Cotidiano de um casal feliz.

61 Capítulo 61 - Passeio com Lorena [Parte 1]


Notas iniciais
Já quero começar a nota dizendo que: Estou completamente tocada com as duas novas recomendações de: Florence Mills e xandoca. Receber uma recomendação a essa altura é de emocionar a qualquer autor. Obrigada mesmo! ♥ Estou até sem palavras! E obrigada aos que comentam todos os capítulos eles sendo bons ou não. Aos novos favoritos, aos que são como eu que acompanham quietinhos, sem comentar, a todos vocês obrigada! E chega que vocês querem é história rs

— Mãe, dá para você se acalmar? – Pede Henry – Você esta muito agitada. – Henry tenta acalmar a mãe, que nem esta a ouvindo. Eles estão em uma loja de brinquedos e Emma esta andando de um lado para o outro a procura de uma princesa perfeita para dar de presente a pequena Lorena.
— Me acalmar, como Henry? – Fala Emma andando e fuçando alguns brinquedos pela prateleira – Eu deveria ter vindo antes.
— Mãe você teve que trabalhar a semana inteira, incluído a noite. Além do que eu tenho certeza que ela vai gostar de qualquer presente, desde que você e mamãe apareçam como prometido. – Emma para nessa hora e olha para ele.
— Você acha mesmo? Será que ela já não esqueceu a gente? Estou com medo de chegar lá e ela nem me dar bola mais. – Henry sorri do desespero da mãe e tenta acalma-la.
— Eu duvido muito, mas se ela esquecer eu faço ela lembrar – sorri gentil – Eu conto para ela a xerife atrapalhada que você é, incluindo aquela maravilhosa história de quando você teve um pesadelo e fez Roland e eu dormir com você e a mamãe. – Gargalha
— Garoto, eu já disse que eu não estava com medo – Faz cara de brava – Eu só queria ficar com minha família.
— Claro, e pedir para a luz do corredor ficar acesa, fazia parte do processo?

— Amor, achou alguma coisa? – Pergunta Regina se aproximando deles.
— Nada amor – Fala desanimada – Uma hora eu quero uma coisa outra hora eu quero outra, eu não sei.
— Emma escolhe uma e pronto, já esta quase na hora de a gente ir.
— Já sei – Fala dando um sorrisão.
— Tá então como eu já paguei o meu, vou esperar com Roland no carro, que esta com aquele bico de Swan – Sorri.
— Tá bom amor, eu já vou e abraço nosso filho bicudo – Sorri.
— Ei – Resmunga Henry fazendo bico também. Regina sorri e pisca para Emma que entende o recado, e elas vão cada uma de um lado dele e beija a bochecha dele demoradamente de forma estalada no meio da loja.
— Mães – Resmunga ele – Tá todo mundo olhando.


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— Filho, não fica assim vai – Fala Regina encontrando Roland emburrado encostado no carro
— Eu estou normal – Fala jogando em seu celular – Não sei para que demorar tanto pra escolher uma boneca – Fala a última palavra com careta.
— Você sabe o quanto Emma ama você não sabe? Não precisa ficar com ciúmes.
— Não estou com ciúmes, Emma é meu pai e nenhuma menina cheirando a florzinha vai mudar isso.
— Mas é claro que não meu amor – Regina sorri e fica na altura do filho birrento – Filho, sua mãe esta assim porque ela sabe como é crescer em um orfanato e não ter nem um brinquedo. Deixa ela fazer isso pela Lorena, vai? – Ele fica quieto – Dá só uma chancezinha para ela... – Fala cutucando ele de lado.
— Está bem – Fala meio emburrado – Mas eu não vou brincar de boneca com ela. – Regina sorri.
— Não se preocupe.

Nisso sai Emma e Henry da loja com um monte sacolas nas mãos, braços e onde mais deu para eles segurarem.
— Swan assaltou a loja foi?
— Já volto – Fala Emma soltando as sacolas ao lado do carro e voltando a loja e trazendo mais um punhado de sacola e Regina arregala os olhos.
— Você esta louca Swan?
— Amor, eu não sabia o que escolher então eu tive uma ideia...
— Comprar a loja? – Interrompe Regina abrindo o porta malas do carro e ajudando a loira a guardar as coisas
— Não amor – Fala Emma parando e olhando para ela – Eu estava pensando na Lori e sabe qual a pior parte em um orfanato?
— Não ser adotado? – Pergunta Henry
— Quase isso. – Diz ela encarando todos – Não ser adotado é a pior parte, mas o que faz isso ser pior é a sensação de que ninguém nunca vai nos querer, ou que não somos dignos da atenção de alguém. É ver outras crianças sendo adotada e você ficando para trás... – Nisso Regina já esta com uma expressão triste – Então eu pensei que apesar de tudo a Lori vai ser essa criança hoje.
— Amor se explique melhor – Pede Regina
— O que quero dizer é que ela vai sair do orfanato por algumas horas e vamos dar presente para ela, vai ser pouco perto do que ela passa, mas vai ser alguma coisa, entende? E as outras crianças vão ver isso e consequentemente vão ficar com a sensação de que não são dignas então eu pensei... – Hesita um pouquinho e finaliza – Pensei já que não podemos levar todos para sair também, pensei em levar brinquedos para todos – Diz meio sem jeito em ver o rosto de Regina a olhando com uma expressão atônita – Fiz mal? – Pergunta meio sem jeito. Regina não fala nada e a puxa para um abraço apertado e não resistindo, a puxa para um beijão, ali no meio da rua mesmo, com o porta malas do carro aberto, Roland, Henry e algumas pessoas de dentro da loja olhando o beijo cinematográfico das duas.

