Notas iniciais
Resolvemos postar esse capítulo um pouco mais cedo, como forma de agradecimento pelos reviews! 16 em só 3 capítulos! Eu amei, de coração. Nathamy está emocionada também. Enfim, espero que gostem, uma boa leitura a todos vocês, seus fofos ;)

– Então...? – Aizen cruza os braços frente ao corpo – Como me explica isso? – Seu tom de voz demonstrava irritação – Fez sua missão pela metade, e ainda por cima... – Aponta para a garota prostrada ao lado do moreno – Traz uma escrava com você. – Estreita os olhos – O que foi isso, Ulquiorra? Eu exijo explicações.

Completamente irritante.

Era o que Ulquiorra pensava. Naquele momento, o mesmo se encontrava na mansão de Aizen – o seu “chefe” –, e juntamente consigo, trouxe a mulher para o ninho do predador. E, se não bastasse isso, Schiffer, pela primeira vez em todos seus trabalhos, não terminou o serviço.

– Não lhe devo explicações, Sousuke Aizen – Murmura Ulquiorra sem emoção, com as mãos afundadas nos bolsos, e milhares de pensamentos aleatórios. Aizen lhe lançou um olhar estranhamente inexpressível, apesar da ligeira irritação.

– É aí que se engana, meu caro Ulquiorra – Sorri docilmente – Você é o meu carrasco, e quando faz um desses... – Aizen pausa para pensar em algum adjetivo adequado – Deslizes, tem muito o que explicar.

Schiffer virou rosto um pouco para o lado, afim de evitar o rosto odioso do castanho, ignorando a lamúria do homem, a dispensando. Aizen semicerrou os olhos, e, ao se acalmar, respirou fundo, voltando seu olhar analisador para a ruiva.

– E você, garota? – Aumentou seu tom de voz, assustando a menina, que dera um pulo – Qual é o seu nome? – Perguntou com desinteresse.

– I-Inoue Orihime, senhor. – Gaguejou ao se apresentar. Orihime olhava para todos os lados, menos para os olhos do castanho, de extremo nervosismo.

Sousuke analisou a ruiva da cabeça aos pés, soltando um suspiro pesaroso: Nada de anormal.

Uma menina inofensiva, apenas.

– Por ora... Hinamori-kun. – Chamara uma de suas subordinadas, que chegara rapidamente – Arranje roupas decentes para essa garota. – Se jogou para trás na cadeira espaçosa.

– Hai, Aizen-sama. – Respondeu, submissa, a menina um pouco mais baixa que Orihime, seus cabelos amarrados em um coque alto eram castanhos escuros, assim como seus olhos, que eram grandes e brilhantes. – Acompanhe-me, senhorita – Sorriu docemente para a ruiva, a deixando mais tranquila.

A garota passou pela ruiva e fora acompanhada pela mesma, deixando apenas Ulquiorra e Aizen no recinto.

– Ainda quero explicações, Ulquiorra. Eu quero respostas. – Encarou o rosto melancólico do garoto. – Só diga-me o motivo de ter trazido a menina. – Pediu mais ameno e persuasivo.

Dessa vez, o moreno voltou seu olhar inexpressível para ele.

– Difícil explicar – Tombou a cabeça levemente para o lado – A mulher é estranha. E intrigante. – Murmurou friamente, apenas. Aizen ficou visivelmente interessado.

– Intrigante? – Franziu as sobrancelhas – Como assim? O que o faz pensar desta maneira? – Indagou curioso, apoiara o queixo nas mãos cruzadas, encarando Ulquiorra.

– A mulher disse que queria me ajudar. Ela... – Começou, incerto – Ela conseguia ver através dos meus olhos. – Pela primeira vez, surpreendera o mais velho, o moreno estava confuso, até demonstrara reação na frente do castanho.

– Interessante – Aizen murmurou – Então...? Pretende abriga-la? – Perguntou curioso com a resposta do Schiffer.

– Provavelmente me livrarei dela se não mostrar utilidade – Murmurou estoico, deixando Aizen incrivelmente desapontado.

