Cross Destination

48 Capítulo Quarenta e Oito


Notas iniciais
CD atualizado! Não consegui betar, ou colocar o travessão dessa vez, por isso, já vão me perdoando. Eu não quis enrolar muito para postar. Boa Leitura

Oliver dormia tranquilamente com a esposa ao seu lado. Um pequeno gemido sai do alto-falante em sua mesa de cabeceira, ele vira a cabeça observando o monitor branco, ele pode ver pequenas mãozinhas espreitando por mangas compridas, apertando os pequenos dedos e abrindo-os em rápida sucessão. A manta macia que estava solto sobre o torso de sua filha estava agora emaranhado a seus pés. Oliver pode ver seus pezinhos chutando com um rápido movimento, ele tira o olhar do monitor por um breve segundo, e percebe que muito parecido com sua filha, Felicity tinha seu próprio cobertor enrolado em torno de seus próprios pés. Ele sorriu ao perceber o quão parecidas elas eram. Ficava todo bobo, sempre que observava esses pequenos detalhes, mas não menos fofos.

O braço pequeno envolveu sua cintura, e seu rosto esfregou por um breve momento, em seu peito que estava tampado com uma camisa branca sem mangas. Ele se volta para o monitor do bebê quando ouve outro gemido. Um sorriso puxa sonolento em seus lábios quando ele vê Katie se mexer dentro do berço, enquanto seus olhos se abriam. Ele se perguntava se ela iria voltar a dormir, mas quando ele vê seu rosto inteiro enrugar e a ouve resmungar de novo, soltando um grito alto em seguida, ele percebe que ela não voltaria a dormir tão cedo. E não era surpresa alguma, ao desviar os olhos e encontrar Kallie ainda dormindo, diferente de Kyle, que começava a resmungar também. Mesmo com o gritinho fino da boxeadora, sua lady continuava a dormir tranquila, como se nada fosse abalar seu sono. Sorriu ao perceber tal coisa.

Rapidamente, o loiro sai de baixo de Felicity. Sua esposa apenas grunhe em resposta, mas volta ao sono quase imediatamente. Antes de sair da cama, ele deixa um beijo na bochecha rosada, e joga o edredom em cima dela, percebendo que o corpo pequeno estava arrepiado, por conta do frio. O choro de seus filhos começa a se tornar mais alto e por esse motivo ele apressa os passos, não querendo que Felicity ou as gêmeas acordassem.

Oliver entra no quarto infantil, encontrando seus filhos agoniados dentro dos berços, e rapidamente, ele pega Katie e Kyle nos braços, já pronto para colocá-los no trocador. Olhando no relógio da parede, ele percebe que passava das 8h da manhã, e que eles estavam acordando por conta da fome. Por conta de seu tempo em casa, ele havia decorado os horários que seus filhos acordavam na intenção de mamar. Kallie, sua lady, era a mais dorminhoca, e normalmente, os pais quem a acordava para poder mamar. Ele troca os filhos, com atenção, cuidado e rapidez, enquanto falava com eles, na intenção de fazê-los ficar calmos, conseguindo de imediato.

Pegando sua filha primeiro em seus braços, ele percebe que ela começava a ficar nervosa, e procurava por algo em seu peito, e ele saiba exatamente o que era. Os resmungos da pequena começam a ficar mais altos, e ele percebe que deve se apressar se não quisesse que Kallie também acordasse. Kyle chupava a chupeta com gosto, e por isso estava mais calmo, mas Oliver tinha certeza de que aquele objeto na boca de seu filho, não o distrairia por muito tempo. E foi o que aconteceu segundos depois, quando já estava colocando Katie no bebê conforto para poder levar ambos os filhos até a mãe. Kyle cuspiu a chupeta, chorando desesperado em seguida.

Tudo bem, filho, não à necessidade de ficar tão impaciente. – Pegou o garotinho, colocando-o no bebê conforto que estava ao lado do da filha. Mesmo não querendo, ele sai do quarto, na intenção de acordar a esposa. – É, não vai ter jeito..., o papai vai ter que acordar a mamãe. – Seus filhos, entretanto, encontrou seu limite e gritou em protesto, pequenas mãos formando punhos em desgosto, seus rostinhos vermelho e zangado. – Okay, fiquem calmos, ou vão acordar a irmã de vocês também. – Apressou o passo até seu próprio quarto, encontrando a esposa como havia a deixado a poucos minutos. – Baby, acorda. – Sussurrou em seu ouvido, sentando-se na cama, colocando os dois bebês conforto no chão, mas é o choro estridente de ambos os bebês que acorda a loira. Sua esposa senta na cama, assustada. – Me desculpa, amor, eles estão com fome.

Tudo bem. – Coçou os olhos. – Eu vou dar de mamar para os dois, mas você pode fazer a mamadeira daqui a pouco?

Claro. – Passou Kyle primeiro para o braço da esposa, e quando ela o arrumou de forma confortável, a ajudou com Katie. – Noventa?

