Companheira Do Alpha

21 Capítulo 21: A Caçada part 1


Notas iniciais
Oiiiii meu povoooo!!!!!!! Viram? Não demorei tanto assim pra postar esse, apesar de não ter conseguido meus comentários... Várias pessoas me fizeram a mesma pergunta sobre o Porque do Fenrir estar tão puto sobre a poção e vai ser explicado neste capitulo! FENRIR ESTA UM POUCO MAIS "ESCURO" NESTE CAPITULO!!! Eu esqueci o que eu ia escrever... Leiam as notas Finais.

Em Negrito é o Fenrir.

Em Itálico é a consciência do "LOBO"

Eles discutem mentalmente.

“Nunca mais recuarei diante da verdade; pois quanto mais tardamos a dizê-la; mais difícil torna-se aos outros ouvi-la.”

trecho do livro O diário de Anne Frank

PDV Fenrir

Minha mente estava repleta de luxúria ao olhar minha companheira, tentando me tocar.

Ao estar tão perto da lua cheia, meu controle sobre meu lado feral era um pouco mais solto. Eu sabia que eu não a machucaria propositalmente, mas isso não me impedia de me sentir temeroso de acabar sendo um pouco mais rude com ela do quer necessário.

O lobo em mim sentia que tinha que afirmar a sua dominância sobre ela do modo mais selvagem que poderia, para que ela sinta a quem o corpo e alma dela pertence.

Sentia a fera em mim, se jogando contra as grades que eu sempre construo perto da lua cheia, tentando dar um jeito de sair para tocá-la, mas eu sabia que ela ainda não estava pronta para este meu lado, mas espero que ela estaria em breve, pois não sei se aguentaria muitas luas sem poder afirmar meu comando sobre ela.

Meu lado mais racional sabe que ela não é uma posse ou objeto, e que eu provavelmente não deveria pensar assim, mas o meu lado feral...bem, vamos apenas dizer que ele não concordada totalmente comigo neste ponto.

“Ela é nossa! Devemos fazer com que ela saiba disso.”

“Tenho certeza que ela já percebeu isso” eu respondo para meu lobo interior, enquanto acariciava a marca no pescoço alvo de minha companheira.

No início eu fiquei preocupado ao notar que eu ouvia uma voz, não, uma outra consciência dentro da minha cabeça. Pensava que estava louco, pois nem no mundo bruxo é normal ouvir vozes dentro da cabeça.

Mas depois descobri que o lobo não é uma outra pessoa como a maioria costuma descrever em livros, ele é apenas minhas necessidades mais básicas e primais ao qual uma pessoa normal deixa trancado e nunca as usa.

Ser um lobisomem apenas faz com que a tranca seja aberta, liberando todos os instintos mais primais, trazendo a tona o que muitos chamam de consciência lobo.

Na lua cheia, esta consciência se torna livre e nos tornamos apenas um, totalmente unidos. Sendo um Alpha, eu normalmente era um com o meu lobo sempre, mas eu ainda não havia me acostumada- ou ao lobo- à presença de minha companheira.

Posso imaginar a cara de minha companheira teria se descobrisse este fato. Ela provavelmente faria milhões de questões, algumas das quais eu mesmo ainda não respondi.

Eu sabia que deveria deixar uma parte do meu lobo vir à tona, do contrario, eu poderia perder o controle totalmente.

Enquanto provava do delicioso gosto dos lábios de minha companheira, eu voltei a sentir o cheiro que estava me incomodando desde a noite em que acasalamos. Até agora, eu não conseguia o identificar, já que ele estava impregnado ao próprio ser de minha companheira, mas estando na noite da lua cheia e com os sentidos totalmente evoluídos, eu consegui identificar e não fiquei nada feliz.

Rasgando nossos lábios, eu olhei furiosamente para ela.

“Porque companheira cheira a poção anticoncepcional?!” eu rosno para ela.

Vejo ela gaguejar e tentar se afastar.

