Cotidiano de um casal feliz.
63 Capítulo 63 - Voltando ao orfanato.
Notas iniciais
— Nossa um castelo – Fala Lorena parada ao lado da família Swan Mills em frente a mansão assim que eles descem do carro – Que legal – completa com os olhinhos brilhando encantada com a mansão. Todos sorriem com a comparação da menina.
— É só uma mansão querida – Diz Regina.
— Nossa, mas é muito grande – Diz ela sorrindo – Tem cachorrinhos?
— Não, mamãe nunca me deixou ter um cachorrinho – Diz Roland chateado
— Ah, por que não? Eles são tão fofinhos! Quando eu ser adulta vou ter um monte deles – Diz sorrindo
— Vovó Cora disse que ela teve um na infância que ele fugiu e ela nunca mais quis ter outro – Sussurra ele para a menina e ela faz cara de tristeza e entendimento – Vem quero te mostrar meu quarto.
— Vem Enney— Ela chama estendendo a mãozinha para Henry, que aceita e eles adentram a mansão.
— Own meu amor, tem complexo de abandono por cãezinhos? – Pergunta Emma sorrindo para Regina.
— Era para ser engraçado Swan? – Pergunta ela séria.
— Vem aqui vem – Diz ela puxando a morena – Eu nunca vou te abandonar – A beija e a abraça de lado e elas vão adentrando a mansão conversando – Qual era o nome dele?
— Não quero falar sobre isso amor – Diz Regina com a voz manhosa. Elas chegam a sala e se sentam no sofá lado a lado ainda abraçadinhas.
— Eu sempre sonhei em ter um cachorrinho também, mas nunca pude ter porque no orfanato não podia e depois eu trabalhava muito para manter eu e Henry e mal ficava em casa ai nunca tive para não deixa-lo sozinho – Diz Emma com o olhar distante – Mas tudo bem não falemos disso então – Finaliza ela sorrindo para sua namorada que a abraça forte e elas ficam um tempinho assim.
— Ela se chamava Lola.
— É um belo nome amor – Fala Emma por cima da cabeça da namorada fazendo carinho na cabeça dela.
— Era sim – Sorri – Um dia eu estava na porta da minha casa e eu estava com ela em meu colo e apareceu um gato ela se agitou e começou a latir e acabou arranhando minha boca, que consequentemente acabou sangrando e eu fiquei meio apavorada e a soltei com tudo no chão. O gato fugiu, mas com a queda ela ficou mancando um pouquinho por causa da queda. Eu me senti tão culpada e corri para ajuda-la. Papai logo apareceu ao ouvir meu grito e me levou para dentro para ajudar com minha boca. Depois disso eu nunca mais a vi. Não sei se ela fugiu ou alguém a roubou.
— Nossa amor, tadinha de você. Deve ser muito triste perder um cachorrinho – Fala Emma abraçando Regina – Mas você sabe que a culpa não é sua não sabe? – Regina nada fala. – Não fica assim meu amor, aposto que ela deve estar em alguma fazenda feliz lembrando-se da menininha linda que lhe deu o nome mais lindo ainda que foi sua dona. E ainda deixou você com essa cicatriz que te deixa ainda mais sensual. – Fala ela erguendo as sobrancelhas de forma maliciosa e engraçada Regina acaba sorrindo.
— Eu odiava ela – Diz Regina aprontando para a cicatriz – Ainda mais que me fazia lembrar de Lola, mas com o tempo me acostumei.
— Ainda bem – Diz Emma passando os dedos – Não te imagino sem ela. Se um dia sumir, eu não te beijo mais – Sorri.
— Você é uma boba sabia? – Pergunta ela sorrindo para a loira
— E eu já disse que sou a sua boba.
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Roland e Henry andam pela casa toda mostrando tudo que tinha nela. O quarto deles, a piscina os vídeos games e ela via tudo como se tivesse vendo tudo pela primeira vez. Ficou encantada com a piscina e disse que pensou só existir em filme.
Eles lancharam mais uma vez, conversaram gargalharam. Roland depois do episódio no parque parecia ter se habituado e afeiçoando a pequena Lori e eles mal se desgrudaram a tarde toda. E Regina e Emma pode perceber que os dois tinham muita coisa em comum, incluindo na mania de falar sem parar.
Mas infelizmente chegou a hora da pequena voltar para o orfanato. Ao contrário do que todos pensaram ela se despediu todos muito feliz.
— Tchau Eney. Tchau Onand — Diz ela balançando a mãozinha para eles – Eu nunca mais vou me esquecer de vocês. – Finaliza ela de forma infantil e inocente de ser e Roland não se contém e abraça.
— Eu também não vou te esquecer – sussurra ele para ela. Henry, Regina e Emma já estavam contendo as lágrimas em ver isso.
— Tchau princesinha – Diz Henry a abraçando – A gente se vê em breve, okay? – Ela concorda com a cabeça.
Emma e Regina então saem rumo ao orfanato para levar a pequena de volta. Regina vai o caminho meio quieta já que estava dirigindo e Emma ia conversando com a pequena que não parava de tagarelar, e arrancando gargalhadas da xerife e discretos sorrisos de Regina.
Enfim chegaram ao orfanato e entraram com a pequena. Cumprimentou a madre que as agradeceu e elas levaram a Lori até o quarto.
— Tchau princesa Emma – Diz ela beijando o rosto de Emma.
— Tchau minha princesinha, logo logo nós nos vemos de novo, okay? – E ela concorda.
