Companheira Do Alpha

22 Captulo 22: Caçada part 2


Notas iniciais
Olá meus queridos leitores* me desviando dos Crucios e das maldiçoes de morte* Peço desculpas pela demora, mas não foi culpa minha! O Windows 8 do meu noot é uma verdadeira porcaria e vive travando o noot, o q acabou me fazendo perder o cap todo e reescreve-lo. Eu tambem ando caçando emprego e estou vendo uma faculdade para começar, mas tá difícil! Voces estão de parabens pelos comentários que foram perfeitos e o record! Vcs são os melhores! Eu particularmente não gostei muito do capitulo e sinto que esta faltando alguma coisa, mas não sei o que é! É frustante, por isso se tiver uma merda como tenho certeza q ficou me avisem q eu deleto e escrevo de novo, ok? Um agradecimento a Aresinha que fez o banner incrível para este capitulo! Vc é d+! Obrigada novamente! O Hentai tá mais ou menos e é nesta parte que acho q estraguei tudo! Aproveitem o capitulo e não liguem para a mudança de com portamento da Hermione ao longo do capitulo! ABRAM O BANNER ANTES DE LER O CAPITULO POIS NÃO TÁ APARECENDO AQUI!!!

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PDV Hermione

Um erro.

Eu sabia que havia cometido um enorme erro ao correr...mas isso não me impediu de ainda continuar a correr para colocar a maior distancia entre nós.

Eu corria como se o próprio Diabo estivesse atrás de mim, o que tecnicamente se aplica.

Passei por entre dois galhos e senti minha mão ser cortada.

O cheiro do sangue só vai atraí-lo ainda mais rápido.

Eu não estava com minha varinha e estava muito nervosa para tentar aparatar. Se eu tentasse, com toda a maldita certeza que eu acabaria perdendo um braço ou uma perna...ou a cabeça.

Eu amo muito a minha cabeça onde ela está...grudada ao pescoço, obrigada.

Onde está a minha mente analítica e minha coragem quando eu preciso delas? Não pode ser que eu tenha ficado tão deplorável a ponto de correr quase chorando de medo.

Mas o olhar em seus olhos... Deus aqueles olhos não eram humanos ou calmantes, não neste momento.

Sabe quando ligamos a TV na Discovery e vemos aqueles documentários sobre a selva e os animais?

Era como daquela vez quando eu tinha 9 anos e eu assistia pela televisão, um lobo bem grande cercar o pequeno coelho branco assustado que olhava paralisado a aproximação do predador.

Me lembro que fiquei indagando como o cinegrafista conseguiu capturar o olhar nos olhos do lobo.

Fome...posse...fúria e finalmente conquista.

Me lembro de gritar quando vi o coelho desistir e aceitar o seu destino pelas patas e presas do lobo. Também me lembro que meus pais haviam desligado a Tv antes de passar cenas mais fortes.

E agora, eu me sentia como o maldito coelho.

Um maldito coelho assustado!

Eu sabia que Fenrir não me mataria, mas também sabia que o que eu fiz envolveria punição, mas eu não estava pronta pra me submeter.

A submissão no mundo bruxo era algo bem diferente ao que ocorre no mundo trouxa, e apenas os que tem algo feroz, neste caso as criaturas, poderiam praticar este ato.

Aqui não haveria correntes ou açoites igual ao patético livro 50 Tons de Cinza- ainda me pergunto como pude comprar aquela porcaria- Submissão entre criaturas era muito mais selvagem e real.

Respire, Hermione...ficar nervosa não vai adiantar em nada.

Meus pés calçados, batiam ruidosamente contra o chão da floresta e eu tentava achar um caminho para uma estrada ou algum sinal de civilização.

Parei e olhei entre o que era duas trilhas meio apagadas, provavelmente não eram usadas á muito tempo.

Foco Hermione, foco.

“Acho melhor correr mais rápido companheira...ou vou te pegar” a voz de Fenrir soava sombria e brincalhona em algum lugar não muito distante.

“Bombarda!” eu gritei apontando uma mão para onde acho que vinha a sua voz.

Droga, ele esta perto! E eu estava fraca sem muita magia no estoque.

Sem pensar, peguei a trilha da esquerda, infelizmente depois de alguns preciosos minutos notei que era uma subida e não tenho tempo para voltar.

Maldito azar! Por que tem sempre que ser eu a azarada?

Ele disse que iria me pegar, e eu sei que ele vai. Estou apenas tentando ganhar tempo para algo que é inútil.

E apesar de tudo, eu não estava pronta para transar no chão de uma floresta em plena luz do dia com um homem, não, um lobisomem, que iria tentar afirmar seu domínio sobre mim.

“O gosto do sangue de companheira é de dar água na boca...vou adorar prová-lo junto com sua essência”

Eu paralisei de medo ao ouvir a voz de Fenrir num timbre que claramente me dizia que ele estava um com o lobo, dentro de minha cabeça.

Caro Merlin.

“Sai da minha cabeça!” eu rosnei levantando os muros ao redor de minha mente.