Oh não..eu não deixaria ela fugir tão facilmente assim.

Eu senti meus instintos primais vazarem para minha própria consciência e sabia que meus olhos estavam âmbar, mas eu ainda tinha um pouco de controle.

“Me diga!” eu gritei furioso a empurrando bruscamente contra a estante e segurando ambos os ombros, para que ela não pudesse tentar fugir.

Não liguei para o gemido de dor que saiu dela. Nem de seu rosto claramente em uma pequena careta de dor. Eu sabia que não havia a machucado de verdade.

Se bem que neste momento eu não me importava muito.

“Ela não quer ter nossos filhotes!!!”

“Cala a boca”

“Fenrir, voce esta me machucando! Me solta!” ela falou encontrando meus olhos.

“Responda companheira!” eu falei cuspindo a última palavra com raiva e apertei mais forte seus ombros e senti seus músculos enrijecerem sob a pressão dolorosa.

Isto, sua mentira, era um ato de traição.

“Não irei falar com voce, enquanto age como um bruto!” ela falou estreitando os olhos para mim e ficando furiosa.

Se eu não estivesse tão puto da vida eu acharia bem sexy.

“Porque você não quer levar meus bebes?!” a pergunta do lobo saiu de minha boca, antes que eu mesmo percebesse.

Se bem que em meu estado, tenho que me parabenizar por ainda ouvir o que esta sendo falado.

“Este não é o melhor momento para se ter filhos! Caso não tenha percebido, estamos em uma maldita guerra!” ela falou tentando se soltar de meu aperto.

Sem nem mesmo perceber, aproximei meu corpo do dela e a fiz cativa, prendendo suas mãos acima de sua cabeça e a encarando fixamente.

“Esta insinuando que eu não posso proteger você nem nosso filhotes!?” eu e o lobo rosnamos encarando seus orbes castanhos.

Seus olhos se arregalaram ao perceber que eu emanava uma aura mortal e repleta de fúria, ela sabia que eu não estava de brincadeira e apesar de saber que um Lobisomem nunca machuca seu companheiro, existia brechas.

Muitas brechas.

Um lobo sempre pode punir seu companheiro na medida certa. Nada muito prejudicial como espancar ate a morte, mas um modo onde ela entenda onde errou.

Ela não sustentou o olhar por muito tempo.

Eu sabia que Hermione não se submeteria tão facilmente, ela é uma guerreira e lutadora e sabia que ela estava pensando com cuidado suas palavras.

Ou não.

“Será que voce está se ouvindo?!” ela gritou levantando os olhos brilhando de fúria contida “Não vou falar de novo Fenrir. Me solte agora!” ela rosnou em minha cara.

Levei uma mão até o pescoço dela, mostrei os caninos afiados em um sorriso sombrio e apertei seu delicado pescoço, não para machucá-la, apenas para deixar uma marca de meus dedos.

Ela levou uma mão até a minha que estava em seu pescoço, tentando me afastar. O aperto permitia que ela respirasse.

Com dificuldade, mas respirasse.

“Ou vai fazer o que?” eu falei num timbre furioso e baixo.

Ela estreitou os olhos para mim e senti um forte pulso de magia me jogar para longe dela.

Me sentir voar através da porta- quebrando-a no processo e rompendo o feitiço- e cair contra a parede do corredor com um baque bastante alto e ouvi algo quebrar, provavelmente um dos vasos de flores que Eva deixou espalhado pelos cantos casa.

Fiquei agachado no chão e quando ia me levantar, senti uma dor na minha coxa, onde um grande pedaço do vidro do vaso, estava alojado.

Olhando para cima, vi minha companheira tocar o pescoço e vi o lugar um pouco vermelho, mas ela não estava de modo algum machucada. Eu nunca a machucaria, de verdade.

Ela olhou para o vidro na minha perna.

“Eu disse para me soltar” ela falou ainda raivosa, dando alguns passos para sair.