Acho que cento e vinte. – Murmurou e ele riu. – Kallie?

Ainda dormindo.

Dorminhoca. – Ele volta a rir. – Bom, pelo menos ela não vai ficar desesperada, né? Porque, amor, eu só tenho dois seios. – Ele riu novamente.

É. Bem pensado.

Tão impacientes, assim como o papai de vocês. – Felicity brinca sonolenta com os filhos, seus olhos estão praticamente fechados. — Não esquece da mamadeira, tá?

A boca de Katie e Kyle tomavam os bicos dos seios da esposa, enquanto seus dedinhos seguravam os seios na altura da boca. Oliver apenas riu da ansiedade dos bebês e então vê o momento em que eles fecham os olhos e se concentram em sua refeição. Oliver olha para Felicity com um sorriso suave em seus lábios, a mão dela apoiava as costas de Kyle e Katie, mas seus olhos fechados indicavam para o marido que ela já havia voltado ao seu tranquilo sono de momentos atrás. Sua posição era confortável o suficiente para que ela pudesse dormir, sem que deixasse os bebês desconfortáveis, ou que de algum modo, os machucasse.

Os bebês já estavam com quase cinco meses. Embora pareçam pequenos demais no peito de Oliver, eles pegavam o torso inteiro de Felicity, e por isso o loiro percebe o quanto seus filhos cresceram nos últimos meses. Mesmo indo às consultas mensalmente, e sendo avisado o quanto os filhos vinham crescendo, ele não conseguia se acostumar. A cada dia eles cresciam mais, e ele não sabia o que sentir por ver isso. Claro que ele ficava feliz por serem tão saudáveis, mas também lhe batia uma angústia por estarem crescendo tão rápido. Não queria perder nada. Nenhum momento. E por isso ficava tanto tempo em casa, para não perder alguma coisa que pudesse acontecer durante o dia, quando estava na QC.

Em algum momento, ainda com os olhos presos sobre os filhos, Oliver percebe Kyle virar a cabeça na intenção de olhar para o pai, e consequentemente, acabar por largar o seio. O bebê sorriu feliz para ele, por pouco tempo, antes de volta a se alimentar novamente. Depois de alguns segundos, ele se afasta e se vira para Oliver novamente, fazendo um som incompreensível, balançando uma das mãozinhas, em um gesto de brincadeira, que o pai do bebê logo percebeu.

Tudo bem, pestinha, você já se alimentou hoje. – Oliver sussurra com uma risada, pegando-o no mesmo momento em que ele se virava para o seio da mãe novamente. – Não diga a sua mãe que lhe chamei assim. – Sorriu ao ver o filho lhe sorrir, e acomodar a cabeça em seu ombro.

Enquanto pensava se pegava Kallie, Oliver se levantou da cama, e foi nesse momento que Katie largou o seio da mãe, para resmungar, e dar um grito alto em seguida. Sua esposa abriu os olhos imediatamente. Oliver indicou para que ela dormisse, enquanto pegava a filha dos braços de sua loira. Ele sabia que a pequena havia ficado com ciúmes, afinal, havia acontecido algo parecido algumas outras vezes. Se ele pegava um, tinha que de algum modo, pegar o outro, e foi o que ele fez no instante seguinte. A pequena apoiou a cabeça em seu ombro livre, depois de o irmão fazer o mesmo, não demorando muito para dormirem aconchegados no colo do pai.

Na intenção de começar a fazer o café da manhã, Oliver olhou para o bebê conforto, pensando em colocar os filhos ali. Ele precisaria das duas mãos, e com os filhos no colo, não poderia fazer seu trabalho do dia. Por isso, devagar, ele se abaixou, e com cuidado, colocou o adormecido Kyle no bebê-conforto verde-água. O menino nem se mexeu, e Oliver agradeceu mentalmente. Quando foi a vez de Katie, ele teve um pouquinho de trabalho. A garotinha havia grudado a mão na camisa do pai, mas com cuidado, ele conseguiu fazê-la soltar, antes de colocá-la em seu bebê-conforto lilás. Ela se mexeu, e Oliver balançou o objeto na intenção de fazê-la se acalmar, o que não demorou muito a acontecer. Pegando ambos, ele caminhou até o quarto infantil, encontrando sua pequena Lady ainda dormindo, chupando o bico com gosto. Caminhou até o berço dos bebês que estavam sendo carregados por ele, pegando suas mantinhas, jogando sobre eles no instante seguinte. O tempo estava frio, e como estariam na cozinha sendo observados pelo pai, o mais velho achou que eles deveriam ficar quentinhos. Além da manta, Oliver também pegou os bichinhos de pelúcia, colocando debaixo dos braços dos filhos. Se eles acordassem, havia algo que pudessem distraí-los.

