Contradições

19 Frustração


Notas iniciais
Atenção, o ministério das Safadinhas Sem Vergonhas adverte: antes de ler este capitulo, certifique-se de que não há nenhum adulto por perto. Tranque-se em seu quarto, e apague a luz. E divirta-se xD

Contradições

by Amanur

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Capítulo 19

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É engraçado parar para pensar e perceber que a gente se importa com certas coisas mais do que imagina. A primeira coisa que dizemos, quando começamos a pensar por nós mesmos, é que não nos importamos com o que os outros pensam. Mas assim que alguém que você leva em consideração lança um critica a você, você se magoa com muita facilidade revelando que nos importamos, sim, com a opinião alheia. Não somos tão durões quanto gostamos de acreditar que somos. Na verdade, somos muito mais sensíveis às criticas, do que a qualquer outra coisa, por que, no fundo, o ser humano busca a aceitação do próximo. Seja de um amigo, de um familiar, ou mesmo no mercado de trabalho — você torce para que o chefe te aceite e goste de você e do que você faz, para te contratar. Talvez, esse seja o verdadeiro objetivo do ser humano: ser aceito por seu semelhante.

Eu tinha planejado voltar muito tarde para casa, mas com os documentos em mãos, eu só pensava em me divorciar do Sasuke o quanto antes. Então, cheguei no horário de costume.

Ele, é claro, como sempre, já estava em casa, com os cabelos molhados recém saído do chuveiro, folheando uma revista no sofá.

O cretino nem me deu a chance de dizer “oi” e já foi estendendo a mão para mim.

— O dinheiro.

— Credo! Me deixe chegar em casa antes, por gentileza. — resmunguei, tentando ganhar algum tempo — Fique sabendo que tive um dia horrível.

— Se for tão horrível quando esse cheiro de coisa podre que você trouxe para dentro de casa, eu acredito! — ele diz, tapando o nariz.

Ele deveria estar falando do fedor do Naruto, impregnado nas minhas roupas. Larguei minha bolsa sobre a mesa, e me fui correndo para o chuveiro também.

Então, lá estava eu, o chuveiro, a água que caia sobre a minha cabeça e o sabonete que ele usava para passar em seu corpo. Bom, eu tinha o meu e ele o dele, mas fiquei olhando para o seu sabonete enquanto esfregava a esponja de banho no meu corpo e pensava no que a Karin havia me dito. Eu andava muito tensa com tudo o que havia acontecido, realmente. Foi muito estresse de uma só vez. De repente, me jogaram nos braços de um estranho, para me casar com ele. E aí, teve toda a sua família, e para completar, tinha a minha, mais o casamento, vômitos e brigas... Eu era uma pessoa pequena, de modo que era problema demais para uma miniatura aguentar com tranquilidade e racionalidade. Era difícil manter o raciocínio lógico com tudo o que acontecia. Mas agora, que finalmente havia posto minhas mãos no que eu realmente queria (e não me referia ao Itachi, embora um dia ele tivesse feito parte da lista também), poderia pensar com mais calma.

E daí se eu abrisse minhas pernas para qualquer um que aparecesse na minha frente? A vida era minha, e, principalmente, as pernas eram minhas! E ninguém tinha a ver com isso! Eu era adulta, dona do meu nariz. Não era como se eu estivesse prejudicando alguém com o que eu fizesse. A Karin tinha razão, eu era jovem, bonita, com um corpo razoavelmente desejável, e deveria aproveitar mais a vida. Ela é tão curta, tão cheia de surpresas, que seria um desperdício não aproveitá-la.

Ok, eu estava mais preocupada com a dívida que eu tinha com ele, do que qualquer outra coisa. O Naruto estava em maus lençóis por causa do dinheiro, e a Karin, apesar de merecer, eu sabia que ela também não deveria ter mais nada na sua conta poupança. Eu tinha que dar um jeito de consertar aquele problema por mim mesma, por que, sozinho, é que ele não se resolveria.

Então, saí do banho enrolada na minha toalha, pensando no ataque. Na frente do espelho, olhei para mim mesma. Meu cabelo molhado ficava sexy, e os baguncei ainda mais para parecer mais sexy ainda. Apertei a toalha mais um pouco no corpo, para realçar minhas curvas, e tomei um gole do meu remédio favorito: óleo de Peroba. Para deixar a cara de pau mais bonita. Eu ficava arrasadora, irresistível, e ele ainda haveria de cair nas minhas graças.

Abri a porta, e me lancei contra a luz, a sala, onde o Sasuke roncava.

Argh!