“Voce vai precisar mais do que isso se quiser fugir, Kitten” eu falei num tom docemente escuro.

Ainda olhando para seus olhos, eu puxei o pedaço de vidro de minha perna e o joguei em algum lugar no chão.

“Não a deixe fugir! Temos que afirmar o nosso domínio!”

“Não chamo de fuga, apenas uma retirada estratégica, visto que voce claramente está agindo como um idiota” ela falou.

“Tsk...Tsk...Tsk... Tem certeza que quer ir por esse caminho Hermione?” eu perguntei levando a minha mão ainda ensanguentada para retirar uns fios de cabelo do meu rosto, e sentindo meu próprio sangue manchar o lado direito de meu rosto.

Eu sabia que estava sendo ameaçador e estava gostado do cheiro de medo que emanava dela.

Eu sabia que deveria parar, mas meus instintos sabiam que eu teria que fazê-la perceber quão profundo essa descoberta havia cortado.

Acasalar, procriar e passar os genes adiantes é a forma final do vínculo entre um lobo e sua companheira. Não acho que ela entenda o que isto fez comigo.

“Eu vou embora e quando voc” ela foi interrompida pelo barulho de meu punho socando a parede e abrindo um buraco na mesma.

“Voce não vai há lugar algum!” eu rosnei.

“Voce faria bem em lembra, que você não me manda e que não vou abaixar a cabeça e concordar com tudo o que diz!” ela falou se empertigando como a dona da razão.

“Porque você está evitando a maldita questão?!” eu gritei já furioso e cerrando os punhos e o maxilar.

Ela fechou os olhos, respirou e quando abriu os olhos seu semblante apreensivo.

“Não há nada para responder” ela sussurrou.

Eu sabia que alguns bethas estavam observando a o desenrolar da cena.

Vi Damon dar um passo em minha direção.

“Saiam!” eu rosnei para eles “Quem interferir vai morrer” eu falei friamente.

Vi meus bethas recuarem, pois ouviram a demanda de Alpha em minha voz e sabiam que eu realmente mataria que ousasse interferir.

Eu era um Alpha em uma missão.

Não há nada para responder, né?” eu perguntei com a cabeça baixa e com a sugestão de um sorriso na voz fria.

“Fe..Fenrir..?” ela perguntou dando um passo para trás e gaguejando e solto uma exclamação ao ver os meus olhos.

Tenho certeza que eles estão totalmente âmbar apenas envolto pelo cinza.

“Então eu vou agir” eu falei e capturei o seu pulso e nos aparatei para fora da pequena Mansão, ouvindo uns gritos de mulheres.

Eu estava nos levando para um lugar onde não poderiam interromper o que eu faria.

Assim que pousamos eu a soltei e vi ela cair ajoelhada no chão, ainda tonta pela súbita mudança de cenário. Olhando em volta, eu vi a floresta com altas arvores e bem fechada, o sol da tarde era filtrado pelas altas copas da árvore.

Como não estava com paciência para esperar ela se levantar sozinha, eu peguei novamente o pulso e a coloquei de pé novamente, a trazendo para mim duramente.

Senti os seios dela contra meu peito e sua respiração saía rápida e dura.

Ela estava abalada? Bom.

Ela inclinou a cabeça para cima, encontrando meus olhos e notei que os olhos dela demonstravam anseio e um pouco de medo, enquanto observava minha mão ir de encontro á seu rosto.

Ela se encolheu.

“Ela pensa que vou bater nela?”

“Companheira tola! Nunca a machucaríamos assim”

“Eu nunca bateria em voce companheira, apesar de merecer umas palmadas- eu falei acariciando sua bochecha com meu polegar — “Apenas para seu prazer” eu falei e senti nas pontas dos meus dedos seu rosto esquentar e ela ficar apreensiva.

“Fen..Fenrir, voce tem que entender que filhos não são...” interrompi o seu discurso achatando meu polegar contra seus lábios macios.

