar o sutiã rosa, tomara que caia. Ele deixou que, com delicadeza e lentidão, ela retirasse sua camisa vermelha com mangas curtas, enquanto apertava as coxas fartas, sentindo a maciez da pele dela. Oliver aproximou o rosto do pescoço dela assim que se viu livre da camisa, mordiscando e beijando aquela parte do corpo. Felicity arfou, apertando as mãos nos braços fortes, enquanto que inclinava a cabeça para trás, em meio ao prazer. Oliver a colocou deitada no sofá, com delicadeza, retirando sua própria bermuda e a cueca boxer, sem tirar os olhos dela. Ela mordia o lábio, esperando que ele voltasse para cima de si. Oliver atacou os lábios vermelhos assim que se colocou sobre o corpo da esposa. Apertando as coxas com certa força, sentindo seu membro passar prazerosamente no sexo dela, ainda por cima da calcinha rosa. Felicity gemeu na boca dele, sentindo os dedos dele passar pela coxa direita levemente, subindo até seu sexo. Oliver puxou a calcinha, ainda beijando-a, com ambas as mãos, e Felicity a jogou no chão com o pé, sem parar de beijá-lo.

Quero você. – Ela implora quando ele solta seus lábios, para descer até um dos seios, mordiscando e beijando-o, levando-a a loucura. – Oliver.

Sem pressa, meu amor. – Ele diz, beijando a barriga lisa, dando uma leve mordida na altura da cintura, antes de descer mais além. A boca de Felicity fez um perfeito “o” quando sentiu a língua dele em seu posto sensível. Apertou uma das mãos nos cabelos loiros, fechando os olhos, enquanto gemia. – Não feche. – Ele ordena, e ela os abre imediatamente. – Quero que veja eu te chupando. – Felicity geme ao sentir um dos dedos dele dentro dela, fazendo os movimentos de vai e vem, enquanto que a língua dava prioridade ao clítoris. O corpo dela estremeceu completamente e então ele sentiu o gosto dela em seus lábios. Felicity o puxou para um beijo urgente, que ele prontamente correspondeu, no mesmo ritmo. Ela mexeu o quadril em direção ao membro dele, e o ouviu gemer dentro da boca dela. A esposa mordeu seu lábio, provocante.

Quero..., agora.

Se você não... – Rosnou ao sentir o sexo dela contra seu membro. – Parar, vou acabar te machucando.

Não vai não. Não sou de vidro. – Rosnou e ele riu.

Você quem pediu, meu amor. – Felicity gemeu alto, diferente do marido que gemeu baixo e rouco, quando seu membro entrou de uma vez dentro dela.

**--** **--**

Você me deixou sozinho no sofá. – A abraçou por trás. Ela estava apenas com sua camisa vermelha, que pegava a um palmo e meio dos joelhos dela.

Fiquei com fome.

E o que é isso? – Mordeu seu pescoço.

É aquele salgadinho que você comprou quando estávamos vindo. – Ele continuou beijando o pescoço alvo. – Esquentei no micro-ondas. Isso eu sei fazer. – Brincou, fazendo-o rir.

Graças a Deus ele está vivo.

Oliver. – Ele volta a rir, virando-a para ele. – Isso é muita maldade comigo.

Eu te amo mesmo você sendo péssima cozinheira. – Ela fez um bico. – Sabe o que estou pensando agora? – Ela mordeu um salgadinho.

O que? – Pergunta enquanto mastigava.

Em comer.

Ainda tem. Você quer? – Ofereceu o enroladinho de salsicha.

Meu amor, eu estava falando de outro tipo de comida. – Ela largou o resto do salgado em cima da bancada.

E o que seria?

Alguém que está com uma camisa, minha, que bate nas coxas que eu amo, e que eu tenho certeza... – Subiu as mãos por dentro da camisa, chegando até a bunda, apertando, fazendo-a gemer. – Sem calcinha. – Diz com um sorriso sacana. – Adoro essa nova você. Antes você ficava toda sem graça, envergonhada e sempre mudava de assunto quando eu falava algo parecido com o que falei a pouco.

Eu aprendi a ser mais..., Oliver Queen. – Diz rindo, abraçando-o pelos ombros. – Me diz mais sobre esse “alguém”.

Humm... – Mordeu o lábio dela, provocante. – Ela está extremamente gostosa, na minha cozinha.

Eu acho que conheço ela.

