Cosa Nostra

34 2ª Temporada - Capitulo 5: De volta a realidade


Notas iniciais
Boa leitura e nos vemos embaixo como sempre galera!!!!

Devagar, eu passei o braço pela sua cintura com medo que ela me rejeitasse. Eu sequer conseguia abrir os olhos. Eu só queria estar ali, nem que ela não dissesse nada.

O sono começou a chegar e eu fui ficando mais mole do que já estava. Isabella deitou em meu peito. Ela parecia tranquila, mas eu ainda tinha incógnitas na minha cabeça.

Eu estava quase dormindo quando escutei.

– Por você. – ela sussurrou – Eu entrei nessa por você.

Eu tinha dormindo... ou melhor, desmaiado. Há tempos eu não dormia tão bem como naquela noite.

Mesmo ainda meio inconsciente pelo sono, eu tinha plena ciência do corpo de Isabella junto ao meu. Ela se remexeu e resmungou alguma coisa, enquanto se encaixava ainda mais no meu corpo.

Suas pernas estavam enroladas nas minhas... seu braço passava pela minha barriga e seu rosto descansava tranquilamente em meu peito, enquanto eu a segurava pela cintura.

A noite de ontem tinha sido maravilhosa. Como eu sentia falta dessa mulher! E agora era como se nada tivesse acontecido, Isabella parecia até outra pessoa.

Eu realmente comecei a acreditar novamente que eu e Isabella tínhamos alguma esperança. Afinal, eu ainda me lembrava das últimas palavras dela antes de dormir. Ela estava nessa por mim... por mim!

Sorri largamente, ainda com os olhos fechados. Sim. Tínhamos uma chance de nos acertar. Eu a amava e sabia que ela sentia alguma coisa por mim.

Eu faria de tudo para ela me perdoar. Sei que eu tinha sido um filho da puta, mas eu estava disposto a fazer qualquer coisa por ela. Por nós. Eu não conseguia mais viver sem ela... e nem queria.

De longe, escutei um telefone começar a tocar. Mesmo sem querer, eu abri meus olhos, me acostumando com a claridade.

Percebi que Isabella havia acordado assustada com o toque do telefone. Ela se remexeu incomodada na cama e eu a encarei.

- Dá para me soltar, Cullen? – ela me perguntou com a voz de quem acabou de acordar e já sem nenhum traço de paciência na voz.

Eu não disse nada, apenas a soltei. Rapidamente, e sem se preocupar com sua nudez, ela se levantou da cama e atendeu ao seu celular.

Eu me sentei na cama e fiquei a observando. Ela estava de costas para mim, com uma mão na cintura enquanto segurava o celular com a outra. Eu sorri feito um bobo para aquela visão.

- Swan. – ela disse ainda com a voz sonolenta e irritada.

Ela esperou alguns segundos e disse:

- Ótimo. Era exatamente isso que estávamos esperando.

Ela se sentou na cama, do meu lado, ainda de costas para mim. Ela realmente não parecia estar nem um pouco constrangida pela sua nudeza.

Sem me conter, eu passei a mão pelas suas costas. Foi quando ela se virou e me olhou com raiva. Rapidamente, com a mão livre, ela segurou a minha mão e torceu meu dedo anular, sem largar o celular. Instintivamente, eu dei um grunhido de dor.

- Ninguém, Jasper. – ela disse ao telefone – Continue.

Ela falava tranquilamente ao telefone enquanto torcia ainda mais meu dedo. Eu já nem escutava sua conversa com Jasper.

Eu só fiquei parado, sem, sequer, respirar. E só então ela parou de torcer, mas continuou me segurando com força. Droga de mulher!

- Não, nós ainda estamos no hotel. – ela disse ao telefone.

Eu me mexi, incomodado e foi o suficiente para ela torcer um pouco meu dedo. Merda! Ela ia quebrar o meu dedo. Eu grunhi de dor e ela me deu um olhar mortal, silenciosamente me mandando calar a boca.

Filha de uma... argh.. a dor parecia ainda pior agora.

- Estamos a caminho. Chegaremos por volta de meio dia. Até logo. – ela desligou o celular, o jogando na cama.

Ela me olhou com raiva mais uma vez, mas soltou o meu dedo.

- Você é louca? – eu perguntei enquanto olhava minha mão machucada, rapidamente segurando meu dedo, que doía para caralho.

