Notas iniciais
Oi gente. Perdão por demorar. Mas é que rolou uns lances pessoais. O que importa é que não abandonaremos a fic. Ah, esse capitulo tem hentai. E o próximo também. Quem não gosta, não leia. Tenham uma boa leitura.

Inoue Orihime, agora anjo do Senhor mais uma vez, mantinha o olhar baixo. Nada passava em seus pensamentos agora, a impossibilitando de formular alguma frase coerente para falar naquele momento. Havia mentido descaradamente para Ulquiorra ao obedecer Sousuke Aizen.

“Devo explicar tudo? Ulquiorra irá me perdoar?” – Eram dúvidas que rodeavam a sua mente, mas, que logo foram sanadas. E assim sorriu abertamente.

Por que não contar toda a verdade, uma vez que Ulquiorra já havia descoberto sua existência celestial?

O outro franziu levemente as sobrancelhas com o repentino curvar de lábios da moça a sua frente.

– Isso mesmo. Sou um anjo, Ulquiorra. – A ruiva uniu suas duas mãos frente ao próprio peito – Perdoe-me por não deixá-lo a par. – Com o pedido curvou-se graciosamente demonstrando arrependimento. – Porém... Me proibiram de lhe contar.

O moreno desfez a leve carranca que havia em seu rosto e passou a analisar as expressões e a postura do ser. Sem ao menos perceber, começou a sentir-se estonteado com as grandes e belas asas de penas macias e brancas. Parecia que ali havia uma força invisível o puxando constantemente para àquela garota. Não queria admitir, entretanto estava maravilhado com a nova Orihime a sua vista.

Desviou os orbes esmeraldas minimamente quebrando aquela distração que o atingiu e nublando seu raciocínio.

– E... – Murmurou se dirigindo até um dos bancos próximos ao altar da pequena igreja – Qual foi o motivo do seu silêncio? – Sentou-se no banco por fim.
Inoue endireitou o corpo e rumou até os pouquíssimos degraus da escada do altar, sentando-se de frente para Ulquiorra.

– Aizen. – Murmurou apoiando sua cabeça nas duas mãos.

– Aizen? – Indagou para si mesmo, e sorriu ironicamente – Eu deveria ter imaginado, você é leal a ele. – Afirmou indiferente, acostumado com esse fato.

– Minha lealdade é apenas pertencente ao Senhor. – Disse automaticamente, com convicção em suas palavras e seu olhar.

– Então o porquê de obedecê-lo? – O moreno rebateu.

– Simplesmente senti que Aizen é perigoso, e... Não soube o que fazer naquele momento. Eu, acostumada a viver como um anjo do Senhor, estava muito confusa, afinal, meus poderes foram tirados de mim. – Suspirou aliviada ao estar contando aquilo – Mesmo eu perdendo minha graça, parece que ainda tinha um pouco da minha percepção para enxergar como as pessoas são em sua essência.

Ulquiorra fechou os olhos tentando não se perder na aura sobrenatural e envolvente que aquela criatura emanava, pois não queria perder sua compostura ao ser influenciado pela presença angelical da ruiva. E a mesma ao menos tinha consciência daquilo.

– Isso já é óbvio, mulher. Se explique de uma vez – Acomodou-se o melhor que podia no banco – Como veio parar aqui?

A garota olhou para baixo para pensar. Fazia tempo desde que havia chegado no mundo humano, porém a memória daquele dia continuava fresca em sua mente.

– Desobedeci Deus. – Entrelaçou os dedos sobre o colo – Eu, como anjo, fui muito influenciada pelas emoções das quais fui abençoada, sendo expulsa do Reino dos Céus.

Agora que desabafava, Orihime percebia o quanto era ineficaz como anjo. Era pura e bondosa, porém não conseguia ser imparcial com seus protegidos, sempre se envolvia demais com os problemas dos mesmos. Por eles ousou interferir no fluxo natural do destino de um de seus protegidos, e na vida humana, impedindo a perda de um menino.

