Conexões Ilícitas
14 Dissolução
Notas iniciais
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Capítulo treze – Dissolução
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“Nada se pode criar num lado senão à custa da dissolução no outro.”
- Bertrand Russell -
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- Qual é a porra do seu problema? Por que você foi fazer a única coisa que eu praticamente implorei para que você não fizesse? Como você quer que eu te ajude neste divórcio se você mesma não se ajuda Tanya?! – exigiu Rosalie Hale McCarty em seu modo advogada fazendo hora extra no domingo.
- Eu deixei a minha vida em suspenso por 20 anos Rosalie, eu preciso viver. Me sentir viva! – exclamou a loira morango.
- E você não pode esperar a porra de três meses?! Para quem esperou 20 anos, 3 meses é um passeio no parque!
- Será que você não vê que isto foi uma armação do Edward? Ele contratou pessoas para me seguir e vendeu a porra da fotografia a todos os jornais para pintá-lo de vítima, de que foi eu quem o traiu, que eu sou a culpada por nosso iminente divórcio. – ponderou Tanya, mudando a sua estratégia para acusação direta a Edward.
Rosalie bufou exasperada. As capas de todos os jornais, tabloides e revistas de Washington traziam uma foto clara de Tanya Denali Cullen quase nua, com um quase nu Eleazar Masen, primo do Senador Edward Cullen. Escândalo que em poucas horas todo o país estaria comentando.
- Tanya, Edward assinou um acordo de confidencialidade. Posso não ser a sua maior fã, mas ele nunca que iria arriscar a sua carreira em troca de tão apenas humilhá-la. O cargo político, o status que ele tem é o que conta para Edward e se qualquer coisa puder manchar isso ele fará o possível e o impossível para evitar que seu nome vá para lama. – pontuou, deslizando suas mãos com unhas tingidas de vermelho carmim por seus cabelos loiros. – Logo, não foi Edward. Ele não arriscaria o próprio nome. Isto foi obra de outra pessoa.
Fora a vez de Tanya gargalhar em escarnio.
- Você realmente não conhece Edward, Rose. Ele faria qualquer coisa, desde que no meio do caminho ele seja pintado como vítima, ele até mesmo envolveria o seu nome em um escândalo como este apenas para que seus eleitores acreditasse que ele é uma boa pessoa, que a sua esposa nunca o respeitou. Não importa que ele tenha assinado um contrato de confidencialidade, tudo para Edward está acima da lei. – declarou Tanya.
- Tanya, você acha que se ele tivesse envolvido, ele teria me ligado às 7 horas da manhã de um domingo para gritar que você havia quebrado o acordo e que tudo o que haviam negociado para um divórcio sem complicações foi dissolvido, Edward está disposto a ir à corte se você não abrir mão dos bens que construíram durante o matrimonio.
Tanya riu sem humor.
- Sabe o que é mais engraçado Rosalie? Edward jurou que iria me deixar sem nada. Eu não veria um centavo de qualquer dinheiro ou bem que ele tenha. Então sinceramente você acha que ele não tem nada a ver com esse escândalo baixo? Eu não tenho dúvidas que tenha a mão inteira dele nisso!
- Tanya acredite no que você quiser, mas essas fotos são legítimas. Nenhum juiz dará ganho de causa para você diante dessas provas. Nós perdemos! – suspirou derrotada.
- Qual é Rosalie? Impossível não ter algo para contra atacar Edward. Tanto eu quanto você sabemos que ele manteve diversas amantes durante anos, tenho certeza que qualquer garota do clube de Emmett pela quantia certa de dinheiro deporia contra ele, é só você fazer a sua mágica de advogada. – deu de ombros.
- E claro, passar a visitar meu marido num presídio federal? Esperando o momento para ter visitas íntimas que todos irão ver? Definitivamente não Tanya. Emmett está fora dos limites, posso não concordar com a forma que meu marido leva a vida, mas definitivamente não o denunciarei a justiça somente para salvar a sua pele. Se você tivesse seguido as minhas recomendações tudo estaria resolvido em alguns meses.
- Eu não me importo com o negócio do seu marido! Eu só não posso sair deste casamento com as mãos abanando! Se você não quiser usar o negócio do seu marido na jogada, eu arrumo outro advogado disposto a se queimar nesta brincadeira. – ameaçou a loira morango.
Rosalie fechou seus olhos em fenda estudando o rosto impassível de sua prima, e com uma voz que exalava frieza rebateu a ameaça da loira:
- Faça alguma coisa contra Emmett, que em um piscar de olhos me alio ao Edward. E Tanya sua vida será um inferno.
- Isto é uma ameaça? – replicou com uma sobrancelha arqueada.