Oliver deixa um beijo na bochecha rosada de Katie, quando ela voltou a se mexer, por conta da manta que havia sido jogada sobre ela. A pequena estava agoniada, e por isso ele deixou apenas seus pezinhos quentinhos. Então ele percebeu que ela não voltaria a dormir, quando a viu abrir os grandes olhos claros, olhando-o de forma fixada. O loiro fecha a porta do quarto atrás dele, e segurando com ambas as mãos o suporte onde o filho dormia e a filha brincava com o ursinho de pelúcia que haviam ganhado da tia Caitlin, caminhou para a cozinha, na intenção de fazer o café da manhã de sua família, que logo acordaria.

Colocando-os em cima da mesa, Oliver começa a pegar os ingredientes, enquanto colocava para tocar no celular, as músicas de ninar que os filhos adoravam escutar, depois de ouvir a mãe cantar, claro. Kyle acordou em algum momento, que Oliver não pôde descobrir qual. O menino, assim como a irmã, brincava com a pelúcia, colocando na boca vez ou outra. Oliver até tentava fazê-lo não fazer tal coisa, mas era impossível, ele ficava apenas alguns minutos sem fazer aquela ação, para então voltar a fazê-lo. No momento em que o primeiro conjunto de panqueca doce ficou pronto, foi colocado em um prato em cima da mesa, e o cheiro de chocolate e café começou a preencher o apartamento, Oliver ouviu passos no piso de porcelanato, junto de resmungos audíveis. Olhando para trás, seus filhos sonolentos, coçando os olhos e com os cabelos desarrumados, entraram em seu campo de visão.

Bom dia, babys. – Cumprimenta com um sorriso.

Bom dia, papai. – Dizem juntos, se aproximando da mesa, sorrindo em seguida. – Bom dia para vocês também. – Beijam o rostinho dos irmãozinhos.

A mamãe ainda está dormindo? – Brooke pergunta, sem desviar os olhos da irmã, enquanto Bryan fingia morder os dedinhos de Kyle, fazendo-o dar gostosas gargalhadas.

Sim, querida. Seus irmãozinhos e sua mãe tiveram uma longa, cansativa e complicada noite. Parece que eles gostam muito da madrugada. – As gêmeas riram. – Mas eles já comeram, então deixei sua mãe dormindo mais um pouco.

E a Kallie?

Ainda dormindo.

Ela é mesmo irmã desses dois? – O pai riu ao ouvir Bryan.

Às vezes me pergunto o mesmo, filho. – Se voltou para a frigideira. – Tentem entreter seus irmãos até que Felicity acorde, okay?

Ih, papai, eu acho que eles estão procurando por ela. – Oliver se virou para os bebês.

Eles não estão esperando nem mesmo três horas? — Não estava crendo que eles procuravam novamente, pelo seio da mãe.

Não acho que seja comida, acho que é só saudade mesmo. – Oliver assentiu, começando a concordar, afinal, eles não abriram o berreiro. – Você e a mamãe acordou muito de madrugada?

Sim. Katie e Kyle estão desacostumados. — Suspirou. — Agora que eles estão com cinco meses, vamos acostumá-los a mamar menos vezes durante a madrugada.

O Connor parou com isso bem antes.

É. Eu e sua mãe que decidimos ficar assim por mais algumas semanas, filha. — Ela assentiu, enquanto fazia cócegas em Katie.

Agente podia ajudar. — Bryan diz, fazendo a irmã concordar.

Vocês têm aula de manhã, e seria muito puxado para vocês. — Não era a primeira vez que ouvia aquele mesmo comentário, e que dizia aquela mesma frase. — Eu e a mãe de vocês damos conta de tudo, não se preocupem.

Kyle está comendo a orelhinha do bichinho de novo.

Isso já está acontecendo a mais de quinze minutos, Bry. – O pai conta, sorrindo. – Não adianta puxar.

Eu estou sentindo um cheiro gostoso de panqueca doce. – A voz de Felicity desperta os demais, em especial os bebês. – Oh, minhas pessoas favoritas estão acordadas, e todas juntas. – Eles encontram Felicity com Kallie, que ainda dormia tranquila. — Que cena maravilhosa.

Bom dia, mamãe. — Ela beijou os filhos.

Bom dia. — Caminhou até o marido, que lhe sorria.

Vai dar de mamar para ela?

Agora. Você nem fez a mamadeira para eles, Oliver.

Não precisou, querida. – Deu de ombros, enquanto se aproximava e dava um beijo castro nos lábios avermelhados. – Você podia ter dormido mais um pouco.

Eu ouvi um resmungo da Kallie, mas ela voltou a dormir assim que a peguei no colo. – Pai e filhas riram. – Por acaso meu leite tem sonífero? – Eles voltam a rir.

Ah, meu amor, se tivesse, esses outros dois também estariam dormindo como a nossa lady. – E a esposa não pôde retrucar.

Agora são os dois que estão comendo a orelha dos bichinhos de pelúcia. – Brooke puxa o animalzinho, mas a irmã grita.

Ela é tão sua filha, não é, meu amor?

Minha? Quando ela faz isso ela é só minha? – Oliver pergunta em diversão.

Isso mesmo. – Se sentou à mesa. – Ou você está querendo dizer que ela minha?

