Cotidiano de um casal feliz.
59 Capítulo 59 - Vistoria.
Notas iniciais
O final de semana mais rápido do que o esperado. Regina e Liliane não tiveram nenhuma conversa profunda, apenas conversaram juntamente com os demais. Regina querendo matar Cruella toda vez que ela olhava para Emma, que não deixava Regina nem se aproximar de Malévola. E assim foi seguindo o fim de semana, mesmo com tantas turbulências estavam todos em paz, na medida do possível.
Henry Mills já tinha comprado uma casa em Storybrooke e já estava tudo certo, e eles não precisaram passar a noite por lá. O que Regina agradeceu porque não saberia se aguentaria manter a calma e não jogar Cruella escada a baixo e o mesmo valia para Emma em relação a Malévola.
Cora e Killian também decidiram ficar por Storybrooke e iriam comprar uma casa para eles. Mas, Jones disse que preferia que fosse perto da praia, afinal, ele sempre foi do mar. Aos dezoito anos ele se inscreveu para Marinha e seguiu carreira, tendo que se aposentar ao perder uma das mãos em uma missão. Assim garantindo sua vida financeira de forma vitalícia, mas isso o deixou meio triste por um bom tempo. Hoje em dia isso já fazia parte de quem ele era e rendou boas risadas e muitas brincadeira quando Roland viu sua não mão a primeira vez e disse que ele era o capitão gancho da história de Peter Pan.
Henry Mills tinha vários negócios e empresas espalhadas pelo mundo. E estava com projeto de abrir um deles, na pequena Storybrooke. Lily que como Regina fez, começa a trabalhar com os negócios do pai. Ela era uma recém-formada universitária de 22 aninhos, e por ser uma menina que entrou no colégio mais cedo por ser uma espécie de matemática brilhante, acabou que se formando mais cedo.
Sua mãe era professora e já tinha conseguido um emprego por lá mesmo e Cruella era apenas uma excêntrica herdeira que vivia a vida ao limite de tudo.
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— Emma acorda – Chama Regina com suas roupas sociais. Ela estava com uma saia preta delineando suas curvas, uma camisa de seda azul clara e um terninho também preto, fazendo conjunto com a saia. Suas clássicas meias calças preta e sapato de salto também preto.
— Regina hoje é minha folga – Resmunga Emma – Me deixa dormir mulher – E se cobre até a cabeça.
— Emma Swan. Eu não vou falar de novo – Fala Regina cruzando os braço e encarando Emma que nem se mexeu. Ela então foi perto da loira e puxou as cobertas dela.
— Mas que saco – Bufa Emma – O que você quer mulher de Deus? – Fala brava se sentando na cama. E Regina segura o riso com a loira daquele jeito. Cabelo bagunçado, rosto meio inchado de ter dormido com um bico lindo, a cara fechada e os braços cruzados. Regina sorri para ela, mas Emma continua brava e ela puxa a loira pela mão fazendo ela ficar em pé. E passa as mãos ao redor da cintura da loira bicuda – Você é tão linda, amor – Sorri – Bravinha desse jeito logo pela manhã
— Eu não tô bravinha – Fala Emma ainda carrancuda.
— Não? – Sorri – Esse biquinho lindo aqui diz outra coisa – Fala passando os dedos nos lábios da loira e a encara, Emma não resiste e acaba sorrindo e abraça a morena repousando sua cabeça no pescoço dela.
— Amor, me deixa dormir – Resmunga – É minha folga hoje, tô soninho. – Fala manhosa e rindo dela mesma.
— Eu sei amor, mas temos que ir ao orfanato esqueceu? Eu vou vistoriar lá e a delegacia e Zelena que apresentar você.
— Tudo bem. Vou tomar banho e gente já vai – Beija Regina – Mas eu deveria começar um extra por trabalhar em minhas folgas – Fala da porta o banheiro – Alias, quando você virar a prefeita eu exijo um aumento.
— Pensarei no seu caso. Se você merecer – Regina fala já sentada na cama, escorada nos cotovelos meio inclinada e encarando sua namorada de forma maliciosa – Se você prestar bons serviços – Sorri por fim Emma também.
— Então é garantido – Fala Emma tirando sua camiseta lentamente, depois sua calcinha e ficando pelada – Eu sempre faço ótimos serviços. – Diz com uma cara de safada para Regina. Manda um beijo para ela e entra no banheiro.
