Cordas de amor
Um menino de 17 anos, no auge de sua juventude, promessa do futebol é diagnosticado com um tumor cerebral em estado avançado. Todos os sonhos são despedaçados, e o futuro, antes certo, não passa de cacos espalhados pelo chão. Sua família fica abalada e as interações já não são as mesmas.
A única válvula de escape com tudo o que está acontecendo ao seu redor é a confissão registrando seus sonhos e planos num diário. Nele estão as lágrimas das frustrações e o medo do porvir. Os desejos mais inflamados que incendeiam o coração de quem queria apenas viver e ser feliz. É o quebra cabeça de alguém que já quis viver. Hoje sua batalha mais pretensiosa é não sentir dor, pois o sofrimento é inevitável e o medo da morte ficou para trás.
Cada vez mais isolado em si mesmo e refém de seu diário, assim era a rotina desse jovem, até que um dia seu diário se perdeu no caminho de volta para casa, após mais uma sessão de quimioterapia. Uma desconhecida encontra o diário e se transforma, talvez, no único fio que ainda pode trazer de volta a alegria de viver e dar cor aos dias escuros desse jovem.
Uma desconhecida que sente a dor de cada palavra escrita naquele diário. Cada página lida era um motivo a mais para conhecer aquele jovem convalescido. Ela não fazia ideia de quem se tratava, nem ao menos seu nome ela sabia, havia somente um número de celular, que ela espera que fosse o dele. Dentro de si essa jovem alimentava dia após dia a vontade de conhecer o menino do diário e queria acreditar que este era mais que alguém doente, prestes a morrer.
Mal sabiam eles que o destino estava os unindo com cordas invisíveis, as cordas do amor, para juntos mostrarem um para o outro a força e a vontade de viver que pode existir mesmo quando não há mais sonhos e esperança, que quando ainda há uma única fagulha que seja, existe esperança. Sobretudo, provar que o amor pode nascer na dor, apesar de machucar tanto quanto a mesma.
A única válvula de escape com tudo o que está acontecendo ao seu redor é a confissão registrando seus sonhos e planos num diário. Nele estão as lágrimas das frustrações e o medo do porvir. Os desejos mais inflamados que incendeiam o coração de quem queria apenas viver e ser feliz. É o quebra cabeça de alguém que já quis viver. Hoje sua batalha mais pretensiosa é não sentir dor, pois o sofrimento é inevitável e o medo da morte ficou para trás.
Cada vez mais isolado em si mesmo e refém de seu diário, assim era a rotina desse jovem, até que um dia seu diário se perdeu no caminho de volta para casa, após mais uma sessão de quimioterapia. Uma desconhecida encontra o diário e se transforma, talvez, no único fio que ainda pode trazer de volta a alegria de viver e dar cor aos dias escuros desse jovem.
Uma desconhecida que sente a dor de cada palavra escrita naquele diário. Cada página lida era um motivo a mais para conhecer aquele jovem convalescido. Ela não fazia ideia de quem se tratava, nem ao menos seu nome ela sabia, havia somente um número de celular, que ela espera que fosse o dele. Dentro de si essa jovem alimentava dia após dia a vontade de conhecer o menino do diário e queria acreditar que este era mais que alguém doente, prestes a morrer.
Mal sabiam eles que o destino estava os unindo com cordas invisíveis, as cordas do amor, para juntos mostrarem um para o outro a força e a vontade de viver que pode existir mesmo quando não há mais sonhos e esperança, que quando ainda há uma única fagulha que seja, existe esperança. Sobretudo, provar que o amor pode nascer na dor, apesar de machucar tanto quanto a mesma.
Classificação 14+
Romance
mmquintanilha
Sinopse
Um menino de 17 anos, no auge de sua juventude, promessa do futebol é diagnosticado com um tumor cerebral em estado avançado. Todos os sonhos são despedaçados, e o futuro, antes certo, não passa de cacos espalhados pelo chão. Sua família fica abalada e as interações já não são as mesmas.
A única válvula de escape com tudo o que está acontecendo ao seu redor é a confissão registrando seus sonhos e planos num diário. Nele estão as lágrimas das frustrações e o medo do porvir. Os desejos mais inflamados que incendeiam o coração de quem queria apenas viver e ser feliz. É o quebra cabeça de alguém que já quis viver. Hoje sua batalha mais pretensiosa é não sentir dor, pois o sofrimento é inevitável e o medo da morte ficou para trás.
Cada vez mais isolado em si mesmo e refém de seu diário, assim era a rotina desse jovem, até que um dia seu diário se perdeu no caminho de volta para casa, após mais uma sessão de quimioterapia. Uma desconhecida encontra o diário e se transforma, talvez, no único fio que ainda pode trazer de volta a alegria de viver e dar cor aos dias escuros desse jovem.
Uma desconhecida que sente a dor de cada palavra escrita naquele diário. Cada página lida era um motivo a mais para conhecer aquele jovem convalescido. Ela não fazia ideia de quem se tratava, nem ao menos seu nome ela sabia, havia somente um número de celular, que ela espera que fosse o dele. Dentro de si essa jovem alimentava dia após dia a vontade de conhecer o menino do diário e queria acreditar que este era mais que alguém doente, prestes a morrer.
Mal sabiam eles que o destino estava os unindo com cordas invisíveis, as cordas do amor, para juntos mostrarem um para o outro a força e a vontade de viver que pode existir mesmo quando não há mais sonhos e esperança, que quando ainda há uma única fagulha que seja, existe esperança. Sobretudo, provar que o amor pode nascer na dor, apesar de machucar tanto quanto a mesma.
A única válvula de escape com tudo o que está acontecendo ao seu redor é a confissão registrando seus sonhos e planos num diário. Nele estão as lágrimas das frustrações e o medo do porvir. Os desejos mais inflamados que incendeiam o coração de quem queria apenas viver e ser feliz. É o quebra cabeça de alguém que já quis viver. Hoje sua batalha mais pretensiosa é não sentir dor, pois o sofrimento é inevitável e o medo da morte ficou para trás.
Cada vez mais isolado em si mesmo e refém de seu diário, assim era a rotina desse jovem, até que um dia seu diário se perdeu no caminho de volta para casa, após mais uma sessão de quimioterapia. Uma desconhecida encontra o diário e se transforma, talvez, no único fio que ainda pode trazer de volta a alegria de viver e dar cor aos dias escuros desse jovem.
Uma desconhecida que sente a dor de cada palavra escrita naquele diário. Cada página lida era um motivo a mais para conhecer aquele jovem convalescido. Ela não fazia ideia de quem se tratava, nem ao menos seu nome ela sabia, havia somente um número de celular, que ela espera que fosse o dele. Dentro de si essa jovem alimentava dia após dia a vontade de conhecer o menino do diário e queria acreditar que este era mais que alguém doente, prestes a morrer.
Mal sabiam eles que o destino estava os unindo com cordas invisíveis, as cordas do amor, para juntos mostrarem um para o outro a força e a vontade de viver que pode existir mesmo quando não há mais sonhos e esperança, que quando ainda há uma única fagulha que seja, existe esperança. Sobretudo, provar que o amor pode nascer na dor, apesar de machucar tanto quanto a mesma.
Notas adicionais
Direitos autorais reservados!
Escrito por
mmquintanilha
Classificação 14+
Tags:
Romance
Livro em andamento
Publicado em 23 de mai. de 2016, 13:56
Atualizado em 23 de mai. de 2016, 13:56
1220 palavras
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Autor
mmquintanilha
Classificação 14+
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Romance
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Atualizado em 23 de mai. de 2016, 13:56
1220 palavras