Eu sabia que isso não iria funcionar.

Fenrir estava usando o vínculo com tudo o que tinha, nada o impediria de chegar até a mim.

Eu tremo, não sei se de medo ou de antecipação.

Sim...parece que virei uma doente deprava por estar um pouco excitada com tudo isso.

É claro que o medo era mais dominante.

A resposta de Fenrir, era um rosnado baixo, que fez meu coração palpitar. Era o mesmo som que ele fazia enquanto fazíamos sexo.

“Oh sim, companheira vai se divertir. Já está até gostando não é?”

“O que? Não, eu não estou gostando de nada, seu idiota!” eu neguei imediatamente suas palavras.

Sua resposta foi uma risada profunda dentro de minha cabeça.

“Companheira pode mentir para si mesma. Mas seu corpo e seus pensamentos afirmam algo totalmente diferente. Voce está animada com a perspectiva de que eu vá pegá-la.”

“Voce não está se achando muita coisa não? ” eu falei em negação. Mas se eu parasse e analisasse, eu saberia.

Merda, ele tinha razão.

Uma parte decadente e suja de mim, queria que ele me pegasse e me obrigasse a submissão!

Outra parte de mim, a parte guerreira e Gryffindor, queria quebrar a cara dele por ser um bastardo arrogante.

Balancei a cabeça de um lado para o outro e pulei um tronco de uma árvore caída, e me negando a acreditar que eu queria ser pega, e acabei ralando bem feio o meu joelho esquerdo.

Morgana...que subida cansativa!

Eu começo a ouvir barulho de queda d´ água.

“Assim que eu pega-La, vou espalhar o seu corpo nu no chão desta floresta, a tornando totalmente exposta para mim á luz do sol...Vou morder cada centímetro do seu corpo e as vezes provarei seu sangue, e voce vai sentir cada mordida... Voce irá ansiar por minha boca em cada parte do seu corpo...boca...seios...na minha marca em seu pescoço...no seu núcleo gotejante.”

Minha respiração saía entrecortada, não por causa da corrida, e sim pelas suas palavras.

“Vou dirigir meu pênis tão duramente em voce, que voce gritará de dor e prazer à cada investida dura.”

“Pare com isso!” eu gritei já me sentindo quente.

Então eu cesso minha corrida, ao perceber que estou na frente da Queda da cachoeira.

O lugar era cercado por arvores altas e mesmo assim, alguns raios de sol tocavam todo o lugar. A grama era de tamanho médio, do tipo em que voce se joga quando criança para rolar.

Olhei em volta para tentar uma nova rota de fuga.

“Eu me diverti bastante perseguindo á companheira. Mas o tempo para jogos acabou!”

A voz de Fenrir falou detrás de mim.

Do mesmo lugar por onde eu entrei, surge Fenrir, sem camisa, vestido apenas com a calça jeans que está folgada no seu corpo, formando um delicioso V, apontando diretamente para baixo.

Quando nossos olhos se encontram, eu me viro e tento correr, mas não chego a dar um passo, antes que Fenrir se jogue contra mim.

Meus pulmões queimavam de dor, enquanto sentiam o ar ser esmagado para fora de mim. O corpo rígido de Fenrir estava diretamente sobre minhas costas, o peso de seus músculos me esmagando contra a grama abaixo de mim. Então senti o seu nariz esfregar o caminho até meu pescoço, e senti ele inalar o meu cheiro, para logo em seguida ronronar.

Caro Merlin...eu tenho que reagir!

Tentei sair debaixo dele, me debatendo, apenas para sentir seus dedos firmes envolverem meu cabelo e dar um puxão firme, fazendo com que nossos olhos se encontrassem.

Seus caninos haviam diminuído um pouco, o que eu era grata, mas antes que eu pudesse tentar argumentar, seus lábios estavam sobre os meus. Não havia gentileza no beijo. Sua língua empurrava em minha boca, com movimentos de vai e vem, quase como os movimentos que seu membro fazia dentro de mim quando fazíamos sexo.

Tentando ganhar alguma espécie de controle eu explodo novamente minha magia em sua direção, vendo ele ser jogado dentro da cachoeira.

Me levanto com as pernas fracas e ofegante, tentando bolar alguma coisa.

Luta corpo a corpo era inútil. Fenrir era neste momento, umas 20 vezes mais forte do que eu. Eu poderia duelar contra ele, mas meu núcleo mágico não esta totalmente recuperado, e está é a segunda vez que eu explodo minha magia e o feitiço de banimento que eu usei anteriormente, havia me desgastado bastante.

Quanto tempo eu duro em uma batalha contra ele sem usar feitiços para matá-lo? Mesmo em meu estado, eu poderia enfrentar meia dúzia de Comensais e sair bem, mas eu iria usar feitiços para retira-los de combate permanentemente, ou matá-los.

Mas eu não posso, correção, eu não consigo fazer isso com o Fenrir, sabendo que o fato de eu esconder sobre a poção e ter evitado sua questão quando ele me dera a chance, nos trouxeram á nossa situação.

