Notas iniciais
Olha eu aqui de novo. Obrigada aos novas pessoas que estão acompanhando a Fic. E aos que comentam, fico até sem palavras. Gente, vai surgindo tantas ideias, que fico até com medo de não finalizar mais essa Fic rs Já estamos no 53 D: Como assim? Em tão pouco tempo. Só espero que ainda estão gostando e sinceramente, se estiver na hora de terminar me falem, sem ressentimentos. Não pode ficar fadado e chato. Bom obrigada mais uma vez pelo carinho, vocês são sensacionais.

Emma chegou em casa primeiro que Regina, pois corria demais. Coisa que a morena sempre reclamava. ‘Swan, você é uma irresponsável no volante’ a morena sempre reclamava com sua namorada ‘Só não foi presa ainda por ser policial’ ‘Ossos do ofício’ Swan sempre respondia isso a sua morena bravinha.

Emma e Henry desceram e logo Regina chegou e Swan foi ao lado do motorista abrir a porta do carro para sua linda namorada com um sorriso lindo.

— Viu? – Fala abrindo a porta do carro – Eu nem corro muito. Chegamos praticamente juntas.
— Porque eu corri um pouquinho, hoje. – Fala Regina não dando o braço a torcer.
— Olha só – Fala Emma andando logo atrás da morena – Quer dizer que Regina Mills também é irresponsável

Regina para de andar topando com Emma a olha sorrindo com um olhar um tanto malicioso e sussurra para ela:
— Acredito que eu transar na delegacia em cima da mesa da xerife, diz por si só. – Morde de leve o lábio inferior de Emma e já ia saindo e Emma a puxa e a beija de forma mais ousada e apertar sua cintura com firmeza e fala com os lábios passeando por seu pescoço.
— Fizemos amor enlouquecidamente pela manha, mas já estou com vontade novo – Diz de forma manhosa e desejo e Regina gargalha.
— Esta no cio, Swan? Ou é ninfomaníaca e não tinha me avisado. – Emma gargalha.
— Acho que sou Millsmaníaca – A beija de leve – Porque quanto mais te tenho, mais eu quero.
— Acredite – dá um selinho na loira – eu também sou Swanmaníaca.

Elas riem juntas e se beijando, roçam a ponta de seus narizes um no outro, se abraçam forte. – Hora de enfrentar o passado – Fala Regina se soltando de Emma.
— Você consegue, Rê. Vai ser difícil, mas será pra melhor – Regina sorri e faz carinho na loira que a aperta em seus braços e aloira prossegue – E vai rápido que eu vou estar no quarto te esperando – Fala se soltando de Regina a encara e mexe as sobrancelhas, Regina sorri dá mais um selinho rápido nela e adentra e Emma dá um tapa na bunda dela e elas entram sorrindo por fim.

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Regina chegou cumprimentou Cora e Killian e ela e o pai ficaram se encarando sem saberem como reagir. Cora chama os demais para ir a cozinha, pra eles fazer um lanche, Roland grita um eba e dizendo que esta com fome, Henry diz que ele tinha acabado de comer, que ele era um saco furado e Emma meio sem graças diz que também esta com fome, todos riem daqueles três e seguem deixando Regina e o senhor Mills a sós.

Regina dá a ideia de eles seguirem para o escritório a fim de terem mais privacidades. Chegando lá ela serve uma dose de whisky a eles, eles se sentam no sofá. Henry fica alternando os olhos entre seu copo e Regina, que esta com os olhos fixos no seu e eles ficam por um tempo em silêncio sem saber o que dizer.

— Eu realmente não sei o que dizer – Henry quebra o silêncio – Sei que não posso mudar o passado, mas eu realmente estou tentando Regina.
— Acredite – Regina fala ainda sem o olhar descendo o copo de sua boca – eu também estou tentando.
Eles respira fundo e se vira para ela. – Eu nunca, nunca parei de pensar em você minha filha. Eu te amo tanto. E você não faz ideia do quanto me odeio por ter sido aquele pai. – Começa a chorar e Regina limpa uma única que desceu de seus olhos – E se eu estou aqui é porque enquanto você me disser que terei uma chance eu quero ser o pai que você merece. Mas se você me disser que minha presença lhe faz mais mal do que bem, eu vou entender e vou embora. – Finaliza ele com a voz tremula e abaixando a cabeça. Agora do rosto da morena rolam várias lágrimas sem parar e ela fica em silêncio.

— Eu nem sabia que você tinha conhecido alguém, papai – Fala olhando um ponto qualquer por trás dele – Nós éramos tão amigos e... – Fala com a voz meio embargada. – De repente tudo mudou e eu sempre fui a pessoa que torcia por sua felicidade. Sempre apoiei seu divorcio com a mamãe. Nunca fui aquele tipo de filha que queria os pais juntos mesmo que infelizes eu não consigo entender.
— Regina, filha me escuta. Eu sei que errei. – Fala ele com lágrimas nos olhos – Mas quando eu disse que estava disposto a ter seu perdão eu não disse da boca para fora eu disse pra valer. Eu quero fazer parte de sua vida, da sua família eu já amo Henry como se fosse meu neto – Fala com brilho nos olhos – E a senhorita Swan, eu vejo o cuidado dela com você e eu não poderia estar mais feliz.

— E qual o proposito disso tudo? – Pergunta seria. – Digo nós mal nos vemos, eu te perdoo e você vai voltar para sua família. Qual a diferença? – Ele respira fundo.
— Eu gostaria de me mudar para cá com elas. – Ela levanta o rosto de imediato o encarando com a boca aberta e totalmente surpresa. – E eu gostaria que elas fizessem parte disso. E queria muito que você nos desse uma chance.

