Notas iniciais
Oiiii!!! Como vocês estão? Gostaria de agradecer á todos que comentaram o capitulo anterior e as pessoas que favoritaram essa finc! Um grande agradecimento á Feh Lourenço Lupin pela linda recomendação.
Fantasminhas apareçam!!!!
Espero que o capitulo esteja melhor que o anterior, tudo que está nele é necessário! Vai haver violência e palavrões, então se não goste, não leia.

PDV Helena

"Por favor, sou apenas uma garota! Me ajude!!!" ela implorava chorando.

"Não. Voce é apenas uma sangue-ruim!" me virei e vi um belo homem a minha frente com um sorriso maligno nos lábios.

"Olá Jullios" eu disse.

"Olá Helena, voce demorou para chegar” ele disse andando à passos lentos em minha direção. Sinceramente ele me dava medo, dei um passo involuntário para trás.

“Vim o mais rápido que pude” eu disse tentando soar forte, mas falhando miseravelmente ao olhar em seus olhos doentiamente âmbar e sentir o cheiro de sangue.

“Mas não foi rápido o suficiente! Eu odeio atrasos” ele fala e passa os dedos pela minha bochecha, me fazendo tremer.

“O que você queria que eu fizesse? Saísse correndo para que todos notassem?” eu disse um pouco indignada.

Foi meu grande erro.

Ele olhou no fundo dos meus olhos, sorriu bestialmente e me deu um soco com toda sua força, me fazendo tombar no chão, com a boca sangrando e quase vendo estrelas.

“Sua pequena puta!” ele rosnou se abaixando “Por acaso está esquecendo com quem falas? EU. SOU. SEU. ALPHA!” ele grita me fazendo tremer e levo uma mão na minha boca e tremo de dor.

“Sinto muito, meu alpha” eu disse entre dentes e me levantei.

“Que glorioso! Olha tão bela obra de arte! Pintem essa caverna de vermelho, com o sangue de nosso inimigos e com o sangue desses imundos!!!” ele falou gargalhando e fazendo o resto de sua matilha gritarem de acordo.

Ele olhou para a mulher que estava no chão e a puxou bruscamente para cima. Ela ainda respirava, mass seus olhos estavam opacos e repletos de dor e medo. Eu podia sentir o cheiro de seu sangue, isso me deixou salivando.

“Venha até aqui” Jullios ordenou para mim com seu sorriso macabro.

Obedeci a sua ordem vagarosamente e pude ver como a mulher começou a tentar se afastar dele se debatendo e chorando. Mas é claro que ele não iria permitir isso.

Ele a segurou pelos cabelos- me fazendo lembrar do que a pequena puta de sangue-ruim fizera comigo- fazendo a mulher soltar um grito de dor.

Jullios abaixou a cabeça e morde o pescoço da mulher, fazendo ela soltar um urro de dor e eu tremi de excitação. Eu podia ver o sangue jorrando de seu pescoço e quando Jullios levantou a cabeça, eu pude ver a sua boca toda manchada com o sangue e também notei que havia pedaços do pescoço da mulher faltando.

“Venha se alimentar” ele falou me fazendo chegar mais perto, até minha boca estar a centímetros do rombo no pescoço da mulher.

Fechei meus olhos e trouxe o meu lobo a tona. Deixei meus instintos mais animalescos assumirem o controle.

Eu abri meus olhos e tinha a certeza que eles estavam na cor âmbar. Em um segundo meus dentes estavam rasgando o pescoço da mulher que parava de se mexer e finalmente aceitando que iria morrer.

“Isso pequena...deixe as trevas assumirem o controle...” Jullios murmurava baixinho no meu ouvido.

Podem estar se perguntando do por que eu estar gostando do sangue da menina, já que sou uma loba e não uma vampira. Mas vampiros e lobisomens são parentes, descendemos de irmãos que foram transformados em criaturas diferentes.

O que eu gostava era da carne, mas o sangue era um bônus muito saboroso.