Tem momentos em que me considero a bruxa mais estúpida da geração.

“Fenrir...vamos conversar” eu falei vendo ele sair da água me olhando irritado.

Acho que ele não gostou de ser jogado na água.

“Isso não se faz...companheira” ele falou sacudindo os cabelos, fazendo sua expressão ficar deliciosamente perigosa.

Oh Merda.

Observo Fenrir vir á uma velocidade absurda em minha direção, era quase como um anjo vingativo, só que sem as asas, mas mesmo assim, era uma visão bela e assustadora.

Eu só tinha uma chance.

Esse feitiço, não, ritual, levaria quase toda a minha magia, mas me faria ganhar mais tempo.

Olho para ele e lanço um feitiço nevoeiro ao nosso redor. Todo o lugar é coberto por uma camada de neblina bem forte e espessa.

“Acha que este nevoeiro idiota vai me impedir de te achar, companheira?” a voz de Fenrir perguntou.

“Eu só preciso de uns segundos, paixão” eu gritei e ouço a sua gargalhada rouca.

“Ah, companheira...sempre com a língua afiada, não somos?” Ele perguntou.

“Voce não me amaria se eu fosse diferente!” eu gritei e me agachei ao chão.

Peguei uma pequena pedra de formato angular e a examinei.

Formato angular e pontiagudo.

Vai servir bem ao meu propósito.

Sem qualquer hesitação, levei a pedra até meu pulso direito e apertando a ponta na minha pele com força, eu a forcei para baixo.

Soltei apenas um muxoxo de dor e vi o sangue começar a escorrer até a minha mão e cair no chão da floresta.

“Cheiro seu sangue companheira...está bem?” a voz de Fenrir soou meio preocupado.

“Estou ótima!” eu respondi de volta.

Fechei os olhos e espalhei o sangue em ambas as mãos e toquei na terra com as palmas viradas para baixo.

“Rogo a mãe Terra toda sua força” eu cantava baixinho e cravava minhas unhas bem profundo dentro da terra, sentindo o coração da floresta.

Tum..Tum..Tum..Tum

Então eu explodi a minha magia em direção ao chão, juntamente com meu sangue.

Cores giravam ao meu redor, era como uma chuva de arco-íris, fazendo tudo á minha volta mudar.

“Que diabos!” ouvi Fenrir amaldiçoar alto.

“Não achava mesmo que eu bancaria a presa fácil, não é, paixão?!” eu gritei.

Do próprio chão, começou a crescer numerosos arbustos à nossa volta. Eles cresceram e cresceram, até formarem uma gigantesca parede. Em menos de dez segundos o lugar era banhado pela escuridão e pela névoa, que dava ao lugar um ar mais sombrio, mas alguns raios de sol, conseguiam romper por algumas brechas.

Eram poucos, mas o suficiente para me permitir ver o que estava à minha frente.

Graças à Merlin que após o Torneio Tri-Bruxo, eu tenha ficado interessada no modo como o Labirinto funcionava e havia pesquisado o processo em todos os livros que eu havia encontrado. Lembro-me de me perguntar como era possível o Labirinto se mover, parecendo ter mente própria.

É necessário o lançador literalmente Sangrar pela terra e a envolver com sua própria magia, assim fazendo-a entender o que voce queria.

“O que significa tudo isso, companheira?” a voz de Fenrir perguntou ao longe.

“Porque voce não tenta descobrir, paixão?!” eu gritei me levantando “Isto é, se voce puder me pegar” eu gritei e comecei a correr.

Agora eu conseguia pensar mais claramente, então rasguei um pedaço da minha blusa e fiz um torniquete no meu pulso.

Eu não poderia gastar o pouco que eu tinha de minha magia,pra tentar fixar meu corte. Por hora isso vai bastar.

O Labirinto iria atrasá-lo, mas não sei por quanto tempo.

Porque eu não me entrego logo mesmo?

Eu sabia que ele iria me pegar!

Mas nãooo! Eu tenho que entrar no joguinho dele e tentar cansá-lo, pensando que assim terei alguma chance! Ele era um Alpha, e estava perto da lua cheia, não há nenhuma chance no inferno que ele vá se cansar!

Uma gargalhada estridente pode ser ouvida ao longe.

“Voce acha que pode fugir de mim, pequena companheira?” sua voz rouca encheu o ar, fazendo os pêlos do meu corpo se arrepiarem.

“Bem... Eu não estou vendo voce, estou?” eu provoquei.

Merda!!! Eu já estava fudida e tinha que botar mais lenha na fogueira, não é?

Risos sombrios encheram o ar, juntamente com um uivo agudo.

“Não se preocupe companheira...Eu vou achá-la.”

Assim que eu terminei de ouvir essas palavras, eu olhei assustada ao ver uma grande bola de fogo destruir todas as paredes do labirinto que eu havia acabado de construir.

As chamas vieram em minha direção rapidamente.