Ele queria bancar o durão?

Ok, eu era mais durona ainda. Fui para a cozinha, preparar algo para comer, batendo a porta do microondas com força, jogando um prato sobre a mesa, e deixando um copo cair no chão, para atiçar todo aquele estardalhaço. Não tinha como ele não ouvir.

— Como pode alguém ser tão ruim na cozinha que não consegue nem segurar um copo na mão direito? — ele resmunga, aparecendo na cozinha.

Bom, também deixei a minha toalha cair. Assim, sem querer querendo.

— Ops. — falei, olhando para a toalha no chão. Na maior cara de pau mesmo.

Eu estava nuazinha na frente dele, com o rosto pegando fogo de tanta vergonha, mas o óleo ainda fazia efeito. E ainda assim, o infeliz ficou me olhando com aquela cara de bunda entediada como se estivesse há horas observando bezerros saltitarem no campo.

— Ihh... Estou com medo de sair daqui e pisar num caco de vidro. Sasuke, querido, será que você poderia fazer a gentileza de pegar a toalha para mim? — dei de ombros, me fazendo de mocinha coitadinha e indefesa. Até cruzei as mãos na minha frente, fazendo meus seios se apertarem um contra o outro torcendo para que ele achasse aquilo sexy.

Mas o idiota continuava com aquela cara de tédio.

— Tsc! Pega você! A toalha está nos seus pés. Não precisa mover um pé sequer. — ele disse, virando as costas para mim.

Mas que cretino filho da mãe.

Eu me negava a acreditar que ele fosse gay, ou tivesse algum outro problema.

Pensando bem, ele deveria estar bravo comigo, por ter ido atrás do Itachi, isso sim. Por isso, estava se fazendo de durão.

Mas eu já disse que eu era mais durona ainda. Puxei minha toalha de volta, e pisei em cima de um pedaço de vidro pequeno, de propósito. Fiz pressão o suficiente para que ele ficasse colado na sola do meu pé, sem sangrar, e retomei o meu teatrinho.

— Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai!!!! — choraminguei — Mas que droga! Viu só, pisei num caco de vidro! E está doendoooooo! — até forcei um chorinho manhoso.

Resmungando coisas inteligíveis, ele voltou com sua cara de bunda, arrastando os pés.

— Você só pode estar zoando com a minha cara, né?

Mostrei para ele o caco de vidro no meu pé.

— Fiz dodói, óh! — e também fiz um beicinho.

Ele revirou os olhos. Como estava de chinelos, se aproximou de mim chutando os cacos para os lados, e me pegou no colo, naqueles seus braços fortes — um ato cavalheiro que até me surpreendeu, por que eu esperava menos vindo dele.

Enfim, me levou até o sofá, me pôs sentada, e foi até o banheiro. E voltou instantes depois com a minha caixa de primeiros socorros, e sentou ao meu lado. Puxou a minha perna para sí, colocando o meu pé acidentado sobre a sua coxa. E, assim, com toda sua passividade, sem dizer nada, com uma pinça na mão, cuidadosa e meticulosamente, Sasuke foi puxando o caco de vidro.

— Tsc. Sua fiasquenta, mal cortou o pé. — resmungou. Aí, ele pegou um pedaço de algodão, e passou um antisséptico no meu pé. Ardeu um pouco, mas continuei observando ele, que pegava um rolo de gaze para enfaixa-lo.

Eu deveria estar me aproveitando da situação para fazer mais fiascos, para choramingar mais um pouquinho, pedindo sua atenção, mas o jeito como ele estava cuidando de mim realmente me pegou desprevenida, de modo que me vi sem ação. As mãos dele pareciam tão suaves, tão leves... E eu sabia que ele tinha uma pata pesada, por que já havia a experimentado antes, quando me levou ao hospital da primeira vez que nos encontramos.

Mas ele continuou com todo o cuidado para não me machucar, e enrolava o tecido envolta do meu pé. Até atou a gaze com um esparadrapo num local onde não tocaria no machucado. Aí, parou por alguns instantes, olhando para o seu trabalho bem feito, como se o admirasse (ou, talvez, estivesse apenas encantado com a beleza dos meus pés de anjo!) e olhou para mim.

E estendeu a mão.

— Meu dinheiro.

Filho da mãe.

— Ai, Sasuke, por favor, né?! Acabei de machucar o meu pé, não tá vendo? — resmunguei, fingindo irritação.

— Claro que sim, fui eu quem atou essa coisa! Aliás, você precisa usar um talco para chulé, sabia? — ele diz, cheirando as mãos.