Conhece? – Mordeu seu pescoço, do mesmo jeito de antes, de leve. Ela fez “uhum”, segurando um gemido. – E ela está molhada, não está? – Ela arfou ao sentir os dedos dele dentro dela. – Oh, ela está. – Respondeu ele mesmo, arfando. Oliver retirou os dedos, tirando rapidamente a camisa, jogando-a no chão e com as mãos na cintura da esposa, ele a colocou sobre a bancada. Felicity o trouxe para perto com as pernas, enrolando-as em sua cintura. Colocando as mãos na cueca boxer, ela puxou, fazendo-a cair aos pés do marido, enquanto ele explorava o pescoço e seios dela. – Oh. – Ele arfou ao sentir a mão dela em seu membro, fazendo os movimentos. Oliver apoiou a cabeça na curva do pescoço dela, beijando aquele ponto, enquanto sentia a mão dela continuar com o mesmo ritmo. Oliver deslizou seus dedos para o meio das pernas, chegando no sexo dela, fazendo-a gemer baixinho, parando com os movimentos em seu membro. – Não pare, amor. – Pede enquanto que seu dedo pressionou com delicadeza o ponto sensível dela, ouvindo-a gemer mais alto, ao mesmo tempo em que fazia movimentos circulares. Ela soltou seu membro e abraçando-o pelos ombros e o beijou urgente, sentindo o prazer passar por todo seu corpo. Oliver mordeu o lábio dela, sentindo seu membro latejar, e acelerou a movimentação de seu dedo no meio das pernas dela.

Oh. – Gemeu alto. – Oliver. – Seu membro latejou com mais força ao ouvi-la gemer seu nome com tanto desejo. Ele sentia que ela estava pronta para ele.

Goza pra mim. – Pede, sentindo o corpo dela estremecer, e em seguida seus dedos estavam molhados pelo gozo dela. Oliver levou seu dedo a boca dela, fazendo-a chupá-lo. – Tão gostosa. – Rosna, se aproximando, e abrindo mais um pouco suas pernas. Felicty o puxou para outro beijo, mordendo o lábio em forma de provocação, e com delicadeza, ele entrou com seu membro dentro dela, sentindo as paredes internas, espremê-lo. – Fe-li-ci-ty. – Geme em rosnado. E quando já estava dentro dela, ele começou com os movimentos de vai e vem, ao mesmo tempo em que tomava os lábios dela de forma urgente.

**--** **--**

Felicity colocava um biquíni para poder aproveitar a piscina. Apesar do tempo estar um pouco fechado, a piscina estava com água quente, então ela não estava se importando muito. O marido tinha decido para comer algo, e como ela estava sem fome, ela subiu para poder se trocar; Oliver havia se trocado antes dela. Como estavam sozinhos, ela desceu as escadas apenas de biquíni. Havia escolhido um modelo simples, sem bojo. Descalça, ela encontra o marido sentado na beirada da piscina, com a cintura para baixo debaixo d’água; ele olhava na tela do celular.

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Algum problema? – Pergunta, se aproximando. Ele olha para trás.

Nenhum. Thea avisou que está com os gêmeos e que eles estão bem. – Pela cara dele, ela tinha certeza de que aquilo queria dizer, que Thea havia saído com os sobrinhos e Roy.

Eu já sabia que isso iria acontecer. – Se sentou ao lado dele.

Eu tinha certeza de que você deixar os nossos filhos com ela, era parte de um plano. – Ela riu. Ele a conhecia bem. – Você está gostosa nesse biquíni.

Obrigada. – Beijou sua bochecha.

Se fosse a um tempo atrás, você diria: Oliver, que palavra horrível para se usar como elogio. – Ela volta a rir e ele sorriu.

Eu era recatada, ora. Você me mudou. – O abraçou, rodando os braços em seu pescoço. Oliver se vira um pouco para poder ficar meio que de frente para a esposa, passando um dos braços na cintura dela.

Eu fiz bem, ou não? – Ela balança a cabeça. – Lembra da primeira vez que estivemos aqui? Só eu e você?

Claro que eu me lembro. Como eu poderia me esquecer? – Inclina a cabeça. – Eu tive a minha primeira vez com você.

Saber que eu fui seu primeiro é gratificante.

Infla seu ego, não é, Queen?

Muito. – Ela riu, balançando a cabeça. – Foi minha e sempre vai ser, , minha. – Morde seu pescoço de leve.