Rosalie levantou de seu lugar no sofá em que estava sentada alisando a sua calça jeans escura e ajeitando a sua blusa de estampa Paisley caramelo. Os saltos de sua bota ecoavam no piso de madeira, seus olhos azuis esquadrinharam a outra tomando cada detalhe dela, seus cabelos loiros arruivados, seus olhos cor de mel, a sua roupa simples – calça legging preta, camisa verde militar sem mangas, um cardigã preto e sapatilha preta com detalhes dourados em seus pés.
- Pode ter certeza que sim Tanya. – pontuou a advogada caminhando-se para a saída do quarto de hotel que Tanya estava vivendo nas últimas semanas.
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Seth Clearwater ainda estava atordoado com os eventos dos últimos dias. Ainda na sexta-feira mesmo com os protestos do seu cliente e amigo Edward Cullen eles haviam chego a um acordo com Tanya e sua advogada Rosalie McCarty, se o divórcio fosse amigável, sem necessidade de ir a corte, e principalmente se houvesse discrição entre as partes envolvidas, na esperança de evitar um escândalo, o político estava disposto a dividir os bens que constituiu durante a união com Tanya, independente do regime de casamento deles ser separação total de bens. Não era o acordo que Edward queria, mas diante da sua necessidade de que o divórcio fosse rápido e sem alarde ele tinha que aceitar as exigências de Tanya.
Óbvio que as coisas seguiram de forma completamente inesperadas. Todos os tabloides da cidade, e até mesmo alguns jornais de respeito publicaram as fotos de Tanya e Eleazar Masen em um quarto de hotel na maior intimidade. Nenhuma notícia foi agradável indo desde que Edward violentava a sua esposa até que ele e Tanya viviam um casamento de aparências, passando inclusive, que ele era gay e tinha um envolvimento com o seu próprio advogado.
Dizer que Edward estava puto pelo acontecido era pouco, o político estava irado – apesar de que havia uma parte de Seth que acreditava que Edward havia planejado tudo aquilo, exatamente para evitar ter que dar a Tanya o que ela pedia no processo. Mas seria Edward capaz de todo esse teatro? Sujar o seu próprio nome? Seth conhecia o político bem demais para saber que ele nunca arrastaria o seu nome para um escândalo como este, sem contar que o advogado sabia muitíssimo bem onde o amigo passara o seu fim de semana. Na companhia de Isabella Swan.
Isabella Swan. O enigma. Seth ainda não conseguia decidir o que sentia pela morena; ele tinha pleno conhecimento que ela era perfeita para estar ao lado de Edward em suas ambições políticas, mas qual era a sua história? Por que era tão difícil achar qualquer coisa sobre ela? Como uma pessoa poderia ter o nome tão limpo, sem qualquer tipo de passado como ela? Estas e tantas outras questões sobre a mulher perturbavam o advogado, e mesmo que Edward tivesse aceitado o que não fora encontrado sobre ela, ele não havia aceitado facilmente. E mesmo contra as ordens de Edward ele continuava investiga-la, mesmo que fosse uma busca continuadamente frustrante.
Um jogo de gato e rato, como se algo estivesse sempre prevendo os seus passos seguintes e de alguma forma o obrigando a seguir o caminho que queriam.
Contudo, por mais que a ideia de investigar Isabella Swan seja interessantíssima para o advogado, ele precisava fazer outras coisas, como descobrir como um paparazzi chegou a Tanya no Lombardy Hotel e como passou pela a segurança sem qualquer empecilho. E obviamente o fato de que Tanya estava se encontrando com Eleazar tão perto de onde Edward estava com Isabella. Coincidência que não podia ser.
Odiando-se por utilizar a sua vida privada para conseguir uma informação, Seth telefonou para um antigo amante, e que por ironia do destino é redator-chefe do The Washington Enquirer, o maior tabloide de Washington. Brady Fuller não teve uma carreira reconhecida como James Collins – seu antigo colega de classe -, contudo o jornalista fez o seu nome como um grande fofoqueiro. Tudo que o Post ou o Times achavam desinteressantes para servir de capa para seu jornal, Brady Fuller não recusava, em sua opinião basta colocar as coisas de um determinado ângulo que era o suficiente para atrair multidões.
Brady se orgulhava das reportagens que sempre envolvia em escândalos os membros do Congresso – independente de sua veracidade -, tanto que a sua língua afiada e o não temor a represálias fez com que o jornalista encontrasse diversos inimigos, porém, mesmo com ameaças diárias a sua vida ele não deixava de publicar um fato, seja ele qual for.
O jornalista estava aproveitando a sua única manhã de folga, saboreando demoradamente o seu desjejum na varanda de seu apartamento. Sua pele bronzeada, seus cabelos castanhos, os seus olhos castanhos profundos, o seu corpo esculpido por horas na academia. Brady era um homem atraente. Tanto que quando ele e Seth eram um projeto de casal que muitos diziam que eram perfeitos um para o outro, uma lástima que Brady não conseguia ser fiel a uma só pessoa na época. Seth sofrera com a traição do seu amante, e muitos dizem que após esse baque o advogado passou a ser menos receptivo e mais frio em seus relacionamentos. Isto há mais de 8 anos.