Seguindo meu instinto, eu rapidamente me joguei para o chão e rolei, para amortecer a minha queda.

“Te encontrei, Kitten”

Olho para cima e vejo Fenrir surgir do rombo na parede de arbustos, sorrindo e mostrando suas presas.

“Não chegou nem perto, querido!” eu rosnei e manipulei a terra para que ela envolvesse todo o corpo.

“O que..??” ele rosnou tentando se desvencilhar da lama “Lama? É só isso que pode fazer, companheira?”ele falou zombando.

“Quem disse que eu acabei?” eu falei lançando um feitiço nível A de aquecimento, assim começando a endurecer a lama que cobria todo o seu corpo rapidamente, deixando apenas o rosto descoberto.

“!Adios Paixão!” eu gritei voltando a correr e vendo seus olhos irem totalmente âmbar e ele uivar de fúria.

Voce está brincando com fogo, Hermione.

Toquei novamente no chão e fiz um feitiço de proteção contra fogo ao redor das paredes do labirinto.

“Quanto tempo acha que vai continuar fugindo, companheira?” a voz de Fenrir se fez presente em minha cabeça me fazendo engasgar.

“O tempo que levar pra voce parar de agir como um idiota!” eu retruquei de volta.

Resolvi ignorar Fenrir e continuar correndo.

Dobrei para a esquerda em uma das paredes do labirinto e dei de cara com uma parede de arbustos alta. Continuei correndo indo para a direita desta vez e dei de cara com outra parede.

Não era para isso estar aqui.

Eu tinha um layout de como eu queria o labirinto na minha mente quando eu o criei e tenho certeza de que esta parede não estava aqui.

Ouço o som de risos na minha cabeça.

O desgraçado esta modificando meu labirinto!

“Voce não é a única que sabe magia da terra, companheira”

“Isto...isto é trapaça!” eu digo indignada.

“Slytherin” o sussurro de sua voz rouca se fez presente em minha cabeça, fazendo todo o meu corpo estremecer de prazer.

“E Slytherin não podem jogar de forma justa?” eu perguntei voltando a correr a modificar o caminho a minha frente.

“Isso é tolice Gryffindor. Nós Slytherin jogamos pra ganhar, e caso tenha se esquecido, isto é uma caçada”

Parei meus passos.

Sua voz não soou apenas na minha cabeça.

Olhei para trás.

Lá estava ele, com a varinha em punho, á uns 100 metros de distancia, com um grande sorriso nos lábios, mostrando suas presas.

Então eu comecei a correr ainda mais rápido, dobrando e virando em lugares aleatórios e erguendo muros. Um dos ramos das paredes, se agarraram em meu braço e quando tentei correr, acabei abrindo um pequeno corte, nada muito profundo, mas o suficiente para arder e rasgar a minha blusa.

Fenrir era rápido.

Muito mais rápido do que eu esperava.

A distancia entre nós estava se fechando muito rapidamente. Eu já estava suada e cansada, mas também sabia que ele estava cansado.

“Eu posso cheirar seu sangue, companheira”

Cheguei em uma espécie de encruzilhada e tive uma idéia.

Retirei a minha blusa e rapidamente esfreguei todo meu sangue e suor nela e a coloquei pendurada em um dos ramos na altura de meus ombros e dei dois passos para trás e ergui na minha frente uma parede de arbustos, e apaguei minhas pegadas, indo em direção á esquina da frente, também erguendo na minha frente outra parede, desta vez, me tampando.

Ainda bem que estou de sutiã.

O meu cheiro vai esta muito mais pungente na minha camisa e como eu estou perto, ele não vai desconfiar de nada, e quando ele virar as costas para atravessar a parede onde meu cheiro é mais forte, eu vou lançar o feitiço Orpheus nele, fazendo-o dormir.

Tudo bem que o feitiço é uma variação ainda não testada do esboço de morte, mas se meus cálculos e o do professor Snape estiverem certos- e tenho certeza que estão- o feitiço vai funcionar, o colocando em um sono profundo.

Depois é só eu pegar a contra-poção com o professor.

Prendo a minha respiração e por entre uma das brechas, estrategicamente deixadas por mim nesta parede, eu consigo ver Fenrir parar bruscamente há alguns passos da minha frente.

Ele está muito gostoso sem a camisa e com apenas estas calças apertadas marcando o corpo. Vejo seu peito esculpido banhado no suor e seus cabelos negros desalinhados, cobrindo os olhos. A visão dele assim me deixa um pouco quente e começo a pensar na Umbridge nua.

Eca, nunca quero pensar nisto novamente. Mas funciona.

Fenrir ergue a cabeça e começa a cheirar o ar a sua volta, vindo em minha direção, mas então ele para e fecha os olhos, tomando uma tragada de ar, como se acabasse de emergir do fundo do oceano e então ele se vira para a outra parede e a derruba, com algum tipo de fogo roxo profundo, fazendo o lugar ficar repleto de fumaça.

Droga, não consigo respirar e nem ver nada.