Eu me lembro como se fosse ontem. Eu estava assustada. – Ele sorriu, se lembrando do momento.

Felicity tinha a respiração descompassada. Ela estava nervosa, e mordia o lábio, pensativa, mas sem tirar os olhos do namorado. O peito dela subia e descia em um mesmo ritmo. Oliver sabia que ela estava nervosa. Era a primeira vez dela; ao contrário dele. Ele já tinha ficado com várias garotas, mas Felicity tinha sido a primeira garota que o fazia pensar em não a machucar e dar o máximo de prazer a ela. Tinha que ser algo incrível para ela. Ele coloca parte da franja esquerda atrás da orelha.

Você tem certeza de que quer isso? – Ela passa a língua nos lábios.

Tenho. – Sussurra.

E você confia em mim? – Ela balança a cabeça antes de abrir a boca e responder.

Confio. – Oliver se aproxima, e toma os lábios dela com calma, segurando a cintura fina com uma das mãos. Caminhando de vagar, ele chega à cama, deitando-a no mesmo ritmo. Felicity passa os braços pelos braços lentamente até chegar ao pescoço. Afastando os lábios dos dela, ele desceu os beijos pela bochecha, pescoço, colo, enquanto afastava lentamente a alça da camisola que a namorada vestia. Felicity corou ao perceber o que ele faria, e então sentiu os lábios dele em um de seus seios. Ela arfou e se encolheu. Seu estômago estava congelado. Um misto de ansiedade, medo e excitação. Ele mordiscou e sugou o seio direito, e embora ele fosse carinhoso e ela sentisse o corpo arquear a cada toque, ela não conseguia pensar em algo mais vergonhoso que aquela situação. Inocentemente, Oliver começou com carícias e apertões na coxa direita; sua perna estava flexionada sobre a cama. Lentamente a mão subiu, e levemente ele arranhou a parte interior da coxa, fazendo com que a morena sentisse cócegas, e ele só parou quando alcançou seu íntimo. Felicity corou mais do que a primeira vez, mas estremeceu ao senti-lo tocar seu ponto mais sensível. Ela gemeu alto, e isso o fez sorrir. Ele tornou a pressionar aquele ponto, mais forte, e começou a massageá-la gentilmente. Ela tornou a gemer, agora mais baixo. – Você gosta disso, amor? – Ele olhou nos olhos verdes, e a viu assentir, atordoada. Aos poucos a adentrou um de seus dedos e ele se sentiu deliciado ao vê-la se encolher. Felicity o abraçou, trêmula, puxando-o mais para si. Oliver mordeu os lábios da namorada, provocante, enquanto que as carícias ficavam mais firmes e apressadas. Ele tornou a beijar, mordiscar e sugar o seio, dessa vez, o esquerdo, e quanto mais ele a tocava, mais a namorada sussurrava por “mais”, mesmo que estivesse envergonhada. Oliver gemeu ao senti-la molhada. Pensando em se controlar para não a machucar, ele tomou os lábios dela, feroz. Felicity retribuiu da mesma forma desesperada, mas então ela sentiu a mão dele se afastar de seu íntimo, e ela quis retrucar, mas não conseguiu ao vê-lo se afastar, retirando a bermuda que usava e a cueca boxer. O nervosismo voltou rapidamente, passando por todo seu corpo. Oliver viu os olhos dela arregalarem parcialmente, e soube que ela voltava a ficar nervosa. – Relaxe... – Ele pede, voltando-se para cima dela, beijando sua bochecha gentilmente. – Se ficar nesse estado, só vai piorar. – Oliver arqueou as sobrancelhas, incomodado com o rosto pálido da namorada. – Você quer continuar? – Ela passa a língua nos lábios, desviando os olhos verdes para os azuis que ela tanto amava.

Quero. – Diz, tremendo. Oliver, pensando em um modo de deixá-la mais calma, tomou o seio esquerdo com a boca, fazendo-a arfar de prazer e surpresa. Sorriu ao perceber que estava conseguindo distraí-la. Ele mais uma vez brincou com o mamilo, enquanto puxava a camisola para baixo, onde Felicitya empurrou para longe com o pé, sem nem perceber. Deslizou ambas as mãos por sua cintura, enquanto a ouvia gemer baixinho em seu ouvido, e então com calma e gentileza, ele ergueu seu tronco e abriu mais suas pernas, se colocando entre elas. Ajeitando-se, ele começou a adentrá-la de vagar, para não a machucar. Ele a ouviu gemer, dessa vez, de dor. Olhou nos olhos verdes, enquanto empurrava seu membro para dentro dela. Quando já estava dentro, ele não se moveu, esperando que ela se acostumasse. A respiração dela estava alta e descompassada.