Era este o motivo para que o advogado não estava encarando essa ligação de animo leve, mas antes de ser seu amigo, Edward era o seu cliente e se ele precisava realmente defender os interesses dele, por conta disto ele teria que enfrentar esta temida ligação.
O telefone tocou três vezes antes que Brady o atendesse com a sua voz grave e suave ao mesmo tempo.
- Fuller.
- Brady? Tudo bom, aqui é o Seth... Seth Clearwater. – começou o advogado nervoso como uma adolescente chamando um cara para o baile de Sadie Hawkins; Brady em contrapartida ao ouvir o nome de Seth ficou todo animado, ele ainda não havia superado o seu erro de traí-lo com Collin Littlesea, um babaca que só fizera sofrer.
- Olá Seth, quanto tempo. Como você está? – inquiriu suavemente.
- Sim... muito tempo Brady. – concordou Seth nervoso. – Eu estou bem, trabalhando muito.
- Você não deveria trabalhar tanto Seth, isso não faz bem para a saúde. Deveríamos combinar de beber alguma coisa juntos. – pontuou com um leve tom de flerte.
- Sim... deveríamos. – concordou Seth reticente, ainda sentindo a magoa de ser traído por Brady anos atrás.
- Mas o que devo a sua ligação? – questionou o jornalista, percebendo que o mal estar do advogado diante da conversa que estavam tentando ter.
- Hum... na verdade Brady, deixa para lá. – suspirou derrotado.
- Seth, por favor – começou com uma voz suplicante. -, deixe-me redimir pelo que fiz a você há alguns anos. O que você precisa?
Seth suspirou pesadamente.
- Eu precisava saber quem fez a ligação sobre o affair da senhora Cullen e, quem foi o paparazzi que tirou as fotos.
- Oh! – exclamou. – Pelo que andei investigando todos receberam uma mensagem, todas iguais quer ver, deixa-me ler para você: “Quer um escândalo sexual estampando a primeira capa de Enquirer no domingo? Pennsylvania Avenue, 1790 apto 1301. Te garanto que será tão bom quanto Clinton.”
- Wow. Você sabe me dizer o número que foi enviou? – pediu Seth anotando a frase em um papel.
- Posso te dizer Seth, mas o número era de um telefone pré-pago que já foi desabilitado. Eu tentei, e acredito que não só eu, entrar em contato para saber a quem pertencia, mas sem sucesso.
- De qualquer forma me passe o número Brady. – pediu Seth anotando quando o jornalista o recitou. – E que paparazzi foi até o local e tirou as fotos?
- Hum... Charles... Gilbert. Recém chegado de LA.
- Ok Brady, muito obrigado por estas informações. – recitou Seth já preparando para fazer a chamada a Alistair Clark, um detetive particular amigo seu, para descobrir quem é Charles Gilbert.
- Seth? – chamou Brady. – Eu estava falando sério sobre a bebida. Não suma outra vez, ok?!
- Sim, claro. Eu te ligo Brady. Obrigado mais uma vez. – e sentindo-se mais uma vez nervoso Seth desligou a ligação sem saber o que o outro respondeu.
Quando desligou o telefone, Seth enfim pode respirar. Ele não imaginava que estava segurando o folego daquela forma, ele apenas trocou algumas simples palavras com Brady, e como tal pudessem aflorar todos os sentimentos que dividiram outrora. Seth precisou de longos minutos e quase uma xícara de café para que seu nervosismo passasse antes de enfim ligar a Alistair.
Alastair Clark era um homem que sempre esteve ligado a investigações, seja quando fora xerife de uma cidadezinha próxima a DC, chamada Coral Hills, onde depois de uma eleição frustrada foi praticamente linchado da cidade, onde acabou parando em Washington onde desde então construiu uma sólida carreira como detetive particular.
Seth o conhecera por meio de um cliente, o congressista Harry Anderson, que o havia contratado para saber se a sua esposa – 20 anos mais nova – estava violando o pré-nupcial. Evidente que a suspeita tornou-se fato, e durante as provas para o pedido de dissolução matrimonial Alastair e Seth se tornaram próximos.
Seus cabelos loiros cumpridos, sua barba por fazer, os sinais de expressão e os intensos olhos azuis de Alastair podem atrair qualquer mulher, e de fato eles faziam, o detetive apesar de sua agenda cheia de casos tinha também uma cartela cheia de amantes e amores perdidos. Ele era um conquistador, mas acima de suas conquistas amorosas, Alastair era um excepcional detetive, o melhor que Seth conhecia – e que não se envolvia com negócios ilícitos como Jason Jenks. E fora com a animação de que uma conversa com Alastair reservava que Seth telefonou para o seu amigo e detetive particular.