Fenrir era um idiota por não querer matar as pessoas. Era glorioso o sabor de carne humana, ao contrário da carne de dragões e bifes sangrentos que o bando dele comia.

Jullios me ensinou esse lado da vida, e apesar de conviver no bando de Fenrir eu sabia que Jullios Vlado era meu verdadeiro Alpha, meu criador.

Eu aceitava quem eu era.

Fui tirada de meus pensamentos ao ter Jullios me puxando do pescoço da mulher- que estava morta- e notei que estávamos nos afastando. Percebi que iríamos conversar em privado.

“Terminem de comer e joguem o que sobrar em uma rua trouxa! Quero que esteja de um modo bem visível e do jeito mais assustador que conseguirem!” ele disse e continuou andando.

O segui até perceber que estávamos indo em direção ao seu quarto- que era um grande buraco na caverna.

Ele entrou e fez um gesto para que eu o seguisse, fechando a porta quando entrei. Notei que seu quarto continuava o mesmo. Uma pele de urso cobrindo o chão e uma grande cama.

Notei que havia alguém encolhido na cama e vi Jullios olhando para o mesmo lugar que eu.

Ele andou até a cama e puxou a coberta e pude notar que quem se encontrava ali era a sua companheira.

Ela tremeu visivelmente e tentou puxar a coberta, para cobrir a sua nudez. Sua pele era doentiamente pálida e seus olhos estavam vermelhos, provavelmente de tanto chorar e notei que seu corpo estava coberto de hematomas.

Mas não foi isso que me chamou a atenção.

Ela estava grávida.

Provavelmente de sete meses e dava pra notar pelo cheiro que era um menino.

“Não se cubra! Voce é minha propriedade e faz o que eu mando!” ele falou acidamente puxando os cabelos da mulher e a jogando deitada na cama novamente. Ele subiu em cima dela e a beijou com bastante brutalidade, arrancando o sangue e notei que ela começou a tentar lutar contra ele.

“Por favor... De novo não....por favor!!!!” ela gritava e tentava afasta-lo.

Ele levantou a cabeça do peito dela e deu um tapa em sua cara, fazendo a sua cabeça girar.

“Cala a boca! Eu adoro quando você luta, mas agora estou sem paciência. Pare de lutar ou sabe o que eu farei!” ele disse e colocou ambas as mãos e sua barriga, apertando e deixando marcas, fazendo ela soltar um gemido de dor e concordar com a cabeça.

“Por favor, não o machuque! Ele é seu filho!” ela falou chorando.

Ele a ignorou e levou cabeça na junção do pescoço e do ombro dela, onde se encontrava a marca e mordeu, arrancando um grito muito alto dela, me fazendo tampar os ouvidos.

“Voce é minha! Minha marca em seu pescoço confirma isso. Eu posso e vou fazer o que eu quiser com seu corpo!” ele fala lambendo o sangue dos lábios e olhando para a mulher que apenas continuou deitada e levou a mão à marca no pescoço, que sangrava pouco.

“Voce é um monstro” ela fala com raiva e ele apenas a olha e mostra os dentes ainda vermelhos com o sangue.

“Eu sei, agora saia pois terei uma conversa bastante deliciosa com Helena.” ele fala a empurrando da cama, sem cuidado.

Ela pega uma camisa bem larga, que cobre todo o corpo e anda em direção á porta e me olha com raiva.

“Até mais sangue-ruim” eu digo acenando debochadamente.

Não sei o que deu para que Jullios e Fenrir acabassem tendo companheiras de sangue-ruim. Acho que fazia parte da maldição.

“Parabéns papai” eu falei sarcasticamente.

Ele me olhou furioso e deu de ombros.

“Não me parabenize, foi apenas necessário” ele disse.

“Qual foi a necessidade, se me permite perguntar?” eu disse interessada.

Jullios odiava crianças, ele não permitia que ninguém dentro de sua matilha possuísse filhos- mesmo que a maioria da matilha fosse composta de homens, tendo apenas quatro mulheres- pois ele odiava choro de crianças. Lembro que crianças são suas presas favoritas.