De jeito nenhum. Mas isso não quer dizer que você não seja bastante teimosa às vezes.

Não era eu que fugia da escola, e sempre dava um jeito de desobedecer aos pais. – Ela sorriu. – Então, sim, as teimosias eles pegaram tudo de você.

Não vou discutir sobre isso. — Diz sorrindo, sabendo que não adiantaria, sua esposa não admitiria que era tão teimosa quanto ele, senão mais.

Nossa, eu estou morrendo de fome, e esse cheiro maravilhoso está me dando água na boca.

O café da manhã está pronto. – Deixou o outro prato em cima da mesa, mas longe dos bebês. – Enquanto eu, Kyle e Katie assistimos a um filme, vocês podem comer tranquilos. – Beijou a bochecha das filhas, antes de se virar para a esposa. – Quer que eu fique com Kallie?

Não, eu já vou dar de mamar, enquanto eu como. – Ele beijou os lábios dela, e pegou os suportes onde os filhos estavam.

Papai, só hoje, poderia ser um filme sem música? – Os pais riram.

Você e sua irmã gostavam.

Mas é tão chato isso que ela assiste.

Eu dizia o mesmo sobre "Frozen".

Papai. – Ele gargalhou, antes de se afastar da cozinha.

Espere, querido, você tomou café? – Pergunta, preocupada, fazendo-o se virar para olhá-la nos olhos.

Vocês podem se alimentar primeiro, faço isso depois.

Mas... – Ele piscou para ela.

Não se preocupe, eu estou bem, querida.

Papai, eu e a Beev ficamos com nossos irmãozinhos, você e a mamãe tomam café da manhã juntos.

Por que isso? – Franziu o cenho.

Porque você e a mamãe precisam de um tempo só pra vocês. – Sem deixar que o pai ou a mãe argumente, eles pegam os suportes das mãos do pai e seguem para a sala, deixando apenas a princesa dorminhoca com os pais.

Isso realmente aconteceu?

Eles estão crescendo. – Deu um sorriso orgulhoso.

Não sei se gosto tanto disso. – Murmura, fazendo a esposa gargalhar, ao entender o porquê daquele comentário.

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Felicity e Oliver esperavam pelos seguranças, mas enquanto não chegavam, eles conversavam com os amigos, na enorme sala da cobertura. Eles falavam sobre a ideia da loira em se casar na próxima semana, na casa de campo, no qual Oliver havia ganhado de herança de seu pai. Todos estavam animados, mas não mais que Thea. Ela esperava por isso desde os quatorze anos, quando o irmão e a amiga eram apenas namorados. A Queen mais nova sempre gostou da relação deles, assim como seu pai. Ela dizia que ele iria ficar muito feliz, e que faria questão de levar Felicity até o altar, já que ela não tinha pai. Ele mesmo havia dito isso a ela, pouco antes de morrer. Ele faria falta naquele dia tão importante, tanto para os noivos quantos para Thea, afinal, ele havia ficado tão ansioso com o noivado, a sete anos atrás. Thea falava sobre tantas lembranças de Robert Queen, que Oliver passou a reviver memórias, enquanto a ouvia falar. Até mesmo Felicity, por mais que não tenha tido tantas memórias com o sogro, mas o importante é que ela tinha as melhores. O carinho, a confiança, a consideração, a afinidade. Ele havia sido o pai que o seu pai não havia sido, mesmo com tão pouco tempo que passavam juntos.

Oliver não se importava muito com a decoração, ele deixava isso nas mãos da esposa. Queria apenas oficializar, na frente de todos, como gostaria de ter feito a sete anos atrás. Ele não ficava remoendo o que houve, sabia que nada poderia mudar o que aconteceu, mas mesmo assim, devia aquele sonho a si mesmo e a esposa. Ele se lembrava de como havia sido complicado comprar o anel de noivado. Seu pai e Tommy havia o acompanhado. Ele queria algo especial, Felicity nunca gostou de luxo, mas ele queria lhe dar o melhor. Quando finalmente encontrou, ele se lembrava perfeitamente de Tommy dizer um “finalmente”, fazendo seu pai e a vendedora rirem. Seu melhor amigo sempre foi um comédia, e naquele dia ele estava pior do que todos os outros dias.

Em algum momento, elas começaram a falar de vestidos, e foi nesse momento, que os homens fingiram que não as ouvia, e começaram a falar sobre outra coisa. Tommy quem havia puxado assunto, contando sobre o filho peralta de Barry. O amigo fuzilou o outro. Era engraçado saber que realmente, Connor, não tendo nem um ano ainda, já estava subindo no sofá sozinho. E ainda tinha o fato de o garotinho estar deixando os pais malucos, agora que ele tenta subir as escadas sozinho. Oliver, Tommy, Barry, Ray e Roy se voltaram para as esposas, e namorada, quando ouvia um comentário de Thea.

Sim, vocês deviam casar juntas. — Diz olhando para Felicity e Sara, que estavam lado a lado. As loiras se olharam.