— Droga Emma – Reclama Regina um pouco mais alto para que Emma possa ouvir do banheiro – Você me deixou com vontade – E só escuta a risada abafada da loira vindo do banheiro.
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Elas vão para delegacia vistoria tudo por lá, vê os administrativos e como não tem muito a ver elas partem para o orfanato. Zelena foi em um carro e o casal no carro de Regina.
Chegando lá Zelena já esta esperando por elas. Elas se cumprimentam e entram. Zelena apresenta as freiras que cuidavam das crianças. Mostra a parte administrativa e a responsável por tal setor e a responsável geral do orfanato. Regina vê tudo atentamente, anotando vez ou outra alguma informação em sua agenda.
— Acho que já vimos tudo – Fala Zelena.
— Só falta a parte mais divertida – Fala a madre superiora responsável pelo orfanato.
— Qual? – Pergunta Emma empolgada, tirando sorriso da madre.
— Me acompanhem.
E assim elas fazem. Andam alguns corredores entram e sai de algumas portas e para na parte de trás do orfanato onde tinha uma quadra de tamanho razoável e tinha algumas crianças brincando. Umas jogando bola, outra correndo, pulando corda e outras apenas gritando mesmo.
— Cadê a parte divertida disso tudo? – Pergunta Zelena de forma assustada.
— Não vai dizer que não gosta de criança, Zê? – Pergunta Regina de forma diverida.
— Elas são muito assustadoras... – Responde Zelena com a cara cada vez mais em pânico – Ainda mais assim em bando. Rê, querida como já mostrei tudo a madre te mostra essa parte, vou indo que ainda tenho assuntos na prefeitura.
— Covarde – Fala Regina sorrindo e retribuindo o beijo rosto da agora amiga e prefeita da cidade.
— Mande beijos a xerife. – Fala Zelena e sai.
— Ué... – Fala Regina olhando para os lados – Cadê a Emma?
— Esta ali – Aponta a madre e Emma já esta sem blusa, com a barrada da calça erguida até o joelho e jogando bola com uns meninos.
— Essa xerife é uma muleca – Sorri a madre e Regina concorda sorrindo e elas começam a andar lentamente pelo local – As ciranças aceitaram ela rapidamente. Geralmente eles são mais fechados, já que eles não recebem muitas visitas – Regina faz uma cara de triste ao receber a noticias e madre prossegue – Tem criança aqui, que nunca saiu de dentro do orfanato e nem mesmo recebeu uma visita. – Fala e aponta para uma garotinha que esta sentada em baixo de uma árvore com um livro fechado na mão e olhando o céu. – Aquela ali é a Lorena. Ela é uma das garotinhas mais amáveis e especiais que temos aqui. Ela perdeu os pais em um acidente de carro e só ela sobreviveu e mesmo assim ela não perdeu a doçura e a inocência de criança. – Termina por fim e elas já estão próximas a garotinha que sorri ao ver a madre.
— Oi, Lori.
— Oi madre. – Sorri – Quem é essa moça linda com você?
— Essa daqui é a Regina Mills, ela vai se candidatar a prefeita no fim do ano.
— Com certeza vai ganhar – Fala olhando o céu rapidamente e voltando o olhar para Regina – Ela é muito bonita.
— Obrigada querida – Fala Regina sorrindo largamente para ela – Você também é bonita.
Nisso uma das freiras chama a madre para atender uma ligação importante e ela deixa Regina e a garotinha que estava com um vestido florido, cabelos castanhos lisos até o ombro, com uma fita da mesma estampa do vestido na cabeça.
— Senta aqui comigo? – Pede a garotinha para Regina
— Claro que sim querida. – Então Regina senta ao lado dela – Por que não esta brincando com as outras crianças?
— Quis vir pensar um pouquinho – Sorri para Regina e a encarando. Ela tinha olhos verdes intenso iguais de Emma.
— Então vamos pensar um pouquinho juntas, o que acha? – A menina abre um sorriso enorme, adorando a ideia e elas ficam olhando, cada um com seu pensamento. Regina encarava sua loira brincando com as outras crianças e a garotinha alternava em olhar por ali e para o céu. Depois de um tempinho a menina encostou a cabeça no braço de Regina que dá um largo sorriso e começa a fazer carinho na cabecinha da menina deixando sues deslizar por seu cabelos, que não se acanha com o gesto da morena e deita a cabeça no colo de Regina.
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