Crooswolder

4 Cap. 4 - Um "obrigado" diferente


Notas iniciais
Esse capitulo ta meio picante ¬u¬ / mas tirando isso comentem, critiquem, me xinguem e claro enjoy! ~see ya~

A areia da arena estava densa, eu andava até o centro e olhava direto nos olhos do meu oponente.

Dan: 19 anos, super forte, musculoso, cara de quem vai arrancar meus membros fora, apesar de ser um baita gato.

Ele me olha de volta com um olhar mais arrepiante, to me cagando de medo, mais uma coisa que eu teria que fazer era descobrir seu ponto fraco, quando olho por impulso para Oda que me olhava super preocupado, ele me faz um sinal colocando a mão na nuca e apontando para Dan *esqueci de mencionar que Oda consegui analisar um pessoa e pegar as suas especialidades por um tempo mínimo* assenti com a cabeça, ele começa correr em minha direção e eu o espero chegar mais perto, seus passos pesados faziam a areia se dispersar por onde passava, em um golpe ele tenta me da um soco no rosto mais desvio e seguro seu outro ponho direcionado para minha barriga que me faz voar longe, não sentia dor alguma, me levantei e fui para cima dele mais não o ataquei subi nas suas costas dando um mortal usando sua cabeça como suporte antes que ele pudesse me pegar e me jogar de novo peguei minha faca e (parte censurada) batalhas vale tudo afinal, mesmo não gostado de fazer isso, era ele ou eu... Não tinha muitas opções, ele cai no chão fazendo um som como se fosse um elefante pulando mas continuo nas suas costas, me levanto e olho para a multidão que gritava e berrava “crooswolder” era nossa 24ª luta que ganhamos, mais eu estava diferente, eu pensava que seria mais demorada, mais me senti tão calma, não parecia eu, Nona me olhava surpresa com cara de choro eu sorri para ela e andei de volta para minha plataforma e quando eu entro me deparo com o corvo.

– Ótima luta cobaia – Sua voz irônica me enojava – Você foi convocada para a torre.

– Vou ter a honra de ver o diretor filho da p*** que se esconde. Seu sorriso irônico desaparece e ele anda até minha direção e me ameaça com sua mão no meu pescoço.

– Oh.. vai me matar? – Olho para seus olhos e me divirto com seu rosto de fúria.

– Bem que eu queria – Ele aperta meu pescoço – Mas não teria graça, já que você ia gostar de ser torturada.

– Pois é que pena. – Tiro sua mão do meu pescoço

– Esteja presente assim que sair. Ele sai batendo a porta com força. Não tinha escolha mesmo, mais por um lado estava curiosa para saber quem era o diretor que f**** com nossas vidas. Eu saio da plataforma e um monte de gente me cerca me parabenizando, bagunçando meu cabelo, gritando meu nome, me senti uma famosa, não era pra tanto estava ficando ruborizada, depois de todos irem embora Oda, Charlotte e Nona me acompanham até a torre.

– Então você ira conhecer o diretor? – Disse Oda surpreso e meio inseguro.

– É...

– Vai dar tudo certo – Charlotte tenta me abraçar mais eu recuso

– Você acha que eu esqueci a m**** que você... vocês fizeram? – Eu a fuzilo com os olhos – Pensei que você fosse mais responsável... E você também. – Olho para Oda – Tu é meu irmão mais velho, devia proteger as pessoas que ama. Eles me olham e vi seus sentimentos de culpa, Nona fica com cara de quem ta no meio de briga entre família mais não tem ideia do que falar.

– Eu sinto muito – Disse Charlotte choramingado.

– Eu desculpo vocês... mas to p*** mesmo assim – Olho para o lado – Me prometam não fazer isso de novo e quero saber mais sobre o tal frasco azul – belisco a bochecha da Charlotte.

– Boa sorte la – Nona muda assunto.

– Valeu. Ela me abraça, depois Oda abraça junto e em seguida Charlotte.

– Ta bom né gente, é muito fofo e tals, mas chega – Rimos e me despedi deles.

Subo milhares de degraus, e quando achava que tinha acabado, so me iludia, eu pareia o Pou do kong fu panda, bate na porta de madeira e apoio minhas mãos nos joelhos para recuperar o folego, a porta se abre e vejo um cara de pé enfrente a janela grande, seus cabelos eram pretos com madeixas grisalhas, pálido feito papel, e tinha uma barba rala.

– Sente-se.

– Não valeu, se não se incomoda poderia ser breve, tenho coisas para fazer – Não conseguir evitar meu tom de ignorância. Ele ri e se vira para mim.

– Gostei de você – Seus olhos vermelhos me assustaram. – Bem Srta. Noburo te chamei aqui para poder olhar para a próxima finalista da grande batalha que vai ocorrer mês que vem. – Ele pega meu rosto com suas mãos frias mais viro o rosto fazendo-o soltar – Muito bonita, seria um desperdício vê-la morta na arena, comece a se preparar, você não terá mais testes, ira treinar com o corvo todos os dias após as aulas.

– Só o que me faltava... Ele ri mais uma vez e volta a ficar em frente a janela.

– Não ache que falando assim comigo vai me intimidar, gosto de sua atitude, mas se andar fora dos trilhos eu mesmo acabo com você, agora saia. Seu tom áspero me assustou e sai em passos rápidos de sua sala, e quase tropecei os degraus. Já que estava entre as quadras esperei pelo Dilan por 1h30, mais ele não apareceu, fui para o chuveiro meio decepcionada, já que os banheiros eram públicos, quem fosse tomar banho tinha que usar roupa de banho, e já que estava com pressa comecei a me banhar com minhas roupas intimas mesmo, todo mundo estava em aula, não tinha pelo o que me preocupar.

– Se o Sr. Mustache passar por aqui e te ver assim, não ia querer estar na sua pele – Dilan dizia com tom de diversão.

– Hmm... – Estava com raiva e aumento mais o volume de agua do chuveiro – Não vou fazer mais testes, então to pouco me f****** pra isso.

– Nossa, ta com raiva por que te deixei esperando – Sua risada era extremamente sexy – Não podia falar com você, o diretor estava te observando, eu vi que você tinha saído da torre, o que vocês conversaram?

– Primeiro desde quando eu tenho que te falar sobre minhas coisas, a gente mal se conhece – Digo passando o shampoo – Agora por favor saia quero tomar meu banho em paz.

– Eu sou sua única chance de escapar daqui – ele abre o box do banheiro e me abraça por traz, que m**** é essa! – Pensei. Fico vermelha até as orelhas – Não vou sair até você me dizer o que aconteceu. Ele tira minhas mãos da cabeça e começa a esfregar o shampoo no meu cabelo.

– Ele so disse que eu ia pras finais.. – Fico arrepiada – Não ia precisar fazer testes so de treinamento com o corvo... agora saia por favor – Minha respiração estava fora de controle.

– Não devia me provocar assim... – Ele puxa meu cabelo para o lado e beija meu pescoço – quando acabar os treinamentos venha me ver, eu vou te dizer umas coisas que você precisa saber. Seu lábio me deixava arrepiada toda vez que encostava no meu pescoço quando falava, minha respiração ofegante me entregou. Ele passa seus dedos pela borda da minha calcinha e me puxa para traz me fazendo encostar em seu membro levemente marcado em sua calça encharcada, sua mão que estava no meu cabelo percorre até meu pescoço e solto um gemido espontâneo.

– Vou aceitar isso como um obrigado – ele morde minha orelha e somi como da última vez do incidente na casa noturna.

– Seu filho de uma.... – Me sento no chão e tento me recompor – Como assim obrigado?