Contos Da Izis - Very Very Hot!
8 Conto 8-Oh My Weekend Too Crazy
Notas iniciais
mais um conto, e esse é bem louco

Conto — Oh My Weekend Too Crazy
Um dia comum de trabalho na vida de Isabella Swan, seu chefe Carlisle Cullen, entrava com uma pasta cheia de relatórios, enquanto Isabella olha no relógio e vê que faltam apenas 15 minutos para seu horário.
— Senhorita Swan, quero isso para ontem é urgente.
— Que merda!— Ela sussurra.
— O que foi? — ao ouvir um pequeno zumbido de resmungo, o homem que já estava na porta, volta seu olhar para a garota, com um semblante nada amigável, e retoma o seu caminho para a saída da sala assim que a mesma não o responde.
— Mas que merda! Que porra é essa? Ele me vem em cima da hora, isso é brincadeira, eu vou demorar. – agora que não estava mais nas vistas de seu nada adorável chefe ela poderia praguejar alto.
A noite de sexta feira não reservava para ela um bom final, ela foi redigindo os relatórios e divagando suas opções de entretenimento; chegar em casa e retirar os sapatos, tomar um vinho, sentar-se a frente ao computador e conversar com seus amigos que moravam distante.
Monica era uma garota meiga e doce, ela se apegou a ela de uma fora que podia ser uma tia de coração.
Rebeca que mesmo com seu jeito rebelde e estressada conquistou Bella.
Miah era uma garota meiga que Bella se identificava com seus problemas.
America uma outra garota que podia ser grossa as vezes, e ao mesmo tempo era adorável, companheira e amiga.
Bella tinha um carinho e companheirismo por Joice que era uma pessoa maravilhosa, e Kah, sua confidente e companheira.
Vickie era tão parecida com Bella que era inacreditável, e Rodolfo, ah Dolf o irmão dela de coração que a fazia rir e aguentava a depressão de Bella.
Isabella swan, ela tinha tudo para ser a pessoa mais sociável, e ate já fora, mas aos seus 29 anos ela via-se diferente de uma forma que outros não a entendiam, com suas agradáveis amizades, pena que eram longe.
Depois de meia hora após seu horário Isabella entregou os relatório e antes que seu chefe a chamasse ela pegou sua bolsa desligou seu computador e saiu, deixando o relatório em cima de sua mesa, redigido e com um bilhete “Terminei”
Quando ela entrou no elevador, seu coração disparou, ele estava lá, sim o homem que ela olhava todos os dias que pegava o elevador no mesmo horário, mas Bella como sempre disse oi educadamente baixou a cabeça e se manteve-se encarando o nada, suas mãos suavam ela não sabia o que fazer, era algo que ela não estava acostumada a paquerar, flertar, ela somente sorria e dizia oi.
Se ela ao menos soubesse o nome dele, mas ela não tinha essa coragem de perguntar, ela somente o olhava, e admirava.
Podia ter algo mais? Ela pensava: “ele sorriu para mim”, porém ela nunca saberia.
Saiu do elevador e daquela tortura interminável e se direcionou ao seu carro, entrou rapidamente e deu a ultima olhada, ela podia abusar do destino, pois ele o fez pegar o elevador mesmo no horário que ela nem imaginava vê-lo.
Mas ela não abusou do destino, deixou ele ali no vácuo mais uma vez, o que ela temia? Rejeição? As vezes se batia internamente, muito frustrada por ser tão covarde a ponto de não fazer coisas que gostaria, só por medo.
Nem mesmo ela sabia o porquê de tanta reclusão.
O caminho com o trânsito lento não a irritou mais, pois ela colocou sua música preferida no último volume, e foi embora deixando que tudo que lhe incomodava para trás.
Menos uma coisa, a Porra do sexo, isso ela não podia negar, estava a tirando do sério, a deixando irritada e não era bom, por isso ela se isolava.
Depois que chegou em casa ela não retirou os sapatos.
