Cotidiano de um casal feliz.
4 Capítulo 4 – O dia do Orgulho dos filhos. [Parte 1]
Notas iniciais
Capítulo 4.
O dia do Orgulho dos filhos.
[Parte 1]
— Emma para o carro bruscamente em frente ao colégio ao ver o porteiro fechando o portão. – Droga. Corre garoto, corre! – Diz Emma saindo do carro toda esbaforida. Henry a obedece, na hora que o porteiro quase termina de fechar o portão eles passam. O porteiro para o portão e olha com uma cara de zangado para eles, por ter quase acertado o enorme portão em ambos.
— Ops! – Diz Emma dando um sorriso sapeca pegando na mão de Henry e andando em direção aos corredores do colégio.
— Mãe me solta! – Diz Henry puxando sua mão da mão de Emma. – Quer que me vejam assim? Vão pensar o que? – Fala olhando para os lados.
— Qual é garoto? Se te virem comigo vão pensar que sou uma irmã sua. Alias seus amigos nunca acham que sou sua mãe. – fala rindo.
— Exatamente. Toda vez ficam falando que você é bonita, que tenho sorte de ter uma mãe linda como você. Que se você fosse mãe deles, te levariam a todo lugar e coisas que não veem ao caso agora. – Fala Henry meio emburrado e com os punhos cerrados. – Emma ia responder e ele diz: – Chegamos. – Parando em frente à porta de uma das salas do corredor onde estava escrito ANFITEATRO. – E atrasados para variar.
— Emma dá uma leve batidinha na porta. Bom na primeira vez, e depois do que em sua cabeça pareceram ser séculos esperando e ninguém responder, ela bate outra vez, mas dessa vez um pouquinho mais forte do que deveria e intencionava, parecia mais que esta fazendo uma batida policial.
– O que pensa que esta fazendo mãe? Uma batida policial? – Exaspera Henry constrangido e logo sendo interrompido pela porta sendo aberta por uma de suas professoras.
— Olá! Parece que a policia de Nova Iorque chegou com estilo essa manhã fazendo logo uma de suas famosas batidas policiais. – Diz a professora que tem o sobrenome de Branca e todos a chamam assim. – Mas fique tranquila oficial Swan que aqui só tem pessoas inocentes perante a lei até que provem o contrário. – Fala rindo com se tivesse dito a coisa mais engraçada do mundo. – Entrem! – Emma da uma risadinha meio constrangida com uma carinha de quem diz: “Foi mal” e Henry vermelho como um tomate.
— Com licença. – Responde já entrando na sala. Mas, assim que vai entrando esbarra em um globo terrestre que tem na entrada, fazendo-o cair. Ela tenta o pegar no ar, mas sem sucesso. Assim que o objeto bate no chão faz um barulhão fazendo com que todos parassem o que estava fazendo e olhasse para onde estava vindo barulho.
– Na mesma hora que Henry vê sua mãe estava esbarrando no objeto e encontrava-se numa tentativa falha de pegar o objeto no ar, foi andando de mansinho pela lateral da sala e sentando em uma cadeira no fim da sala. – Com licença! – Pede baixinho se sentando em seguida.
— Emma olha para todos sem graça e vê todos a olhando com uma cara de desaprovação e trata logo de fazer uma pose com as mãos na cintura olhando para o objeto caído todo espatifado como se fossem cacos de vidros coloridos no chão balançando a cabeça em negativa e fala: – Agora vejam só, imaginem se é um de nossos filhos que esbarra e pisa sem querer e se machuca com isso não é mesmo? – Imediatamente todos os pais olham para a professora esperando uma explicação. A mesma olha com uma cara de desaprovação para Emma, e com cara de culpada para os pais.
— Eu... – gagueja. – Bem eu não havia pensado nisso. Desculpem-me. – Diz falando baixo e pensativa. Pois também ficou imaginando se fosse um dos alunos realmente eles poderiam ter se machucado. – Mas acredito que isso não aconteceria, alias nunca aconteceu até hoje. – Diz voltando com olhar de acusação para Emma.
— Emma a encara e diz: – Então você tem cem por cento de certeza que isso jamais aconteceria por aqui? E que se acontecer não machucaria um de nossos filhos? E que esse machucado não infeccionaria causando mais dores e febres? A senhora sabe como agir se assim acontecer? Porque a senhora teria de estar preparada para ajudar o que se machucou ao mesmo tempo em que tem que evitar que acontece um tumulto com os ficarem apavorado vendo o amigo machucado e saírem correndo para ajudá-lo, não é mesmo? – Emma bombardeia a pobre professora de perguntas uma após a outra, quase não dando tempo da professora respirar.
