Companheira Do Alpha
14 Capítulo 16
Notas iniciais
Esse capitulo é bem grande, ele começa meio chato, mas no final melhora! Vai surgir personagens novos.
Cade meus fieis leitores? De 60 comentários caímos para 35? O próximo só vai sair se tiver comentários! Fantasminhas comentem!!!
PDV Hermione
Depois da minha pequena discussão com a grande vadia da Helena eu voltei para conversar e com as crianças. Elas são tão fofas! Me fazem pensar nos meus futuros filhos.
Eu coro ao lembrar quem será o pai dos meus futuros filhos.
Sacudo a cabeça pra impedir pensamentos impróprios e me viro com as meninas para ir em direção á sala de jantar.
Ao chegar lá eu vejo os rapazes sentados e a mesa repleta de comida.
“Como foi seu dia até agora?” Fenrir me pergunta passando o dedo indicador pelo meu rosto.
“Muito bom” eu digo e vejo as meninas sorrirem.
“Bom? Eu diria que foi espetacular!” Cathy diz gargalhando.
“Serio? Não achei que dar aula fosse tão interessante assim. Voce normalmente volta cansada.” Michael fala olhando para Cathy de modo suspeito.
“Oh..nós matamos baratas!” Luna disse colocando macarrão em seu prato.
“Matando baratas? Desde quando isso é interessante?” Paul perguntou curioso.
“Voce é mulher? Eu acho que não, então não se meta” Cathy falou fuzilando Paul com os olhos.
“Acho que ela ta “naqueles dias” Paul cochichou para os gêmeos que concordaram solenemente.
Começamos a comer e a conversar alegremente.
Eu observava a interação entre todos.
Damon e Eva lançavam olhares amoroso um para o outro e sempre que podia Damon acariciava as mãos de Eva.
Louis estava ouvindo atentamente tudo o que Luna dizia sobre narguelés e zonzóbulos, e aproveitava para escovar o cabelo do rosto de minha amiga delicadamente, fazendo ela corar.
Michael e Cathy estavam conversando baixinho sobre crianças, acho que ela quer ter um filho.
Os outros rapazes estavam falando sobre a melhor tática de combate e sobre mulheres.
Meus pensamentos voam quando penso nos meus amigos. Não posso deixar de me preocupar com o Harry e sua incrível capacidade de atrair problemas junto com o Rony.
Sinto algo na minha testa e vejo que é Fenrir que está pressionando dois dedos entre minhas sobrancelhas.
“O que está te preocupando tanto ao ponto de você franzir o cenho assim?” ele murmura para mim baixinho.
Meu coração acelera e luto para não ficar vermelha. Este homem tem um controle tão grande sobre o modo como o meu corpo reage á ele! Eu tenho que lutar a cada minuto comigo mesma pra não ceder e me jogar em cima dele para aliviar o calor que estou sentindo.
Sei que estou assim, porque ainda não iniciamos o vínculo, sei que meu corpo e meus feromonios sentem que está faltando algo para que eu me sinta completa.
Sei que estou fudida por estar caindo para ele.
É...aceitei que se eu sinto ciúmes, isso significa que eu possa estar gostando dele.
Olho para ele e vejo que ele se encontra meio pálido, sei que se ele não me marcar em breve nossos corpos se enfraquecerão e entraremos em colapso, até que por fim morramos.
“Não é nada” eu digo para ele e volto minha atenção para a minha comida e vejo ele conversar com Damon, mas ele não larga a minha mão.
Tudo bem Hermione, vamos pensar nos prós e nos contra de deixar ele me marcar.
Prós:
O Homem é gostoso!
Ele é carinhoso comigo e atencioso.
Nunca me machucará física e emocionalmente.
Ele é inteligente e bem-humorado.
Se preocupa com os amigos e com a família.
E o mais importante:
Sexo com ele deve ser incrível!
Tudo bem..minha consciência parece ter a voz da Gina, agora, vejamos os contra.
Contras:
Ele é controlador. Na verdade muito controlador(me pergunto se ele será assim na cama). Pará com isso consciência!
Se eu ficar aqui, provavelmente não poderei ver sempre meus amigos( afí! Nada nem ninguém poderá me impedir de ver meus amigos, nem mesmo ele).
Tudo bem essa lista não ta indo muito bem...deixa eu ver o que mais.... Droga! Não consigo pensar em mais nada!
Meus estudos e trabalho? Bem...essas crianças com certeza podem precisar de ajuda e eu poderia ajudar na escola e provavelmente poderia fazer uma enfermaria aqui.
Poderia trabalhar no meu mestrado em poções, feitiços e runas aqui mesmo, sem contar que estudar um clã de lobisomens é algo inédito!
Os prós venceram os contra.
Eu conseguia me imaginar vivendo aqui- se eu sobreviver essa guerra- com filhos e amigos. Aqui é um lugar lindo.
Tudo bem... Eu aceitarei que ele me marque. Mas como eu direi isso pra ele?
Não posso simplesmente pegar e falar: “Hey Fenrir, você quer ir lá pra cima e acasalar comigo até eu perder a consciência e me marcar?”
Merlin! Isso soou tão errado na minha cabeça!
“Hermione?” Saio dos meus pensamentos e vejo que todos na mesa estão olhando pra mim.
Droga! Devo ter ficado muito tempo pensando e não ouvi me chamarem.
“Herrr...sim?” eu disse e senti minhas bochechas ficarem quentes.
“No que você estava pensando?” Fenrir pergunta me olhando preocupado.
“Em nada!” eu falei rápido demais, porque ele arqueou as sobrancelhas para mim.
“Aposto que era safadeza!” Paul diz sorrindo.
“Cara...ela não é você e Ben!” Jack fala sorrindo.