Te machuquei? Estava preocupado, por causa dos olhos fechados com força.

Um pouco. Diz ofegante, por causa da dor.

Me desculpe, amor. – Ela assentiu, abrindo os olhos. – Vou continuar devagar, está bem? – Ela tremeu, e ele beijou sua bochecha mais uma vez. – Confia em mim. – Sussurra, e ela abre os olhos, vendo os olhos azuis dele brilhantes. Ela anui e vê em seguida o sorriso que ela tanto amava. Oliver passou seu nariz no dela, antes de tomar os lábios dela com delicadeza, sendo respondido prontamente. Felicity passou os braços novamente em volta de seu pescoço, emaranhando os dedos nos cabelos claros, enquanto Oliver começava, cauteloso e cuidadoso, a se mover dentro dela.

Pela primeira vez na minha vida, fiquei preocupado durante o sexo.

Você foi perfeito. – Ele sorriu.

Era a sua primeira vez, e eu queria que fosse perfeita. – Ela sorriu. Ele passou a mão no rosto dela com delicadeza. – Você é tão linda.

Bom, eu posso dizer o mesmo de você. Mas não foi só pela sua beleza que eu me apaixonei. Foi pela forma que você me tratava. Pelo jeito carinho, pela forma que me defendia dos outros, antes de eu me tornar líder de torcida.

Foi você virar líder de torcida que todo mundo passou a te enxergar. – Bufou. – Inclusive os garotos. – Ela riu.

Admita para mim que você sentia ciúmes.

Eu sentia. Como não sentir? Você era gostosa pra...

Não diga. Odeio essa palavra. – Ela o corta e ele riu, se lembrando de tantas vezes que ela o cortava ou o repreendia pelos palavrões.

Não sabe o quanto eu agradeço a Deus todos os dias por ter você de volta na minha vida. Ter você nos meus braços, depois de tudo que nos aconteceu..., me mostra que Deus existe. Ele te trouxe de volta para mim.

Destino. Foi isso que Sara disse. Que somos destinados um ao outro. – Ele a beijou.

Agradeço a ele também, então. – Ela sorriu. – Te amo. Meu amor por você só cresce mais e mais a cada dia. Seus olhos verdes brilhando é a minha alegria, seu sorriso é o que me faz querer ser a cada dia ser mais perfeito para você, e claro, não posso me esquecer desse seu corpo perfeito para mim. – Ela gargalhou. Ele voltou a beijá-la. – O que eu puder fazer para poder vê-la feliz, realizada..., eu farei. Eu compraria uma lua para você, se me pedisse. – Ela inclinou a cabeça.

Eu não quero uma lua, ou joias, ou nada dessas coisas materiais, Oliver. O que eu quero, eu já tenho. Você e nossos filhos. Nossos amigos, nossa família.

E as pessoas diziam que nunca daríamos certo. – Bufou. – Eles estavam completamente errados. Somos perfeitos um para o outro. Nós completamos um ao outro.

Como Laurel dizia: É só inveja. Porque ninguém tem um amor como o nosso. Mesmo depois de tudo que passamos, não desistimos um do outro.

Eu ainda quero dizer para o mundo inteiro..., que eu amo você e só vou amar você.

Está querendo dizer..., renovar os votos?

Sim. Não agora, mas..., logo.

Depois que Cooper estiver longe de nossa vida..., eu aceito renovar os votos. – Ele sorriu e a beijou. Felicity se colocou por cima dele, com uma perna de cada lado da cintura dele.

Você está fogosa hoje. – Apertou a bunda dela por cima do pano fino do biquíni, ouvindo-a gemer.

Você não gosta de mim assim? – Inclinou a cabeça, fazendo uma voz fina.

Eu amo. – Mordeu o lábio provocante. – Essa nova você..., é tão perfeita quanto a outra. Tenho certeza de que a outra você, iria estar totalmente corada, se eu dissesse que pretendo te comer na piscina.