—Rotina não me pega, eu vou vencer— ela se sentiu rebelde por ir contra a sua rotina, sorriu sozinha e feito idiota que estava sendo.
Ela pegou o vinho e desistiu.
— Rotinha de novo, ponto para mim, eu quero algo mais forte. — Pegou a vodka e fez um drink, novamente ela sorria sozinha.
Assim que terminou, ela não podia fugir da próxima rotina, pois era seu escape, ela ligou o computador, enquanto ia se ajeitando, mas sem retirar ao menos seus sapatos.
Assim que ela olha que as amigas estão desconectadas um aperto em seu peito cresce, ela não pode viver sem elas, mas ela sabe que todos tem uma vida fora do PC; todos menos ela.
Irritada ela quer beber mais, ela não quer ficar dentro daquele apartamento, se sentindo sozinha e frustrada, não quer pensar que outras pessoas estão fazendo algo e ela não, ela quer se sentir um pouco viva, já que a muito tempo não sente, que esteja fazendo algo com que se orgulhe e com que seja bom pra ela.
Alice sua irmã; chega e entra e a rotina a pega novamente, mas Bella decide que tem que mudar isso.
—Alice, quero beber!
— Louca esta bebendo, olha isso ai em sua mão.
— Não eu quero algo melhor, vamos sair ali na esquina tem um bar e compramos.
— Ta eu vou somente para cuidar de você, pois não me parece estar bem hoje. – sorrindo alegre, Alice tem pensamentos felizes com relação a irmã, que nunca sai de casa além de ir ao trabalho.
Bella não estava era bem fazia tempo, mas ninguém percebe isso, somente quando ela se anima, isso era uma hipocrisia a meses se ela se matasse ou ficasse indignada com algo ninguém iria notar.
As duas garotas foram comprar mais bebida e ficaram dando voltas na rua vendo a movimentação de sexta à noite.
— Bella você deveria sair...
— Eu? Com quem? Você só estuda, e eu não tenho amigos, além dos virtuais.
— Converse com as pessoas, a começar com o cara que esta olhando a tempos no seu trabalho, que merda mulher nem o nome dele você sabe.
— Eu não tenho coragem! – exclamou um pouco frustrada consigo mesmo, aquilo era idiotice, ela nunca tinha coragem para nada mais... Ousado, digamos assim.
— Então trate de arrumar coragem e vá falar com o cara!
Alice era irmã mais nova de Bella, ainda não tinha 18 anos o que dificultava a entrada dela em certos locais, ela era responsabilidade de Bella o que deixava a mulher sempre preocupada.
Assim que elas viraram a esquina, uma moça loira estava ali sentada olhando o movimento
— Rose o que faz ai? — Alice a conhecia era a dona do café que ela passava todos os dias.
— Estou aqui, sem nada para fazer e sentei ver o movimento.
— Vamos te fazer companhia.
Naquele estagio Bella já havia bebido o que era anormal para ela.
Ela sentou-se e começou seus lamentos.
— A porra desta vida, é uma merda eu estou aqui na seca literalmente e eu quero sair eu tenho uma porra de carro e não saio!
— Ela é sempre assim? — Rose virou-se para Alice perguntando impressionada com a atitude desta inesperada que a mulher morena tinha.
— Não, ela bebeu.
—Confia nela assim?
— Confio minha vida...
Foi o que bastou Rose estava animada agora ela queria sair e também estava pensando como.
As três foram buscar o carro de Bella.
— Mas eu ainda tecnicamente sou de menor... – Alice começava um lamento, sempre era a mesma coisa, ser menor de idade era uma merda mesmo.
— La onde vamos não pedem documentos. — Rose assegurou.
E lá foram as garotas, Bella realmente não estava ao seu normal; ao som de Enjoy the Silence no último volume elas estavam a todo vapor. Chegaram a um barzinho que Rose indicou, mas ao entrarem foram imediatamente barradas.
— Preciso dos documentos das senhoritas. – O segurança falou calmamente, encarando as meninas.
— Mas antes eu não trazia... – Reclamou Rose indignada.