- Nunca mais ouse me tocar desse jeito. – ela me ameaçou se levantando bruscamente.

Como assim? Essa mulher era louca ou o que? Eu a encarei sério. Meu bom humor estava indo para o ralo... afinal, não havia bom humor no mundo que aguentasse mais de dois minutos ao lado dessa louca.

- Nunca mais te tocar? – eu repeti incrédulo – Pois não foi isso que pareceu ontem quando você literalmente me agarrou. – eu retruquei.

Ela apenas deu uma risada sarcástica.

- Eu estava bêbada e com tesão, Cullen. – ela disse acidamente – Se não fosse você, seria o primeiro pau que passasse pela minha frente.

As palavras dela me atingiram como um soco no estômago. Vadia filha de uma puta. Senti meu estomago embrulhar de raiva. Ela realmente tinha o poder de me tirar do sério. Me agarrava como uma louca e agora tinha esse surto bipolar.

- Eu só pensei que... argh... – eu falei mais para mim do que para ela e fechei meus olhos, passando as mãos pelo meu cabelo.

- Pois pensou errado. – ela disse friamente e eu abri os olhos – Agora se levante e se arrume rápido, Cullen. – ela falou indo em direção ao banheiro – Porque nós já estamos atrasados.

Ela entrou no banheiro e fechou a porta. Segundo depois, eu escutei o som do chuveiro sendo ligado.

Eu fiquei parado na cama, olhando para o nada. Que merda de mulher! Eu nunca sabia como agir com ela... era sempre um campo minado. Hora eu estava a salvo, hora estava pisando em uma mina. O que eu ia fazer com ela?

Eu arrumei minhas coisas rapidamente, mas não me vesti, apenas coloquei minha cueca, porque eu ainda ia tomar banho. Depois de tudo mais ou menos arrumado, eu liguei a televisão.

Estava passando um jornal qualquer. A repórter ruiva estava em frente à sede das Forças Especiais e havia uma foto de Don e Elizabeth ao fundo com as palavras “FUGITIVOS” escrito em vermelho.

... A Major Brandon, assessora de imprensa das Forças Especiais, fez um comunicado especial esta madrugada. Edward e Elizabeth Masen são procurados pelo sequestro de Carlisle e Esme Cullen...

Nesse momento, apareceu uma foto dos meus pais.

... Qualquer pista sobre o paradeiro deles deve ser reportada imediatamente às Forças Especiais pelo telefone 912. Eles são perigosos e estão armados...

- Ainda não está pronto, Cullen? – Isabella chegou do nada me assustando.

- Porra. – eu resmunguei sentindo meu coração acelerado – Não sabe andar fazendo barulho não, caralho?

Ela agora estava na minha frente, com uma calça jeans e uma blusa. Os cabelos molhados soltos. E mesmo com essa cara de brava, a maldita ainda era linda. Ela olhou para a televisão, pegou o controle na minha mão e a desligou.

- Não vamos perder mais tempo. – ela disse secamente – Eu quero estar no aeroporto em quinze minutos, Cullen. Anda logo.

Eu apenas assenti e fui para o banheiro. Algo me dizia que não era um bom dia para contrariar Isabella.

...

- Eu acho que você não entendeu. – Isabella disse raivosa e a atendente da companhia aérea se encolheu ainda mais na cadeira – Eu quero duas passagens para Topeka, no Kansas, e não aceito “não” como resposta.

Eu ainda não estava entendendo porque nós não voltaríamos para Nova Iorque, mas eu tinha a impressão que essa não seria uma boa hora de perguntar a Isabella.

- Mas... mas senhorita... o vôo está lotado. – a atendente ainda tentou argumentar – Eu não posso...

- Olha aqui, garota. – Isabella disse se apoiando no balcão ameaçadoramente – Eu sou a porra da general das Forças Especiais dos Estados Unidos. É uma questão de segurança nacional. Ou você me coloca na merda do avião ou eu te prendo por obstrução de investigação criminal.

Os olhos da atendente se encheram de lágrimas. Não falei que não era um bom dia para contrariar Isabella?

- Vamos! Rápido, sua lerda! Eu não tenho todo o tempo do mundo. – Isabella rosnou.

- Eu.. eu vou chamar meu supervisor. – a menina disse aos prantos.

Isabella bufou e revirou os olhos.

- Merda de companhia aérea. – ela resmungou enquanto a atendente chorona chamava seu supervisor pelo telefone.