“Depois que eu matei o irmão dela- ele falou me fazendo lembrar do modo como ele a chantageava- ela tentou tirar a vida três vezes. Ela sabe que se ela morrer, ela me botará em dor pior do que a Cruciatos” ele disse fazendo uma careta de desgosto.

“ Então eu a engravidei. Ela odiava a criança no início, mas depois que ele chutou a primeira vez eu senti que ela não tentaria fazer nada. Ela já amava a coisa estúpida” ele falou bufando.

“Então a criança é apenas um meio de chantagem?” eu perguntei um pouco surpresa.

“É claro que sim! Talvez eu mate a criança quando ela estiver bem apegada.” ele fala com seu sorriso macabro “Mas por enquanto pretendo chantageá-La. Mas não foi pra isso que lhe chamei, me conte como andas o plano de seduzir Fenrir?” ele perguntou me fazendo tremer pelo que estava por vir.

“Não tem mais plano” eu disse e ele se levantou da cama com os olhos furiosos.

“O que?” ele falou com raiva.

“Fenrir achou sua companheira, e ele a ama” eu falei cuspindo a última parte.

Ele me olhou furioso e se levantou, me dando outro tapa.

“Sua inútil! Nem conseguir atrair ele você consegue!” ele gritou me dando um soco no estomago- ao qual tenho certeza que deixará um hematoma- me levando ao chão.

“A culpa não é minha! Ele nunca me quis! Eu disse que era um plano fracassado!” eu gritei para ele me levantando.

“Plano fracassado? Não culpe o meu plano pela sua incompetência!” ele gritou e me deu outro soco, me fazendo gemer de dor ao sentir o gosto de meu próprio sangue.

“Eu? Incompetente? Voce me pediu para causar discórdia entre Damon e Eva, e eu tentei separá-los!” eu disse me lembrando de que quase havia sido expulsa. “Eu dei um jeito de fazer Gabriel entrar no bando sem que as pessoas questionassem muito. Fui eu quem deu a poção para o menino Shane ir para a floresta, seguindo Gabriel, para que assim vocês tivessem o controle do bando de Fenrir, pois eu lhe contei que ele amava o menino como dele! Se tem alguém incompetente é Gabriel por abandonar o menino na batalha e não trazê-lo até voce!” eu falei ofegante.

Ele me olhou serrando os punhos.

“Abaixe a voz.... Eu lhe dei tudo o q...” eu o interrompi.

“Eu odeio aquele lugar! Voce me disse que eu teria liberdade, fortuna e juventude prolongada, mas tudo o que consegui foi uma merda de maldição! Que me deixou como uma reles mestiça!” eu rosnei ainda no chão.

Foi o pior erro da minha vida.

Ele veio para cima de mim e me levantou pelos cabelos, me fazendo ficar de pé, para logo em seguida segurar minha garganta e me suspendendo do chão.

Ele estava me sufocando. Ele iria me matar.

“Voce achou que teria sua juventude e liberdade sem pagar um preço? Voce se transforma em um lobo apenas uma vez por mês!” ele falou apertando ainda mais forte a minha garganta, enquanto eu tentava lutar por ar.

“A..ar...” eu ofeguei pedindo por ar, mas ele apenas sorriu, me mostrando os dentes brancos e com o olhar âmbar. Eu estava de frente há um monstro.

“Eu lhe transformei! Dei sua preciosa juventude e matei seus pais para você ter a sua herança! Tudo que eu pedi em troca foi para que vigiasse o bando de Greyback e se tornasse a sua companheira! Mas você estragou tudo!” ele falou e eu estava quase perdendo a consciência, quando ele me solta no chão.

“Cof! cof! Cof!” eu tossi em busca de ar.

“Quem é a companheira dele?” ele rosnou para mim.

Eu ainda estava me recuperando, mas eu sabia que ele me causaria mais dor se eu não falassem.