Eu sabia que ele estava apenas querendo me provocar. Jamais tive chulé!

— Blasfêmia! Agora, se me der licença, vou me deitar. — disse me levantando do sofá — Como já disse, tive um dia muito difícil hoje, e estou morrendo de dor de cabeça. — pura mentira.

— Sakura, você sabe que preciso pagar o meu advogado, não é? — ele me alertou — E o cara está na minha cola.

— Sei, Sasuke. Relaxa. Eu sou uma mulher de palavra. Se eu disse que iria pagar, é por que eu vou pagar! Boa noite. — e bati a porta do meu quarto.

Joguei-me na cama, com o coração na boca.

Foi por pouco!

De repente, ele bate na minha porta, e entra no meu quarto.

Rapidamente, sento no colchão, deixando a toalha cair propositalmente. E a puxo de volta, dando sequência a minha encenação.

— Com licença! Estou indo dormir... E daí se eu durmo nua? Não é da sua conta mesmo! — tagarelei mais nervosa do que deveria.

Mas tudo o que ele fez foi estreitar os olhos, como quem diz “sei o que está fazendo e não vou cair no seu truque”. Tsc.

— À propósito, o Itachi não lhe entregou nenhum envelope hoje? — perguntou.

— Ah, sim. Ele conseguiu aprontar os documentos que precisava. Agora só tenho que levá-los a outro departamento para validá-los, e pronto. Serei oficialmente uma cidadã daqui.

— Ótimo! Que bom pra você. — e sorriu, mais forçosamente do que deveria — Isso significa que quitei a minha divida com você.

— Hum?

— Sabe? Só para lembra-la mesmo, caso tenha esquecido que o propósito do casamento era este, né?! — sorriu novamente.

— Né! — resmunguei.

— Então... Eu estava pensando sobre aquele plano para o divórcio... — ele continuou — Acho que podíamos pô-lo em prática amanhã mesmo. Até por que o processo de separação é demorado, e tal.

— Mas já? — perguntei, com mais surpresa do que queria ter demonstrando. Aí, pigarreei para me recompor — Claro, claro... Sem problemas.

— Ótimo. Que bom saber que você não faz objeção alguma!

— A ideia do divórcio foi minha, não é mesmo? — agora foi a minha vez de forçar o sorriso.

— Já liguei para os meus pais, convidando-os para um jantar. Amanhã, às 20 horas, no mesmo restaurante em que fomos para apresentá-los a você.

— Maravilha. — murmurei, sem humor algum.

— Boa noite.

— Boa noite.

E ele fechou a porta.

Filho da puta.

E o pior é que eu não consegui pregar os olhos a noite toda, rolando de um lado para o outro, pensando que os meus planos poderiam ir por água a baixo. E pensar que eu tinha ido para casa, naquela noite, pensando numa rapidinha com aquele idiota. Aquele idiota atencioso do caramba!

Eram quase três horas da manhã, quando tentei fazer uma última jogada. Vesti a minha camisola mais sexy. Branca, de alcinha fina, toda transparente ao máximo possível que um tecido poderia ser, com um babadinho nas pontas (que batia um palmo acima dos joelhos), e com um lacinho delicado e fino entre os seios. Na verdade, já fazia um bom tempo que tinha ela guardada nas minhas coisas. Eu havia comprado ela para alguma ocasião especial, para alguém especial, mas que, na verdade, eu nunca a tinha usado. Nem mesmo para o bolha do Itachi.

Mas o Sasuke estava merecendo me ver naquela pouca vergonha. Tudo em nome do dinheiro que eu não tinha, é claro. É obvio! É lógico!

Saí do meu quarto de fininho, como quem não quer acordar o pobrezinho. Nas pontas dos pés (ou melhor, de um pé, por causa do machucado do outro) fui caminhando até a cozinha. E percebi que ele tinha limpado o chão antes de ir dormir (mais um ponto positivo para o cretino). Mas sem me importar com delicadezas, agora, abri a geladeira com tudo, peguei a caixa de leite (percebendo que algumas das minhas latinhas de cerveja haviam evaporado) e a coloquei sobre a mesa fazendo todos os ruídos possíveis. E ainda enchi um copo o com liquido, coloquei a caixa de volta na geladeira, e bati a porta com força.

— Ops. — resmunguei, levando o copo à boca.

Aí, como previsto, ele apareceu.

— Ops, um caralho! — resmungou meio rabugento, ligando a luz — Sei que você está fazendo isso de propósito.