Logicamente, a Morte não ficara muito feliz com a interferência dela em seus afazeres e exigiu algo muito precioso pela troca da vida daquele humano. Algo que jamais Deus poderia permitir alguém ter posse.

Fora uma decisão difícil para o Onipotente.

O Senhor poderia facilmente devolver a alma do humano que sua filha havia poupado, todavia Inoue protestou sobre isso. Ele não tinha intenções de arrancar as asas de nenhum de seus filhos outra vez, mas Suas alternativas não eram muitas. Deus é perfeccionista, não usaria tanto poder para interferir em algo tão grande, antes evitaria um problema maior sem que precisasse sacrificar algo.

E foi assim que a ruiva viera a este mundo e aconteceu o inevitável.

A punição severa que havia recebido foi dura, perder suas asas tinha sido o pior que acontecera durante toda sua existência. O terror de conhecer o mundo humano de uma perspectiva próxima ainda a perturbava.

Entretanto, por mais que Orihime tivesse passado por tudo aquilo, em momento algum fora capaz de fazê-la se arrepender de seus atos.

Seus esforços e tentativas de manter-se firme na pureza estavam, de alguma forma, surgindo efeito, pois finalmente sua penitência parecia estar chegando ao fim. Deus enfim dera seu veredito, de que ela precisava voltar para cima.

– Isso significa que pecou – Ulquiorra simplificou e a garota assentiu – E por que suas asas retornaram só agora?

Inoue lembrou-se do que o arcanjo Ichigo havia perguntando e do coelho. Se realmente havia entrado em contato com algo impuro, poderia ser o coelho.

– Estou sendo convocada ao palácio de Deus – Respondeu se levantando, todavia Schiffer continuou sentado a encarando como se perguntasse o porquê disso – Algo muito impuro fez contato comigo. – Juntou a bolsa que estava jogada no chão e pegou o coelho com cuidado – E é provável que o receptáculo das minhas asas, esse coelho, seja o objeto.

Ulquiorra franziu os cenhos seriamente e encarou o animal de pelúcia. Levantou-se calmamente e dirigiu-se até ela, pegando o objeto de suas mãos. Analisou a pelúcia, e como uma das raríssimas vezes que demonstrava emoção, riu pelo nariz, com a boca curvada para o lado.

– Mulher tola, esse coelho nunca poderia ser o malefício. – Indagou entregando o coelho de volta para ela – Se isso guardava algo tão significativo, então não está sujo.

A garota levantou a cabeça para olhá-lo nos olhos. O moreno pode estar certo, logo que um receptáculo é feito com material semelhante ao que vai ser guardado.

Mas se não era o coelho, o que era?

O moreno olhou para o rosto dela, conseguiu ver certa confusão, certamente a mesma estava em conflito com seus pensamentos, fora isso não conseguia lê-la tão facilmente, como quando a ruiva não tinha sua graça.

– Sousuke Aizen. – Murmurou baixo para que somente a mesma pudesse ouvir.

– Como? – Olhou para o rosto dele mais uma vez – Mas isso é irracional.

– É possível. – Murmurou a contrariando – Sousuke Aizen é um ser que não se deve subestimar. – Virou-se de costas, pretendendo ir embora. – Basta tocar alguém, e isso será a perdição.

O anjo estancou no lugar. Como pôde ser tão ingênua? Lembrou-se do dia em que fora o início do controle de Aizen sob ela.

– Ele já me tocou antes... – Murmurou com um arrepio passando pela espinha. Só de recordar daquele homem tocando suas costas a enojava.

Ulquiorra, de costas para a garota, estreitou os olhos afiados. Aquilo poderia ter certa ambiguidade, que o fez compreender de maneira equivocada a situação.