— Tchau Rê – Diz agora beijando Regina – Eu amo vocês! – Diz ela sussurrando para Regina que a abraçava forte.
— Oh, meu amor, nós também amamos você – Diz Regina com a voz embargada e Emma aproveita para abraçar as duas e Lorena acaba sorrindo.
— Isso é bom – Diz ela – Vocês duas me abraçando juntas.
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Elas saem do orfanato com o coração mais apertado do que antes. Emma abraça Regina que acaba não se contendo e chorando.
— Isso é tão injusto – Fala Regina com a voz falha – Crianças não deveriam crescer sem pais. – Ela leva as mãos ao rosto de Emma e a encara – Eu te admiro tanto, por você ter passado por tudo isso e ainda assim ser essa pessoa maravilhosa. Emma não diz nada apenas dá um terno beijo na testa da namorada e elas enfim partem para a mansão.
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— Mães? – Chama Henry já batendo de leve na porta do quarto delas
— Entra filho – Fala Regina e ele adentra o quarto.
— Está tudo bem garoto? – Pergunta Emma.
— Éeerr.. – Ele começa meio sem jeito – Eu só queria me desculpar pelo incidente com Roland, eu não sei o que me deu. – Finaliza meio cabisbaixo.
— Vem aqui querido – Chama Regina e ele se senta de frente a elas. – Não vou dizer que ficamos feliz com sua atitude, mas sabemos o quanto vocês se dão bem, então esta tudo bem. Só nos prometa que não se repetira mais.
— Eu prometo – Diz ele de imediato e sorrindo para ela.
— Tá agora vem aqui dá um abraço bem apertado na sua mãe – Diz ela sorrindo docemente para ele que prontamente aceita.
— Eu gostei muito de ter Lorena com a gente – Diz ele – E ela parece se sentir a vontade com vocês.
— Ela é um amor, garoto. – Diz Emma sorrindo – Parece seu irmão... tagarela. – todos concordam e sorri.
— Sabe... Eu tive pesando o dia todo e... – Ele hesita um pouco – Talvez não tenha sido a toa vocês a terem conhecido.
— O que quer dizer com isso garoto? – Pergunta Emma
— Nada de mais... – Diz ele se levantando – Só acho que vocês deveriam pensar sobre isso. Agora vou ir que amanhã acordo cedo. Boa Noite!
— Boa noite filho – Dizem as duas ao mesmo tempo.
— Esses adolescentes... – Diz Emma pensativa – Dizem cada coisa né? Você entendeu o que ele quis dizer? – Olha para Regina que esta com um sorriso enorme – O que foi? – Pergunta sorrindo também.
— Ele disse o que eu precisava ouvir.
— Amor, você e Henry não estão fazendo o menor sentido hoje, sabia? – Regina ainda sorrindo pula em cima dela e a beija e Emma a abraça pela cintura sorrindo e devolvendo o beijo. Elas vão parando o beijo, Regina coloca uma mecha de cabelo para trás da orelha de Emma – Você ainda quer ser mãe de uma menina?
— Claro que sim – Diz Emma sorrindo – Já disse que com você eu quero tudo.
— Então o que acha de a gente adotar a Lorena?
— Amor – Fala Emma se sentando bruscamente e Regina acaba rolando para o lado – Mas é claro – Diz sorrindo largamente – Porque não pensamos nisso antes?
— Isso é um sim? – Pergunta Regina sorrindo também.
— Claro que sim meu amor – se coloca por cima de Regina – Infinitamente sim. – Elas começam um beijo apaixonado. Regina leva sua mãos a cintura de Emma apertando e arranhando o local suavemente, causando arrepios em Emma que começa a se movimenta em cima da morena e leva seus lábios ao pescoço da morena, dando leves mordidas e chupadas. Regina levanta uma perna e coloca por cima de Emma, que mais que depressa leva a mão a bunda dela e aperta Regina geme baixinho ao sentir a língua de Emma descendo pelo seu pescoço.
— Nossa amor – Fala Emma parando tudo e encarando Regina com um largo sorriso – Imagina quando contarmos isso a ela? – Regina sorri concordando, mas logo puxa Emma para que elas voltassem a fazer o que estavam fazendo. – Mas seria melhor não contarmos e fazer surpresa né? – Regina concorda novamente, mas dessa vez sem parar de apertar Emma e volta a beijar a loira, dessa vez de forma mais desesperada, mostrando a namorada que ela estava a querendo – E se ela não quiser? Será que ela vai nos querer amor? – Fala Emma interrompendo mais uma vez. Regina empurra Emma, que nem parece perceber e continua falando da pequena em um monologo e para ao ver Regina tirando a roupa e jogando para os lados – O que esta fazendo?
— Bom – Fala Regina apertando os próprios seios e gemendo baixinho e Emma fica de boca aberta vendo sua namorada daquele jeito, nua se apalpando e com a vagina completamente molha já que a morena esta de perna aberta dando uma visão ampla de seu sexo. – Já que parece que você não esta muito concentrada – Diz ela agora levando um único dedo a sua vagina e passando de forma lenta, fazendo ela mesma se mexer de prazer e falar com a voz já meio entrecortada – Terei que terminar o que você começou... Sozinha – Finaliza sua frase com uma voz rouca e começa a se masturbar. Emma rapidamente tira suas roupas e tira a mão de Regina do lugar.
— Acho que isso me pertence futura prefeita Mills – E leva a mão a vagina de Regina e a beija de forma desesperada dessa vez.
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