A senti tremer enquanto traçava a curva do lábio superior, só para arrastá-lo para o lábio inferior, o puxando um pouco para baixo para umedecer o dedo, antes de esfregá-lo contra a carne de seus lábios, de um canto para o outro.

Observei sua apreensão virar medo, quando retirei o dedo de seus lábios e trouxe o rosto dela para perto do meu e lhe dei um sorriso, mostrando meus caninos afiados, num sorriso de escárnio.

Os olhos de minha companheira se arregalaram quando viu meu dentes ameaçadores a uma pequena distancia da boca dela.

Tracei com a língua o caminho que meu polegar havia feito segundos atrás por seus lábios e senti sua respiração sair entrecortada.

Sem mais delongas eu a beijei, tomando o devido cuidado e senti ela relaxar e senti suas mãos em meus ombros como apoio.

E então eu mordi o lábio dela.

Ela ofegou devido a ação repentina.

Ela se afastou rapidamente de mim e me olhou parecendo uma corça.

“Que diabos! Tá louco?” ela gritou para mim levando a mão até o lábio partido, por onde escorria um pouco de sangue.

Fixei o olhar no sangue vermelho rubi pintar seus lábios e minhas narinas ficavam dilatadas. Respirei profundamente inalando propositalmente o delicioso cheiro de seu sangue, era celeste.

Antes que ela pudesse dizer mais alguma coisa, eu a puxei para mim novamente, eu lancei minha língua para fora e lambi o sangue, limpando seus lábios.

“Voce... Concordou... em ser... minha companheira” eu tentava articular a frase, “Eu disse a voce” eu falava olhando para ela.

“Disse o que?!” ela sussurrou engolindo nervosamente.

“Que voce é minha em todos os sentidos” eu falei dando um passo para ela e vi ela dar dois para trás “Companheira mentiu para mim” eu falei.

“Eu não menti, eu omiti” ela falou olhando preocupada para mim.

“A razão de termos companheiras, é para transmitir nossos genes com a pessoa mais compatível com nosso núcleo mágico. Um lobo e um companheiro sem filhotes não são nada!” eu falava com a respiração afiada.

“E...eu sinto muito, não era ess...” eu rosnei.

“Voce não tem nada a dizer, lembra-se?” eu falei citando suas próprias palavras “É a minha vez” eu disse vendo seus olhos se arregalarem.

“Corra...Companheira” eu falei com um sorriso de escárnio.

“O..o que?!” ela falou surpresa.

“É hora de mostrar para companheira que ela não deve mentir e me aceitar como Alpha e macho dominante” eu falei “Vou lhe mostrar de todas as formas que possuo, como um lobisomem afirma seu domínio sobre sua companheira. E quando eu te pegar, pois tenha a certeza de que vou, eu irei abrir suas pernas e vou come-la enquanto voce implora por mais e pela minha misericórdia.” as palavras fluíram como uma promessa saindo de meus lábios.

Vi ela ficar congelada no lugar.

“Então companheira... Corra” eu falei sorrindo mostrando meus caninos.

E foi isso que ela fez.

Cena do proximo capitulo

“Assim que eu pega-La, vou espalhar o seu corpo nu no chão desta floresta, a tornando totalmente exposta para mim á luz do sol...Vou morder cada centímetro do seu corpo e as vezes provarei seu sangue, e voce vai sentir cada mordida... Voce irá ansiar por minha boca em cada parte do seu corpo...boca...seios...na minha marca em seu pescoço...no seu núcleo gotejante.”

Minha respiração saía entrecortada, não por causa da corrida, e sim pelas suas palavras.

Notas finais
Lembrem-se: Se me matarem não tem proximo capitulo. Vão querer ler Hentai no proximo??? A Hermione consegue fugir? o.Ó O que acharam??? Façam suas apostas!!! Me digam suas opiniões!! LEIAM WARRIOR!!! TEM CAPITULO NOVO POSTADO!!! kkkkkk