Segundos depois, um homem moreno de uns 30 e poucos anos se aproximou de nós, sorrindo cordialmente.

- Bom dia, senhores. Meu nome é Andrew Green e eu...

- Quero duas passagens para Topeka agora. E eu estou pouco me fodendo se o voo está lotado. É questão de segurança nacional. – Isabella falou interrompendo o funcionário e já mostrando suas credenciais das Forças Especiais – Ou vocês me colocam na porra do vôo ou terei que prendê-los por obstrução, estamos entendidos, Sr. Green?

Ele deu um sorriso forçado, porque provavelmente a vontade dele era de estrangular Isabella. Mal ele sabia que já havia fila para isso.

- Claro, senhorita. Jamais atrapalharíamos uma investigação das Forças Especiais. – ele disse forçadamente polido e se virou para a atendente que até agora chorava – Anne, por favor, faça o check in dos dois para o próximo voo para Topeka e os encaminhe para a área VIP, como desculpas pelo inconveniente.

- Se... seus documentos.. por.. por favor. – ela disse gaguejando.

Isabella entregou sua carteira militar e eu fiz o mesmo. A atendente, tremendo de medo, finalmente fez nosso check in.

- Qualquer outro problema, por favor, me procure. E mais uma vez, nos desculpe pelo inconveniente, General – o funcionário se despediu prestando continência e saiu o mais rápido possível de perto de nós.

Fomos encaminhados para a sala de embarque VIP e minutos depois estávamos embarcando no avião.

Todos os funcionários da companhia aérea nos olhavam de rabo de olho... acho que a fama de Isabella já tinha se espalhado no aeroporto.

A viagem não podia ter sido pior. Não só pelo clima de enterro que se instaurou entre mim e Isabella, que insistia em me ignorar, mas também pela minha ansiedade.

Pelo pouco que eu havia entendido, Don havia dado as caras e nós estávamos indo atrás dele. Mas Isabella não me disse mais nada e falou que eu saberia de tudo quando chegássemos a Topeka.

Ainda na viagem, eu assisti a coletiva de imprensa que Alice tinha feito. Nela, Don e Elizabeth foram mostrados como os inimigos dos Estados Unidos, além de uma recompensa alta que o governo estava oferecendo para quem oferecesse pistas que levassem à prisão dos dois malditos.

Os ‘boinas verdes’ também divulgaram uma foto dos meus pais. A foto havia sido tirada no dia da minha formatura no exército. Minha mãe parecia feliz e ela abraçava o meu pai, que sorria livremente.

Assim que desembarcamos, avistamos Emmett e Rosalie esperando por nós. Eu e Isabella seguimos na direção deles.

- Olá, como foi o vôo? – Rosalie perguntou amigável e eu sorri para ela.

- O que vocês sabem? – Isabella soltou de uma vez, antes que eu pudesse sequer responder qualquer coisa a Rose.

- Depois que Alice fez a coletiva à imprensa e nós divulgamos as fotos de Don e Elizabeth, recebemos uma ligação anônima informando que eles fugiriam de manhã cedo em rumo à Highway 71. – Emmett nos informou.

Ele pegou nossas mochilas e todos nós seguimos para o estacionamento.

- Nós decidimos averiguar e percebemos uma movimentação estranha na mansão dos mafiosos. – Emmett continuou – E a informação anônima estava correta: um comboio saiu da mansão com destino a Highway 71. Alice está vigiando o comboio e nos mantendo informados. Jasper ainda está vigiando a mansão.

- Agora vamos para a base que fizemos aqui. Mike espera por nós lá. – Rose voltou a sorrir, sem se deixar abater pela falta de educação da Swan.

...

A base em que os Boinas Verdes estavam instalados em Topeka era uma casa enorme que havia sido alugada por Alice. Assim que entramos, Isabella foi para o quarto que seria o seu e fechou a porta.

Rose ficou comigo e me mostrou toda a casa, enquanto Emmett falava no telefone com o General Uley, o informando do ocorrido.

Cada um tinha seu próprio quarto, além de um quarto extra onde ficavam todos os equipamentos necessários para vigiarmos a mansão de Don.

Estávamos a caminho desse quarto quando Rosalie me perguntou:

- E como foram as coisas com a Bella em Washington?

Eu bufei de frustração ao me lembrar do seu ataque bipolar de mais cedo.