Em um piscar de olhos, sinto uma mão na minha cintura nua e outra na minha testa, com alguns dedos tampando meus olhos, trazendo meu corpo em direção à um corpo quente e desnuda.

“Agora eu te peguei” a voz rouca de Fenrir falou diretamente no meu ouvido direito, mordiscando levemente.

Eu estava paralisada.

“Co..c..como?” eu murmurei tentando me afastar.

“O cheiro sua excitação por mais rápido que surja, ainda é forte, Hermione” ele falou sorrindo contra a minha pele.

Tento me afastar, só para te-lo me dobrando, quase como uma reverencia e mordendo duro no final da minha coluna, um pouco acima do meu traseiro, me fazendo engasgar.

Perco momentaneamente a minha concentração e solto o controle sobre a minha magia e vejo por entre as brechas de seus dedos, o meu labirinto se desmoronar rapidamente, sumindo em questões de segundos.

Olho e vejo que estamos curiosamente em frente a queda d´água e me pergunto como não ouvi o barulho da água. Acho que foi a adrenalina.

Sua boca ainda está sobre a minha pele e sinto a sua respiração quente, junto com a sua língua, pra acalmar a mordida.

“Chega de brincadeiras” ele diz se erguendo e pegando um punhado dos meus cabelos com as mãos, e mantendo um controle férreo sobre meu corpo.

Minha resposta é um forte pisão em seu pé esquerdo e uma cabeçada no nariz e vejo ele soltar brevemente o aperto me mim, mas ainda não me soltando.

“Voce não vai mais fugir” ele rosna e me ergue do chão, ainda com as minhas costas apoiadas em seu peito.

“Me solta!” eu grito me debatendo.

Meu coração está quase saindo pela minha boca e eu estou tremendo levemente entre bufadas de ar.

Estes eram para ser sintomas de medo, talvez pavor. Eu deveria implorar para ele parar, talvez até mesmo chorar, pois eu sabia que ele iria parar se eu fizesse isso.

Ele nunca faria algo que eu não quisesse.

Eu não deveria estar gostando disso.

Talvez esta seja a parte feral dele em mim depois do nosso vínculo, ou mesmo a tatuagem de lobo em meu pescoço que está um pouco quente desde que isto tudo começou. Eu queria isso.

Eu queria entregar o controle para ele.

Eu ainda estava me debatendo, mas sabia que era quase um ato, mas eu não queria desistir de lutar, mesmo que fracamente e de má vontade.

Assim que chegamos onde a grama se mistura com o musgo fofo e macio, ele me coloca no chão.

“Despio totallus” ele murmura cobrindo meu corpo com o dele.

Peito contra costas.

Totalmente nus.

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Assim que sinto isso eu tento engatinhar para longe, só para te-lo me puxando pelo tornozelo e me trazer para si. Ele rosna baixinho enquanto eu ainda tento engatinhar pateticamente para longe.

Ele solta um grunhido alto e coloca mais pressão sobre meu corpo, fazendo com que todo meu corpo fique colado rente ao chão de musgo.

Os bicos de meus seios roçavam contra o musgo, os fazendo ficar eriçados e minha respiração se tornar mais rápida. Ainda tentando fugir(pateticamente), eu uso meu cotovelos para tentar me impulsionar para a frente.

Sinto uma das mãos do Fenrir abrindo minhas pernas se aninhando ajoelhado no pequeno espaço formado.

Eu congelo por alguns segundos mas volto as minhas patéticas tentativas de fuga.

Puta merda...eu to excitada.

Eu quero isso, mas ele vai ter que lutar para conseguir, visto que não vou desistir.

Pra mim isto não é mais uma caçada, são vontades.

Eu quero, mas não vou entregar o controle. Se eu gritar para ele parar, ele vai parar.

Mas eu não vou gritar.

Uma de suas mãos fortes agarra meu quadril e o trás rente ao seu, me fazendo sentir a dura ereção cutucando a minha coxa esquerda. Ele cola nossos corpos, me trazendo para si.

Coro beterraba ao ver em qual posição estamos e paraliso.

E então eu sinto um forte ardor na bochecha de minha bunda direita, me fazendo gritar.

“Para! Voce está me machucando!” eu grito tentando me soltar de seu aperto.

“Voce é minha e nunca mais vai mentir para mim!” a cada palavra que ele dizia, sua mão fazia contato com um lado de meu traseiro, batendo forte “Sua mentira dói, me machuca, me destrói!” ele diz parando os tapas e começando a acariciar a carne quente.

Sua mão gelada toca a carne quente, dando algum alívio para a dor. Ele corre a mão por toda a carne, as vezes apertando e outra apenas massageando.

Eu ainda estava puta com ele.

“Voce me espancou!” eu grito tentando engatinhar para longe dele, mas parando ao sentir algo áspero contra a carne quente e sensível, tirando um pequeno gemido de mim.

Olho rapidamente para baixo e vejo que ele está esfregando a sombra da barba na pele aquecida.