“Her...Hermione...Granger... A sangue-ruim do Potter” eu disse entre arfadas.

Ele me olhou seriamente e começou a rir como um louco.

“Quer dizer que a companheira de Fenrir é uma sangue-ruim também? Ora, ora.... Estou louco para conhece-lá!” ele fala se sentando na cama “Uma pena que ele já a tenha marcado” ele disse.

“Ele ainda não a reivindicou” eu disse fazendo com que ele me olhasse com uma sobrancelha arqueada.

Tenho que admitir que mesmo ele sendo um mostro ele era gostoso. Tão gostoso como Fenrir. Principalmente com os cabelos caindo sobre os olhos de um jeito sexy. Pena que ele era um monstro, mas quem disse que eu não gosto disso?

“Ele deve esta esperando para conquistá-la.” ele fala sorrindo como quem está tramando algo “Vou adorar conhece-la!” ele fala e então me olha.

“O que terei que fazer?” eu falo suspirando e me levantando do chão com uma careta.

“Por enquanto nada, apenas observe” ele disse e me puxou com força em sua direção me beijando com força.

“Eu ainda não entendo como você não sente a dor por trair a sua marca...” eu falei me lembrando de todos os momentos que eu e eles dormíamos juntos.

“O vínculo não é completo” ele falou me jogando na cama.

Eu arqueei minha sobrancelha pedindo mais respostas.

“Eu fiz com que ela vinculasse a alma dela á mim, fazendo ela dizer as famosas palavrinhas” ele disse zombeteiro arranhando com força minha barriga.

“Aiiii” eu gemi de dor e prazer.

A marcação de um lobo é diferente. Durante o ato sexual,a mulher tem que dizer que o corpo e a alma dela pertencem ao seu companheiro.

Esse é o vínculo normal.

Agora a marcação do companheiro do Alpha acontece de modo diferente. Não sei exatamente como é, mas o que sei é que o Alpha também tem que entregar a sua alma e corpo para a sua companheira. É um ritual muito sagrado e sexual, envolvendo sangue e prazer.

“Eu nunca daria minha alma em troca para uma sangue-ruim!” ele disse terminando de tirar nossas roupas “É claro que eu senti uma dor maldita na primeira vez, mas com o tempo a dor diminuiu e me acostumei” ele diz beijando minha orelha “Mas mesmo assim, eu ainda preciso dela, para não terminar de quebrar a minha sanidade” ele fala mordendo meu ombro.

“É por isso que estou com o Lord das Trevas” ele fala me olhando “Ele está me fazendo uma poção para que eu possa mata-La sem perder minha mente, assim eu poderei encontrar outra companheira, de sangue mais puro!” ele fala me penetrando.

Eu gemo loucamente e ele me bate.

Com ele é apenas foda dura.

Apenas um meio de extravasar a tensão. Nunca carinhoso, sem abraços e sem beijos doces, apenas o prazer de sexo brutal e deliciosamente doloroso.

Eu alcanço o meu clímax rapidamente e ele segue logo depois caindo ao meu lado.

“O lado das trevas ganhará essa guerra. E eu terei o prazer de retirar tudo o que Fenrir mais preza. E você vai me ajudar” ele fala sorrindo de modo macabro.

“Sim meu Alpha” eu falo e lhe dou um beijo, sabendo que em breve terei que voltar para a matilha de Fenrir para me fingir de boazinha.

Mas por enquanto eu iria aproveitar meu tempo com meu monstro.

Meu demonio.

Notas finais
Então...o que acharam?Sei que é curto, mas prometo que o proximo será bem grande! Notaram que não coloquei um nome na companheira do Jullios? É que estava sem criatividade e queria pedir que me mandem nomes para ela(ela será importante).
Helena sempre esteve com Jullios!hahahaha
Ela ainda vai aprontar muiiiiito.
Quero mais comentários! Ficarei um tempo sem postar pois meu exame público será nesta semana e irei estudar!