Confissoes de Um Poeta
4 Soneto não escrito
Venho cá outrora escrever versos
De um soneto que esta aqui dentro
Gritando para que o bote a fora
Mas palavras nem sentido afloram
Não desisto! Sigo com pena e alma
Escrevendo na agonia e na calma
Pra completar a estrofe um sacrifício
Pago com sangue por este oficio
Poeta que ama não sente
Poeta que sente se engana
Aquele que escreve os versos
Não os escreve pra quem ama
Mas à todos os que não sabem amar
Doces palavras para consolar
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