Merlin..acho que posso estar virando uma idiota masoquista!

“Eu disse que companheira merecia umas palmadas” ele murmurou e o senti levar meu quadril para cima, deixando minha bunda para o alto, enquanto o resto do meu tronco ficava colado ao chão.

Eu tento me debater, para sair desta posição.

Isso era tão humilhante!

Pessoas decentes não faziam as “coisas” assim.

“Me solta” eu digo com a voz banhada em constrangimento e vergonha, balançando o meu corpo para tentar criar algum espaço.

“Calada!” ele falou rouco e imobilizando meu corpo, colocando uma mão no meu quadril e outra nas minhas costas.

Isso era submissão.

E era totalmente vergonhoso.

Virei a minha cabeça para o lado e tentei ver seu rosto.

Nossos olhos se encontram.

Quando nós acasalamos, seus olhos eram âmbar com uma pequena volta em cinza. Agora é ao contrário.

Seus olhos estão quase prata, envoltos por uma grossa camada de âmbar quase ouro.

Ouro e prata se fundindo perfeitamente.

Olho com a boca seca para ele.

Seus olhos são uma grande mistura de sentimentos, sendo os mais predominantes a luxuria e a dor.

Eu o neguei uma família, mesmo sabendo que minha decisão é a mais certa. Eva me contou que filhotes são a alegria dos machos, e Fenrir nunca teve o amor de uma família. É claro que ele tem o bando, mas...é diferente.

“Eu não vou mudar a minha mente” eu murmuro olhando para ele, e sei que ele entende sobre o que estou falando.

Seus olhos demonstram dor, e sinto como se tivesse acabado de chutar um filhote de cachorro que foi abandonado na chuva.

Ele sacode a cabeça e grunhi, lutando contra si mesmo e solta o aperto sobre meu corpo, e me vira para si.

Cara a cara.

“Me diga para parar” ele murmura.

“Eu não quero parar” eu falo corajosamente e passo meus dedos pelo seu rosto.

“Eu não vou ir devagar” ele fala no meu ouvido “Eu vou te possuir como o verdadeiro animal que existe em mim quer. Eu vou afirmar meu domínio de Alpha sobre voce. Me diga para parar agora, ou eu não pararei mais, nem se voce me implorar” ele fala depositando mordidinhas em meu pescoço e lambendo a minha marca, fazendo choques de prazer percorrerem meu corpo até chegar ao clitóris.

“Eu nunca imploro por nada, paixão” eu sussurro contra a pele de seu pescoço e lambo até sua orelha, o sentindo tremer acima de mim.

“Esta noite voce vai, kitten” ele fala colando nossos lábios.

Sua língua entra na minha boca de uma maneira selvagem, quase obscena, enquanto batalhávamos por controle.

Ele desceu a boca para meu corpo, deixando uma pequena trilha de saliva, indo em direção ao meu seio que ainda se encontrava sujo com a terra.

Ele sugou , mordeu, lambeu cada pedacinho do meu seio e mamilo, enquanto sua outra mão brincava com a carne do outro seio, correndo as pontas dos dedos e as vezes apertando e amassando.

Ele afastou a boca da minha carne e eu vi uma leve camada de saliva sobre o mamilo duro. Ele sorriu para mim safadamente e soprou, enviando ondas de prazer diretamente para meu núcleo, já molhado.

Arquei meu corpo em direção ao dele, num pedido mudo para mais, mas ele apenas levantou uma sombracelha para mim.

“Peça– ele falou correndo apenas as pontas dos dedos, em uma carícia fantasma ate o interior da minha coxa- Implore por meu toque”

Suas mãos estavam contra meu núcleo, mas ele não fazia nenhum movimento para satisfazer minha necessidade.

“Nã..não” eu gemi frustrada.

“Tal companheira desobediente” ele murmura contra meu seio e olhando diretamente para mim, enquanto seus dentes capturavam meu mamilo e ele mordia e o puxava ao mesmo tempo, me fazendo soltar um grito de prazer e dor.

Sua boca começou a descer pelo meu corpo, lambendo o suor da minha pele e deixando uma trilha de saliva, ao qual ele sempre soprava e mordiscava.

Eu tenho certeza que a evidencia de minha excitação está vazando de meu núcleo.

Eu estava louca de desejo e paixão.

Sua língua rondava meu umbigo, até enfiar a língua lá, me fazendo arquear.

Olhei em seus olhos e tremi, perante o olhar aquecido que ele estava me dando. E então eu senti um de seus dedos dentro de mim, inesperadamente. A invasão é abrupta, mas bem vinda.

“Foda-se!” eu gritei movendo meu quadril contra seu dedo.

Ouvi sua risada rouca, que enviou arrepios pelo meu corpo e senti a sua boca contra a minha.

“Foda-se heim? Não se preocupe, pois é o que eu pretendo fazer” ele murmura contra meus lábios e volta a me beijar, ou melhor, violar a minha boca.

Eu estava tão ligada no beijo que só pude gritar dentro de sua boca quando mais dois dedos se juntaram dentro de mim.

