Venho cá outrora escrever versos

De um soneto que esta aqui dentro

Gritando para que o bote a fora

Mas palavras nem sentido afloram

Não desisto! Sigo com pena e alma

Escrevendo na agonia e na calma

Pra completar a estrofe um sacrifício

Pago com sangue por este oficio

Poeta que ama não sente

Poeta que sente se engana

Aquele que escreve os versos

Não os escreve pra quem ama

Mas à todos os que não sabem amar

Doces palavras para consolar