- Clark Investigations? – a voz de barítono de Alastair ressoou.
- Alastair, meu velho, como está? Aqui é o Seth. Seth Clearwater.
- Oh Clearwater, você recebeu o e-mail que lhe mandei na sexta-feira? Não achei nada sobre Isabella Swan no Arizona a não ser aquilo que você já sabia, meu velho. – declamou o detetive.
- Sim, eu vi. Essa mulher é um grande mistério!
- Ou talvez ela só seja a próxima Madre Teresa de Calcutá. – pontuou com uma estrondosa gargalhada o ex-xerife.
- Isto eu tenho certeza que ela não será. – concordou rindo o advogado. – Na verdade eu estou telefonando para pedir que você encontre um paparazzi recém chegado de LA chamado Charles Gilbert, será que você consegue? – inquiriu incerto.
- Oh Clearwater, não tenha dúvida. Retorno a você em uma hora, meu velho. – e sem qualquer outra palavra Alastair encerrou a chamada.
Seth tentou se distrair lendo sobre um júri dificílimo que acontecera em NYC, quando 40 minutos depois Alastair ligou.
- Meu velho, achei os contatos do tal Charles Gilbert, o cara fez sucesso em Hollywood vendendo fotos de celebridades em situações constrangedoras. Achei estranho ele ter vindo para DC para tirar fotos de políticos, entretanto com o valor que ele recebeu pelas suas últimas fotos explica o porquê.
- E quanto ele recebeu? – questionou Seth com curiosidade.
- Cinco milhões, meu velho.
- Será que você consegue descobrir quem o pagou? – pediu Seth lentamente.
- Sim... eu posso. – respondeu reticente o detetive. – Clearwater você continua sendo advogado do Senador Cullen? – perguntou Alastair inesperadamente.
- Sim... por quê?
- Olha, meu velho, a não ser que a filha dele Jane Denali Cullen esteja tendo um caso com o senhor Charles Gilbert ela anda ligando muito para ele, principalmente nos últimos dois dias.
- Jane?
- Wow... não só ligando, mas transferindo 5 milhões para o cara. Acho que vou virar paparazzi, é mais rentável do que ser detetive. – divertiu-se.
- Jane? – repetiu Seth. – Jane pagou 5 milhões para Charles Gilbert o paparazzi que tirou as fotos de sua mãe, Tanya Denali Cullen com Eleazar Masen no Lombardy Hotel? – questionou sem querer obter uma resposta o advogado.
- E ligou pelo menos 30 vezes para ele no período de sexta-feira das 17 horas a domingo as 7:30.
- Alastair me mande todos esses registros o mais rápido possível, tenho que tratar algumas questões com meu cliente. – ponderou Seth caminhando em direção ao seu quarto para trocar de roupa.
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Seth conduziu Mercedes GLA chumbo a toda velocidade pelas ruas desertas de Washington, ele precisava consultar Edward, informa-lo que fora a sua própria filha que armara o flagrante de Tanya, sua própria mãe, e principalmente ele precisava saber que passos que seguiriam a partir dali. Processar o paparazzi seria processar a sua própria filha e Seth tinha completa certeza que o Senador não estaria nem um pouco favorável em envolver seus filhos neste escândalo, ou até mesmo leva-los a corte; contudo por que Jane fizera isto com a sua mãe? Com o seu pai? Por que ela teve que armar um escândalo dessa magnitude ainda era algo que o advogado não conseguia compreender.
Quando chegou a propriedade de Edward em North Brentwood ladeada por muros altos e portões de ferro, Seth digitou o código de entrada e seguiu caminho até a casa, para a sua grande decepção Edward não estava ali, pelo menos não ainda. Contudo quando vislumbrou o Audi A1 Sportback branco adentrando o portão que a pouco havia travessado o advogado animou-se, ele poderia começar a responder suas perguntas pela responsável por todo esse problema: Jane Stella Denali Cullen.
Jane que estava chegando da casa de Demetri um pouco depois das 11 da manhã surpreendeu-se com Seth parado em frente a sua casa sem sinal do seu pai, contudo como conhecera o advogado desde que nascera constatou que talvez Seth estivesse apenas esperando Edward chegar de onde ele estava com Isabella.
Estacionando o seu carro, Jane começou a traçar o seu caminho onde um Seth vestido com calças jeans escura, camiseta de malha com botões até a metade do peito preta e mocassim pretos estava. Seus saltos negros com tachas em dourado clicavam ruidosamente pelas pedras da entrada, sua saia de paetês perola e cinza com tachas douradas brilhavam contra a luz do sol, da mesma maneira que o broche que estava entre as golas de sua camisa brilhavam. Sua jaqueta de couro preta com tachas douradas deixava o seu corpo quente contra a luz do sol da primavera, seus cabelos dourados brilhavam contra a luz, e sua maquiagem estava levemente borrada.
