Contradições
29 Aleluia
Notas iniciais
Contradições
by Amanur
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29
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Na medida em que eu deslizava as mãos em seus seios, ia sentindo seus mamilos enrijecer. Eu não podia negar que ela me deixava louco. Ela era gostosa pra caralho. Linda pra caralho. Me dava muito tesão, me deixava louco.
Louco em todos os sentidos.
— Você não vai me fazer passar por paspalha de novo, vai? — me perguntou, de repente, me afastando.
— Não.
— Tem certeza?
— Absoluta.
— Não vai mudar de ideia?
— Não vou.
— Mas e se mudar de ideia?
— Não vou.
— Tem certeza?
— Absoluuuuuta.
Ela sorriu, com aqueles lábios lindos, e me puxou de volta, beijando a minha boca. Seu beijo tinha gosta de cerveja, mas não me importei. Ela beijava muito bem com aqueles lábios carnudos, deliciosos, e aquela língua que parecia puxar a minha para dentro de sua boca.
— Você não vai me deixa a ver navios como da ultima vez, né? — me interrompeu outra vez.
— Não, Sakura. Eu vou meter em você, nem que seja para calar a sua boca!
— Grosso.
— Não nos interrompa, e a única coisa grossa que você vai ter vai ser meu pau. — resmunguei entre os dentes, perdendo a paciência.
Ela me puxou outra vez. Suguei toda sua língua, enquanto ela se desfazia em meus braços. Aos poucos, discretamente, percebi que começou a rebolar o quadril para mim. Suas pequenas e delicadas mãos percorriam pelo meu corpo, até alcançar meu cinto e desfazê-lo. Tirei minhas calças, e ela tirou sua calcinha por baixo do vestido.
Então, sem pressa, tirou minha camisa colada ao corpo, enquanto eu, lentamente, subia seu vestido. Ela não usava sutiã, e aos poucos fui revelando seus seios até saltarem. Aqueles peitos deliciosos, que eu tanto almejava em chupá-los. A peguei pela cintura e a ergui, fazendo-a se pendurar em mim, enquanto sugava seus mamilos e ela puxava levemente o meu cabelo. Os bicos dos seus peitos estavam durinhos, me enchendo de tesão.
A coloquei de volta no chão, e, imediatamente, ela se ajoelhou na minha frente, me colocando contra a parede fria. Com suas pequenas mãos, Sakura me masturbava. Eu estava duro como pedra, rígido e ereto. Lançou-me uma daquelas olhadas provocantes que só ela sabia fazer, e mordiscou o lábio inferior. Em seguida, com aqueles lábios deliciosos, abocanhou a ponta do meu pau. Sugava-o com força, ruidosamente, enquanto massageava minhas bolas. Ela tinha mãos mágicas, porque conseguia me fazer gemer e urrar como ninguém nunca tinha feito.
A puxei de volta, e a joguei contra a parede novamente. Prendi suas mãos no alto, e fui beijando todo o seu pescoço. Com a ponta da minha língua, fui percorrendo sua pele, descendo, até chegar aos seios. Ela já arfava, e tentava se desvencilhas da prisão em que a condicionei contra a parede com as mãos para o alto. Mordisquei o lado do seu peito, onde havia aquela curva deliciosa. Ela tentava colocar seu mamilo na minha boca, mas eu desviava, sabendo que era exatamente o seu ponto delicado. Lambi seu pescoço novamente, e ela tentou esfregar seus seios contra o meu peito. Ela estava ficando louca com os meus toques, prestes a subir pelas paredes, e vê-la naquele jeito, tão indefesa e entregue a mim, me deixava ainda mais excitado.
— Você quer que eu te chupe mais? — sussurrei em seu ouvido.
— Hun. — resmungou, tão afoita estava, balançando a cabeça em afirmação.
De repente, peguei suas mãos, as colocando em suas costas, e a fiz virar-se para mim, encostando seus seios na parede gelada do box, para lhe dar uma esfriada. Mas enquanto isso, com a minha mão livre (porque consegui prender seus pulsos finos com uma só mão) apalpava sua bunda macia e redonda. E comecei a estapeá-la de leve. Ela ainda arfava, e começou a gemer.