– Basta. – Pôs um fim àquela conversa – Eu já sei o que queria, vamos voltar. – Balbuciou e começou a andar, não esperando pela ruiva.

Essa engoliu em seco. Sua trajetória na Terra continha mais espinhos do que poderia imaginar.

Agora a mesma se perguntava se não deveria ter contado tudo sobre Sousuke Aizen para Kurosaki Ichigo, um dos mais importantes arcanjos do Senhor.

O moreno cessou seus passos um pouco antes de passar pela grande porta e a olhou por cima dos ombros.

– Antes de ir, esconda essas asas, mulher. – Indagou voltando a andar – Elas são meio chamativas. – Completou em tom de sarcasmo.

[...]

Schiffer adentrou o quarto do hotel, logo após a ruiva fez o mesmo. O moreno rumou em direção do sofá para pegar a menina e poder ir embora, porém no lugar desta tinha um pequeno pedaço de papel amassado. Franziu o cenho minimamente pegando o papel com certo cuidado. Nela dizia que a menina já havia sido entregada e que seu trabalho estava terminado.

– Arrume suas coisas, mulher. – Decretou normalmente estoico.

– Nós já vamos? – Questionou receosa e o outro apenas a olhou confirmando, como de praxe.

O jovem amassou o papel com a mão e o jogou no lado e começou a andar com as mãos nos bolsos, mas duas mãos menores que as suas e delicadas seguravam um de seus braços.

Olhou para trás surpreso e encontrou um rosto mais surpreso do que o seu e mais próximo do que nunca estivera antes. A garota o segurava firmemente, porém o corpo todo da mesma tremia levemente.

Inoue puxou o ar pela boca para falar, mas logo se calou. Não queria voltar para a mansão Sousuke. Schiffer sabia a origem de seu comportamento.

O homem olhou atento para ela, a esperando para ouví-la. A mesma não esboçava palavras, contudo deu a entender que a garota tinha algo importante a dizer, mas não teve coragem necessária.

Então puxou o braço para se livrar dela. Se não havia o que dizer, muito menos ele.

– Não... Espere, Ulquiorra. – Puxou o braço do mesmo novamente – Por favor. – Murmurou o pedido e o outro se controlava para não bufar.

– Fale de uma vez, mulher. – A garota engoliu a seco, teria de se pronunciar agora ou teria problemas.

– Não vamos voltar, não hoje. – Disse finalmente, o largando e baixando a cabeça – Não quero ver Aizen agora.

Ulquiorra virou-se para ela, e com a ponta dos seus dedos levantou o queixo da mesma para cima, a obrigando olhá-lo.

– Por que não quer voltar? – Perguntou indiferente. Aquelas palavras a atingiram em cheio.

– Estou com medo de Aizen. – Murmurou sem hesitar.

O moreno soltou o rosto dela e distanciou-se alguns poucos centímetros, o suficiente para que a mesma pudesse respirar.

Ulquiorra permaneceu quieto. Era como se estivesse ponderando se voltava ou não para a mansão, porém estava apenas tentando imaginar como Aizen reagiria quando descobrisse que sabia de tudo, talvez sabia até mais do que o mesmo.

Inoue queria perguntar algo que, quando ela estava como humana, morreria de vergonha de questionar. Mas agora, nada a impediria, somente desejava matar sua curiosidade.

– Se importas comigo, Ulquiorra? – Perguntou por fim, olhando diretamente para os orbes esmeraldas do maior. O cenho da mesma estava levemente franzido.

– Não. – O maior respondeu sem hesitação, o que só fez com que a menina colocasse o que pensa para fora.

– Por que diz coisas tão cruéis? – Levantou seu tom de voz, pois falou sem pensar direito. – Por que ages como se não sentisse? Responda-me! – Ela deu passos para mais perto.

Schiffer não desviou o olhar da mesma um segundo sequer, nem ao menos havia indícios que o mesmo responderia.