— Hoje elas resolveram me fazer passar vergonha mesmo – Reclama Henry tentando se esconder. Elas vão parando de se beijar sorrindo e ainda abraçadas Emma fala.
— E claro eu não poderia deixar de comprar algo para o meu filhinho mais novo – E estende a mão para Roland entregando uma caixa de brinquedo – Eu sei que você já esta quase um homenzinho, mas pro seu pai aqui você sempre será meu caçulinha. – Roland abre um sorriso enorme e sem cerimonias empurra Regina para longe de Emma a abraça.
— Obrigado pai – Emma sorri e aperta ele.
— Agora vamos lá entregar esses brinquedos para as crianças? Você me ajuda?
— Claro pai. – E eles entram no carro e partem para o orfanato.

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— Que demora! – Regina exclama se levantando da cadeira e começa a andar pelo escritório da Madre superiora do orfanato.
— Mãe, a madre sai não tem nem dois minutos – Fala Henry sorrindo.
— É... – Começa Roland – Porque elas se vestem que nem um pinguim gigante? Roupa esquisita – Henry desanda a gargalhar repetindo as palavras do irmão ‘pinguim gigante’, fazendo Emma sorri discretamente também. Nisso entra a madre e fica encarando eles, que param e engole seco, menos Henry que vai controlando a risada aos poucos e pedindo desculpas a Regina que esta para matar ele vai suavizinho a expressão assim que vê o rostinho acanhado da garotinha parada ao lado da Madre, que vai ao encontro dela.
— Oi, querida – Fala Regina se abaixando a altura dela e a abraçando – Nossa que saudade de você
— Eu também estava moça bonita. Eu até sonhei com você – Fala a garotinha apertando Regina pelo pescoço a ponto de fechar os olhinhos. Assim que ela abre os olhinhos e Regina a solta ela vê Emma que estava quietinha observando a cena entra a garotinha e sua namorada completamente emocionada, então ela corre a direção da loira.
— Princesaaa – Grita Lorena indo de encontro com Emma, que a pega no colo e começa encher o rostinho dela de beijinhos.
— Princesa, que saudade – Fala Emma sorrindo largamente para a menina – Não via a hora de te ver de novo.
— Eu também, fiquei com medo de vocês não vir – Fala ela meio acanhada.
— Garota você acha que vai se livrar da gente fácil assim? – Pergunta Emma em tom brincalhão fazendo cosquinha nela. – Quero que conheça duas pessoas. – Fala Emma indo em direção a Henry e Roland. – Esses aqui são nossos filhos. Meu e da Regina.–Seu e dela? –Pergunta com uma expressão confusa. – E pode? –Regina e Emma sorriem com a pergunta.– Claro que pode! – Fala Henry –E é muito legal ter duas mães. – Ele fala orgulhoso e sorrindo e ela fica com os olhinhos brilhando.– Bom esse aqui é o Henry – Aponta para Henry que sorri para ela e ele dá um beijinho na bochecha dela e ela abre um sorrisão para ele. – Oi, Henuy — Ela o cumprimenta falando o nome dele errado.
— Ahh que gracinha ela falando meu nome – Fala Henry empolgado e sorrindo.
— E esse aqui é o meu bebê, Roland – Roland meio bicudo dá um sorriso de lado forçado.
— Oi, Onand — Fala ela tímida e ele responde um forçado ‘Oi’.

— Bom você tem o dia todo, mas precisam trazer ela antes do anoitecer, tudo bem?
— Não se preocupe – Afirma Regina
— Só assinar esse termo de responsabilidade e vocês podem ir.
— Só mais uma coisa – Interrompe Emma – A gente queria saber se podemos entregar uns presentes para as crianças. – Pergunta Emma meio tímida e Regina esta com um sorrisão orgulho nos lábios de sua namorada.
— Ah, claro que pode! – Fala a madre contente – Eles vão ficar tão felizes. Acompanhem-me para fazer a entrega.
— Posso ir junto? – Pergunta Lorena tímida
— Meu pai pediu para eu ajudar – Fala Roland com birra.
— Vamos todos irmãozinho – Fala Henry abraçando o irmão de lado e ele concorda.

Então todos vão até as crianças fazer as entregas dos presentes. Emma comprou tanto que acabou dando para que cada um ganhasse dois presentes, deixando as crianças radiante e até Roland que estava meio birrento acabou se contagiando com a alegria das crianças.

Notas finais
Lorena falando Onand e Henuy, quero morder hahaha *-*