— Bem garotas é que lei está muito rigorosa, mas ela pode ficar se tiver documentos provando que está com parentes juntos – Apontou para Alice que parecia um pouco acuada ao lado de Bella.
As garotas saíram, mas não desanimadas foram em busca dos documentos de Alice, e na volta, Bella já estava sem pensar em nada e ao parar no sinal, ela observa um carro vermelho e um cara que ao que julgou ser muito gato, ela então resolveu quebrar o seu jeito afinal ela nunca veria este estranho, ele nem saberia quem ela era.
— Uhu! Esse ai é gostoso; eu pegava! – explicou muito animada.
— Meu deus Bella que coragem!
O rapaz abaixou o vidro e sorriu e assim que o sinal abriu ele as seguiu.
— Meu Deus o que eu faço agora?— ela perguntou para Rose.
— Paquera ué, nunca fez isso?
Rose botou pilha e Bella se animou e botou a cabeça para fora e gritou;
— Gostoso
Ela ganhou um sinal de luz, e já que sua adrenalina estava a mil, ela parou o carro, e o rapaz fez o mesmo
— Eu vou descer e falar com ele! — Rose disse por fim, assim que o carro parou.
— Não mesmo esse é meu — Bella disse convicta, ela estava se testando e iria por a prova. Assim que ela se sentiu segura desceu do carro e foi ate o vidro
— Olá moça, boa noite.
— Boa noite! – sorriu torto, em algum tipo de flerte.
— Vão aonde?
— Estamos procurando... Eu vou aonde você for gato.
— Eu estava de boa indo para casa mas se quiser entrar... – ele deixou a frase suspensa no ar.
Bella não pensou, aliás era o que ela não estava mais fazendo desde que a bebida tomou conta dela; pensar.
— Bem estou aqui. — Ele sorrio para ela.
— Prazer eu sou Stefan.
— Sou Isabella, mas a porra do nome é ruim me chame de Bella. – ofereceu.
- Muito bem Bella, hoje é meu aniversário e eu estava passeando somente.
— Parabéns. — Bella se curvou e depositou um beijo na bochecha do rapaz.
— Olha gata, eu sou casado tem algum problema? – perguntou, com ar sexy, que poderia deixar até a sua vozinha excitada.
Bella novamente nem se quer pensou, mas aquilo não era um problema já que não estava fazendo isso àquela noite, então ela respondeu o que lhe deu na telha. Sua mente pervertida ia se formando na mulher que estava vendo sua noite estar melhorando.
— Nada de problemas, eu só estou me divertindo hoje apenas.
— Então topa ir em um lugar mais reservado? – Ele estava realmente excitado, com o seu plano de trair sua mulher.
Ela não pensou, e respondeu:
— Só se for agora.
Assim que ele arrancou o carro, as duas no seu carro fizeram sinal.
— Ei vão aonde.
Bella pôs a cabeça para fora e gritou
— Já volto cuidem do meu baby ai, é só uma rapidinha!
E assim Stefan dirigiu, ate encontrar um lugar escuro suficiente.
Os vidros fumê do carro dele os deixavam à vontade. Assim que eles desligaram as luzes, Bella entrou em modo pervertido, ao qual ela somente tinha em sua mente a tempos. E puxou o rapaz para um beijo lascivo e intenso. As bocas se movia, e Bella pegava os cabelos soltos do cara na base da nuca e os agarrava. A morena estava voraz, ela queria mais, agora que começou ela não tinha volta. Ela o deixou passar sua mão pelos seu corpo, e ali sentiu que realmente se tratava de um homem gostoso.
— Vamos para o banco de traz — Stefan se afastou em busca de ar e sugeriu.
Eles então descerem e foram para trás, o espaço era pequeno no carro popular, mas serviria. Stefan não perdeu tempo, ele retirou sem demora o seu membro para que Bella observasse, o que fez a sua boca salivar, ela estava na seca e isso era muito bom, ter um membro todo ali em sua frente. Bella pressionou o peito de Stefan contra o banco, e o beijou sem pudor ela mordeu o lábio inferior dele e assim ela descia seus beijos.
