Cotidiano de um casal feliz.

48 Capítulo 48 - Salvamento


Notas iniciais
Voltei :)

— Então como foi lá com Zelena? – Pergunta Emma fazendo carinho nos braços de Regina que esta já devidamente vestida e sentada em seu colo.
— Foi... – Regina faz uma pausa buscando pela palavra certa – inesperado. – Finaliza e Emma arqueia sobrancelha.
— Inesperado bom?
— Ainda não sei... Ela quer... – Fala se levantando e Emma acompanha e elas ficam frente a frente e Regina segura a respiração e fala – Ela quer que eu seja sua sucessora na prefeitura. – Fala Regina por fim e rápido e soltando o ar e fechando os olhos esperando pela reação de Emma.

— Amor – Fala a loira a segurando pelos braços – Abre os olhos sua boba – Fala sorrindo e Regina faz. – Eu adorei a ideia. E tenho certeza que você seria a melhor prefeita que essa cidade já teve ou terá.
— Mesmo? – Pergunta a morena meio insegura – Você não acha isso loucura? Quer dizer, eu nunca me envolvi com política na vida e o povo da cidade nem me conhece, e eu nem saberia por onde começar e se daria conta e se eu fracassar amor? – Emma a olhava sorrindo o jeitinho nervoso de Regina falar, ela ia gesticulando e andando de um lado pra o outro e Emma apenas acompanhava com os olhos. – Pensa amor, eu teria que cuidar da educação, da saúde, do transporte, da segurança dessa cidade inteira. Eu não poderia desamparar ninguém e.... – E para bruscamente olhando Emma sorrindo – Qual a graça Swan? Eu estou aqui deseperada e você fica rindo da minha cara isso é engraçado para você ou .... – Emma balança a cabeça sorri e a puxa a abraçando bem apertado.
— Ei se acalma meu amor – Beija o topo da cabeça dela. E ela faz um sonzinho de choro e manha e se aconchega mais ao corpo da loira. – Primeiro me diz o que Zelana te falou exatamente.

Regina então começou a explicar detalhadamente a loira tudo que Zelena havia lhe proposto e explicado. A proposta consistia em Regina ser a sucessora de Zelena. Como o mandado de Zelena estava para acabar ela poderia se candidatar ou lançar alguém para ser sua sucessora. Ela explicou que levaria Regina em todos os lugares da cidade como escola, hospital, o porto de navegações que tinha algumas transportadoras e fornecedoras da cidade, o parque central, o orfanato e a delegacia. Mostraria tudo a ela e explicaria como funciona tudo e derivados setores que ela cuidaria. Explicou também, que como ela é uma prefeita interina de Mary Margaret, a atual prefeita afastada devido a recém-maternidade ela provavelmente iria querer ser reeleita e ela tinha certa popularidade na cidade, mas que Regina não precisava se preocupar que ela financiaria a campanha de Regina juntamente com seu partido e que ela tinha alguns aliados que ajudariam no patrocínio

— Então o que acha? – Pergunta Regina meio apreensiva, já que Emma ficou quieta e prestando atenção durante toda a explicação.
— Eu acho que você deveria ao menos tentar Regina – Fala Emma encarando seriamente –Vá com Zelena fazer as visitas que ela lhe propôs e se durante esse tempo você não se sentir confortável com a situação...
— Confortável Swan? – Interrompe Regina a encarando.
— Sim confortável Rê, afinal, competente sabemos que você é. – Regina faz uma carinha que dizia que não estava muito certa disso e Emma continua. – Você é independente, responsável e sempre leva o trabalho a sério, além do que você é muito amável. – Regina sorri meio de lado com o elogio – Tudo que uma pessoa de sucesso precisa ter imagina um político? – Sorri e beija o rosto dela com carinho. – Eu acho que você deveria fazer isso, e se no fim de tudo você não achar nada que lhe impulsione, você fica apenas trabalhando lá mesmo, como Zelena lhe propôs.
— Acho que você está certa amor, eu vou aceitar ir conhecer Storybrooke primeiro e como funciona a burocracia disso tudo. – Emma sorri para ela, que sorri de volta.
— Mas o mais importante disso tudo – Fala Emma pegando nas mão de Regina e fazendo carinho com o polegar – É que eu te apoio incondicionalmente e estarei ao seu lado pra qualquer decisão que você tomar, eu acredito no seu potencial meu amor.
— Amor – Fala Regina com os olhos lacrimejados e abraça sua loira – Obrigada por ser assim, desse jeitinho tão perfeito para mim.

Elas ficam mais um tempinho abraçadas, conversando e Emma leva a morna até a entrada da delegacia e abre a porta do carro da morena para ela entrar como sempre faz e fica debruçada na janela do carro.

— Tchau amor – Regina dá um selinho em Emma.
— Tchau Linda – Sorri – E me faça mais visitas como essas – Sorri maliciosamente.
— Não tenha dúvidas que farei Swan – Sorri de volta e dá um último selinho na loira e parte com o carro e Emma entra para delegacia ainda suspirando.

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Regina então seguiu para o Granny ela tinha marcado com seu pai de eles marcado pela manhã de eles almoçarem lá. O senhor Mills disse que precisava conversar com Regina sobre alguns assuntos sérios e como os meninos estavam na escola e Cora e Killian tinham saído, preferiu encontrar com seu pai lá mesmo.

Ela chegou um pouquinho antes do combinado e provavelmente seu pai ainda não teria chego a lanchonete. Ela desceu do carro e olhou na direção da entrada da lanchonete a fim de ver se o carro de seu pai estava por lá e viu uma mulher não muito alta mexendo na bolsa com certo nervosismo e ao lado dela tinha um carrinho de bebê.

