Cotidiano de um casal feliz.
62 Capítulo 62 - Passeio com Lorena [Parte 2]
Notas iniciais
— Então querida – Pergunta Regina segurando a pequena Lorena no colo e a encarando – aonde você quer ir primeiro?
— Eu posso escolher? – Pergunta ela com os olhinhos brilhando.
— Claro que sim meu amor – Fala Regina a beijando – Hoje o dia é todo seu – Sorri docemente para a menina. Mas a pequena fica tímida e não diz nada.
— Tem algum lugar que você queira conhecer? Ou alguma coisa que você gota muito? – Fala Henry para ela que apenas afirma com a cabeça ainda meio tímida – Então nos diga – Sorri para ela amigavelmente.
—Eu gosto de princesa! Elas são tão lindas. – Fala ela colocando as mãozinhas no cabelo da Regina e mexendo – Igual a você Rê – Todos sorriem menos claro, Roland, que faz uma careta.
— Já sei – Fala Regina – Vamos aquele parque que esta tendo uma temporada de um circo lá, aposto que deve ter alguma princesa por lá, o que você acha?
— Ebaaaa – Comemora a pequena. – Todos sorriem e seguem para o carro.
— Circo? – Pergunta Roland para ele mesmo – Pai? – Ele chama Emma.
— Oi filho
— Eu acho que não estou me sentindo muito bem, será que eu posso ficar com a minha vó Cora?
— Nossa filho, o que você tem? – Pergunta Emma preocupada colocando a mão em sua testa.
— Eu... Eu... – Ele fica tentando achar alguma coisa e nada vinha a mente dele.
— Amor, pega a Lori um pouquinho – Emma já ia avisar sobre Roland e Regina a corta – Vai indo que eu vejo o que ele tem, não se preocupe – Sorri para Emma que vai para o carro com a Lorena e Henry.
— Roland, não precisa se preocupar, a gente anda pelo parque e você não precisa ir ao circo, okay? – Ele não responde só faz uma carinha fofa de medo e Regina o abraça. – E qualquer coisa eu e Emma protegemos você tá bom? – Sorri
— Não é como se eu tivesse medo também mãe. – Fala ele emburrado
— Eu sei que não, meu amor. Mas a mãe gosta de cuidar de você. – Sorri – Eu posso cuidar do meu filhinho amado, com essas covinhas tão lindas? – Fala fazendo cosquinha nele – Posso? – Ele cai na gargalhada com as cosquinhas de Regina.
— Tá... booom mãe, tá bom.. Já chega – Regina para de fazer cosquinhas nele e eles vão abraçados até o carro.
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Eles enfim chegam ao parque que não era muito grande como os de Nova Iorque, entretanto tinha sua autenticidade. Lorena dava um sorriso maior que o outro ao ver tudo o que tinha no parque, tudo lhe era novidade já que ela não costumava sair do orfanato. A pequena estava tão empolgada que mal sabia para onde olhava. Emma e Regina fizeram questão de deixa-la andar no parque olhando por todos os lados. Regina e Emma estavam cada vez mais radiantes com a pequena, que sempre arrancava boas risadas de ambas.
— Nossa olha o avião! – Exclama ela empolgada ao ver um dos carrossel de aviãozinho– E aqueles cavalinhos, que lindinhos – Fala ela com os olhinhos brilhando.
— Você quer ir? – Pergunta Regina
— Eu não vou cair? – Pergunta meio receosa.
— Não vai não querida, não se preocupe.
Então eles partem para o brinquedo e a pequena logo anda, já que a fila não era tão grande. Ela gosta tanto que pede para ir mais uma vez e na terceira Mills e Swan gargalham.
— Querida tem outros brinquedos – Fala Regina agachada a frente dela – Você não vai querer conhecer apenas um né? – E ela nega – Então vamos.
Roland estava na fila com Henry, eles iriam andar no carrinho de bate-bate a fila estava um pouquinho cheia, mas nada exagerado. Roland tagarelava sem parar e Henry às vezes respondia, mas estava compenetrado em seu celular e vez ou outra soltava um sorriso.
Emma e Regina estavam indo em direção a eles, já que tinham combinado de encontra-los ali após Lorena ir no carrossel de avião enquanto eles iriam nos carrinhos.
— Henry? – Chama Roland – Henry – chama ele mais umas três vezes e por fim empurrando Henry a fim de ele dar atenção a ele.
— O que foi Roland?