- Não me marque por favor. – foi a única coisa que ele exigiu.
— Sem marcas, ok! – Ela repetiu debilmente.
Ela então deixou um pouco de razão entrar ele não poderia chegar marcado já que era casado, mas só foi isso, pois se ela começasse pensasse na pobre mulher traída isso não iria rolar. Ela então levantou a blusa de Stefan, depositando beijos em seus gomos, ela nem ao menos lembrava de quando tinha feito sexo com um homem assim, com esse corpo. Ela chegou a seu destino, e encontrou um membro, ela inspecionou, cheirou, lambeu, para provar, e tudo era maravilhoso, bem cheiroso e cuidado, ela então abocanhou e sugou, leves sugadas, escutando os gemidos de do homem gostoso a baixo de si. Bella amava dar prazer, e tinha se esquecido disso, mas ali estava realizando sua vontade.
Mas ela queria mais. Muito mais.
Stefan sem perder tempo apalpava a bunda de Bella, sem nenhuma piedade, ele colocou a mãos dentro de seu jeans. A garota se posicionou, e retirou seu jeans, deixando que Stefan explorasse sua intimidade, seus dedos encontraram a aceitação, e ela estava molhada ao extremo, aquele era um dos momentos mais eróticos a alguns anos em sua vida.
A Swan nem acreditou, assim que Stefan se posicionou em meio a suas pernas e foi provar de seu mel. Sentia a língua quente dele explorando cada pedaço de sua intimidade, e dando leves mordidas, e sugadas, que eram bastante excitantes, e deixavam em um estado meio torpe. Mas a loucura estava em ambos, e era somente algo rápido, então ela não perderia tempo logo se posicionou de quatro, e Stefan retirou de sua carteira uma camisinha, evitando pensar porque um homem casado carrega uma camisinha, mas a resposta estava ali, ela dentro daquele carro, Foi quando ele introduziu seu membro dentro dela, que sentiu seu êxtase.
E ele foi de leve, mas intensificou, e foi muito rápido e fundo, Bella foi ajudando com seus movimentos. Ate que ambos sentiram o clímax, e se entregaram aos gemidos intensos.
Assim que se arrumaram, Stefan sorriu, Bella não esperava, mas ele foi atencioso, e ate perguntou como foi para ela. Ele ainda se preocupou com o estado da garota que estava visivelmente bêbada.
— Eu não quero seu telefone! Stefan você é casado!
— Mas eu posso pegar o seu? Assim quem sabe eu esteja passando por aqui...
— Nossa! posso te perguntar quantos anos tem gato?
— 24 e você Bella?
—29. – ela simplesmente riu.
— Isso não é problema o importante é que faz muito bem, imagina sã o que não faz? – empolgou-se bastante com a possibilidade de encontrar-se novamente com a mulher bonita novamente.
— Muita coisa Stefan! – Sorriu safada.
Bella mesmo sem lembrar de muita coisa, passou o numero a ele. E ele a deixou novamente no local onde suas amigas impacientes esperavam.
— Menina esta louca? Sair assim com um desconhecido e se ele fosse um tarado? – o seu sorriso só aumentou ao ouvir as palavras de Rose, seus olhos brilharam de excitação, aquela noite estava no mínimo sendo fodastica.
— Eu estava amando esse tarado... – deixou no ar, fazendo com que Alice abrisse a boca em um grande O.
— Não me diga. – Logo Rosalie entendeu e ficou boquiaberta feito Alice.
— Bella!!
— Sim eu dei, estava precisando dar!
Mesmo estando realizada Bella queria sair e voltaram ao barzinho em que estavam. Que agora se encontrava mais cheio que antes, nem mesa acharam. Bella estava dando uma varredura quando um homem a observou, ela deu mais uma olhada, ela custava acreditar que hoje estava sendo a noite dela. Mas ela ficou na dela, esperando.
—Moças podemos dividir a mesa se quiserem? — Um homem a segurou pelo braço e a ofereceu seu lugar.