Como Sousuke não deu indícios de que iria continuar a conversa, Ulquiorra simplesmente virou-se e saiu daquela sala, desinteressado em prolongar o diálogo. Saiu da mansão e fora procurar algum lugar vazio para pensar.

[...]

A casa era exageradamente grande. A cada passada, Orihime se impressionava cada vez mais. Se estivesse sozinha, provavelmente teria se perdido.

“Não é grande coisa comparada à Casa do Senhor.” – Concluiu em pensamentos.

A garota chamada Hinamori apenas a guiou, sem dizer mais nada. Quando finalmente encerraram seus trajetos, estavam em frente de uma porta enorme, a menor empurrou a porta com certa dificuldade – Os materiais daquela porta eram deveras pesados –, mas por fim, conseguira abrir.

O quarto era bonito, feminino e espaçoso. As cores eram brancas, assim como o resto da mansão. A morena entrou no cômodo rapidamente e com receio, a ruiva a seguiu.

Momo Hinamori caminhou até o guarda-roupa branco, abriu a porta com rapidez, e de lá tirou uma muda de roupas.

– Tire esse vestido imundo. – Disse sem dar o trabalho de olhá-la.

Orihime ficou poucos segundos observando as costas da morena até tomar coragem, ignorou sua timidez e, aos poucos foi retirando o vestido rasgado e sujo, e o jogou no chão, virou-se de costas rapidamente quando Hinamori virou-se para ela.

Momo arregalou os grandes olhos ao ver duas horríveis cicatrizes nas costas nuas da garota, estavam localizadas nas omoplatas. Se recompondo rapidamente com um pigarreio, a morena entregou as novas roupas brancas para a ruiva.

“O que aconteceu com essa garota?” – Pensou Hinamori. Esquecendo por um momento seus pensamentos e curiosidade, a mesma respira fundo e caminha até a menina, que parecia estar com dificuldades em colocar as vestes – que consistiam em uma blusa branca de mangas compridas e um zíper nas costas em uma calça jeans azul clara –, percebera que vestir as calças a ruiva não teve dificuldades, porém pareceu confusa com o suéter.

– Deixe-me ajuda-la. – A ruiva sorriu em gratidão.

Inoue conseguiu colocar a blusa, porém não conseguia alcançar o zíper no início das costas, Hinamori, antes de fechar o suéter, depois de dar mais uma olhada furtiva nos machucados, passou os dedos levemente na cicatriz do lado esquerdo, no qual parecia que algo lhe fora arrancado.

“Deve ter sido muito doloroso.”

Ah, ela não faz ideia.

– Que horror – Levada pela curiosidade, Hinamori exclamou – Quem fez essas cicatrizes em você?

– Isso? Ah... – Inoue começou desconcertada – Foi meu Pai – Disse normalmente, como se não fosse nada.

– Você deve odiá-lo agora – Comentou, e por fim fechou a blusa e se retirou do quarto, sem esperar respostas.

Orihime olhou para a porta, suspirou e sentou-se na cama, sentindo-se confortável com o colchão. Tombou a cabeça para cima, observando o teto, que ostentava uma cor cinza clara ao seu ver e continha alguns desenhos cinzas mais fortes. Notou que eram as únicas cores existentes naquela casa.

Fechou os olhos e refletiu.

Pensara se poderia ter suas asas outra vez, ao lembrar disso, levou suas duas mãos em direção às omoplatas de suas costas e as pressionou por cima do tecido. A sensação de pressão que provocara era similar à quando recolhia as suas belas plumas brancas. Mas infelizmente não era o mesmo.

Voar. A ótima sensação do vento chicotear seu rosto, as nuvens passando por entre seus olhos...

Os pés sem chão.

As mãos sem apoio.

Os cabelos alaranjados dançando em sincronia com o vento.

Mas, agora...

Um anjo sem suas asas.

A ruiva abriu seus olhos rapidamente, tirando as mãos das costas, sentindo águas molharem e preencherem seus orbes. As tais das lágrimas. Tratou de secá-las com pressa, não podia pensar naquilo.