Thea, sabe o quão complicado isso vai ser? O casamento vai ser no próximo final de semana.

E daí? Não vai ser uma grande mudança. — Frizou a palavra grande. — Colocaremos o seu nome e o do Ray nos convites, junto de Oliver e Felicity. Ainda não falamos com o Buffet, ou com a decoração, então vai ser molezinha.

Molezinha? — Felicity e Sara repetem juntas, fazendo os outros, rirem.

O que eu perdi? — Ray pergunta, com o cenho franzido.

É isso mesmo que eu estou entendendo? — Tommy pergunta, olhando da meia-irmã, para as “noivas”. — Vocês vão casar no mesmo dia?

Essa ideia foi da doida da sua irmã. — Sara responde.

Eu achei legal. — Felicity olha para o noivo.

Eu também não me importo, mas vai dar tempo de organizar tudo em dez dias?

Você está falando com Thea Queen, cunhadinha. — As amigas sorriram.

Nós ajudamos. — Caitlin concorda com Laurel.

Com certeza. Se todos nós ficarmos ocupados de algo, não tem porque não dar certo.

Se vocês acham que isso vai dar certo, então por mim tudo bem. — Se virou para a amiga loira. — Sara? — Ela gesticula, e os que estavam a mesa, se lembram de Felicity fazendo o mesmo. — Ray? O que você acha? Sara está na dúvida.

Se vocês acham que isso vai dar certo... — Olhou para a noiva. — Eu aceito se você aceitar. — E ela não pôde deixar de sorrir.

Okay. — Arrastou a palavra, fazendo os outros sorrirem. — Organize esse casamento, Thea.

Bom, então é isso. Um casamento duplo. Vai ser a primeira vez que eu vou participar de um. — Os outros riram ao ouvirem Barry.

O que vocês vão precisar de nós? — Roy se pronuncia. — Por que eu tenho certeza de que o trabalho pesado vai ser nosso? — Sussurrou para o cunhado, que segurou uma risada.

Eu ouvi isso, Roy Harper. — Ele riu ao ouvir a irmã.

Felicity, você e Sara ficam apenas com os vestidos, e os convites. — Elas assentem. — Eu vou atrás da equipe de decoração. Laurel, Cait, o buffet é com vocês.

Pode deixar.

E vocês homens? Ficam com o dever de deixar aquela casa de campo perfeita para que o pessoal que eu contratar possa chegar e começar a organizar tudo. Além de que precisaremos da lista de convidados.

Isso deixa comigo. — Felicity diz. — E Sara. — Ela concorda.

Nós só vamos ficar com a casa de campo? — Tommy recebe olhares dos amigos.

Vocês estarão ocupados com o terno, a escolha das músicas, as alianças, e..., cuidar das crianças no dia do casamento.

Eu não disse que iria sobrar tudo para nós? — Surpreendentemente, todas as mulheres pensam o mesmo, pois ao mesmo tempo, elas jogam uma almofada na cara do irmão de uma das noivas, fazendo os outros rirem.

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Felicity pensava em como ajudar Helena. Elas não eram "melhores" amigas, mas estavam se entendendo desde que a outra pediu perdão. Ver a mulher daquele jeito, era de cortar o coração. Ela amou Oliver, e agora que está apaixonada, o homem não quer admitir que ainda a ama, e muito menos acreditar os sentimentos que Helena sente por ele. Michael não acredita que Helena o ame, que ela se esqueceu de Oliver. Ficou sabendo que ela tentou falar com ele, tentou dizer o que sentia, mas ele não quis ouvir. Jamais imaginou que um dia sentia compaixão por aquela mulher, ou que as duas conversariam sem que uma puxasse os cabelos uma da outra, mas estava acontecendo. Aprender a gostar de Helena, apesar de tudo, e vê-la tão chateada e triste, a deixava com o coração na mão.

Felicity não queria ter ouvido a conversa alheia, mas acabou acontecendo. E ouvir de Sara que a mulher estava sofrendo, mais uma vez, por amor, realmente a tocou. Sofrer por amor era uma merda, e ela não desejava algo assim nem mesmo ao seu pior inimigo. Mordeu o lábio, pensativa. Um olhava para o outro, vez ou outra, e quando os olhares se cruzavam, o homem desviava, e isso deixava a morena triste. Sara disse que a amiga tinha um coração bom demais. Mesmo depois de Helena beijar Oliver, e dizer que o ama, em sua cara, ela queria ajudá-la. Sara disse que a admirava demais, e isso meio que a deixou um pouco sem graça. Como poderia agir de outro modo? Bom, ela não gostava de ver as pessoas sofrerem, ainda mais por amor. Ela sabia como era isso, e era uma desgraça.