— Bem... ér... Eu não sei. – Responde a professora balançando a cabeça tentando achar uma solução com cara de pânico sem saber o que responder ou pensar.
— Viu, por isso devemos estar sempre em alerta. – Diz Emma prendendo a atenção de todos. – É o que nós policiais fazemos, estamos sempre salvando a vida de vocês. Agora senhorita Branca, você já sabe. Adolescentes são imprevisíveis. – diz com uma cara de como se tudo na sua entrada na sala até o momento fora milimetricamente calculado. – Bom isso foi apenas um pequeno ponto de observação que nós temos de adquirir ao decorrer da carreira para ajudar a população da melhor maneira. – Fala agora colocando as mãos em sua cintura com uma espécie de pose de Batmam ou Super-Homem. – Bom, agora vou me sentar, pode dar continuidade a apresentação. – Todos batem palma e Emma balança a cabeça em um aceno de agradecimento e vai saindo pela lateral da sala. Enquanto a professora Branca a agradece.
— Obrigada, Oficial Swan! – Diz com uma cara confusa tentando entender como começou com Emma atrapalhando sua a apresentação e acabado com ela sendo repreendida e a errada da história toda.
Emma levanta o olhar como se tivesse uma super visão de Raio-X varrendo o lugar todo a procura de um lugar para se sentar. A sala era inclinada estilo a teatro mesmo, e estava um tanto escura para apresentação. Conforme ela ia subindo e vai chegando próximo às últimas fileiras, vê algo que a faz abrir o maior sorriso do mundo. Regina sentada em uma pose de rainha, toda elegante com a bolsa e o casaco no colo, a olhando também com o maior sorriso do mundo para ela que de imediato decide se sentar perto da morena, que pra sua sorte, ou de ambas, havia dois lugares vagos um de cada lado de Regina.
– Com licença? – Um passo para o lado. – Obrigada! – mais um passo. – Vai dizendo passando pelas pessoas que estavam sentadas na fileira de cadeiras em que ela ia passando até alcançar o lugar ao lado da morena. – Só mais essa licencinha aqui colega... – Pronto, cheguei. – Diz por fim ficando ao lado de Regina.
– Ér... Então, será... Que... – Gagueja uma Emma envergonhada. – “Ótimo Swan continue assim que ela vai constatar o óbvio de que você é claramente uma desengonçada e que fala como uma foca.”— Limpa a garganta e diz mais convicta dessa vez. – Posso me sentar aqui com você? – “Isso garota”— Ou você está esperando alguém? – “Claro que deve ter quem deixaria ela se sentar sozinha em sã consciência?”— Eu posso me sentar em outr... –
— Não, ninguém está aqui. Sente-se, por favor! – Diz Regina de prontidão sem deixar Emma terminar de perguntar e dando um largo sorriso e mostrando o banco que estava vago ao seu lado. – “Isso Regina, porque não grita logo pra todos ouvirem o quão desesperadamente você quer que ela sente-se ao seu lado?” — Emma também sorri largamente e se senta ao lado de Regina pensando que não queria que aquela apresentação acabasse tão cedo, só para poder ficar ali sentindo aquele cheiro maravilhoso que vinha da morena, algo parecido com frutas frescas. Emma fecha os olhos para inalar o cheiro da morena e decorar o agradável aroma da mulher. Pensando que não queria que aquela apresentação acabasse tão cedo, só para poder ficar ali sentindo aquele cheiro maravilhoso que vinha da morena. –“Sorte de quem fica perto dessa mulher todos os dias. Aposto que não tem mulher mais cheirosa que ela nessa cidade. Em falar em sorte de ficarem todos os dias com ela. Será que ela é casada? E se ela tem um marido? Oh, meu Deus como não pensei nisso antes?”— Diz Emma a si mesma em pensamentos e sentindo-se desanimada e fazendo uma careta.
— Você esta se sentindo bem? – Pergunta Regina com uma cara de preocupada ao ver Emma de olho fechados fazendo uma espécie de careta, nisso assustando Swan e a deixando constrangida por ser pega no flagra.
— Hã? Ér... – Swan limpa a garganta. – Estou sim, não se preocupe. – Sorri meio envergonhada. – “Isso, parabéns. Continue assim Swan, você esta indo super bem.”— Pensa Emma ironizando a si mesma e dando uma ultima olhada para Regina que também retribui o olhar e fazendo ambas sorrirem meio de lado uma para outra antes de olharem para frente pra tentar prestar atenção ao que estavam dizendo as pessoas lá na frente. – “Que criatura mais adorável... É um tanto atrapalhada, mas atrapalhadamente adorável.” – Pensa por fim Regina ainda sorrindo e voltando sua atenção para frente.
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