— Henry eu tô falando com você, cara. O que tanto faz nesse celular? – Pergunta e tenta puxar o celular da mão de Henry que o impede segurando firme e Roland dobra a força puxando mais para sim até que Henry o empurra e ele cai de bunda no chão.
— Henry – Grita Emma chegando ao local e levantando Roland – Porque fez isso?
— Eu... Eu não sei – Fala Henry nervoso – Me desculpa Roland – Diz verificando se o irmão esta bem – Eu... Eu não queria te empurrar, me perdoa?
— Tá tudo bem – Fala Roland sorrindo para Henry e olha para suas mães que estão com uma cara nada boa – Tá tudo bem.
— Em casa a gente conversa – Fala Emma ainda brava, mas decidindo deixar para lá. – Vamos ao circo então? Já esta quase na hora.
— Roland olha para Regina que pega na mão dele e sorri docemente – Esta tudo bem querido. Se você não quiser ir não tem problema.
— O que esta acontecendo? – Pergunta Emma
— Roland tem medo de palhaço – Henry como se fosse obvio e Roland o encara.
— Eu não tenho medo! – Diz ele bravo – Eu apenas não gosto.
— Tá tudo bem filho, eu fico aqui com você. – Diz Emma sorrindo para o menino.
— Vamos Onand — Fala Lorena pegando a mão dele – Eu ‘potege’ você – Sorri para ele. Ele fica derretido com isso, mas sem dar o braço a torce então só diz. – Vamos logo!
Emma e Regina dão as mãos, Roland vai de mão dada com Lorena e Henry os acompanhando e eles entra na tenda do circo.
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Emma compra pipoca para eles, Lorena fica toda feliz e enfim estão todos sentadinhos assistindo ao espetáculo. Assim que aparece o primeiro palhaço apresentador Roland começa a suar de medo e aperta a mão de Lorena e Regina que estão ao seu lado e mais na ponta estão Emma que esta ao lado de Regina e Henry ao lado de Lorena.
O palhaço faz algumas piruetas e atrapalhadas rendendo algumas risadas neles, mais em Emma que parecia esta se divertindo até mais que a pequena Lorena. Regina de vez em quando dava um beijinho na namorada e sentindo seu coração se aquecer ao ver sua namorada dando aqueles sorrisos divinos. Pegava-se parada vendo a loira sorrir completamente boba e apaixonada pela xerife.
O espetáculo vai correndo bem cada um apresentando sua parte e apresentação. Até chegar a parte final e o mágico anunciou que chamaria um ajudante da plateia para auxiliá-lo em uma mágica. E calhou de ele chamar Roland que foi meio incerto, mas foi ao ver que os palhaços não estavam ali.
O mágico dá as instruções a ele para entrar em uma caixa, e explica que ele sairá na parte de trás do palco e que na hora de sair alguém o ajudaria. A mágica constituía em ele entrar na caixa e o mágico fazer ele sumir, estava indo tudo bem até Roland entrar na caixa, seguir por onde o mágico o instruiu e quando batem na portinha aparece um palhaço para o auxiliar a sair. Ele fica em pânico e trava, o palhaço o chama uma, duas e na terceira vez perde a paciência e começa a pressionar para ele sair, Roland percebendo que o palhaço queria ir para perto dele ele fica em choque e começa a gritar e debater pedindo para o palhaço o deixar em paz.
O pessoal que estava na plateia acaba ouvindo alguns gritos, Emma e Regina logo associam que era algo com Roland e vão ver o que esta acontecendo.
— Ei – Chama Emma brava ao ver o palhaço com metade do corpo para dentro da portinha tentado pegar Roland – Se afasta do meu filho.
— Esse moleque não quer sair. – Diz ele sem paciência
— Ele tem medo de palhaço – Explica Regina – Deixa que a gente tira ele
— Moleque estúpido – Sorri ele – Quem tem medo de palhaço?
Lorena que já estava com uma cara brava vai perto do palhaço e chuta a canela dele.
— Fica longe do Onand seu feioso – O palhaço grita de dor.
— Pirralha maluca – Fala ele bravo e gemendo de dor – Segura essa coisa – Diz ele a Regina que o olha com uma cara de quem iria o matar com as próprias mãos e vai se aproximando dele. Emma a segura e passa Roland a ela e indica para ela indo.