Suspirou, enquanto via ela olhar para o homem de cabelos castanhos e olhos um pouco mais claro. Ele era muito bonito, Helena tinha bom gosto, ela tinha que admitir. Que Oliver não a ouça, ela pediu interiormente. Mas era verdade. Felicity gostava do homem. Assim como seus outros seguranças, ele a cuidava muito bem, a olhava com carinho, como os outros, e tinha um jeito meigo no olhar, que a encantava. Ele era legal, e depois que soube de seu passado, por Sara, achou que ele merecia a felicidade. Michael perdeu ambos os pais quando era garoto. Foi recrutado pela agencia da Europa quando tinha treze anos, e a alguns meses, ele foi transferido para Star-City. E foi aí que ele se apaixonou por Helena, mas ela já amava Oliver, e não lhe deu uma chance. E agora, quando ela se vê apaixonada por ele, ele não quer acreditar em sua palavra. Dois problemáticos, a loira pensou.

Conseguiu perceber a troca de olhares que o "quase casal" trocou, e mesmo assim, Michael o desviou, diferente dela, que ficou o olhando por um bom tempo, antes de se voltar para Violet. Eles se amavam, só precisavam de um empurrãozinho. Precisavam conversar, ouvir um ao outro, e se entenderem de uma vez. E ela não queria aquilo, só para que a Helena não voltasse a amar seu marido, ela queria aquilo porque ela odiava ver alguém sofrer por amor. Olhou para o marido que conversava com Mike, Collin, Gregory e Renne. Inclinou a cabeça, e enfim, ela teve uma ideia. Sorriu e andou até o marido.

Ei. – Oliver olhou para a esposa. – Podemos conversar?

Eu já volto. – Ele pegou em sua mão e a levou até o escritório, onde a prensou na parede depois de fechar a porta. – Estava ansioso para que me tirasse daquela reunião insuportável. – Ela riu.

Oliver, eu não... – Ela sente os lábios dele em seu pescoço, e não consegue terminar a fala, deixando um arfar sair de seus lábios.

Estou com saudades, baby. Já fazem duas semanas. – Reclama.

Ah, ela sentia o mesmo que ele. Esse era o tempo em que não tinham nenhum contato mais íntimo porque os trigêmeos e os gêmeos tem os sugado durante todo o dia. De manhã, quando Bryan e Brooke estão na escola, os trigêmeos têm estado completamente carentes. Querem o pai ou a mãe, ou os dois por perto o tempo todo. Pegaram essa manha, culpa de Thea e Roy, e agora, estava difícil de fazê-lo deixar disso. Depois, durante a tarde, os gêmeos querem ajuda com o dever, e querem passar um tempo com os pais. E eles não os culpa, claro, eles passam mais tempo com os colegas da escola do que com Oliver e Felicity. Durante a noite, Kyle e Katie demoram pelo menos uma hora para dormir, cada um, e Kallie tem acordado de madrugada, desde que o pai viajou. Caitlin diz, que ela vai voltar ao normal, quando sentir que o pai não mais a deixaria. E eles começavam a se convencer disso, já que a pequena não acordou naquela madruga, nenhuma vez.

Eu sei, também estou com saudades de você... – Ela sente o membro dele contra sua barriga. – Oh, Deus. – Sussurra ao senti-lo duro.

Viu como me deixa? – Sussurra em seu ouvi, mordendo o lóbulo de forma provocante.

Amor, eu... – Ela para novamente, por causa de um gemido que sai de seus lábios. – Espere. – O afastou e Oliver a olhou confuso. – Eu também quero, não sabe como... – Ele deu um sorriso. – É..., difícil dormir ao seu lado e não ter você dentro de mim.

Ah, é mais difícil para mim do que para você, Felicity. – Ela quase riu.

É sério, quero falar com você sobre...

Hum? – Ele voltava a beijar seu pescoço. Felicity suspirou, fechando os olhos, mas então se lembra de seu plano.

Oliver, me ouve. – O afastou. – Quero que me ajude em algo. – Ele suspirou, jogando a cabeça para trás, por ser afastado, e incomodado por não ter o que desejava a duas semanas.

Em que?

Fale com Michel e o convença a conversar com Helena? – Pede, falando rapidamente, sem pausa.

Como é? – Ele franze o cenho.

Ela está apaixonada por ele, mas ele não quer acreditar.

Sério isso? – Ele estava não só surpreso, como descrente.

Sim. E ele anda fugindo dela. – Revirou os olhos. – Frouxo.

Felicity, meu amor, eu não posso me meter nisso.

Vocês são amigos, não pode convencê-lo a falar com ela? A ouvi-la? – Ele não resistia aqueles olhos. – Eu a vi triste, e Sara me disse que ela chorou. E mesmo, que ela tenha feito todas aquelas coisas e não sejamos "melhores" amigas... – Suspirou. – Ela não merece sofrer por amor, né? Além disso, eu a perdoei.

É. Quando vi vocês duas conversando como duas pessoas civilizadas, achei que o apocalipse estava chegando. – Ela deu-lhe um tapa no ombro. – Ai. – Ela bufou.

Converse com ele.

E o que eu ganho em troca? – Ela deu um sorriso malicioso.

O que você quiser. – Mordeu o lábio.