Com determinação, a ruiva concluiu em devaneios que sente sim, tristeza e dor por tudo aquilo ter acontecido.

Contudo, nunca arrependimento.

– Eu jamais odiaria meu Deus. – Disse para si mesma, confortando-se, logo curvando os lábios para um sorriso murcho. – Meu Pai foi muito piedoso.

[...]

Aizen estava sentado em seu escritório, parecia estar ocupadíssimo, ao levar sua caneta para o próximo papel que tinha de assinar, seu celular tocou vibrante em sua mesa. Ele olhou a tela.

“Não reconheço esse número.” – Pensou ao conferir o número. Meio desconfiado, acabou atendendo por fim.

Moshi moshi, Aizen-san? – Disse a voz do outro lado da linha. Era um homem.

– Quem é? – Perguntou sem rodeios.

Ouviu um longo suspiro e um barulho parecido ao de um leque se abrindo.

Ora, Aizen, não consegue adivinhar? – Perguntou o homem que subitamente mudou seu tom de voz.

O castanho franziu o cenho, aquela voz ridícula, sabia que conhecia de algum lugar. Forçou suas memórias e quando conseguiu lembrar, em seu rosto se formou um sorriso presunçoso.

– Não acredito que teve a ousadia de ligar para mim, – Suspirou e pôde ouvir riso baixo vindo do outro lado da linha – Urahara Kisuke. Diga-me logo, o que quer? – Perguntou por fim.

Não era você quem gostava das formalidades, Aizen-san? – Fez uma voz irritante o castanho bufou – Certo, eu só quero lhe pedir um pequeno favor – Ficou sério novamente – Preciso que um jeito em uma certa mulher.

– E o que ganho com isso? – Perguntou fingindo desinteresse, e mesmo sem vê-lo, teve plena certeza que Urahara estava sorrindo.

Depois nós resolvemos isso, Aizen-san... – Fez uma breve pausa – Aceita ou não? – Perguntou já sabendo a resposta.

– Óbvio que sim, não perderia a chance de ter alguém como você dever algo para mim. – Sorriu pensando no lucro que futuramente obterá.

Yoshi, depois eu lhe passo os detalhes – Disse e encerrou a chamada.

Depois dessa ligação, Aizen ficara de bom humor, assim sorriu largamente, realmente ter um cliente como Urahara lhe era satisfatório. Seu sorriso se desfez quando fora interrompido por duas leves batidas na porta.

– Entre – Murmurou e a porta foi aberta, dando passagem para uma morena – Então Hinamori-kun, como foi?

– Bem, eu acho... – Sua face se tornou tristonha. – Sinto um pouco de pena dela.

O comentário despertou o interesse do homem.

– Por quê? – Perguntou ao apoiar o queixo nas mãos.

– Ela contém duas cicatrizes nas costas. – Murmurou olhando para o chão se lembrando da cena, Sousuke suspirou, esperava algo assim.

– A garota era uma escrava, é perfeitamente normal. – Explicou se levantando e indo em direção à porta, porém antes de atravessá-la, pôde ouvir Hinamori sussurrar.

– Antes fosse isso. – Murmurou baixo, pensando que ele não a teria ouvido.

Aizen girou os calcanhares e ficou frente a frente com a mulher, levando uma mão ao queixo da garota, o erguendo, a obrigando encarar ele.

– O que quer dizer com isso, Hinamori-kun? – Indagou com uma voz maliciosa, pressionando a garota com sua sedução. Hinamori corou na hora.

– N-Não... É que em todo o corpo dela, parece ter apenas aquelas duas cicatrizes e... E-Ela disse que o pai foi o causador delas... – Explicou com a voz trêmula. Aizen soltou a garota e virou de costas para a mesma, em sua mente houve um estalo.

Acabara de perceber algo.

Virou-se novamente para a menina.

– Diga-me, adorável Hinamori-kun... – Sussurrou provocante, indo em direção à garota, a mesma ia dando passos para trás, até chegar na mesa, onde se escorou, corando ainda mais – Onde exatamente ficam essas cicatrizes? – Começou a acariciar o rosto da menina lentamente, a mesma estava respirando rapidamente, rubra.