Essa nova eu, pergunta: O que está esperando, meu amor? – Ele dá uma risada, antes de tomar os lábios dela, sem presa, sentindo a língua dela brincar com a sua. Provocante, ela se mexe sobre ele, fazendo-o gemer dentro dos lábios dela. Ele a aperta em seus braços, dando mais urgência ao beijo, e apertando com mais força sua bunda, ele a coloca sobre seu membro. Eles gemem juntos. Passando uma das mãos nas costas dela, ele desamarrou lentamente o laço do biquíni, tirando-o do corpo dela. Felicity arfou ao sentir os lábios dele em seu seio; vezes beijando, vezes mordiscando, vezes sugando com força, fazendo-a gemer cada vez mais, apesar de baixo. Ele a sentiu se mexer cada vez mais sobre seu membro, e por isso que ainda sugando o seio, ele a levanta um pouco com um dos braços, afastando a calcinha de seu corpo, fazendo-a descer sobre seu membro. Eles gemem alto, ao mesmo tempo em que Felicity cravava suas unhas nos ombros dele. Oliver observava a esposa cavalgar sobre si, enquanto apertava um dos seios dela. Ele colocou ambas as mãos na cintura, aumentando o ritmo enquanto buscava os lábios dela de forma desesperada, sugando a língua dela com força, sem parar com os movimentos fortes e fundos. Por causa dos movimentos de ambos, a água fazia barulho e várias ondinhas. Ele a sentiu estremecer em seus braços, e seu membro começou a ser espremido pelas paredes internas dela. Ele sabia que ela estava quase gozando, e que provavelmente gozariam juntos. Ele mordeu o lábio com certa força, antes de gemer rouco. Felicity gemeu alto junto dele, e com a respiração ofegante, ela apoiou a cabeça na curva do pescoço do marido. Ele estava tão ofegante quanto ela, e continuava dentro dela, tentando acalmar a respiração.

**--** **--**

Depois de jantarem algo rápido e prático, como macarrão, eles foram para o quarto. Estavam exaustos e precisavam dormir, para conseguirem acordar às 3h da manhã, para poderem voltar para casa. Eles haviam tomado banho juntos, e agora Felicity colocava uma camisola, enquanto o marido estava sentado na cama box. Secou os cabelos molhados com a toalha e saiu do banheiro, andando diretamente até a cama, onde se jogou de barriga para baixo. Oliver riu. Ela estava exausta, assim como ele, mas diferente dele, ela não parecia conseguir ficar nem mesmo mais um segundo de olhos abertos.

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Não sei para quê colocar essa camisola curta, estou vendo metade da sua bunda. – Ela resmungou, mas não desceu a saia da camisola, ou se mexeu. – Está com tanto sono, assim, amor? – Ela volta a resmungar de olhos fechados. Ele franze o cenho e dá um tapa na bunda dela, apertando uma das bandas em seguida.

Oliver. – Resmunga mais uma vez, abrindo os olhos.

Me responde direito, então. – Ordena. Ela sabia que ele estava provocando-a.

Eu estou com sono. – Fez um bico. – Acordamos muito cedo hoje.

Seu cansaço não é por termos acordado cedo, e sim por eu ter gastado todas as suas energias. – Mordeu as costas de leve.

Valeu a pena. – Ele riu. – Não está cansado?

Eu estou, mas tenho que enviar um documento importante para Walter, então só depois vou dormir. – Voltou a se sentar, pegando o notebook de cima da mesa de cabeceira.

Odeio isso. – Ele a olhou. – Nem quando estamos longe de Star você pode viver longe daquela empresa.

Adoraria que isso pudesse acontecer, amor. – Se voltou para a tela do notebook. – Infelizmente eu sou o CEO e precisam de mim 24h por dia. – Ela volta a abrir os olhos.

Isso quer dizer que para eu ter um momento com você, vou ter que ter hora marcada?

Para você..., nunca. – Ele a beijou rapidamente.

Quando namorávamos era tão mais..., fácil. Eu não precisava ter que dividi-lo com ninguém. – Ele sorriu. – Agora tem a empresa, os acionistas, Walter...

Nossos amigos. Principalmente o inconveniente do Tommy.

Mas..., é diferente. – Ele assentiu, concordando, apesar de não a olhar. – Eles não estão o tempo todo com agente. E apesar de termos os gêmeos..., a empresa atrapalha muito mais. – Ela diz devagar, com os olhos fechados. Ele volta a olhar para a esposa, e dá um sorriso.