- Parecia estar tudo bem depois da festa e eu até cheguei a pensar que nós tínhamos nos acertado, mas... Isabella é louca. Sinceramente, eu não sei como você consegue lidar com esse jeito dela. – eu respondi sem dar muita informação do que tinha acontecido entre nós dois.

- Ah, você se acostuma. – ela me respondeu sorrindo – E não fique com raiva dela, afinal, ela só está desse jeito porque está preocupada.

- Preocupada? – eu perguntei me lembrando daquela fatídica frase que Isabella disse à respeito de entrar nessa por mim.

- Ela quer resgatar seus pais o mais rápido possível. Ela gosta deles e não quer que nada de mais grave aconteça com eles. – ela explicou – E eu te garanto que quando conseguirmos resgatá-los e prendermos o Don vai ficar mais fácil para você conseguir o perdão da Bella.

- Não é por nada, Rose, mas isso está mais difícil do que parece. – referi-me às duas coisas: resgatar meus pais ilesos e conseguir que Isabella me perdoasse e talvez finalmente me revelasse quais sentimentos ela tinha por mim.

- O que você sente por ela? – Rose me perguntou de supetão, parando no meio do corredor e me olhando atentamente.

- Oi?

- O que você sente por Bella, Edward? – ela repetiu a pergunta.

- Eu... eu meio que gosto dela. – eu respondi meio sem jeito.

Merda... eu não era bom quando se tratava de sentimentos e toda essa coisa melosa.

- Gosta? – ela perguntou – Edward, eu gosto de sorvete de chocolate ou da minha vizinha agradável, mas eu amo o Emmett.

Eu não disse nada, apenas fiquei a encarando.

- Então? – ela me olhou seriamente.

Eu sabia que ela queria uma resposta, mas era foda falar em voz alta.

- Eu sinto por Isabella o mesmo que você sente por Emmett. – eu disse.

- É tão difícil assim falar em voz alta? – Rose perguntou com a voz divertida.

Eu dei os ombros.

- Céus... você e Bella são parecidos demais. – ela disse rindo – Mas se eu fosse você, eu aprenderia a falar o que você está sentindo, porque ela tem que saber como você se sente em relação a ela.

Sem falar mais nada, ela continuou andando até chegar ao quarto de rastreamento Eu apenas a segui, pensando em suas palavras.

Ela abriu a porta e nós entramos. Na sala havia monitores que mostravam partes da mansão de Don e outras paisagens que interessavam. Também havia aparelhos de rádio e comunicação.

Mike estava sentado, com fones de ouvido estilo piloto de avião, enquanto olhava um monitor, onde passava a imagem de três carros. Provavelmente era o comboio que Alice estava seguindo.

- Bom, agora que já conhece toda a casa, eu vou descer e ver se Emmett precisa de mim. – Rose disse – Ah, Edward.

Eu me virei para ela, que tinha a mão em meu ombro.

- Não desanime, tá bom? Confie em mim. – deu-me um sorriso terno.

- Obrigado, Rose.

Logo em seguida ela saiu e fechou a porta do quarto.

Mike tirou os fones e veio sorridente na minha direção.

- Edward! Como foi lá em Washington? – ele me perguntou.

- Excelente. – eu respondi evasivamente.

- Como foi a festa do General Uley? Cara, eu queria muito ter ido. Saiu até no jornal. – Mike falou empolgado.

Antes que eu abrisse a boca para responder, Isabella entrou na sala.

- Onde está a comunicação com Jasper, Newton? – ela perguntou já se sentando em frente aos monitores.

- No monitor 4 e na freqüência 10.3. – ele respondeu meio chocado com a aparição repentina dela.

Ela então colocou os fones de ouvido e mexeu em alguns botões.

- Pelo visto alguém está de mau humor. – Mike disse baixinho para mim – Acho que é falta de sexo.

- Mas não é mesmo! – eu falei e Mike me olhou com a sobrancelha arqueada.

- Então vocês se acertaram? – ele perguntou.

- Eu não.. nós não... é... – eu não sabia o que falar então apenas resmunguei alguma coisa incompreensível e saí da sala antes que Mike enchesse mais o meu saco.

Enquanto eu saía, eu escutei a risada de Mike.

Eu fui para a cozinha, abri a geladeira e peguei uma lata de coca cola. Fiquei na cozinha por um tempo, perdido em meus pensamentos.