Ajoelhei-me, afastei suas pernas uma da outra e lambi sua bunda. Em seguida, ela começou a rebolar na minha cara, e não resisti; acabei enfiando um dedo em sua vagina, tão encharcada de tesão. Enfiei de vagar, apenas a ponta do dedo, e depois comecei a soca-lo dentro dela, introduzindo mais um dedo.
Sakura começou a estremecer o corpo inteiro e arranhava a parede com as unhas, se esfregando contra o azulejo.
Com a outra mão, eu estapeava sua bunda, ou massageava meu pau. Comecei a sentir aquela sensação de êxtase me dominar, mas eu não queria gozar ainda.
Virei Sakura de frente para mim, de repente, retirando meus dedos de dentro dela. Ela ofegava alto, me olhando com aqueles olhos que pareciam me implorar algo. Sorri de canto, divertido com sua expressão, e pus os dedos na minha boca para provar seu delicio gosto. Com uma de suas mãos, ela começou a se masturbar ali, na minha frente. Com a mão livre ela massageava um dos seus seios, beliscando o mamilo sensível. Tirei sua mão de baixo, separei os lábios de sua vagina, e encontrei seu grelinho rígido. Com a ponta da língua, o percorri. Ela se contraiu, junto com a gemida, estapeou os próprios seios, me dando o privilegio daquela visão maravilhosa que eu tinha ali embaixo. Em seguida, ela agarrou minha cabeça e começou a movimentar o quadril em direção a minha boca, e fui obrigado a chupá-lo com força.
— AHHH,Sasuke... Mais, mais...
Penetrei a língua dentro de sua vagina, tão encharcada que escorria entre suas pernas.
Ela estava prestes a perder as forças, e eu não estava mais conseguindo me segurar. E ainda queria meter forte tanto em sua frente quando em sua bunda.
Levantei-me, e bati meu membro em sua vagina algumas vezes enquanto ela se apoiava em meus ombros. Agarrei seus peitos com as mãos, e puxei seus mamilos. Eles voltaram a ficar rígidos, e apenas com a ponta dos dedos brinquei com os bicos. Prendi suas mãos no alto novamente, e comecei a sugar aqueles peitos gostosos. E ela voltou a gemer gostoso, baixinho. Dei uma chupada forte num, depois no outro. Mordisquei apenas um bico, e com os dentes, levemente, o puxava. Ela se contorceu, e enfiei todo o peito na boca. E repeti o processo com o outro. Estapeei os seios, só para vê-los balançar, e o chupei novamente.
Ela revirou os olhos, jogando a cabeça para trás, e percebi que seus mamilos deveriam estar levemente doloridos, hipersensíveis, e os massageei com a mão. Em seguida, puxei sua boca para a minha e suguei sua língua, sua saliva, suguei tudo o que poderia sugar do seu corpo.
E, então, de repente, ela pula em cima de mim, ficando trepada no meu tronco, abraçando minha cintura com suas pernas. Busquei o orifício de sua vagina com a ponta do meu pênis, e finalmente a penetrei. Ela se contorceu toda, soltando um gemido delicioso no meu ouvido, arranhando as minhas costas.
Soquei nele algumas vezes, e em seguida ela começou a cavalgar em cima de mim, ferozmente. Apoiei minhas costas contra a parede para me dar mais apoio, enquanto ela continuava a pular em cima de mim, esfregando seu grelinho na minha barriga.
Aquela sensação deliciosa da sua vagina quente e apertada, se contraindo em torno do meu pênis, junto com a sua imagem pulando em cima de mim, tão sexy, tão erótica, quase me fez gozar. Seus peitos gostosos balançavam na minha frente e ela gemia muito enquanto encrava os dedos nos meus ombros.
A fiz sair de cima de mim, antes que eu gozasse, por que eu queria vê-la gozar primeiro. Então, a coloquei contra a parede, mais uma vez. Peguei o sabonete e o esfreguei em todo o seu corpo, deixando sua pele ainda mais macia e escorregadia, e duplamente sexy. Eu não consegui mais tirar minhas mãos dos seus seios, de sua bunda, de suas pernas, de sua barriga, do seu pescoço. Comecei a me esfregar contra ela, enquanto ela se esfregava contra mim. Ela tomou o sabonete da minha mão, e fez o mesmo no meu corpo, se demorando bastante no meu pau.