Ela faz um sinal para ele parar de falar e ele de imediato, para de falar. Ela fica séria e pensativa por um tempo e então fala:

– Você nem sempre me fez mal – Diz ela enfim quebrando o silêncio e ele de imediato a olha – Você foi um pai maravilhoso. – Sorri – Só preconceituoso. E eu sei... – Ela se vira para ele e limpa meio sem sucesso as lágrimas e ele esta atento a cada palavra que ela diz – Eu sei que quando nós idealizamos algumas coisas e ela foge do esperado, nos frustramos. E você é assim. Com sua empresa, foi com seu casamento – Enumera e faz uma pausa, respira fundo e enfim o encara – e comigo. – Ele já esta chorando desesperado com medo do que viria a seguir ela prossegue.

— Eu posso lhe culpar por ser um pai retrogrado e preconceituoso, mas não de um mau pai. – Ele sorri surpreso e meticulosamente pega nas mãos dela, que aceita e ele inicia um si gelo carinho nas mãos da filha.

— Oh minha filha – Ele resmunga com pesar na voz. E Regina o olha e vê nos olhos do seu pai toda a dor que ele estava sentindo, o arrependimento. Respira fundo, se levanta ele não entende e então inesperadamente ela senta ao lado dele e coloca a cabeça no colo dele que de imediato inicia um carinho em seus cabelos, e ela fecha os olhos sentindo o carinho que tanto sentiu falta de seu pai.

Ficaram nisso por um tempo e nenhum dos dois ousava se afastar e tinham medo de aquilo acabar. Naquele carinho, mostrava todo o amor que um sentia pelo outro. Passar um tempo Regina quebra o silêncio, levanta o corpo, mas continua ainda o abraçando e fala com a voz baixa:
— Eu te perdoo. – Fala abre os olhos e encara ele, que começa a chorar feito uma criança e aperta sua filha em seus braços como sem tivesse a protegendo. Ele a beija no topo de sua cabeça e delicadamente limpa as lágrimas dela e olhando intensamente para ela diz:
— Eu te amo, minha filha – Ela sorri e responde.
— Eu também amo você papai.

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Eles então saem do escritório e juntam-se aos outros que sorriem em ver que de certa forma tudo ficaria bem. Regina vai direto perto da sua loira e abraça e sussurra um obrigada para ela, que diz fazendo gracinha no ouvido dela, que ela deveria agradecer mais tarde na cama delas, Regina gargalha e dá um tampinha de leve nela.

— Ótimo avós vocês – Fala olhando para Cora e Henry e Killian ao ouvir avós já fez uma pose se super avô do ano – Vocês até agora não notaram que eles chegaram com a gente e que fugiram de casa – Fala debochadamente.
— Céus – Fala Heny pai – É verdade... Onde vocês estavam? – Pergunta surpreso.
— Tecnicamente não fugimos – Diz Henry Swan – Killian nos deixou sair. – Regina de imediato o olha com um olhar assassino e Emma não esta diferente.
— Jones você é louco? Como deixa eles saírem por ai assim?
— Eles disseram que iriam tomar sorvete com os coleguinha do colégio e... – Cora intervem.
— Regina deixa de exagero. Eles estão bem e se bem me lembro você e kill sempre fugiam quando crianças. Roland e Henry olha para ela sorrindo e ela fica sem saber o que dizer.
— É querida mamãe, mas eu nunca roubei um carro e sai dirigindo sem habilitação por ai nessa idade.
— Vocês...? – Cora fala segurando o riso – Meu netos porque fizeram isso? O dono deve estar desesperado atrás do carro.
– É eu vou ter que ir lá buscar – Fala Emma desanimada.
— Mas vocês ficaram de castigo por tempo indeterminado. Sem elular, internet e vídeo game e ajudará em algumas tarefas que ainda vou pensar – Diz sorrindo maldosamente – E claro o conserto do carro sairá da mesada de vocês – Diz por fim e eles fazem uma carinha desanimada partindo o coração de Emma.
— Amor, não precisa tanto.
— Swan não começa – Fala Regina irritada – Você sempre faz isso... Eles olham com essa cara de cachorro sem dono e você alivia para eles. Mas, dessa vez foi sério.
— Okay amor. Você tem razão, mas deixa eles ao menos jogar comigo – Fala cutucando Regina, que fingi não dar corda. – Agora me dizem onde deixaram o carro e qual é o modelo, que eu ainda tenho que ir à delegacia liberar David.
— Bom.. Éer... – Fala Roland esfregando as mãos.
— O que vocês aprontaram? – Fala Regina – Desembucha logo.
— Mas lembre-se foi uma ato de desespero... nós só queríamos encontrar a mãe – Diz Henry cauteloso – Fala Roland! – Ordena e vai para perto de Regina e nem ela e nem Emma entende, porque afinal eles sempre corriam para Emma, já que Regina sempre era a mais brava.
— Fala você, cara – Diz Roland também se escondendo em Regina.
— Isso esta estranho – Diz Emma.
— Oh meu Deus! – Exclama Regina – Não me digam que vocês...? – Pergunta os olhando e eles faz cara de culpado.
— O quê? – Pergunta Emma ainda sem entender.

Regina se solta dos meninos e vai até Emma. – Amor, fica calma okay?
— O que foi Regina? Não estou entendo. – Fala olhando Cora, Killian que estão segurando a risada e Regina só diz uma palavra:
— Edge.

— O quem tem Ed...? – Olha assustada e a ficha cai – Não – Sorri de nervoso – Vocês não foram capazes de... – Os encara e vê que estão com cara de culpados – O meu Edge? – Pergunta e eles assentem então Emma fica branca – Eu tô passado mal – Fala Emma levando a mão peito e desmaia e vai caindo ao chão e todos correm de encontro da loira.
— Amor – Grita Regina desesperada.

Notas finais
Até mais!