Fingi me assustar com a presença dele, deixando um pouco do leite cair sobre os meus peitos, deixando a camisola molhada e mais transparente ainda. Não é por nada não, sem querer ser convencida, ou qualquer baboseira dessas, mas eu tinha orgulho deles. Meus seios eram bonitos, empinados, no tamanho perfeito (isto é, preenchiam muito bem a mão de um homem).

E Sasuke ficou olhando para eles, por mais tempo do que o normal. Aí, de repente, ele se dá conta do que fazia, e desvia o olhar, vindo em minha direção, enquanto coçava a cabeça.

— Por que você tem que ser tão barulhenta? — resmunga.

— Bom, estou na minha casa...

— Esta também é a minha casa enquanto estivermos casados, ok?

— Como é que é? — pus a mão na cintura, me deixando levar pelo nervinho que saltava na testa, me esquecendo do plano por um instante.

— É isso mesmo! Conheço os meus direitos!

Calma, Sakura, mantenha a calma. Lembre-se do seu foco! Lembre-se de que ele só está jogando com você. Ele não está falando a sério.

Está?

— Bom, isso não importa agora! — eu disse — Olhe só para o meu estado! Estou toda molhada! Molhadinha.

— Unf. — ele resmungou, tentando não olhar para mim, enquanto cambaleava até a pia.

Ele havia bebido aquelas cervejas, sem sombra de dúvidas. O cheiro de cerveja emanava dele. E, além disso, eu via que ele, enquanto lavava outro copo, me lançava umas olhadinhas.

Eu estava na minha casa. Com o cara que, supostamente, era o meu marido...

Então, ali mesmo, tirei a minha camisola.

— Bom, agora vou ter que botá-la para lavar! — e ainda fiz questão de mancar até ele, roçando os meus peitos contra as costas deles, por que o espaço entre a pia e a mesa eram meio apertadinho (ok, nem tanto assim).

Vi que ele coçou o saco. E me perguntei se ele já estaria duro.

Rapidinho, fui até o banheiro, joguei a camisola alí, no chão, e voltei para a cozinha, assim, nua como Deus me pôs no mundo, para terminar o meu leite. O leite da vaca, é claro.

Aí, comecei a beber o leite e, de vez enquanto, deixava algumas gotinhas escorrerem pelos cantos da boca. Ele parou no meio da cozinha para ficar me observando, de boca entreaberta, como se estivesse igualmente com cede. Vi que ele engoliu a seco, e coçou mais uma vez o seu saco. Ele vestia apenas a sua cueca samba-canção, e pensei orgulhosa comigo: “A Karin vai adorar saber sobre a nossa noite! Ela vai morrer de inveja!”.

E ele estava, sim, com o pau duro como uma tora. A barraca estava muito bem armada. Apertei minhas coxas uma contra a outra, bebendo mais um pouco daquele leite, enquanto algumas gotas escorriam entre os meus seios. Aí, ele largou o copo que lavava a mais de meia hora, e se aproximou de mim. Me agarrou pela cintura, colando o meu corpo no seu, se inclinou sobre o meu pescoço e sussurrou:

— O que você está fazendo comigo? — com a sua voz eroticamente rouca.

— Só estou bebendo leite... — respondi, me fazendo de inocente.

Aí, ele segurou minha cabeça, tomando o copo das minhas mãos, e o colocando sobre a mesa, e sugou os meus lábios. Achei que eu realmente fosse capaz de me derreter nos braços dele, por que, de repente, ele parecia mais másculo e viril do que qualquer homem seria capaz de ser, roçando o seu pau entre as minhas pernas, e apertando os meus seios com aquelas mãos enormes, de pegada firme.

Apertando a minha bunda, ele me colocou sobre um dos meus balcões de cozinha. Estapeou os meus peitos só pelo prazer de vê-los balançar de um lado para o outro, depois os apertou, beliscou os mamilos, e chupou os bicos como se chupasse uma azeitona até o caroço. E eu, puxava os seus cabelos, gemia e rebolava sobre o balcão, quase implorando por mais, quando ele me olhou com aqueles olhos cheios de luxúria.

— Se você acha que o meu irmão é bom... — e fez uma pausa, me olhando enigmaticamente — Bom, eu sou melhor! — aí, ele abriu as minhas pernas, rasgou a minha calcinha de fio dental, e se pôs a me chupar ali, até não restar liquido meu algum para contar história. Ele era meio bruto e ao mesmo tempo cuidadoso para não me machucar, de um jeito muito erótico.