O que eu quiser? – Ela assente. – Então se prepare, meu amor, porque hoje..., vou te fazer minha depois de duas semanas na seca. E pode acreditar, você não vai dormir tão cedo. – Ela gargalhou.

Mal posso esperar. – Sussurra em seu ouvido, antes de tomar seus lábios.

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Oliver terminava de resolver o assunto sobre a nova equipe que estaria com Kara em National–City, já que a antiga foi recrutada por outra pessoa, e precisou se ausentar. Dimitri estava lá, com Jake e mais dois novatos, mas precisavam mandar mais três, para que Dimitri voltasse. Ele era indispensável ali. Enquanto conversava com seus seguranças, se lembrou do pedido da esposa, e de como ela lhe mostrou, o que poderia ganhar, caso fizesse o que estava pedindo. Ele iria ter finalmente o corpo dela debaixo do dele. Não gostava de se meter na vida alheia, mas seria preciso. Felicity era manteiga derretida, e não descansaria ou mesmo desistiria, até que Michael fale com Helena, e se ele não ajudasse, não teria o que sonhava todos os dias, nas últimas duas semanas. Só de imaginar, seu corpo já estremecia.

Oliver se aproximou de Michel e disse que precisava lhe falar, e não deixou que o outro retrucasse, apesar lhe informou, e saiu andando. Depois da conversa com a esposa, ele foi interrompido pela anta do seu melhor amigo. Ele estava perto de estar dentro dela novamente, e foi interrompido. Ah, como era difícil ficar na seca, ele pensava. Algumas horas depois, assim que a reunião com os seguranças finalizou, ele "ordenou" que Michel ficasse, que precisava lhe falar. Os dois foram para o escritório; onde quase amou sua esposa; e o outro esperou que o "chefe" começasse a falar.

Por acaso eu fiz alguma coisa, chefe? – Pergunta ao ouvir apenas o silêncio por sei lá quanto tempo.

Não.

Tem certeza? Está sério.

É porque o que tenho para falar é sério.

Ih, já vi que eu não vou gostar. – Murmurou.

Escute bem, vou ser direto. – Cruzou os braços, ainda olhando nos olhos do outro. – Você vai conversar com Helena, hoje, assim que você sair daqui, porque eu quero comer, e se você não fizer isso, não vai rolar.

De comer, você quer dizer...

Me obedeça, e faça o que estou ordenando, porque se minha gostosa esposa ficar sabendo que não houve conversa, não vai rolar o que eu quero a duas semanas, e então eu vou te mandar pra Sibéria em missão por um ano. – Michel estremecer. Ele conhecia seu chefe, sabia que ele faria mesmo aquilo. – Estamos conversados, certo?

Sim, senhor.

Ótimo. Então até logo.

Abriu a porta do escritório e Michel saiu junto de Oliver que o acompanhou até a porta de saída. Ele se despediu acenando para Felicity e os amigos dela, não querendo prolongar mais sua estadia ali, já que deveria fazer como seu chefe havia ordenado. Ele se perguntava, ainda completamente surpreso e um pouco incomodado, por que raios aquilo estava acontecendo com ele? Por que a esposa de seu chefe, havia resolvido ficar com pena de Helena Bertinelli? Ela quem havia lhe dito não, quando se confessou, e agora teria que lhe dar uma chance, porque ela queria? Ele revirou os olhos, pensando que não era isso que o casal Queen estava lhe pedindo. Eles só pediam para que ele conversa, e ouvisse a morena de olhos tão tristes, mas tão lindos. Ele queria poder dizer não, ele queria poder sair daquela situação. Queria muito virar para o chefe, e mandá-lo cuidar da própria vida, mesmo sabendo que a esposa dele estivesse fazendo aquilo para tentar ajudar a ele e Helena. Mas não o fez, ou questionou, ou retrucou Oliver, afinal, o chefe sabia como se vingar, e a vingança seria fria, muito fria.

Lembre-se da Sibéria, Michel. Lembre-se da Sibéria. – Avisou ameaçadoramente.

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Oliver entrou no quarto e viu a esposa colocando seu único garotinho, dos trigêmeos, no berço. Ela sorria, enquanto embalava os três. Ela era linda demais, e depois que teve os trigêmeos, ficou mais perfeita ainda. Ela vestia um vestido soltinho, e que tinha dois palmos acima dos joelhos. Estava gostosa pra caramba aos olhos dele. Como sua esposa cuidava dos bebês, ele foi colocar os gêmeos para dormir. Eles estavam sentindo falta disso, e por isso Oliver se decidiu. Enquanto um cuidava dos bebês, o outro cuidava dos outros bebês; mesmo que os gêmeos já não fossem bebês. Mesmo que os gêmeos quisessem muito irmãozinhos, eles se sentiam um pouco excluídos, sentiam falta dos pais os colocarem para dormir, sentiam falta da mãe cantando para eles, sentiam falta dos momento em que jogavam videogame, ou só assistiam TV, e Oliver percebeu isso a pouco tempo, assim como Felicity. Eles explicaram que os irmãos precisavam de mais atenção, mas que eles não perderiam a atenção deles, por causa disso. Que sempre seriam amados, e que sempre poderiam contar com eles, não importa a situação. O Queen se aproximou, mas a esposa se virou antes de ele a abraçar por trás.