Você não era tão possessiva assim. – Ela abre os olhos imediatamente, e percebe que ele está provocando-a, por isso bate com uma certa força, em seu braço. – Sabe o que me lembrei? – Ela levantou a cabeça, olhando-o melhor. – Da primeira vez que você teve a iniciativa de me beijar, o que nunca acontecia. Você era tímida demais.

Eu nunca tinha namorado alguém, o que esperava? – Ela resmungou e ele riu.

Foi aqui mesmo, poucos dias depois da sua primeira vez. Poucos minutos antes de você mais uma vez me surpreender.

Oliver e Felicity entraram no quarto, completamente molhados. Eles tinham acabado de sair da piscina, e a noite estava fria, o que fazia com que ambos estremecessem. Oliver caminhou até o closet, pegando uma toalha rapidamente, já que a namorada tremia. Antes de voltar para o quarto, ele pegou uma camisa. Felicity mordia o lábio, e os braços envolviam o corpo. Antes de se aproximar da namorada, ele a olhou de cima a baixo. Não cansava de olhar o corpo de sua garota. Ela estava com um top roxo de tecido fino por cima do biquíni e um short de tecido, tão curto que parecia uma calcinha. Mas eles estavam sozinhos, então não se importavam. Caminhou até ela e entregou a toalha.

Acho melhor você tomar um banho quente.

Você também deveria.

Está tremendo mais que eu. Sorriu, se sentando na cama, mesmo com a bermuda de tecido estando molhada.

Está frio, ora. Murmurou de costas para ele, enquanto secava o cabelo. Oliver desceu os olhos para a bunda da namorada. O que você está olhando? Pergunta ao se virar e perceber os olhos azuis sobre si.

Essa sua bunda gostosa. E assim como ele imaginou, ela corou. Ele sorriu.

Odeio quando fala assim. Sussurra.

E você ainda não se acostumou? Estamos juntos há quase um ano, meu amor.

Mesmo assim.

Vai ter que se acostumar. Felicity mordeu o lábio, olhando para o namorado que estava sem camisa. O que quer comer?

Eu não estou com fome.

Tem certeza? Ele desviou os olhos para o celular, pegando-o em seguida ao ver a luzinha piscar. Minha mãe. Bufou. Ligo depois. Voltou a olhar para a namorada. O que foi?

Nada. Balança a cabeça. Mesmo nervosa, ela retira o top que usava. Felicity.

Tudo bem. – Se aproximou, beijando-o em seguida. Fazendo-o se deitar, ela se colocou por cima. Oliver se surpreendeu pela namorada ter tomado uma iniciativa, ela nunca havia feito isso antes. Mordeu o lábio inferior, carinhoso, antes de colocá-la por baixo de si. Ele olhou nos olhos verdes, passando o polegar no rosto dela. – O que foi?

Você é tão linda. Ele desviou os olhos para o peito que subia e descia em um mesmo ritmo. Tão perfeita... Voltou os olhos para os dela. Eu te amo.

Eu também te amo. Felicity aperta as mãos nos braços fortes.

Quero te fazer minha de novo. Ele diz, mordiscando o pescoço dela, fazendo-a arfar. Felicity aperta uma das mãos nas costas largas.

Então faça. – E novamente ele estava surpreso. Olhando nos olhos verdes, ele sorriu. Ela estava corada, mas não havia desviado os olhos dos dele nem por um segundo. Ela estava segura do que falava, e com isso ele a beijou de forma lenta e prazerosa, apertando a cintura fina, pronto para fazê-la sua novamente.

Você me surpreendeu. – Diz olhando-a nos olhos.

São lembranças boas.

São lembranças ótimas. – Diz malicioso e ela riu. – Não concorda? – Ela assente.

Depois você só ficou mais e mais possessivo.

Não gostava de olharem para o que era meu.

Eu não era um pedaço de carne. – Revirou os olhos. – E ainda não sou.

Não. Você era muito mais que isso. Você é..., muito mais que isso.

Uma pergunta. – Ela apoia a cabeça na mão direita. – Eu fui a primeira garota virgem que você namorou?

Namorar, não. Laurel era virgem quando começamos a namorar, mas nós nunca chegamos até a última base. Ela não estava pronta, e eu não queria pressionar. E logo depois comecei a gostar de você, então para mim não me importava mais se ela queria ou não. – Ela volta a se deitar. – Por que a pergunta?