— Se você continuar xingando um dos meus filhos eu prendo você por tentando ao pudor. – Fala Emma irritadíssima
— E quem você pensa que é? – Diz ele sorrindo com deboche. Emma mostra o distintivo de xerife e ele engole seco – Xerife Swan – Diz ele surpreso – Me desculpa e eu não estou em um dia bom, mas eu amo crianças, só fiquei em choque com a reação do garoto, prometo não acontecer mais.
— Assim eu espero – Diz Emma o encarando – Mas saiba que depois terei uma conversa com seu patrão. – Fala ela e nem vê a reação dele e sai em direção a sua família.
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Emma e Regina acalmam o Roland, eles brincam mais um pouquinho e ele parece ter esquecido do ocorrido, depois de todos estarem um pouco cansado, eles decidem ir para a lanchonete da Granny comer alguma coisa.
— Lori você vai amar o hambúrguer da vó da Ruby – Fala Roland para Lorena dentro do carro. Regina e Emma apenas trocam um olhar sorrindo.
— O que é Ruby? – Pergunta ela confusa
— Ruby é a Rubiana neta da dona da lanchonete. – E ela faz uma cara de entendimento.
— Espera... – Fala Emma parando o carro em frente a lanchonete – A Ruby se chama Rubiana? – Pergunta sorrindo.
— Droga! – Exclama Roland batendo a mão na cabeça – Ela vai me matar – Diz ele com a voz cansada – Eu descobri sem querer um dia que vi a vovó a chamando assim e ela me fez prometer não contar.
—Não se preocupe filho – Diz Emma sorrindo –Eu digo que vi nos registro da delegacia – Sorri sapeca e eles entram na lanchonete.
Seguem direto para uma mesa e se acomodam e logo Ruby vem os atender.
— Olá família, como vão? – Diz sorrindo – Você que é a princesa Lorena? – Pergunta a Lori
— Eu – Diz ela tímida levantando o dedinho.
— Estamos todos bem Ruby – Diz Emma quase gargalhando – Vamos querer hambúrguer, fritas e refrigerante para todos.
—Okay – Ruby anota – Já volto.
Regina vai ao banheiro e a pequena pede para ir também e elas logo voltam. Ruby após alguns segundos volta com os pedidos, Emma agradece quase rindo de novo ao falar Ruby e eles comem tranquilamente. Depois de terem comido, Emma chama a Ruby para pagar a conta.
— Aqui esta Ems– Fala ela sorridente.
— Muito obrigada... – Emma sorri – Rubiana – Diz Emma baixo e dá uma tossida para segurar o riso.
— O que você dis... – Pergunta Ruby e olha para Roland – Seu linguarudo– Fala ela brava olhando Roland
— Ele disse sem querer... – Argumenta Emma – Não se zangue Rubiana e explode em gargalhada de novo levando Henry junto.
— Em falar em linguaruda – Fala Regina com um olhar fuzilador olhando a porta da lanchonete onde entrava David e Mary com o pequeno Neal nos braços. David vê eles e vai em direção a família Swan Mills.
—Boa tarde! – Diz David sorrindo largamente – Quem é essa princesinha?
— Oi David – Emma responde – Essa é a Lorena. Ela mora no orfanato aqui de Storybrooke e esta passando o dia com a gente. Lorena esse é o David ele trabalha comigo – Apresenta-os.
—Ahh sim... Mary me contou algo sobre – Diz David
— Claro que ela contou – Diz Regina em um tom seco e de deboche.
— Ela é tão linda! – Fala Mary se aproximando da mesa e Regina revira os olhos – Regina? – Mary a chama e ela nem se abala. – Regina por favor, precisamos conversar. Eu não queria ter contado, eu não fiz por mal.
— Claro que não. – Fala com ironia.
— Regina, por favor a gente se deu tão bem, vamos esquecer isso, sim? – Pede Mary a olhando. Regina dá um sorri que faz Mary sorri também.
— Sabe o que me admira? – Pergunta Regina e Mary nega – Me admira você não ter postado no jornal a história da Lorena ainda. – Sorri por fim e Mary desfaz o sorriso na hora e Ruby segura a risada da cara da mulher.
— Amor, chega vai – Interfere Emma – Vamos indo? David e Mary foi bom revê-los mas ainda temos que levar a princesinha para conhecer nossa casa e leva-la de volta e já esta quase na hora.
— Tudo bem, Emma – Concorda os dois.
E eles levantam para sair, Emma estende a mão para a namorada que aceita e olha para Mary com cara de deboche e a mulher faz uma cara de indignada e elas saem.
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