Meu amor.

Baby. – A abraçou. – Tão linda, meu Deus.

Você também. – Ele sorriu, sentindo a mão dela em sua barba bem-feita. – E os gêmeos?

Dormindo como anjos, graças a Deus. – Ela riu. – Não sabe como eu queria ficar sozinho com você... – Cheirou os cabelos loiros. – Para te fazer minha.

Sabe o que Sara me disse?

Hum? – Ele passou a beijar o pescoço da esposa.

Michel chamou Helena para conversar.

Ele sabe o que é bom para ele. – Ela franziu o cenho, mas o marido não viu, estava ocupado com seu pescoço exposto.

Você o ameaçou?

Claro que não. – Ela sentiu o deboche em sua voz. – E a minha recompensa? – Mordiscou o lóbulo de forma provocante e ela gemeu baixinho. – Hein?

Oh, amor..., sou toda sua.

Preciso sentir você. – Andou com ela até a cama. – Preciso de uma noite inteira para te amar.

Eu também, Oliver. – Geme baixinho, enquanto ele a deitava na cama com calma, e se colocava por cima. – Me faça sua.

Minha. – Ele rosna, tirando o vestido do corpo dela de forma violenta. Ele tinha pressa. Felicity deu um gritinho fino quando o marido rasgou sua calcinha. — Ela está me atrapalhando. – Responde ao gritinho fino da esposa. – Tão gostosa. Que saudade... – Ele gemeu ao sentir seu membro contra o sexo dela.

Está..., com roupas demais. – Ele sorriu malicioso e se afastou, retirando toda a roupa rapidamente. Felicity ficou observando, mordendo o lábio. Se apoiou no antebraço, mas o marido a fez se deitar novamente. – Os bebês podem... – Gemeu ao sentir a língua dele em seu seio. – Acordar.

É por isso, querida... – Mordiscou o seio dela, antes de tomá-lo com vontade em seus lábios. – Sem preliminares dessa vez. – Ela não retrucou, apenas o puxou pelos cabelos, tomando seus lábios de forma urgente. Ele gemeu nos lábios dela, quando ela mexeu o quadril.

Quero você. – Praticamente implora.

Vou te fazer minha, baby.

Segura a cintura dela com ambas as mãos antes adentrá-la de forma carinhosa, sentindo as paredes internas pressionar seu membro de forma gostosa. Ele gemeu rouco, um pouco diferente do gemido que saiu dos lábios de sua esposa. Ele começou os movimentos lentos, mas que não durou muito, pois a esposa passou a mexeu o quadril em direção á ele. Era delicioso.

Oh, Oliver... – Geme em seus lábios.

Tão..., apertada. – O gemido foi abafado pelos lábios da esposa. – Como..., senti falta disso. – Ela não estava tão diferente do marido. Felicity unhou as costas largas, mas Oliver não se importou. Ele puxou as pernas da esposa para cima, fazendo-a as enlaçar em sua cintura, podendo ir mais fundo e aumentar o ritmo das estocadas.

Não pare. – Ela ordena. – Eu estou..., quase, meu amor.

Eu sei, baby. Oh, eu sei. – Ele geme ao sentir seu membro ser pressionado ainda mais pelas paredes internas. – Gostosa. – Rosna.

Mais fundo, querido.

Oh, sim, baby.

Sussurra, tomando os lábios dela novamente, aumentando o ritmo dos movimentos. As mãos dela apertava seus braços com as unhas, gemendo entre seus lábios. Sua língua e a dela batalhavam por espaço. Suas mãos seguram as pernas dela com força, subindo-as um pouco mais, com a intenção de conseguir ir mais fundo dentro dela. Oliver morde o lábio inferior dela, passando a língua onde havia mordido, antes de tomá-los novamente, de forma urgente. Ele geme entre o beijo, quando sente as paredes internas dela pressionarem seu membro. O loiro sabia que ela logo chegaria ao seu ápice, e não demorou muito, pois logo a sentiu estremecer e ao mesmo tempo em que ele sente o gozo quente da esposa, ele jorra todo seu gozo dentro dela.

Mesmo sabendo que os filhos poderiam despertar, eles continuariam se amando, até que o desejo sufocante que sentiam um pelo outro passasse, ou, até que seus pequenos bebês acordassem. Oliver e Felicity vibrariam por saber que essa segunda opção, não aconteceria tão cedo, e que por isso, teriam hora e mais horas preenchendo um ao outro.

Notas finais
Capítulo extremamente fofo, postado. Perceberam o quanto eu amo Oliver com os trigêmeos, né? E perceberam o quanto Michael preza pela própria vida? kkkkkkkkk Amei escrever a cena do Oliver "ameaçando" mandá-lo para a sibéria. Vocês também gostaram dessa cena? Espero por comentários, hein. Até semana que vem Kissus