Cotidiano de um casal feliz.
3 Capítulo 3 – Os Mills x Os Swan’s
Notas iniciais
Capítulo 3.
Os Mills x Os Swan’s
Henry e Emma Swan X Roland e Regina Mills – POV autora.
— Henry, Tudo bem? – Pergunta Rose abraçando Henry e com um sorriso enorme no rosto.
— Oi, Rose. Tudo sim e por esse entusiasmo todo acredito que deu tudo certo ontem?
— Estou maravilhosamente bem. Sim Henry deu tudo certo. Graças a você eu arrasei ontem. Você tinha que ter visto gatinho, teve uma fase que eu matei sem nem usar muitos dos meus poderes.
— Essa é minha garota. – Diz Henry tocando a mão de Rose no ar, em uma espécie de hive five.
— Hã hã – Nessa hora Emma limpa a garganta estourando a bolha que envolvia apenas Henry e Rose Bell’s a funcionária da Mills Coffe´s, mostrando que também estava no local.
— Ah, claro! Oi Emma. Desculpa, mas é que eu precisava contar a Henry que as horas que ele passou me ensinando todos aqueles jogos valeram a pena. Eu estava desesperada para aprender. O filho de minha chefinha até tentou me ensinar, mas ele não tem tanta paciência como Henry tem. – Diz Rose dando um rápido abraço em Emma e já voltando a dar os braços para Henry direcionando a uma mesa para que eles possam sentar.
— E eu posso saber o por quê? Por que precisava tão desesperadamente aprender a jogar? – Questiona Emma erguendo uma sobrancelha e com sorriso contido nos lábios. Sabendo que provavelmente envolvia alguma maluquice porque já sabia que Rose, era quase uma criança Jovem que parecia que ainda não havia abandonado a adolescência. Não que Emma fosse o exemplo de maturidade, mas Rose sempre estava metida na mais inimagináveis situações.
— Então, Emma eu conheci um gato mês passado e estamos nos dando muito bem. Mas, ele tem dois filhos que são uns pentelhos. Não sei por que as crianças não são todas assim como Henry. – Hey, eu não sou criança. – Diz Henry como uma cara emburrada e ofendida fazendo Emma e Rose rirem. – Eu já tenho 14 anos, estou quase, quase saindo da adolescência. – Diz orgulhoso.
— Okay gatinho, você tem razão. – Fala Rose, dando um beijinho no rosto de Henry, deixando o mesmo com as bochechas vermelhas. – Nisso ele olha pra sua mãe que esta rindo da cara do filho que esta balançando a cabeça em negação por saber que seu filho tem uma quedinha pela pequena lourinha de olhos verdes. Henry a encara com uma cara de quem diz: qual é a graça? E Emma dá de ombros como se dissesse: Eu não disse nada. –... Mas, como eu ia dizendo, aqueles filhos dele são um terremoto, um desastre ambulante, sério Emminha, eles não são gente não. – Emma ri do exagero da lourinha, e faz um sinal com a mão pra que ela prossiga.
—Então, ele me convidou para viajar com ele para uma casa fantástica da família que fica no campo, uma loucura de lugar. – diz com os olhinhos brilhando – Mas, parece que o pacote é completo. – Emma faz cara de confusão e Rose explica. – Pois é, a viajem é eu, ele e inclui as malas dos filhos dele que irão junto. – fala com cara desanimada. – E parece que toda época desse ano eles viajam, e eles são viciados em vídeo games e todas essas coisa de menino nerd, sem ofensas Henry... – Henry apenas revira os olhos –... E eles me desafiaram dizendo que se eu jogasse bem eles me deixariam sair com o pai deles sem objeções, por isso tive que fazer uma noite de campeonato com um bando de adolescentes amigos de minha prima metida a “rebelde” – diz fazendo aspas na palavra rebelde – ...de 16 anos, para estar treinada e preparada para o campeonato com os adoráveis e prodígios adolescente que vão me testar pra saber se sou digna da honra de seu indefeso pai. – termina com uma cara desanimo enfiando as mãos no rosto.
— Uau. – Emma diz apenas isso. Enquanto mexia em seu celular e nem dando mais atenção ao que Rose dizia. Emma tinha essa pequena dificuldade de ficar prestando atenção muito tempo no que as pessoas diziam, sua mente vagava em mundos paralelos com muita facilidade. Seu chefe quase sempre tinha que dar uns gritos, falando para ela voltar a terra. Uma vez em uma reunião sobre uma operação ela não prestou atenção ao que lhe diziam, e acabou chegando ao local errado porque não prestou a atenção quando seu chefe diz que o local de encontro havia mudado. E justo nesse dia estavam preparando uma festa surpresa para ela, devido seu aniversário. Resumindo tiveram que contar da festa surpresa para ela ter que ir para o local certo. Ela chegou toda feliz e todos bravos, pois a surpresa não havia dado certo, mas assim que viram a loura rindo feito uma criança que acabara de ganhar um pirulito gigante e dizendo que ninguém havia feito uma coisa dessas por ela, todos se derreteram e acabaram rindo da situação. Seu chefe a abraçou e disse que só não a dispensava, pois mesmo com sua dificuldade em ouvir as pessoas, ela é a melhor policial do departamento, que seu esforço era admirável, arrancando uma tímida lágrima da loura.