- Ei Seth, o que você faz aqui essa hora da manhã? – perguntou Jane aproximando-se do advogado para cumprimenta-lo com um beijo no rosto.
- Esperando o seu pai. Você não está sabendo o que aconteceu hoje, Jane? – inquiriu lentamente.
- Hum... deveria? – replicou confusa.
- Me diga você. – incentivou o advogado entregando uma cópia do Enquirer para a loira.
- Oh! – exclamou sem nenhuma surpresa, entregando o jornal novamente para o advogado. – Venha vamos entrar, tenho certeza que Zafrina tenha feito alguma coisa. – disse suavemente caminhando em direção à porta.
Dentro do calor do Chateau des Reves obrigou a jovem retirar a sua jaqueta de couro, jogando sobre o sofá do hall de entrada junto com a sua bolsa, para liderar o caminho até a cozinha. De fato a cozinheira dos Cullen havia feito um belo de um café da manhã, uma variedade infindável de alimentos estavam postos sobre uma mesa redonda. Jane serviu-se de um copo de suco de laranja e passou geleia de morango em uma torrada, enquanto Seth servia-se de uma caneca de café preto.
O silêncio reinava entre os dois enquanto bebiam e comiam seus desjejuns. Seth admirava Jane com um olhar clínico, tentando decifrar os motivos de aquela garota fazer algo contra a sua mãe, mas da mesma forma que ele encarava Isabella Swan, ele poderia encarar Jane Cullen. Ela também era um enigma, um enigma mais difícil de decifrar que a outra, por incrível que pareça.
Todavia analisando-a de uma forma diferente naquele momento Seth percebeu que apesar de Jane ser muito parecida com a sua mãe fisicamente, a sua atitude não tinha nada de Tanya – não que ele pudesse fazer uma comparação muito eficaz já que nunca fora muito próximo da loira morango; porém observando Jane atentamente ele pela primeira vez notou como ela era parecida com o seu pai. Arrogante, prepotente, como se estivesse além do bem e do mal.
Jane o intrigava.
Seth estava tão perdido em suas próprias considerações que se surpreendeu quando a loira que ele analisava clinicamente falou:
- Bom Seth eu vou me deitar, fique a vontade. Se faça em casa. – sorriu suavemente.
O advogado hesitou por alguns segundos que foi o suficiente para Jane se afastar quase completamente da cozinha, mas a voz dele a surpreendeu, fazendo-a parar.
- Por que Jane? Por que você fez isto com a sua mãe? Com seus pais?
Lentamente a loira virou para encarar o belo homem a sua frente, que conhecera desde quando nasceu.
- Quantas vezes você viu a minha mãe com o meu pai a não ser em um evento público? Quantas vezes você os viu agindo como um casal normal? Trocando carinhos, conversas a pé de ouvido, qualquer coisa, nestes... quantos anos você conhece o meu pai?
- A mais de 22 anos. – respondeu Seth inconscientemente, completamente atordoado com as questões que a loira havia colocado.
- Nestes 21 anos que eles são casados?- completou a sua pergunta. – Quantas vezes Seth você viu a minha mãe tendo um tempo de qualidade comigo ou com Alec?
O advogado ficou em silêncio absorvendo todas aquelas perguntas redundantes da estudante de jornalismo.
- Acredite Seth, minha mãe mal sabe o dia que eu e meu irmão nascemos, para ela somos estorvos, o problema da sua vida. Por nossa causa que ela não pode ter a vida que ela idealizou ao lado de Eleazar. Ela culpa a mim e a meu irmão por existirmos, ela odeia o meu pai. E exatamente por isto que ela não merece sair com nada desse casamento. Ela nunca se importou com ele, sempre ficou distante, viajando, cuidando de sua beleza de... miss Califórnia. Ela preocupava-se apenas com seus status social, ela nunca se importou com nada, só com dinheiro, roupas, SPA’s, tratamentos de beleza... sua juventude. – deu de ombros. – Ela não merece nada disso, ela é a pior pessoa que eu conheço, esse escândalo é ainda muito pouco para o que ela merece, ela merecia algo muito pior, mas eu amo meu pai e não faria nada para prejudica-lo.
- Mas você o prejudicou. – replicou atordoado o advogado.
- Prejudiquei? Em quê? Em torna-lo uma pessoa traída pela mídia? Mostrando que a sua esposa faz as suas costas? O trai com o seu próprio primo? Eu não vejo onde eu prejudiquei o meu pai, eu fiz um favor a ele, isto sim.
- E sua mãe?
- Você quer dizer Tanya? Ela só serviu para parir a mim e ao meu irmão, mais nada. Ela é somente uma doadora de óvulos, ela nunca foi uma mãe. – deu de ombros.