“Só eu posso faze-la ficar molhada assim, companheira” ele disse com a voz rouca, enquanto descia a boca pelo meu corpo, até meu núcleo.

Eu só podia gemer.

Eu era tão patética quando o assunto era este homem, que fazia com que eu me sentisse fraca e forte ao mesmo tempo.

Quando a língua dele fez contato com as paredes de minha feminilidade, eu desisti de lutar. E ele uivou, enquanto espalhava minhas pernas e me devorava.

Fim.

Tô brincando, não precisam me matar ^.^

O calor se construía dentro de mim muito rápido.

Meu peito subia e descia num ritmo alarmante, ao sentir não só seus dedos se movendo dentro de mim, mas também a sua língua que não parava de beliscar e acariciar meu clitóris.

Não demorou muito para eu atingir o clímax, chamando o nome do homem que me transformou em nada e tudo ao mesmo tempo.

Fechei meus olhos e tentei acalmar meu coração.

“Ainda não acabamos, Hermione” ele murmurou soprando levemente em meu ouvido.

Antes mesmo que eu abra os olhos, eu sinto suas mãos em meus quadris, me virando novamente de barriga para baixo.

“O..o que..? I..isso é indescente!” eu falo tentando me virar, para lhe dar um sermão sobre essas posições.

Minha família sempre foi muito religiosa e minha avó sempre me disse que essas “posições” nos levariam direto para o fogo do inferno. E apesar de não acreditar no que ela dizia, eu sabia que meninas boas não fazem esse tipo de coisa.

A resposta de Fenrir, foi colar nossos quadris e me curvar mais ainda ao chão, e logo ele estava lambendo e mordiscando ao longo da minha coluna.

Ao tentar mudar de posição, eu acabei chocando meu traseiro com algo longo e duro e o ouvi gemer.

“Simm...” ele gemeu longamente.

Fenrir usa as duas mãos para me botar de joelhos, com o tronco ainda encostado ao chão, para logo depois levar uma mão até minha coxa direita e a puxar para cima, na altura do seu quadril.

O que em nome de Circe ele está tentando fa...

“Arhh” eu gritei ao sentir seu membro empalado profundamente dentro de mim.

“Tão quente, tão molhada e apertada” ele murmura movendo a minha perna direita para envolver o seu quadril e traseiro.

Eu estava literalmente dobrada, e nem em um milhão de anos eu saberia que esta posição era humanamente possível.

Ele ainda não estava se movendo, o que me dava tempo para tentar me acostumar com esta nova posição e com a entrada súbita dele dentro de mim.

Havia um pouco de dor, mas também havia prazer...muito prazer. Eu conseguia sentir o membro dele totalmente dentro de mim, sendo apertados pelas minhas paredes internas.

Era como veludo envolvendo uma barra de ferro. (Nt: comparação ridícula, eu sei...mas não veio nada melhor na mente)

“Se segure como puder, companheira” ele murmurou no meu ouvido e puxou um punhado do meu cabelo, fazendo com que eu me apoiasse nos cotovelos e inclinasse o tronco para trás, expondo meu pescoço e meus seios ao vento gélido e retirou seu membro de dentro de mim quase totalmente.

Acho que Fenrir tem algum tipo de fetiche estranho em relação ao ninho de gato que eu chamo de cabelo.

Ele usou o domínio sobre minha cabeça para iniciar outro beijo e assim que sua língua entrou na minha boca, ele estocou seu membro profundamente dentro de mim, fazendo meu corpo inteiro sacudir.

Cada movimento que sua língua fazia dentro de minha boca era imitado por seu pênis. Cada estocada, cada reviravolta de seu quadril eram uma tortura.

Eu era massa de modelar em suas mãos.

Meu pescoço estava começando a doer e eu estava ficando sem ar. Ele parece perceber, pois separa nossos lábios e começa a pastar o nariz pelo meu pescoço, inalando profundamente.

Sinto uma de suas mãos indo em direção ao meu núcleo, exatamente no meu clitóris começando a me estimular ainda mais.

“Arh...ahr..Fen..Fenrir...” eu tento articular uma frase, mas tudo o que sai são suspiros entrecortados.

Sua boca fica colada ao meu ouvido, sua língua corre pelo lóbulo e ele mordisca levemente.

“Venha.Para.Mim.” não é um pedido, é uma ordem.

A mistura de rosnado e rouquidão me enviam direto para o orgasmo e tudo que eu faço é chamar o seu nome, sentindo a minha perna que estava a sua volta ceder, na verdade, todo o meu corpo cedeu, ficando mole e se não fosse pelas suas mãos segurando meu quadril, eu seria uma poça tremente no chão.

Isso foi intenso e vou precisar de alguns minutos para me recuperar, visto que ainda continuo a tremer. Mas parece que Fenrir não vai me dar nada disso.

Antes que eu perceba, Fenrir esta estocando novamente dentro de mim, segurando meu quadril com bastante força e cravando os dedos e unhas na minha carne, chegando a retirar um pouco de sangue.