Regina olhou a volta e não encontrou o carro de seu pai, ela já ia se preparando para ir a entrada da lanchonete quando ela percebe que o carrinho de bebê começou a descer sozinho a calçada e ir em direção a rua e a mulher não perceber. Ela em um reflexo gritou avisando a mulher.

— Cuidado seu bebê!

E a morena então se virou e arregalou os olhos em ver o carrinho descendo rapidamente, tentou correr, mas acabara tropeçando e caindo e quando elas olharam e direção a rua tinha um carro vindo em direção ao carrinho restando a mulher apenas gritar por socorro.

— Por favor, salve meu bebê!

Então Regina nem pensou e saiu correndo em direção ao carrinho a todo gás, e o mais rápido que pode, e quando estava quase alcançando, percebeu que o carro estava cada vez mais perto, e ela então sentiu que suas mãos relaram na parte de empurra o carrinho e sem nem pensar direito, sai empurrando da forma que pode e desajeitadamente o carrinho sem nem o menos olhar para os lados. E assim que percebeu que não tinha mais lugar para ir, pois já estava na calçada do outro lado da rua, ela parou de correr.

Se inclinou para pegar o bebê e vê se estava tudo bem, e respirou fundo e aliviada ao ver que o bebezinho estava sorrindo lindamente para ela, e involuntariamente ela abre um sorrisão para o garotinho.

— Oh, meu Deus. Muito obrigada! – Fala a mulher quase sem ar e estendendo as mãos para abraçar seu garotinho – Você salvou a nossa vida – Fala ela já abraçado ao seu filho o apertando e o beijando por todo o rostinho angelical do bebezinho e sorri gentilmente para Regina que apenas sorri de volta para ela. – Me chamo Mary Margaret – Fala estendendo as mãos para Regina sorrindo simpaticamente.
— Regina Mills – Aceita o aperto de mão.
— Eu não sei como lhe agradecer – Fala sorrindo e soltando das mãos da morena.
— Não se preocupe com isso.

— Oh, por favor me deixe ao menos lhe pagar alguma bebida em agradecimento – Regina já ia protestar e ela fala – Não adianta, não aceito um não como resposta. Regina sorri e acena positivamente com a cabeça.
— Tudo bem. Aceito um suco. – Fala Mills empurrando o carrinho de volta e elas atravessam a rua se direcionam a lanchonete.

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Regina e Mary sentaram-se em uma mesa enquanto aguardavam os pedidos de suas bebidas chegarem. Regina se ofereceu para pegar o garotinho que sorria abertamente para ela, a encanto a cada segundo. O bebê era loirinho de olhos claro e claro Regina não poderia para de imaginar como seria um bebê com sua linda xerife loira, já que o bebê tinha alguns terraços parecidos com sua namorada.

— Vejo que gosta de criança – Fala Mary sorrindo ao ver a interação dos dois.
—Oh sim, eu adoro – Fala Regina sorrindo abertamente – Sinto falta do meu filho quando pequeninho.
— Imaginei que tivesse pelo menos um filho mesmo – Fala Mary e Regina encara sorrindo meio de lado.
— Tenho sim, mas eu não o peguei ele nessa fase de bebezinho. – Mary faz cara de confusa e Regina explica. – Eu o adotei, eu o achei um dia quando andava pelas ruas de Nova Iorque e desde que o vi foi amor a primeira vista – Sorri com os olhos brilhando – Ele já tinha uns 2 aninhos, cabelinhos encaracolados, furinhos na bochecha e quando me viu eu sorri para ele e dei um tchauzinho e ele mais que depressa correu e abraçou minha pernas, ali eu senti que nunca mais o soltaria.
— Nossa – Fala May com os olhos marejados – Que história linda de vocês.
— Obrigada – Fala Regina meio tímida e brincando com a mãozinha do pequeno Neal, assim apresentará Mary ela.
— Eu nunca há vi por aqui antes. Vocês se mudaram há pouco tempo, certo?
— Oh sim, tem duas semana mais ou menos. – Sorri Regina para ela.
— Bom seja bem vida a cidade e espero que esteja gostando. – Fala Mary pegando o pequeno Neal do colo dela que começou a chorar – Agora eu preciso ir, porque esse pequeno esta com soninho já. Desculpe-me, sair assim.
— Não se preocupe, Mary. Está tudo bem – Sorri gentilmente a mulher – Estou esperando por uma pessoa.
— Nesse caso tudo bem. – Levanta Mary e Regina também se levanta. Mary a abraça amigavelmente, Mills retribui, mesmo achando estranho, mas pensou ser costume das pessoas daquela cidade.

Elas se despediram e trocam telefones, pois Mary disse que queria encontrar com sua salvadora outras vezes e queria conhecer seu filho e saiu da lanchonete e logo em seguida chegou o senhor Henry Mills, com seu sorriso doce e amável como sempre.

— Querida – Fala o senhor beijando sua filha – Desculpa o atraso, tive uma ligação importante antes de sair.
— Tudo bem, papai. Eu estava acompanhada – Ela ponta o lugar vago a sua frente – Senta-se! – Ele se senta e se encaram até ela quebrar o silêncio – Então o que o senhor tem de tão importante para me contar? – E perguntar isso ela percebe seu pai engolir a seco, suar e ficar um tanto quanto tenso e ela logo se agita, ainda mais em ver ele em silêncio e fugindo de encara-la – Okay papai eu lhe conheço e sei que vem bomba por ai... então, fala logo. – Ele continua em silêncio e enfim a encara.

Notas finais
Quase finalizando o próximo, logo eu volto. Até mais...