Sempre quis perguntar, mas nunca tive coragem.

Por que não? Éramos íntimos, Felicity. Íamos nos casar.

Eu..., não sei. Acho que era tímida demais para perguntar algo assim. – Ele tinha certeza de que era por aquele motivo.

Me pergunto como nasceu essa nova você.

Essa nova eu, começou só depois de nos reencontrarmos. – Sorriu de olhos fechados.

Gosto de saber que eu fiz parte da sua mudança. – Ela riu, e ele a acompanhou, mais pelo fato de ela estar rindo. – Está cansada. Te acordo quando formos sair.

Mas você precisa mesmo fazer isso agora? – Ela reclama, abrindo os olhos e apontando para o notebook.

Se eu pudesse... – Ele aproximou o rosto do dela. – Estaria dentro de você agora. – Ele termina, beijando os lábios dela com certa urgência. Ele apertou a bunda por cima do pano da camisola, e a ouviu gemer.

Não comece algo que não vai poder terminar. – Ele riu e se afastou.

Está certa. – Ela fez um bico. – Eu terminaria meu serviço, se pudesse, amor. – Beijou os lábios rapidamente. – Durma. Te acordo quando for a hora de irmos. – Ela suspirou e assentiu, antes de fechar os olhos. – Boa noite.

Boa noite. – Ele ficou olhando-a por poucos minutos, antes de se voltar para o notebook.

**--** **--**

Amor. – Sussurra em seu ouvido. – Está na hora. – Ela não respondeu. Estava dormindo pesadamente. Oliver a chamou mais algumas vezes, sem sucesso. Mordeu o lábio, antes de subir a saia da camisola, subindo uma das mãos na coxa esquerda, até chegar à bunda dela. – Meu amor, acorda. – Sussurra em seu ouvido mais uma vez, antes de começar a mordiscar seu pescoço, descendo pelas costas, por cima do tecido. Ele sentiu a esposa se mexer, mas percebeu que ela continuou dormindo. Oliver apertou a coxa com certa força e Felicity resmungou. Dando um sorriso sacana, ele colocou a outra mão por debaixo dela, alisando a barriga com delicadeza, antes de subir até um dos seios, apertando-o. A esposa arfou. – Está acordando. – Diz enquanto beijava seu pescoço.

Oliver. – Ela geme. Ele coloca mais um pouco seu peso sobre ela, quando ela tenta se virar.

Fique quietinha. – Pede, enquanto descia a mão pela barriga lisa, até chegar à calcinha branca, adentrando a mão por dentro dela, fazendo a esposa gemer um pouco mais alto.

Oliver. – Ele continuava a beijar o pescoço, enquanto fazia movimentos circulares em seu clitóris.

Me diz o que quer? – Sussurra, sentindo seu membro latejar. – Me diz, amor.

Quero você. – Ela diz em sussurro, ainda de olhos fechados.

Estamos atrasados. – Ele diz, mesmo não parando com os movimentos. Ele a ouve gemer novamente, remexendo o quadril, e então foi a vez dele de gemer. – Fique quieta. – Apertou a cintura com a mão livre.

Está me torturando. – Reclama. Oliver pega nos cabelos loiros, puxando-os para trás, fazendo com que ela vire a cabeça, e então a beija, não suportando segurar a vontade de estar dentro dela. Ela gemer, remexer o quadril e puxar seus cabelos em meio ao prazer, não estava ajudando-o a se controlar. Ela mordeu o lábio dele em forma de provocação, e então, não conseguindo mais suportar, ele a virou na cama rapidamente. – Oliver. – Ela tinha os olhos abertos e o olhava surpresa.

Vou fazer você minha pela última vez hoje... Nessa casa. – Ele diz, abrindo o zíper da bermuda, retirando-a sem sair de cima da esposa. Felicity o segurou pela cintura, enquanto ele se arrumava, ficando no meio dela.

Oh. – Ela dá um grito fino, de surpresa, quando ele rasga sua calcinha. – Oliver.

Estou com pressa, e ela está me atrapalhando. – Responde ao ser repreendido. Felicity não pôde retrucar, pois em seguida o sentiu dentro dela, e a língua dele pedindo passagem em sua boca.

Notas finais
Quem gostou? Do que gostaram mais? Eu quero saber tudo o que acharam do capítulo, nos comentários, hein? Desde já eu agradeço. Até semana que vem... Se Deus quiser Kissus