Ele usa seu controle sobre o meu corpo para me ajeitar e logo eu estou, basicamente de quatro, apoiando minhas mãos no musgo, tentando de algum modo extravasar de algum modo meu desejo.

Eu movo meu quadril contra o dele, ouvindo ele soltar um gemido- ou seria um grunhido de prazer?- e logo sinto seu membro bater contra um ponto maravilhoso dentro de mim, que me faz gritar de prazer.

“Sim, sim, não para!” eu gritava balançando a minha cabeça descontroladamente ao senti-lo estocar contra esse ponto maravilhoso dentro de mim.

“Eu não pretendo parar” ele rosna redobrando a os impulsos.

Cada estocada me traz mais perto do céu. Não existe só o prazer, existe também a dor, e tenho certeza que não seria capaz de me sentar ou andar direito nestes próximos dias.

Mas isso significava que era real.

“Estou tão perto Hermione, goza comigo” ele fala se retirando totalmente de dentro de mim, para logo em seguida voltar com força total, batendo naquele ponto mágico dentro de mim.

Eu já não conseguia mais pensar. Tudo simplesmente desapareceu de minha mente. Era diferente das outras vezes.

Desta vez eu estava com medo.

Ele estava me mudando e eu não sabia se era para melhor ou pior. Eu não conseguia pensar nos meus amigos ou na guerra e não sabia o que diria se ele me pedisse para não lutar mais na guerra.

Isso me deixou assustada.

Eu sentia o prazer se construindo e eu apenas olhava com os olhos arregalados para o chão de musgo.

Senti um puxão nos meus cabelos e logo me vi olhando para os olhos de Fenrir e vejo um pouco de curiosidade ali.

Olho para o céu e vejo a lua surgir quase timidamente, nos banhando com sua luz prateada, quase zombando de mim com a sua serenidade.

Eu não poderia mais ficar perto de Fenrir. Não se eu quisesse protege-lo e proteger meu irmão Harry e todos meus amigos.

“Eu te amo” ele meio que rosna levando a boca para meu pescoço e soltando meus cabelos.

“E..eu te amo” eu meio que gemo de volta sentindo ele morder a marca no meu pescoço e me sinto atingir ao céu ao mesmo tempo em que sinto sua semente sendo derramada profundamente dentro de mim em jatos quentes.

Ambos caímos no chão, com Fenrir acima de mim.

Sua língua corre pela pele que ele rompeu, provavelmente limpando o sangue. Suas mãos afrouxam o aperto no meu quadril e começa a acariciar lentamente, enquanto ainda sentimos espasmos de prazer.

Ele se retira de dentro de mim e rola para o lado, me puxando junto, e logo estou com a cabeça apoiada em seu peito e sentindo uma dor filha da puta em lugares que nunca antes senti.

Nem a perda da virgindade doeu como esta agora.

Mas de uma forma masoquista, era bom, já que eu não sabia quando, ou melhor se eu voltaria a me sentir assim.

Nossos corpos suados e machucados em mais de uma maneira, se encaixam. Uma das mãos de Fenrir descansa ao redor de minha cintura, enquanto a outra esta dobrada debaixo de sua cabeça.

Não dizemos nada.

Não é preciso.

Eu sentia na minha veia a guerra mais próxima do que nunca e não podia me sentir dividida.

“Me perdoe Fenrir” eu falei, sentindo uma lágrima traiçoeira escapar.

Ele leva dois dedos até meu queixo e o ergue, limpando a lagrima com a língua.

“Eu também lhe devo desculpas por dominá-la assim” ele fala e vejo seu olhos voltarem a ser totalmente cinzas.

Ele acha que estou me desculpando por causa da poção? Bem, é melhor que ele pense assim mesmo e não desconfie para o que irei fazer.

“Não precisa se desculpar, no fundo eu queria” eu disse dando um beijo casto em seu maxilar sentindo seu peito tremer com a risada que ele dá.

Ele boceja e eu o imito.

Logo seus olhos estão se fechando e sua respiração diminuiu.

“Espero que voce me perdoe Fenrir” eu falo me aninhando ainda mais perto de seu corpo e inalando o cheiro que só posso descrever como ele.

Caio num sono profundo e repleto de trevas, sabendo que provavelmente, seria nossa ultima noite juntos.

Notas finais
O Hentai estava ruim, não é? O que a Mione vai fazer? Alguem tem palpites? O QUE ACHARAM DO BANNER? AVISOS IMPORTANTES!!! A finc está em reta final! Sim....não sei em quantos caps eu termino, mas não vejo sendo mais de 8. Eu irei atualizar apenas quando eu tiver tempo, a vida me chama pessoal. A partir de agora teremos momentos mais sérios e tensos. O que vcs gostariam que fosse minha proxima fic? Uma crossover Hermione e Klaus Uma crossover Hermione e Castiel que já escrevi 4 caps? Peço novamente desculpas pelo cap horrível...minha inspiração está um lixo.