– Emma? – chamava Rose – Está me ouvindo?
— Hã... Claro! Adolescentes são assim mesmo. – Nessa hora Henry e Rose caiem na gargalhada e ela fecha a cara.
— Qual a graça? – Pergunta com a cara ainda fechada.
— Emma, nós já mudamos de assunto faz tempo.
— Emma ignora essa parte. – Mas então quando poderei fazer meu pedido, eu e Henry temos que estar no colégio em menos de 20 minutos.
— Sim claro o que vão querer? – Pergunta Rose trocando olhares com o Henry que sorri balançando a cabeça, sabendo da desatenção de sua mãe.
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— Henry, eae?
— Eae, Roland, tranquilo cara? – Pergunta Henry fazendo uma espécie de toquinho nas mãos de Roland. – Emma levanta o rosto e observa o garoto que esta em pé ao lado da mesa, um garoto de cabelos meio enrolados castanhos escuros, um pouco mais baixo que Henry com apenas uma alça da mochila nas costas.
— Cara eu me esqueci de sua revista do X-mem. Sai correndo de casa e me esqueci, foi mals ó... – Diz Roland batendo a mão na cabeça, como sinal de seu esquecimento.
— Relaxa depois você me devolve. Senta ai com a gente. – Fala Henry apontando para o seu lado no banco em que estava sentado.
— Sento se me disser quem é essa loura tão linda que esta com você. – Fala Roland com um tom galante e descontraído.
— Cara, para! – Fala Henry com uma cara de bravo. – Essa é minha mãe.
— Óh sim. – Diz Roland se sentando. – Prazer senhora Swan!
Quando Emma ia abrir a boca para responder ela vê uma morena parada a sua frente e colocando as mãos no ombro do garoto de cabelos castanhos que estava sorrindo e mostrando suas covinhas nesse momento, e parece que perde as palavras, o ar, o sentido, a direção e tudo que mais se possa perder de senso de direcionamento. Ela acaba de ver a criatura mais bonita que já vira na vida. Vestida tão elegantemente e com uma postura de rainha que Emma até teve vontade de parar o tempo e sair de fininho, trocar de roupa e se arrumar dignamente daquela mulher e depois voltar.
— Mãe? – Chama Henry estalando os dedos. – Mãe, foco.
— Ela tem algum tipo de problema? – Pergunta Roland baixinho, mas dando pra todos escutarem, pelo menos aos que prestavam atenção ao que ele dizia sem pensar antes de falar. Henry o olha com uma cara de zangado e o empurra pelo o ombro.
– Não, cara. Ela só meio... – gesticula procurando a palavra adequada para descrever a mãe. – meio distraída.
— Óh sim. – Fala Roland em sinal de entendimento.
— Mãe... – Chama Roland. – Esse é o Henry Swan, meu amigo. – Fala apontando para Henry. – Ele quem vai todos os dias para o colégio comigo. Você sempre diz que quer conhece-lo. – Fala Roland agora olhando para sua mãe. Que agora esta olhando sem desviar os olhos para a mãe de Henry.
— Cara, você tem certeza que o que sua mãe tem não é contagioso? Porque claramente minha mãe pegou. – Pergunta Roland para Henry e olhando de Regina para Emma, e Henry fazendo o mesmo sem entender o que estava havendo ali.
Regina não desviava o olhar de Emma, pensando que ainda estava dormindo e estava sonhando com um anjo, alias um não, uma linda anjinha com cachos louro, os olhos mais verdes que já vira, e com umas pintinhas tão adoráveis no nariz que a deixava tão fofa que dava vontade de ficar apertando sua bochechas como se faz com aqueles bebês fofos e gorduchos.
— Mãe!!! – Grita Henry e Roland ao mesmo tempo.
— O que foi garoto? – O que foi filho? – Grita as duas mesmo tempo saindo de seu transe e com sorrisos sem graça nos lábios e com as bochechas coradas e um sinal claro de vergonha.
— Vocês duas estava com cara de patetas, ai paralisadas olhando uma para a outra. – Diz Henry rindo.