A virei contra a parede, mais uma vez, estapeei sua bunda mais umas vezes e, lentamente, fui introduzindo meu pênis em sua bunda escorregadia. Enquanto a penetrava, por trás, colei meu peito contra suas costas e fui deslizando as mãos em seu corpo ensaboado, apertando seus peitos, beliscando seus mamilos. Ela começou a rebolar, de vagar, aos poucos, até eu consegui meter o pau inteiro em sua bunda. Uma vez dentro, comecei a socá-lo com força e agilidade. Comecei a urrar de prazer, por que sua bunda era ainda mais apertada e gostosa. A tirei da parede, e a fiz inclinar o corpo para frente, enquanto eu a apoiava segurando seus braços para trás.
— Ahh, Sasuke. — gemeu.
— Sua gostosa do caralho! — gemi de volta.
Eu não ia conseguir me conter. Ela estava muito gostosa e apertada. A visão de suas costas nuas, com aquele quadril largo e sua bunda batendo no meu quadril era muito sensual. Gozei dentro de sua bunda como nunca gozei, me fazendo urrar e revirar os olhos de tanto prazer.
....
Sasuke era um animal insaciável, por que mesmo depois de jorrar litros dentro de mim, de repente, como se estivesse renovado as energias, ele ainda me pegou no colo, atravessou a sala, e nos levou para minha cama. Mesmo de corpos molhados, ele me jogou no meu colchão, de pernas para o alto. Afastou uma da outra, e enfiou sua cabeça em minha vagina, e foi me chupando com fúria, como se estivesse inconformado com algo.
Contorci-me em meu colchão, mordi minha coberta para abafar o gemido, e abracei seu pescoço com minhas pernas. Aquela boca macia e quente dele, me chupando ali, me levava ao delírio. Suas mãos percorreram minhas coxas, e, lentamente, ele começou a lamber minha virilha, a mordiscar minhas coxas, e beijou as minhas canelas até chegar aos meus pés. Ele se levantou com meus pés em suas mãos, chupando o dedão. A sensação de tê-lo dentro da sua boca quente e macia era boa, muito estimulante. Sem falar de ter sua imagem ali, aos meus pés, nú, totalmente excitado e com o corpo molhado me deixava louca. Seu membro continuava rígido, firme, empinado para cima como um animal, tão provocante.
Então, para provocá-lo um pouco também, puxei meus pés de volta e me virei de quatro sobre o colchão, e o olhei de canto. Ele sorria, vendo minha bunda e se aproximou. Deu um tapa mais forte e minha nádega, fazendo sua mão vibrar em todo o meu corpo.
Ele veio por trás de mim, esfregou seu membro ainda quente em mim, mas passou por mim. Sentou-se, com as costas em minha cabeceira, e seu pênis caiu sobre seu abdômen. Deitei-me em suas pernas, e abocanhei seu pênis rígido, grosso e gostoso. Enquanto o sugava, minhas mãos percorriam por seu abdômen firme, arranhando sua pele. Sasuke estava exausto, mas ainda estava bastante excitado. Enfiei suas bolas na minha boca, chupando uma a uma. Ele gostava daquilo mais ainda, porque chegava a fechar os olhos e abrir a boca, franzindo o cenho. E ainda jogou a cabeça para trás, gemendo suavemente. Com a mão, pegou em minha cabeça, a movendo em direção ao seu pênis. O pré-liquido já escorria pela cabeça do seu membro, e o lambi.
Ele engoliu a seco, e me puxou. Lentamente, esfregando meus seios em suas pernas grossas, fui subindo com o corpo. Quando eles tocaram seu membro, me demorei ali, olhando provocativamente para ele.
Sasuke sorriu torto, malicioso, e agarrou meus peitos em torno do seu membro rígido, para massageá-lo com meus seios. Ele gostava daquilo também, porque começou a mover o quadril, enquanto se masturbava com meus seios. E, então, ele deu um forte beliscão nos bicos dos meus peitos, me fazendo estremecer, e me puxou mais para cima do seu corpo.
