Crooswolder

3 Cap. 3 - Uma esperança


Notas iniciais
Bem pessoal eu sou tipo super aberta a criticas, opiniões, o que for, então por favor comentem, sejam sinceros comigo e é claro enjoy! ♥

– Algum problema Srta. Nobura – Disse olhando para mim com a aquela cara diabólica.

– Não... vamos conversar, deixe meu irmão ir – pensei nas outras pessoas que estavam do lado de Charlotte – quer dizer, todos irem... Ele me olha confuso e se vira totalmente para mim.

– Você acha que isso vai adiantar? Quatro vidas por uma não é um bom negócio. Senti minha mão latejando com vontade bater na fusa daquele escroto.

– Eu faço os testes que eles iriam fazer hoje, ta bom assim ou quer mais? – Disse irritada.

– Oh... isso muda tudo, mas o que importa é a decisão do diretor. O corvo olha para a torre entre as quadras em direção a grande janela de vidro, não via ninguém la, ele se vira para mim e da um sorriso sádico

– Pois bem, você conseguiu o que queria, e vamos começar agora — Caros cobaias, como podem ver houvi um imprevisto, mesmo assim, não ache que suas vidas serão poupadas na próxima, vez me acompanhe — Disse virando-se de costas e andando em direção as quadras. Sai da multidão atrás de mim e sigo o mother fucker e quando passo pelo Oda eu falo baixo.

– Pensava que você fosse mais inteligente, espero que esteja feliz por ter salvado sua vida seu idiota – disse irritada – quando voltar quero ter uma conversa séria contigo, não ache que vou te perdoar tão fácil. Sigo enfrente e olho para Charlotte e os outros com cara de “vou matar vocês” e desvio o olhar com ódio.

Os dois primeiros testes eram melhores comparados pelos quais já passei, claro era de nível de Dolls, mais depois piorou, a sala onde me botaram tinha cheiro de esgoto e um cadeira com parafusos (parte censurada), estava meio acordada, meus músculos doíam, e nem sentia minhas pernas, estava sendo arrastada pelos braços por dois serventes.

– Para onde... estão me levando?... – Disse com voz de bêbada. Eles fingiram não escutar e abriram a porta do meu quarto e me colocaram deitada no chão e saíram.

– Cho! – Oda pula da cama e me pega no colo – Me perdoa... Não queria que isso acontecesse, você esta bem? – Suas lagrimas caiam no meu rosto.

– Você... acha.. que eu estou bem? Já aconteceu Oda... Me põe na cama.. Ele me deita na cama e me cobre para não ver minhas marcas.

– Agora me conta... o que você fez? – Disse de olhos fechados.

– Eu tinha saído da casa, tava muito barulho – Ele pausa, enxuga o rosto e continua – Charlotte queria ir para o limite da Croos, eu disse que era melhor não, mas ela estava bêbada, não me dava ouvidos, então eu a segui, a gente encontrou outros caras la, não eram daqui, deram uma coisa para ela, não lembro direito, um frasco azul – Disse se levantando da cama – ela tomou e começou a se debater no chão, os caras sumiram e ela começou a correr mais rápido do que o de costume, você tinha que ter visto, mais o corvo a viu... – Ele pausa e senta de novo na cama – Dai ele nos prendeu e levou a gente para o campo de execução.

– Caras... Frasco azul... — Tentei falar mais alguma coisa mais cai em um sono profundo.

Sabe aqueles sonhos que você corri tanto, mais não sai do lugar, pois é, estava tendo um sonho como esse, mais alguém me puxa para traz, mais caiu nos braços de alguém cujo o rosto não se revelava, ele abre seu sorrio branco deixando seus caninos salientes a mostra

– Vamos continuar onde paramos – Sua boca vinha em minha direção e cada vez que chegava mais próximo minha respiração ficava ofegante cada vez mais.

– A uma saída! Acordo assustada e passo a mão no meu pescoço dolorido e estava sangrando.

– Mas que p**** é essa? Me levanto e vou ao banheiro lavar.

– Cho? Ta acordada? – Era a Nona entrando pela porta

– Sim... Você viu alguém entrando aqui? – Falei em voz alta.

– Não, por que?

– Nada...

– Enfim, hoje as aulas foram canceladas, vai haver batalha... e você foi classificada.

– O que!?!? – Gritei indignada. Saio do banheiro correndo e olho para Nona, ela me mostra o papel de classificação e procuro meu nome e estava mesmo la.

– Como assim? Acabei de fazer testes horríveis e agora batalha... contra quem?

– Parece que é contra os Vorkcs do internato de San Diego – Disse Nona preocupada – Eles são barra pesada.

– Valeu pela parte que me toca... – Disse frustrada.

– Desculpa, mas é que to muito preocupada contigo, você passou por um monte hoje...

– Tudo bem – Peguei ela pelo pescoço – Eu vou ficar bem, por algum motivo to me sentindo bem... minhas dores sumiram, e mesmo que eu ache que vou apanhar feio, vou me divertir. Sorri para ela, e ela se sentiu um pouco aliviada.

– Que bom que você tem essa habilidade de sentir prazer quando te machucam – Disse rindo

– Idiota – Disse bagunçando seu cabelo – Algumas dores não são prazerosas – Passei a mão no pescoço. Me arrumei e fui para a arena, vi o Oda e a Charlotte acenando para mim, desvio o olhar e entro na minha plataforma e fico esperando minha vez super nervosa, quando alguém bate na porta.

– Não quero falar com você Oda vai embora.

– é o Dilan – Meu coração dispara.

– Está aberta. Escuto o barulho da porta abrir e fechar, mais fico concentrada na televisão olhando a batalha dos outros oponentes, ele se senta ao meu lado e olha comigo.

– Eu não tive a oportunidade de te agradecer ontem, então obrigada – Disse meio robótica.

– Relaxa, vim te desejar boa sorte, soube que você teve uns testes pesados hoje e vai batalhar mesmo assim, você deve ser um monstro por ainda está de pé – Brincou.

– É... – Dei uma risadinha – Mas to me sentindo bem, isso é estranho. Ele se levanta e estende sua mão, eu a pego e ele me levanta em seguida.

– Não importa o que aconteça, quando não tiver mais forças para lutar, se morda, se machuque de qualquer forma possível. – ele segura minhas mãos e me olha nos olhos.

– Como assim? Me morder? Ele se inclina na direção do meu pescoço e lambe os buracos por onde saiu sangue quando acordei e sinto um formigar, estava fechando e formando duas cicatrizes de leve. Ele sobe seu rosto e sussurra no meu ouvido.

– Quando acabar com ele, me encontre no pátio entre as quadras. Dilan beija meu maxilar e sai, fico inerte, mas volto ao normal quando pronunciam meu nome, amarro meus cabelos e ando até o portão que separa a minha plataforma da arena.

– F****.

Notas finais
Finalmente um pouco de ação!! xD