— Eu quero! – jubilou-se animada.
E as três sentaram na mesa Bella pediu uma cerveja, que era o que tinha no local, e depois de três ela estava mais mal
— Seu nome gata. — O cara que ofereceu mesa, sorriu para Bella.
— Bella.
— O meu é Jasper.
Bella gostou do rapaz que estava ali a impressionando. E seus sentidos que já não existiam eles foram aflorando e sem pensar ela estava agora segurando a mãos dele. E daquele pequeno gesto bastou para que Jasper a puxasse para um beijo. O beijo estava quente, não tanto como Stefan, mas quem estava fazendo comparações?
Ela somente curtiu.
— Vamos lá para fora um pouco?
O loiro a chamou. Ela foi para fora e os beijos mais quentes vieram, ela não desejava sexo, ela já tinha realizado isso, mas ela estava gostando de ser explorada de ser tocada.
A noite fora maravilhosa o que ela podia esperar? Alice estava com sono e foi para o carro, Rose passou por Bella de mãos dadas com um homem alto e másculo.
— Bella não fique chateada, mas eu vou com Emmett; vamos sair dar umas voltas e ele me deixa em casa.
Bella jamais se chatearia ela estava feliz por sua amiga encontrar algo também.
— Não se preocupe, eu cuido dela.
As horas se passaram e Bella estava esgotada, a noite foi longa e divertida. Jasper se preocupou da garota dirigir daquela forma, mas ela se sentia segura. E foi bem ate em casa, não seria Stefan, pois era casado não seria Jasper, pois ele não a agradou em cem por cento, mas ela estava feliz, e animada. Chegando em casa Bella decidiu ver suas amigas e elas estava lá, conectadas, e ela mesmo sem estar em seu juízo perfeito ela tinha que desabafar contar, compartilhar a sua noite de sexta feira.
Mas o sono a venceu.
Pela manhã Bella se sentia tonta, e enjoada, uma ressaca trazia dores de cabeça e ela decidiu que precisava de remédios. Mas o dia estava indo bem leve ensolarado, ela estava ainda agitada se era efeito da bebida ou não ainda, ela estava impaciente. E não queria ficar no apartamento
— Alice vamos tomar café lá na cafeteria de Rose? Quero ver como está... Se está bem, e sair de casa.
— Agora vai se acostumar a isso estou vendo a nova vida louca.
— Nem tanto.
— Ixi essa é a Bella chata, volta aquela de ontem era mais divertida. – Brincou com a irmã a fazendo bufar.
—Vamos de deixe de graça, ok?
As duas foram a cafeteria, e lá Rose estava desgastada.
— Meninas aquele Emmett é doido, maravilhoso, mas intenso demais estou morta hoje!
— Ele te deu o numero? — Alice perguntou
— Sim, e eu o meu ele fica me ligando!
— Sua boba responde! — Alice incentivava
— Calma Alice, se ela não gostou dele, é igual a mim, não responderei se Jasper ligar.
— Essa é a Bella de verdade? — Rose perguntou zombando de Bella que estava somente um pouco ranzinza.
— Sim, a Bella chata.
— Eu não estou chata, só estou de ressaca é diferente.
Mas assim que Bella proferiu isso ela mesmo não acreditava no que via, o rapaz de seu trabalho que o via sempre no elevador, entrou na lanchonete. Bella ainda estava com efeito do álcool, ou era a auto confiança que ela adquiriu de ver que podia ser um pouco mais ousada ela se aproximou dele.
— Oi! – Sorriu timidamente, fazendo o seu rosto alvo se iluminar e ganhar indícios de vermelho em suas bochechas, graças ao seu talento de corar em situações como essas.
— Oi – ele respondeu também de forma tímida — Eu amo o café daqui, você também?
— Sim, mas ei, eu falo oi para você todo dia, e nem sei seu nome...
Ela nem se sentiu estranha, somente um pouco tremula por usa ousadia.
— Edward – ele sorriu— e o seu posso saber também?