— Vem aqui, vem, sua gostosa! — ele resmungou.
Fui engatinhando, de mansinho, até ele que estava com cede. Então, lhe dei minha saliva para beber com aquele beijo quente, sugando minha língua, enquanto eu me sentava no colo dele de pernas abertas. Num gesto automático, ele agarrou meus peitos e ficou massageando meus mamilos sensibilizados, enquanto enfiava seu pênis dentro da minha vagina, novamente.
Calafrios percorreram pelo meu corpo. Os bicos dos meus seios ficaram rígidos novamente, e ele os chupou ruidosamente. A leve dor que eu sentia era estimulante, me fazia querê-lo que os chupasse ainda mais, pois a sensação de ser dominada por aquele homem era deliciosa. Ele me tinha em suas mãos, e fazia o que queria com meu corpo.
Com a ponta da língua, o vi brincar com eles meus bicos para, então, voltar a sugá-los. Ele parecia tão sensual e erótico com meus seios em sua boca. Agarrei-me com força em seus ombros fortes. Seu peito estava quente, seu pescoço estava rígido. E logo Sasuke começou a mover o quadril, e comecei a rebolar.
Com uma mão, ele segurava minha cintura, com a outra, ele foi massageando minha vagina. Não ia demorar a eu chegar ao meu clímax. Ele estava ali, tão sedutor, tão gostoso, tão quente, tão forte e firme.
De repente, ele se apóia melhor no colchão, inclina o quadril para o alto e começa a socar o membro dentro de mim com força. Soltei alguns gritinhos, junto com os gemidos.
— Isso, goza, goza pra mim, sua gostosa! — ele sussurrou.
Comecei a rebolar com mais força, enquanto beliscava meus seios, sabendo que ele gostava daquela visão, que eu o excitava. Ele foi socando com mais força e mais rapidez. Aquela sensação foi crescendo, vindo naquela descarga violenta de prazer. Comecei a cavalgar em cima dele, enquanto ele me agarrou para chupar meus peitos, enquanto eu gozava. Gemi ainda mais alto, sentindo todas aquelas contrações musculares me percorrer, junto com seus lábios em minha pele, e seu membro quente e grosso dentro de mim. Eu gozei até não restar mais energia no meu corpo, mas ele continuou a socar em mim. Em seguida, saiu por cima do meu corpo, me virou de costas sobre o colchão, e penetrou na minha vagina por trás.
Eu ainda estava bastante sensível, de modo que ainda sentia bastante prazer. E ele se aproveitou disso para socar com mais força em mim. Continuei a gemer, sentindo seu corpo pesado me imprensar contra o meu colchão. Seu pênis começou a pulsar dentro de mim e, então, o senti gozar mais uma vez. O jato quente me fez gemer mais um pouco, e estremecer o corpo.
Aos poucos, seus movimentos e urros foram parando, enquanto o ouvia respirar alto. Em seguida, Sasuke desabou em minhas costas. Senti seu hálito quente na minha nuca e, então, ele começou o beijar meu pescoço.
— Acho que estou morto. — resmungou — Feliz, mas morto.
Ele rolou para o lado da cama, me puxando para cima dele. Deitei sobre o seu peito quente e suado. Eu estava igualmente exausta, e nem o respondi. Apenas o abracei e simplesmente caí no sono.
Acordei com o sol em meu rosto. Minhas cobertas estavam sobre o meu corpo, mas eu continuava nua. Sasuke não estava ao meu lado, mas eu sentia o cheiro do seu café. Eu poderia sair pulando feito um cabrito feliz, saltitando de um lado para o outro, mas me contive. Vesti um uma calça e blusa, porque ainda tinha que trabalhar.
Ao sair do quarto, entretanto, não o encontrei. Ele havia deixado um sanduíche de capim com café sobre a mesa, e um pequeno bilhete com um endereço no verso.
“Vou te levar para jantar fora.
E você será minha sobremesa. ”
Sorri maliciosamente.
Quando cheguei no escritório, não conseguia conter o sorriso, e eles notaram.
— Aleluia, Senhor! Deus é pai! Olha só o que uma noite de sexo faz com uma pobre coitada. Funcionou, não funcionou? — Karin disse, sorridente — Pode me agradecer depois, se quiser. Aceito um cheque pré-datado.