Novamente como um fantasma, Isabella apareceu na cozinha e repetiu os meus gestos, pegando uma coca-cola na geladeira.

Eu a encarei, refletindo sobre as coisas que Rosalie tinha dito. Talvez ela estivesse certa, eu precisava dar um tempo para resolvermos o resgate dos meus pais, antes de começar mexer no vespeiro.

- Tá olhando o que, Cullen? – perguntou ela, dando um gole na coca-cola com cara de poucos amigos.

- Nada. – murmurei. – É que... sei lá... você... parece meio preocupada...? – minha frase saiu mais como uma pergunta do que uma afirmação.

- Se eu estou preocupada ou não, o que não é o caso, não seria da sua conta, Cullen. – respondeu evasiva, bebendo o resto da sua coca cola e saindo.

Merda de mulher, por que ela nunca deixava seus sentimentos à mostra para mim? Ela não podia ser como qualquer outra mulher do mundo que adora falar de sentimentos e discutir a relação?

Minha mente gritou um “não” bem alto. Claro que não. Ela não seria a minha Isabella se não fosse tão diferente.

Puta que pariu... minha Isabela??? Ok... agora eu fiquei louco de vez.

- Edward. – Rose me chamou, tirando-me dos meus devaneios de repente – Bella esta chamando todo mundo para uma reunião agora.

Eu assenti e a segui pela casa. Mike, Emmett e Isabella já estavam sentados ao redor da mesa redonda na sala de jantar.

- Agora podemos começar. – Rose falou se sentando ao lado de Emmett.

O único lugar disponível era ao lado de Isabella. Eu me sentei e a olhei. Ela estava séria e tinha vários papeis em sua mão.

- De acordo com as informações de Jasper, Don ainda está na mansão. – Isabella disse mostrando fotos tiradas de longe de Don.

- E meus pais? – eu perguntei ansioso – Temos alguma informação sobre eles?

- Alice me enviou algumas fotos do comboio que ela está seguindo. Esme está nele – Isabella falou mostrando algumas fotos de Elizabeth e da minha mãe dentro de uma van preta.

Eu peguei a foto que mostrava Esme ao lado de dois homens armados com metralhadoras. Ela estava muito pálida e magra, mas não parecia estar com nenhum machucado mais grave.

Eu respirei aliviado, enquanto ainda olhava para a foto. Céus! Minha mãe estava bem. Ela realmente estava bem!

- E meu pai? – eu perguntei.

- Nós ainda não temos notícia sobre seu pai. – Emmett disse meio constrangido.

- Ele não está no comboio. Por isso Jasper ainda está vigiando a mansão. Eu acho que ele ainda está na mansão, mas precisamos ter certeza antes de fazermos qualquer coisa. – Isabella falou.

- Será que ele está... ? – minha voz falhou e eu não consegui terminar a frase.

Eu me recusava a acreditar que ele podia estar machucado ou... morto.

- Não! – Isabella disse firmemente – Claro que não! Don não seria tão idiota. Ter seus pais é uma segurança para ele, porque se ele não tivesse com seus pais, nós já teríamos explodido toda aquela merda. Eu sei disso e ele também sabe.

Ela falou com tanta certeza que eu acreditei. E ela tinha razão: Don era covarde demais para nos encarar de cara limpa.

- Mas e a minha mãe? Quando vamos resgatá-la? – eu perguntei ansioso.

Isabella deu um meio sorriso e disse:

— Agora, Cullen! Está pronto?

Notas finais
Recado da Ju:
Oi pessoas, quanto tempo hein?
O que acharam desse capítulo? Teve um pouquinho de tudo neh? Isabella sempre usando a máscara da impassividade e da irritação para esconder seus sentimentos pelo Edward... Ai ai, será que depois desse resgate e as coisas vão ficar menos tensas entre os dois?
Bom, queria aproveitar a oportunidade para convidar vocês para lerem minha nova oneshot
http://www.fanfiction.com.br/historia/242111/Never_Let_Me_Go
Obrigada e até a próxima.
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Recado da Su:
Oi galera... foi mal a demora... mas para quem não sabe a minha filhota nasceu mês passado e eu fiquei por conta dela...
Espero que tenham gostado... proximo capitulo vamos ter muita ação...
Se vocês ainda nao leram a fic da Ju, leiam!!!!! Eu não tive tempo de comentar a fic, mas li e amei... como todas as fics da Ju!
Bjos a até!!!!1