— Sim, é Isabella, mas sabe é melhor Bella.
— Nome lindo, mas gostei de Bella combina com você. – Cantada clássica que sempre diziam ao ouvir seu nome, mas saída dos lábios de Edward, aquilo adquiriu um Q a mais.
— Bella o que pensa em fazer essa noite? — Rose interrompeu a conversa e foi atendendo o pedido de Edward que olhou para a garota.
— Onde vocês costumam ir? — ele perguntou.
— Bem eu nem saio, essa louca que me levou ontem, mas eu gostaria de saber um lugar bom... – corou novamente ao relatar que o quão patética era a sua vida.
— Eu conheço um lugar bem legal de um amigo meu música ao vivo e toca um rock você tem cara que gosta.
Bella sorriu e concordou
— Podia nos mostrar um dia.
Assim que Edward pegou seu café ele se virou para Bella e disse:
— Pode anotar meu telefone se quiser... – Ele ofereceu como quem não quer nada, mas estava doido que a morena aceitasse a sua oferta.
Bella tremeu mas conseguiu anotar em seu celular. Assim que Edward saiu do café, as garotas pareciam adolescentes.
— Menina que tudo! Que maravilhoso, soube o nome e ganhou o telefone — Rose falou.
— Vai mandar mensagem? Ai que tudo— Alice completava empolgada, só faltava mesmo os típicos pulinhos de sua personalidade extravagante.
E foi o que Bella fez ela mandou mensagem. Edward respondeu, dizendo que tinha compromisso esse final de semana e não poderia sair, mas que estava muito interessado nela. Seria ele? Seria seu prêmio?
Quando Bella achava que seu final de semana estava terminando, ele apenas estava começando. O dia passou a base de mensagens entre ela e Edward, o que animou muito, e a noite. Edward mandou uma mensagem que queria vê-la, somente para uma conversa, chegando no lugar marcado, Edward não pensou duas vezes ele queria provar os lábios daquela mulher.
E os beijos quentes foram a um nível mais intenso.
Estavam no carro de Bella, ela nem tentou comparar, nada agora estava com quem ela queria.
Bônus:
POV Bella:
Sentir as mãos de Edward em meu corpo era a sensação mais maravilhosa que se podia presenciar.
Diga-se de passagem enormes mãos, que me levavam a loucura.
Enquanto eu sentia cada lugar que ele traçava e me tocava, seus lábios assumiram o caminho, sua boca foi vagando juntamente agora.
Chegando aos meus seios, intumescidos de prazer e expectativa, sua língua traçava a aureola deixando uma sensação elétrica inigualável.
Sua boca entrou em ação sugando com vontade e força, fazendo com que o peso de meu corpo fosse todo jogado em sua direção, eu queria mais, queria envolver-me nele, Edward poderia se fundir ao meu corpo que não ligaria
— Calma gata, vamos deixar tudo ir acontecendo.- ele disse me dando um sorriso pragmático, eu amei a ironia presente naquele momento.
Eu não podia ter calma, eu estava em estado de eletricidade, eu queria descarregar o quanto antes, mas Edward gostava de protelar, gostava de me torturar, pois isso nada mais é que uma tortura.
Logo seus lábios deixaram meus seios, que ate um pouco doloridos estavam, mas nada se comparava a sensação de prazer que era envolvida.
Sua boca desceu por minha barriga chegando a minha intimidade e não resisti a arquear meu corpo em direção a ele, e relaxar enquanto sentia Edward introduzindo sua língua quente.
Eu estava dando gemidos tímidos,quando soltei um grito, que eu mesmo me assustaria se não fosse pelo prazer chegando.
Edward sorriu ele sabia o que estava se passando, quando ele deixou de saborear minha intimidade ele subiu em minha direção, seu membro chegou a minha entrada, eu simplesmente deixei meu quadril se mover em sua direção em conjunto as estocadas fortes que ele dava.
Foi ali sentindo o tão sonhado Edward, dentro de mim que eu sabia que estava feliz.
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