Eu gemia alto, às vezes soltava um gritinho. Ele realmente era tão bom quando o irmão. E ainda apertava minhas coxas, e gemia enquanto me sugava. Enfiava a língua lá dentro e mexia com ela para todos os lados, explorando minhas partes intimas. Ele até mordeu a minha virilha, de um modo muito sedutor, e veio subindo pelo meu corpo com aquelas mordidinhas, até chegar aos meus seios e abocanhá-los também.

De repente, ele puxa o meu cabelo para trás, me fazendo expor o meu pescoço. Ele lambe toda a minha pele, me fazendo arrepiar, ainda mais por ser extremamente sensível no pescoço. Era quase como se ele conhecesse todas as minhas regiões erógenas. Pois senti o meio das minhas pernas umedecerem outra vez, enquanto ele me enchia de beijos provocantes.

Tentei algumas vezes alcançar o seu pênis com uma das minhas mãos, mas ele sempre se esquivava. Colocava a minhas mãos atrás da cabeça, e chupava os meus seios novamente. E apertava a minha cintura, minha bunda, minhas coxas.

Aí, pelas tantas, ele me colocou de quatro sobre a mesa redonda, de bunda virada para ele. Enfiou a cabeça entre as minhas pernas, e me chupou mais um pouco.

— Ahhh, Sasuke, Sasuke, Sasuke... — gemi, enquanto rebolava na cara dele.

— Sua vaca gostosa! — gemeu de volta.

— Me come, me fode!

De repente, ele me virou outra vez, me colocando deitada de costas sobre a mesa, com as pernas caídas no ar. Ele se inclinou, deitando sobre o meu corpo, para sugar os meus seios mais um pouco, enquanto eu me contorcia cheia de tesão por ele. E abri as pernas, mais do que pronta para recebê-lo dentro de mim. E ele gemia, às vezes surrava enquanto esfregava seu pênis em mim. Eu estava completamente entregue a ele. Desejava desesperadamente por ele dentro de mim.

Mas, então, ele me puxou, me fazendo ficar sentada sobre a mesa, e me colocou trepada nele, naquele corpo delicioso, levemente suado e cheioroso, e nos levou até o meu quarto. Lá, me jogou sobre a cama, abriu minhas pernas e me chupou mais um pouco, apertando a língua no meu ponto mais sensível enquanto enfiava um dedo dentro de mim.

Agarrei meus lençóis com força, me contorcendo e gemendo. Minha vagina dilatava e pulsava, implorando para tê-lo dentro de mim.

— Ah, Sasuke, mais, eu quero mais! — tentei outra vez alcançar o seu pênis, mas ele se esquivou.

E então, ele tirou o dedo e o lambeu. Deitou sobre o meu corpo, e sussurrou.

— Você quer o meu pau?

— Uhum.

— Você quer que eu meta bem gostoso em você?

— Uhum.

— Bem fundo da tua boceta?

— Uhum.

— E te faça gozar como uma putinha?

— Uhum, uhum!

Aí, ele se levantou, abaixou sua cueca me mostrando o quão rígido ele estava. Sasuke estava tão excitado que o pré-liquído escorria em uma gota da cabeça do seu membro, e enchi de água na boca. Ele bateu uma punheta por alguns segundos, na minha frente, sonhando com aquilo dentro de mim. E ele gemia tão gostoso, e mordia o seu lábio inferior tão sedutoramente, e revirava os olhos de maneira tão sexy, que sonhar que fazer sexo com ele era como flutuar no céu não seria exagero algum! E ele continuava a bater aquela punheta, rápido, enquanto gemia daquele jeito sexy e delicioso. Ele posava na minha frente com as pernas um pouco afastadas uma da outra, com os joelhos ligeiramente flexionados, exibindo aquelas coxas deliciosas que tinha, enquanto a outra mão massageava seu saco e ele se masturbava sem parar. Todos os músculos do seu corpo pareciam contraídos, daquele jeito sexy, enquanto ele me comia com os olhos e se batia. E para completar aquela visão maravilhosa, ele respirava pela boca, tão sedutor, que eu estava prestes a subir pelas paredes, enquanto me tocava também. Até que, de repente, seu liquido jorra em cima de mim. Quentinho, branquinho, pegajoso.

Ele goza e geme, e bate mais um pouco, apertando a ponta para deixar todo o seu liquido sair.

De repente, ele suspira, puxa de volta a cueca para se cobrir, e sorri para mim.

— Mas você não vai ter o meu pau, sua vaca!

E então, saiu do meu quarto, batendo a porta. Assim, me deixando a ver navios, toda excitada e suja com a sua porra, e morrendo de raiva. No fim, quem estava sendo usada ali era eu, e não ele.

Notas finais
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