– N-N-Nas omoplatas, senhor – Respondeu, deixando Aizen levemente boquiaberto.

– Como não notei isso antes? – Comentou, ainda segurando a garota – Minha doce Hinamori-kun, não conte ao Ulquiorra sobre isso... – Sussurrou na orelha esquerda da menina – As consequências podem ser severas...

– Por que, senhor? – Meio rubra, arriscou em perguntar, curiosa.

– É uma ordem, apenas não diga, querida. – Passou os dedos mais uma vez no rosto dela, lhe dirigiu um sorriso completamente cheio de segundas intenções e saiu, dando passos largos no corredor.

Ah, agora ele sabia.

Sabia porque logo Ulquiorra foi se interessar pela menina, os instintos do mesmo estavam mais ativos e apurados do que nunca.

Agora tudo fazia sentido. Tudo se encaixava.

Se ela estava na Terra dessa forma, era óbvio que não conseguiria ver nitidamente.

“Como pude ser tão descuidado?”

O castanho praticamente corria pelos corredores, estava com muita pressa, necessitava falar com Orihime antes que Ulquiorra fizesse algo, antes que Ulquiorra descobrisse algo.

Quando notou, já estava na frente da porta do quarto dela. Sem bater, adentrou o quarto a assustando visivelmente. Inoue estava sentada na cama, contudo quando o mesmo entrou, quase saltou para fora da cama.

– O que houve, senhor? – Perguntou incerta e recebeu um olhar sério dele.

– Tire suas roupas. – O pedido assustou a ruiva.

– O quê? – Pôs as mãos no peito.

Aizen fechou a porta atrás de si.

– Apenas tire a blusa. – Exigiu e Orihime engoliu em seco.

Na mente da ruiva, aquilo era perigoso, ficar sozinha com aquele homem era perigoso, porém desobedece-lo era ainda mais.

Por fim, meio hesitante, virou de costas para o mesmo, jogou o longo cabelo laranja para a frente, e com certa dificuldade, alcançou o zíper e, – envergonhada – o desceu devagar. Suas mãos tremiam, a garota foi descendo o zíper até a voz imponente dele ecoar pelo quarto.

– Pare. – Ordenou e Orihime na mesma hora, acatou.

Toda as costas dela ficaram à mostra, nisso Aizen se aproximou dela analisando todo o lugar desnudo com os olhos, a pele pálida deixava as cicatrizes mais evidentes nas omoplatas, terminando sua análise tocou de leve com as pontas dos dedos nos machucados, assim os pelos da ruiva se eriçaram com o toque.

– Eu estava certo – Sussurrou, quebrando o silêncio – Um anjo caído, Ele te expulsou? – Perguntou e Orihime arregalou os olhos.

“Como ele sabe?”

– Como você...? – Perguntou ainda virada de costas para ele, mas percebendo que tinha de responder a pergunta, suspirou – Pequei contra meu Pai, tive de ser punida. – Respondeu com ar melancólico, acomodado.

– Se Deus chegou a esse ponto, deve ter infligindo uma das leis mais rigorosas – Comentou sem tirar os olhos das cicatrizes, nas quais estava contornando.

– Eu mudei o destino de duas pessoas – Disse simplesmente e Aizen se admirou.

– Mudando o predestinado, que garota má – Sorriu maliciosamente.

Sousuke puxou o zíper para cima e fechou totalmente a roupa dela. A pegou pela cintura, encostou seu próprio corpo contra o dela – antes que a mesma se virasse –, segurou o queixo da ruiva com a mão livre, para obrigar a olhá-lo. Assim, encostou sua boca no ouvido da mesma.

– Não conte nada para Ulquiorra sobre o que você é – Ordenou e a mesma ficou levemente desconfiada.

– E se eu contar? – Perguntou na hipótese e Aizen riu, a menina estava cutucando um monstro com a cara muito curta.