- O que eu direi ao seu pai, Jane? Isto será uma decepção para ele saber que você foi a responsável por este escândalo.
- Será Seth? Eu tenho as minhas dúvidas. Pergunte para ele e depois me informe, ok? – sorriu enviesada de um jeito muito Edward Cullen. – Tenha um bom domingo. – e sem nenhuma outra palavra deixou o advogado atordoado pela conversa que tivera com aquela garota.
Ao mesmo tempo em que Jane demonstrava uma sensatez, uma maturidade de uma mulher adulta em justificar suas ações, as suas ações mostravam uma garotinha com raiva do mundo, ansiosa por ter a atenção de sua mãe, para que ela seja não só a sua mãe, mas a sua melhor amiga. Seth até mesmo constatou que talvez Jane tenha “Complexo de Elektra”; talvez por sua infância tão próxima ao seu pai, ela tivesse desenvolvido uma paixão por Edward, uma paixão tão intensa que a leve a prejudicar a própria mãe a favor de seu pai.
Suas constatações giravam em sua cabeça, fazendo eco com as palavras da loira. Seth estava completamente atordoado, a sua mente de jurista não conseguia achar uma saída para este impasse. Qual seria a reação de Edward ao saber do envolvimento de Jane? E Tanya como ela reagiria ao constatar que fora a sua própria filha que fizera dela uma piada para a mídia? Eram tantas questões que a cabeça de Seth doía, por isto que ele optou por beber mais um longo gole de café preto.
- Seth? – a voz de barítono de Edward ressoou por toda a casa.
- Aqui. – replicou o advogado ouvindo os passos de Edward indo em direção à cozinha.
- Aconteceu alguma coisa? Tanya fez alguma outra coisa? Rosalie está me culpando por esse escândalo? – inquiriu ligeiramente revoltado. Suas roupas eram informais demais, algo que Seth não via desde os tempos de faculdade – jeans escuros, camisa de botões pretos e sapatênis.
- Edward – suspirou. – sente-se, por favor. Preciso te contar um novo fato.
- Que novo fato Seth? – questionou impaciente o Senador.
- Eu fiz uma pequena investigação nas últimas horas e descobri algo que... não sei se você vai gostar de saber.
Edward arqueou uma sobrancelha intrigado com a frase de seu amigo.
- Eu descobri quem foi que tirou as fotos de Tanya no Lombardy...
- E? – incentivou o político.
- E quem pagou para que as fotos caíssem na mídia sem qualquer negociação com qualquer um de vocês.
- Quem? – pediu impaciente.
- Jane.
- Jane? Que Jane? – perguntou confuso.
- Eu. Pai. – a voz de soprano de Jane ressoou aparecendo na porta que dava para a cozinha, ainda vestindo as mesmas roupas que chegara, mas sem resquício de maquiagem e com os cabelos presos num rabo de cavalo. – Fui eu quem pagou ao paparazzi e o orientou para tirar as fotos.
Edward piscou confuso diante da confissão de sua filha. Ele não podia acreditar que Jane faria algo assim, contudo, pensando melhor, e conhecendo a sua filha como conhecia, sabendo o quão parecida com ele ela era, Edward por fim não ficou tão surpreso. Se ele não tivesse tão focado em Isabella na última semana ele mesmo teria feito algo assim.
- Tudo bem Jane, eu não a culpo. Volte para o seu quarto, eu resolverei as coisas daqui. Obrigado pelo sua sinceridade filha. – com um sorriso sem emoção a loira deu um leve sorriso para os dois homens e fez o seu caminho para o seu quarto no segundo andar da casa.
Um silêncio pesado caiu sobre os dois ex-colegas de classe. Edward ponderava o que podia fazer para não trazer o nome de Jane para o processo, enquanto Seth ponderava como poderia chegar a um acordo com Rosalie, ela com certeza estaria fazendo a sua própria investigação, e assim como ele não demoraria muito para chegar ao nome de Jane.
- Eu quero fazer um acordo. – contemplou Edward depois de alguns minutos. – Um acordo justo, sem ter que levar para corte esse divórcio ou envolver o nome da minha filha num processo judicial.
- Que tipo de acordo? – questionou Seth.
- A casa em Long Island e o apartamento de LA, trinta por cento do valor que tenho em ações e aplicado no banco, e uma pensão de 10 mil dólares por mês durante 30 meses. – refletiu o político retirando um cigarro de sua cartela de cigarro.
- E se Tanya não aceitar esse acordo?
- Ela vai aceitar, se ela não... bom eu assumo a culpa por pagar o paparazzi e vamos para a corte. – refletiu sem meias considerações.
- Ok, montarei o acordo e talvez possa ser assinado ainda essa semana?
- Claro Seth, faça tudo mais rápido possível. E... peça a Rosalie discrição com relação a Jane, eu não quero a minha filha envolvida nesta merda, ok? – pediu, mais como uma ordem.