– É parecia que tinha tido algum tipo de mini derrame ou algo assim. – Diz Roland se juntando nas risadas com Henry.
— Olá, eu sou Emma Swan, mãe do Henry. – Fala Emma se levantando e estendendo a mãe para Regina. Regina prontamente aceita o aperto de mãos de Emma e aperta sentindo as mãos macias de Emma. “Agora é certeza, eu morri e tô no céu. Não é possível alguém ter mãos tão macias e quentinhas assim. Seria pedir muito segurar as mãos dela pra sempre? Mas, que droga eu tô dizendo? Claramente a morte me deixou louca. Só pode ser isso, ou seja, a morte não me cai bem. — Nessa hora dá um meio sorriso com seu próprio pensamento. – Regina você não está morta para de pensar essas coisas. Claramente maluca, mas não morta. Espera! O que esta havendo comigo?” — Pensa Regina e dá mais uma risada, só que essa meio sem graça para Emma, claramente envergonhada com seus próprios pensamentos.
— Prazer Senhorita Swan! Eu sou a mãe desse pequeno terremoto aqui, me chamo Regina Mills.
— Não sou terremoto coisa alguma. Sou um excelente filho isso sim. – Fala Roland passando a face de ofendido a convencido conforme ia proferindo a frase.
— O prazer é todo meu! Já tomou café? – Pergunta Emma sem desviar olhar de dentro dos olhos de Regina, que fazia o mesmo, mas com um sorriso tímido a deixando ainda mais, se é que é possível linda. “Oh, meu Deus! Que cicatriz é essa? É a imperfeição mais perfeita e sexy que já vi na vida! E que voz, e que risada e essa mão, como pode ser tão macia e delicada assim? Óh, meu Deus! Gente eu não tô bem. Sério, Vou desmaiar! ” – Pensa Emma.
— Ainda não. Roland e eu viemos para cá justamente para isso. – Diz o obvio.
— Ah, claro. – Diz Emma batendo a mão na cabeça, como se tivesse falado a coisa, mas estupidada do mundo. – Regina sorri achando a confusão da mulher a coisa mais adorável do mundo. – Vocês, não gostariam de se sentar conosco? – Quando Emma iria gesticular mostrando o lugar vago para ela se sentar, elas percebem que ainda estão segurando as mãos e solta um pouco envergonhadas. – “Ah, não! Volta aqui mãozinha sua linda, não me abandona não.” — Pensa Emma. – “Não queria soltar, droga!”— Pensa Regina.
— Bom, é só minha mãe sentar... – Diz Roland interrompendo as tirando de seus pensamentos. Nisso Regina vai se sentando como se fosse algum tipo de rainha, com os gestos todos comedidos. Mas, com coração disparado por estar se sentando ao lado de Emma. –... Afinal eu estou aqui há quase 10 minutos esperando você pararem, de fazer seja lá o que for isso – Fala apontando para as duas. – Para irmos para o colégio porque se vocês continuarem assim, vamos nos atrasar. – Termina Roland, fazendo Regina que havia acabado de se sentar dar um pulo.
— Ah, meu Deus Roland estamos atrasados. Vamos! – Diz puxando Roland pelo braço ainda de costa para a entrada.
— Foi um prazer conhece-los Senhorita Swan a você também Henry! Mas, temos de ir estamos atrasados, até mais tarde, quer dizer até a próxima ou enfim... – Fala a última frase alta e já vai saindo porta a fora.
— Emma continua olhando pra porta com um sorriso enorme nos lábios. – Mãe, não querendo cortar seu clima com a mãe do meu amigo. – Diz mãe do meu amigo com bastante ênfase. Para deixar claro que estava meio sem entender o que houve ali. – Mas, acho que estamos atrasados para a apresentação do colégio.
— Garoto! – Grita Emma se levantando. – Não fique ai sentado, vamos logo, que já estamos atrasados. – Henry vai se levantando revirando os olhos e pegando sua mochila. Ela deixa o dinheiro em cima da mesa e vai saindo porta a fora com Henry. – Espera! – Ela diz parando bruscamente assim que sai porta fora fazendo Henry bater a cabeça em suas costas. – Ai mãe, não pare assim. – Fala Henry colocando a mão na cabeça. – Aquela, era Regina Mills? A Dona do Mills Coffe’s? – Henry, mas uma vez revira os olhos. – Sabe Senhorita Swan – Fala essa última frase com se estive com a bolsa e o casaco nos braços e com as costas ereta imitando a pose de Regina. – Seu raciocínio me comove. – Vamos! – Entraram no carro, Emma com uma cara de pateta pensativa e Henry ouvindo música e rindo da cara da mãe e partem rumo ao colégio.
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