– Se você contar... – Acariciou o rosto dela – Eu te mato, de diversas maneiras. – Sussurrou ameaçador.

– Mas você não pode... – Fora interrompida por um forte aperto em sua barriga, a ruiva grunhiu de dor.

– Ah, querida... – Exalou o perfume natural dela – Eu não só posso, como vou, se você me desobedecer... – Mordeu o lóbulo da orelha dela – Só faça o que eu mandar, sim? – E a soltou num movimento brusco.

Orihime geme e se vira rapidamente para ele.

Aizen estava sorrindo.

A garota estancou no lugar, ficou paralisada, não sabia o que fazer, ou como agir. Apenas sabia que Sousuke Aizen era perigoso. Também sabia que a mesma havia saído das garras de monstros e indo parar direto num covil de demônios assassinos. Sua situação só piorava a cada segundo que passava naquele mundo.

E sua penitência só aumentava.

O castanho se deu por satisfeito, quando a ruiva, – relutante – assenti com a cabeça concordando com suas ordens. Abriu a porta rapidamente e saiu do mesmo jeito que entrara pelo vasto corredor branco.

Mas ele ainda tinha um problema, com nome e sobrenome. Ulquiorra Schiffer.

Sem ter ideia alguma sobre onde procurar o moreno, andou sem rumo, teve sorte de seu carrasco ter voltado de sabe-se-lá-onde fazendo sabe-se-lá-o-que. O jovem estava indo em sua direção e pelo que parecia, ia passar direto, mas os passos de Ulquiorra se cessam pela voz de seu chefe.

– Meu caro Ulquiorra – Sorriu de canto ao ver seu melhor capacho de costas para ele, com as mãos nos bolsos, como sempre – Já sabe por que quis trazer a menina? – O moreno virou sua cabeça um pouco, observando o sorrisinho presunçoso do castanho.

“Sousuke Aizen... O que ele sabe?”

– Não me importo em saber a resposta, vou me livrar... – Fora interrompido por um pigarreio exagerado de Aizen.

– É uma pena Ulquiorra, mas a garota vai ficar – Disse gesticulando com as mãos, surpreendendo o Schiffer, esse segundo dirigiu um olhar interrogativo para o castanho – Vou precisar dela. – Ulquiorra deu de ombros e começar a andar novamente.

– Faça como quiser – Murmura sem dar a mínima.

– É bom que não se importe, porque Inoue Orihime vai aos trabalhos com você. – Comentou despreocupado.

Ulquiorra se virou para trás com brusquidão.

– O quê? – Indagou, achando que não tinha ouvido direito.

– É exatamente o que você ouviu. – Sorriu de canto.

“Maldito.”

– Tsc... – Estalou a língua – Que seja, a mulher vai acabar morrendo.

Sousuke riu diante do garoto.

– Caro Ulquiorra, eu realmente sinto muito em dizer, mas... – Passou a mão pela mecha que sempre está caída em seu olho – Você irá protege-la de tudo e de todos. – Ordenou e Ulquiorra semicerrou os olhos, aquele homem lhe tirava do sério – Não quero que ela entre em contato com ninguém além de você, e espero que não se machuque, isso se trata de uma ordem, a proteja com sua vida, capacho. – Aizen deu uma última olhada em seu subordinado e começou a se distanciar.

Ulquiorra estava desconfiado com Aizen, logo ele tinha lhe ordenado proteger aquela mulher? Qual é o sentido disso?

“Está tramando algo.”

Antes do castanho desaparecer nos inúmeros corredores da mansão, este fala em alto e bom som:

– Antes que eu me esqueça, Ulquiorra, daqui há alguns dias, vocês dois terão um serviço bem... Exótico. – Rira causando ecos no recinto e desaparecera finalmente.

O moreno de olhar eternamente melancólico deu sua última olhada no corredor e voltou a andar sem demorar, queria chegar em seu dormitório para poder dormir pelo menos um pouco, antes que sua dor de cabeça venha perturbá-lo.

“Tempos de turbulência começam agora."

Notas finais
Esperamos muitos reviews mais :3 Vocês são foda pra carai u-u