O anjo se aproximaria dele. Era seu único pensamento no momento. E assim o encarou fulminantemente. Cinzas contra verdes.

A garota já não esperava mais respostas, mas o mesmo apenas olhou levemente para o lado e suspirou, resolvendo informá-la. O que só a deixou mais perdida ainda.

– Eu não tenho um coração, mulher.

A ruiva recuou dois passos, não conseguiu compreender o que o mesmo havia dito. Porque não existia ser sem um coração, sem exceções.

Então, a garota, impulsivamente, aproximou-se do mesmo e tocou-lhe o peito, pressionando a palma da mão com delicadeza. O moreno nem se mexeu, apenas a deixou fazer o que pretendia, com um olhar impressionado.

– Não consigo entender. – Disse olhando para cima, de encontro com os esmeraldas mais uma vez – Eu o sinto pulsar constantemente. Como pode dizer que não o tem?

O maior retirou a pequena mão do peito rapidamente, porém fora com hesitação.

– Eu não sinto. – Murmurou simplesmente, fechando os olhos. Estava cansado daquela conversa.

O moreno se preparara para virar-se e dar as costas à Inoue, entretanto sentiu o toque suave dos dedos dela em seu rosto, nas suas marcas esverdeadas.

– Mesmo sem sentir, como dizes... – Acaricia levemente o rosto dele – Me permitas... Lhe mostrar como teu coração pulsa?

Era difícil respirar depois de proferir aquelas palavras constrangedoras. Mas não desistiria.

Incrivelmente, ele deixou que a garota continuasse. Não a cortou ou algo parecido.

Porque sentiu uma leve pontada no local onde está seu órgão.

– Estas são marcas eternas que jamais poderei apagar do teu rosto. – Passou o macio dedo passar no contorno das marcas, como fez na primeira vez que se viram – Contudo, poderei apagá-las da tua alma. – Aproximou sua boca do ouvido do moreno ao sussurrar essa frase, logo continuou – Então, essas lágrimas esverdeadas deixarão de fazer sentido.

Não se abalara, estava tão decidida que nada a faria recuar naquele momento. Como anjo, e como humana.

– Não consegue esconder teus demônios de mim, Ulquiorra. Compreendes que tua existência pode escura e misteriosa para os outros, mas aos meus olhos ela se torna clara e cristalina? – Sorriu. Era uma pergunta com um significado simples, sabia que era difícil mudar a mente de Ulquiorra, todavia sabia também que poderia ajudar.

– Sinto que tua existência é a mais complexa do universo. Poderei compreendê-la totalmente através dos meus olhos? – O moreno sentiu como se a ruiva não estivesse falando com o mesmo, mas sim falando com algo que nem o próprio sabia que existia.

– Sabe o que isso significa, mulher? – A garota assentiu.

Orihime colocou sua outra mão na nuca do moreno e o trouxe em direção dos seus lábios rosados. Juntou-os delicadamente, e o homem fechou os olhos.

Aquilo não se tratava de um simples beijo. Estava muito além da compreensão humana.

O anjo decidiu que o mudaria, o fazendo se sentir, do mesmo modo que a mesma.

A ruiva, então, descolou seus lábios dos dele minimamente, respirando um pouco mais rápido, sua boca e seus olhos ficaram entreabertos. E então sussurrou mais uma vez.

– Sei exatamente o que isso significa. Curar-te-ei todas as feridas contidas em teu coração... Ulquiorra Schiffer.

[...]

Gemidos femininos e manhosos ecoavam no escritório. Leves beijos e chupões no pescoço alvo deixaram a garota envergonhada e mais excitada ainda.

Sousuke Aizen sorriu maliciosamente, adorava esses momentos do dia nos quais tirava para relaxar. Sem dúvidas era muito divertido ver a pequena mulher contorcendo-se aos seus toques libidinosos.