- Te manterei informado, Edward. – avisou Seth deixando a cozinha.
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Emmett não estava nem um pouco feliz com a sua esposa Rosalie, que no único dia que poderiam desfrutar da companhia um do outro sem se preocupar com trabalho, estava trancada no seu escritório resolvendo a situação que depois do escândalo publicado nos tabloides de Washington em que sua cliente e prima estava envolvida.
O ex-jogador de Lacrosse da NYU conhecia Edward a muito tempo, antes mesmo de se casar com Rosalie e sabia o que seu amigo era capaz para conseguir o que queria, e era por conhecer tão bem o Senador Cullen, que Emmett sentia-se dividido em acreditar ou não que ele esteja envolvido com esse escândalo, por mais que Rosalie tenha lhe dado uma forte constatação do porque Edward não poderia ter feito aquilo, porém ele ainda estava desconfiado.
Apesar de ter conhecido o político depois que ele se casou com Tanya e teve os gêmeos, Emmett nunca os vira plenamente feliz em seu casamento, sempre sorrindo forçadamente e não agindo como um casal apaixonado que tantos outros casais se comportavam, mesmo depois de alguns anos de casamento. A relação entre os dois era estranha, para se dizer o mínimo, e não era pela grande gama de amantes que Edward tinha; pode-se dizer que nunca foram plenamente felizes em seu casamento, por mais que todo matrimonio tenha crises, parecia que eles sempre viviam em uma constante crise.
Emmett estava decidido a tirar a sua esposa do escritório para aproveitar o dia ao seu lado, quando ouviu a conversa de Rosalie:
- Clearwater me diga que o nome de Jane relacionado a Charles Gilbert é uma brincadeira?
- Oh Rosalie eu queria que fosse, mas é a mais pura verdade a própria confirmou comigo que ela tem algo com isto. – a voz do advogado soou pelo viva voz do telefone de Rosalie McCarty.
- Ela te deu um motivo? – perguntou cheia de impertinência e arrogância.
- Sim. – sorriu Seth. – Pela falta de atenção durante os últimos 21 anos de sua vida.
- Tanya não nasceu para ser mãe! – suspirou derrotada.
- Jane sabe disso Rosalie, tanto que provocou esse escândalo propositalmente.
- O que faremos com essa informação?
- Nada. Edward não quer o nome de Jane em um processo.
- Oh claro, e como faremos com as fotos na corte? Se eu e você sendo meros advogados conseguimos chegar ao nome dela, imagine o que a polícia faria. – comentou sem qualquer emoção.
- Eu sei disto, Edward sabe disto. Por isto esta propondo um acordo, um acordo que tenho certeza que você irá persuadir a sua cliente a assinar, afinal Tanya não vai querer mais o ódio da sua filha que ela já tem, certo Rose? – provocou o advogado usando o apelido da loira que só pessoas íntimas a ela usava.
- Me mande esse acordo para que eu analise Clearwater. E entrarei em contato. – suspirou Rosalie sem qualquer rodeio encerrando a ligação.
Emmett não esperou um convite para entrar no escritório de sua esposa, e sem a necessidade de que ela lhe dissesse nada a puxou para um beijo sôfrego.
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O acordo proposto por Edward foi assinado na quinta-feira após a publicação do escândalo da traição de Tanya e Eleazar Masen. A ex-miss Califórnia não estava nada feliz com o tão pouco que acabaria saindo daquele casamento, mas assim como Edward ela não tinha a intenção de arrastar o nome de sua filha para um processo judicial na corte americana, por isso acabou aceitado a proposta de seu breve a ser ex-marido.
Os papéis do divórcio, entretanto, só poderiam ser assinados em 40 dias, por conta da situação da traição pública de Tanya e o acordo que fizeram extrajudicialmente, e depois dos papéis assinados o divórcio se oficializaria em 60 dias. Ou seja, ainda tinham 100 dias até que a dissolução matrimonial fosse efetivada, e por mais que nenhuma nova prova pudesse ser utilizada no processo; ambos os advogados aconselharam seus clientes a serem discretos em seus casos amorosos.
Tanya não gostou dessa opção, e por isto preferiu viajar para LA até que tudo estivesse resolvido, evitando assim qualquer encontro que pudesse tornar-se público com Eleazar. Edward optou por manter o seu caso com Isabella por baixo dos panos, sempre inventando viagens de fim de semana para que pudesse ficar ao lado de sua amante em seu apartamento.
Depois que os papéis enfim foram assinados, Tanya e Edward teriam que ficar apenas mais uma vez frente a frente, quando oficializariam enfim a separação e a divisão de bens.
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Naquela manhã de setembro uma chuva de verão assolava toda Washington, Edward que vestia o seu melhor terno preto, um camisa de linho azul claro e gravata preta e subia a largas passadas segurando um guarda-chuva preto as escadarias que levavam até a corte, onde o conciliador realizaria os últimos tramites legais.