A beijei no rosto! Não consegui mais conter minha felicidade.
— ELE ME FODEU! ELE ME FODEU! ELE ME FODEU! ELE ME FODEU! — e saí aos berros, cantarolando, pulando de um lado para o outro — ELE ME FODEU! ELE ME FODEU! ELE ME FODEU!
— Você vai mesmo soltar fogos de artifício, não vai? — Naruto resmungou, meio emburrado.
— Danço até a Macarena! — e realmente, até dei alguns passinhos ali, mas logo me congelei ao ver a cara do Itachi na minha frente, sério como uma estátua de mármore.
— Quem te fodeu? — indagou, erguendo uma sobrancelha.
Pigarreei, e recompus minha postura e seriedade.
— Seu irmãozinho delicioso foi quem me fodeu gostoso. — respondi, categoricamente.
Vi a Karin esbugalhar os olhos, e o Naruto deslizar para baixo de sua mesa. Mas a expressão do Itachi permanecia fria e dura, inalterada. Ele ainda me olhou de cima a baixou. Suspirou.
— Não importa, eu ainda fui o primeiro. — resmungou, me dando as costas — E ele com certeza não será o último.
Suspirei. Eu teria pulado nas costas dele e mordido sua cabeça dura se me importasse com alguma coisa que ele pudesse me dizer. Como eu estava ocupada demais com a minha felicidade pós-sexo, apenas mostrei meu dedo do meio pra ele. Sorrindo.
Mas ainda tivemos que ver o cabeludo esbarrar no Shikabundo ao sair da nossa sala, enquanto o preguiçoso entrava.
— Ah, bom dia para você também, chefinho. — ele resmungou. Mas o Itachi nem se incomodou — O que aconteceu? — nos indagou.
— O Itachi está com dor de cotovelo. — a Karin respondeu.
— Não, eu digo com ela! — ele apontou para mim, por que eu continuava a saltitar pela sala.
— Ela está com um furúnculo no meio das pernas, e por isso não consegue sentar. — o idiota do Naruto resmungou.
Acho que nada do que dissessem poderia estragar o meu doce humor. E por isso, passei o dia todo cantarolando, lixando as unhas, retocando o esmalte, a maquiagem, tomando café, ouvindo música, acessando sites sobre astrologia.
— Sakura... — Naruto me cutucou.
— Diga, querido.
— Só para lembrá-la de que estamos no inicio do ano, e que esse não é uma boa época para dar uma de Karin.
Imediatamente, a ruiva sem vergonha esconde sua própria lixa de unha, resmungando coisas ininteligíveis. E eu apenas sorri, contando as horas passar, sem mal conseguir esperar para rever aquele irritante gostoso lindo do Sasuke.
E quando faltava um minutinho para o ponteiro do meu relógio alcançar às 18 horas em ponto, peguei o meu celular para enviar uma mensagem para ele avisando que já estava saindo escritório. E ainda dei sorte, porque a bateria do meu celular estava fraca, e deu tempo somente para enviar aquela mensagem. E, então, o ponteiro atingiu a meta, peguei minha bolsa e saí da sala feito foguete, feliz da vida. Mas antes de conseguir deixar o prédio, no térreo, dei de cara com o Itachi carregando uma pilha de papéis.
— Aonde a senhora pensa que vai? — me interceptou na porta do elevador, se colocando no meu caminho — Acabei de pegar essa belezinha aqui de formulários para serem preenchidos e despachados no correio.
— Ok, deixe sobre a minha mesa, que amanhã eu faço tudo. — respondi.
Ele suspirou, se fazendo de cansado.
— Sakura, será que devo lembrá-la das horas que você está me devendo? Afinal, quanto tempo você perdeu com esse seu sumiço? Não se esqueça de que ainda sou o seu chefe, e posso demiti-la por justa causa, por ter se ausentado por tanto tempo e sem aviso prévio algum.
Trinquei a mandíbula e dilatei a narina, furiosa. Ele, obviamente, estava fazendo aquilo de propósito.
E o infeliz ainda sorriu, jogando aquela pilha nas minhas mãos.
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