Parou com suas carícias na garota e a mesma se levantou do colo do mesmo, e o olhou mais corada do que o possível. Aizen estava sentado em sua poltrona de couro na cor vinho, e sua mão direita apoiava sua cabeça no braço da poltrona, observando a morena que desviou o olhar e passou a olhar algum ponto do chão, acanhada. O acastanhado apenas alargou seu sorriso.

– Certo, Hinamori-kun... Tire a blusa. – Murmurou sensualmente passando a mão livre nos próprios cabelos.

A garota não respondeu. Apenas ergueu o início de sua blusa lentamente, mostrando a barriga lisa e seus seios, livres de sutiã. Após isso tirou a saia e a calcinha e sentou-se no colo do mesmo novamente. Sousuke passou seus dedos nas costas desnudas de Hinamori com calma, pois gostava de vê-la se arrepiando. Envolveu seu braço esquerdo na cintura da mesma e a forçou para o rosto dele. Começou a beijar os pequenos seios com cautela.

– Você gosta disso, não é Hinamori-kun? – Sua respiração fez cócegas no peito da garota. Essa assente com a cabeça, suspirando.

Logo começou a lambê-los e chupá-los. Com a mão direita, começou a apalpar as coxas da garota, e a mesma roçava-se no mesmo ainda mais. O incitando.

O excitando.

Não demorou muito para que os toques na garota surtirem algum efeito nele.

Num movimento preciso, arrancou-lhe a pequena calcinha de rendas, a rasgando. A morena ao menos se importou com a veste.

Aizen levou a mão direita para a intimidade da garota, previamente molhada. Riu levemente.

– Pronta para mim. – Sussurrou docemente. A garota sorriu em resposta, em torpor.

Acariciou-lhe o clitóris, em movimentos leves, de cima para baixo. Hinamori arqueou o corpo gemendo fracamente, pedindo por mais. Aizen introduziu dois dedos na vagina dela, enquanto passava a mão esquerda nos bicos dos seios da mesma. Aumentou a velocidade das estocadas de acordo com os gemidos femininos.

A mente dela nublou, assim chegou o primeiro orgasmo da morena. Gozou os dedos do seu superior, este lambeu os dedos sensualmente. Colocou a mão esquerda no meio das pernas, libertando seu órgão ereto. Rapidamente, penetrou a garota, essa soltou um grito de surpresa, e agarrou novamente.

– Mexa-se, querida. – Deu um tapa nas nádegas da jovem, ainda sorrindo. Essa acatou sem pestanejar, movendo o quadril lentamente, gemendo e arqueando o corpo para ainda mais perto de seu amante. Com o homem chupando os bicos dos seios, a fez aumentar a velocidade das estocadas, rebolando e gritando sem perceber. Aizen começou a ajudar nos movimentos, extasiado.

Enquanto a garota goza pela segunda vez, o homem continua a penetrando rapidamente, causando ruídos vulgares.

Aizen, num estalar de sua mente, sentiu algo que o fez ficar nervoso, assim aumentou violentamente a velocidade das estocadas na garota, com força para espantar seu pensamento.

Empurrou a garota para o chão e levantou da poltrona se masturbando, assim gozando no corpo da menina que o olhava submissa e tristonha. O seu amado acabou a magoando mais uma vez.

– Pode ir agora, Hinamori-kun. – Pronunciou-se friamente enquanto fechava o zíper das calças.

Hinamori levantou-se e colocou o que restara de suas vestes sem se limpar, e pegou a calcinha rasgada no chão, saindo do escritório rapidamente, o deixado a sós com seus pensamentos.

Por algum motivo, previu que algo estava para acontecer.

Foi atrás de sua mesa, abrindo a gaveta e retirando a pequena caixa de metal de lá. A abriu pegando a pequena esfera arroxeada.

Olhou atentamente a jóia que havia pego para si quando fora expulso de seu lar, o Hougyoku.

"Tenho um mal pressentimento."