Seth já estava esperando, quando avançava pelo corredor de mármore bege. Rosalie McCarty em seu vestido preto com detalhes em verde esperava ao seu lado, enquanto encarava distraidamente o seu celular. Edward os cumprimentou educadamente sentando-se em uma cadeira próxima de onde Rosalie estava esperando Tanya, que chegou alguns minutos depois vestido uma saia lápis preta, uma blusa peplum de fundo preto com estampa amarelo claro e vermelho, um terno e sapatos pretos. Seus cabelos arruivados estavam mais curtos e seu rosto que anteriormente fora sempre jovem estava marcado por linhas de expressão.
Edward surpreendera com o visual de sua ex-esposa, e por mais que ele não confessasse a ninguém vê-la tão envelhecida fora um frescor para o seu ego. Viver sem a fortuna que tinha ao lado dele foi um duro golpe para a loira morango.
De qualquer maneira os ajustes finais do divórcio aconteceram sem qualquer problema. Edward passou a Tanya a escritura dos imóveis e os papeis para as ações e aplicações que haviam combinado no acordo prévio. A pensão de 10 mil dólares mensais estabelecida previamente começaria a ser depositada naquele mês. Em menos de uma hora todas as questões foram resolvidas e enfim estavam prontos para ir.
Edward agradeceu ao conciliador, Seth e deu seu adeus sem muita emoção a Rosalie e Tanya que recusou a retribuir. Não se importando com agora definitivamente sua ex-esposa, o político seguiu para o seu gabinete, para ter uma breve comemoração com sua futura esposa, atual... namorada.
Soava estranho chamar Isabella como sua namorada, afinal eles eram muito mais do que isto, eles eram amantes, cumplices, parceiros, o futuro um do outro.
Em seu gabinete o Senador não deu bom dia a ninguém, somente mandando uma solicitação para que Isabella fosse até a sua sala. Se antes o político tinha uma ideia fixa de explorar o prazer com a sua atual companheira, uma nova ideia surgiu ao vê-la andando sexualmente por seu gabinete usando um vestido preto que marcava todas as suas curvas com detalhes de renda na parte de cima. Seus saltos altíssimos davam uma elegância única ao seu andar, acompanhado da beleza quase angelical de sua pele clara e de seus cabelos castanhos.
- Vejo que correu tudo bem na corte. – murmurou sensualmente, sentando-se na beirada da enorme mesa de carvalho próximo de onde o Senador estava sentado em sua imponente cadeira.
- Sim. Agora sou um homem divorciado, Isabella. – murmurou o político puxando o rosto da jornalista para um beijo urgente.
- Edward. – sussurrou contra os lábios do político.
- Você tem algum plano para o fim de semana?
- Só os que têm você neles. – provocou sedutoramente.
Edward sorriu enviesado.
- Vamos viajar. Venha a Vegas comigo? – pediu.
Isabella afastou-se minimamente sorrindo timidamente para o político.
- Sempre.
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Notas finais
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Tudo bem com vocês?! Eu sei, vim mais rápido do que eu sequer imaginava! Não esperava que este capítulo saísse tão rápido, mas enfim, saiu! Bom para todos nós, certo?!
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Não foi um capítulo assim excelente, mas era um capítulo muito importante para o que vem a seguir. E para aqueles que sentiram a falta de diálogos no capítulo anterior este teve muitos hein?! Enfim Tanya e Edward estão divorciados, e sei que havia dito que seria a Bella que armaria algo contra a ex-esposa do seu futuro esposo, mas... envolver a Jane soou muito mais interessante e... bem... garanto que ainda teremos mais detalhes nessa história. ;D
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O próximo capítulo Las Vegas... a cidade do pecado. Onde tudo pode acontecer, alguém tem alguma sugestão?! Garanto que será um capítulo impactante! Hehehe
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Bom... Agradeço mais uma vez a todos que ainda leem isso aqui; e peço mais uma vez: não desistam de mim, eu não tenho qualquer intenção de desistir disso aqui ou de vocês. Me comprometo a não demorar muito para postar, mas peço que tenham compreensão, infelizmente vida de adulto não é tão fácil ou legal como muitos dizem, ok?!
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Continuem me questionando, criticando, o que for. Como eu disse várias vezes: sempre que tiver dúvidas, curiosidades, ou o que for podem me questionar tanto no tumblr da fic: fuckyeahsympathyforthedevil(PONTO)tumblr(PONTO)com/ - perguntem o que tiverem vontade, sem medo de reprimendas, ok?! =p
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Obrigada mais uma vez pelo carinho imenso de vocês.
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Até mais!
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Beijos,
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Carol.
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GOSTOU OU NÃO, DEIXE-ME SABER.
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