“O que quer dizer com isso?” Bem fala olhando furioso para os meninos e começam a discutir.
“Eu vou para biblioteca” eu disse me levantando abruptamente da mesa.
Sinto que todos estão me olhando e ouço a voz da Luna dizer que eu só preciso de alguns minutos sozinha com os livros.
Obrigada Luna.
Sigo em direção á biblioteca e vou até uma parede que está repleta de livros e pego um dos meus livros favoritos: O diário de Anne Frank.
O livro retrata sobre a vida de uma menina em um campo de concentração durante a 2ª Guerra Mundial, mesmo sendo meio triste, o livro fala sobre como superar desafios e ver que meus problemas não são tão grandes quanto penso que são.
Pego o livro e me perco em suas páginas, realmente essa menina foi uma grande pessoa para enfrentar o que enfrentou!
Não sei quanto tempo fiquei ali sentada lendo, mas eu sinto que estou sendo observada e abaixo o livro e vejo Fenrir sentado na minha frente.
“Deseja alguma coisa?” eu pergunto me ajeitando no sofá.
“Vim saber se estava tudo bem já que você passou a maior parte da tarde aqui dentro.” ele fala calmamente e noto como os ombros dele são largos e fortes.
“Eu já disse que estou bem” eu falo e olhando de canto para o seu rosto que está com uma carranca.
“Por você bateu na Helena?” ele perguntou.
“Quem te contou isso?” eu pergunto curiosa.
“Cathy deixou escapar quando Helena foi falar comigo agora a pouco quando chegou. Na verdade Cathy zombou dela.” ele falou calmamente.
“A culpa não foi minha” eu digo com um semblante sério.
“Eu chamei Helena para conversar e ela me disse que você foi tirar satisfação com ela sobre o que nós tivemos no passado. Ela disse que você não gostou e bateu nela, mas ela não quer confusão e que falou para você que nós apenas éramos amigos mas...” ele estava falando e eu interrompi.
“Ela disse o que?!” eu estava furiosa.
Que vadia! Ela quer guerra? Vai ter guerra!
“Ela veio atrás de mim e me insultou, eu apenas me defendi!” eu falei colocando o livro sobre a mesa “E sim, eu disse para ela ficar longe de você, porque não estou aqui para fazer o papel de corna!” eu disse furiosa e me levantei do sofá.
Que homem idiota! Ele vai acreditar na vadia? Arrrr!!!!
“Voce está com ciúmes de mim?” ele pergunta com a voz rouca e sexy.
“Não! Quer saber? Volta para a vaca da Helena, afinal, ela tem um corpo lindo e é fantástica” eu disse com sarcasmo e zombando e me dirigindo para a saída.
Droga de homem! Devo me concentrar apenas nesta guerra e em ajudar meu melhor amigo.
Dou três passos e sinto Fenrir me puxar pelo braço e me empurrar de encontro a parede mais próxima e olhar nos meus olhos.
Âmbar e castanho.
“Eu não quero nada com Helena, nunca quis e nunca vou querer.” ele fala com os nossos narizes se tocando e eu sinto sua respiração bater em meu rosto.
Merlin me salva!
“Ela pode ser linda e fantástica...” ele fala e eu o impurro tentando colocar alguma distancia “Mas ela não é você” ele fala no meu ouvido bem baixinho.
Eu prendo a respiração.
“Isso é bem clichê”eu digo tentando mostrar que suas palavras não tem significado, mas no fundo eu sei que suas palavras, por mais clichê, mexerem comigo.
Eu quase escorreguei pela parede ao sentir o joelho dele separar minhas pernas, empurrando-se por entre elas, tocando-me. Meus olhos fecharam-se, mas ainda pude ouvi-lo rindo baixo satisfeito da reação que causou em mim.
Abri os olhos, apenas para tornar a fechá-los com força outra vez, sentindo o joelho dele forçando-se outra vez por entre minhas pernas. Gemi baixinho. Sabia que era apenas um combustível para ele, mas Merlin, isso era bom!
“O que eu mais quero neste momento, é retirar toda a sua roupa...” ele fala e puxa meu cabelo, forçando a minha cabeça para o lado “Possuir e beijar cada centímetro do seu lindo corpo, como se o mundo fosse acabar...” ele fala forçando o joelho novamente, fazendo um atrito delicioso e fazendo eu soltar um gemido longo e prazeroso “E mostrar através de carícias o quanto eu te amo” ele fala correndo a língua do pescoço até minha orelha, me empurrando ainda mais contra a parede, me fazendo resmungar um pouco de dor.
“Merlin!” eu arfo e puxo seus cabelos, trazendo a sua boca de encontro a minha.
Nosso beijo foi forte e sensual. Nossas línguas trabalhavam em perfeita harmonia. O beijo ficava cada vez mais quente.
Eu corri uma de minhas mãos por suas costas, mas eu queria pele contra pele, então afastei nossas bocas rapidamente e lancei um não-verbal feitiço despio, na camisa dele.
Ele se afastou rapidamente de mim e arqueou ambas as sobrancelhas para mim.
“Apressados, não?” ele fala e leva as duas mãos para o meu quadril e me suspendendo contra a parede e seu corpo. Coloquei minhas pernas envolta de sua cintura e senti a sua ereção contra minha feminilidade e impulsionei meu quadril para a frente, em busca do atrito necessário para aliviar meu corpo.
Essa droga de vínculo está me matando! Meus hormônios estão pedindo pelo corpo dele, e simplesmente não consigo e não quero parar.
Passei minhas unhas em suas costas com força ao sentir ele levar uma mão no por dentro do meu sutiã e acariciar o cerne até ele ficar duro.
Mordi meus lábio inferior para me impedir de gemer e arqueei minha costas, mas então ele parou e me olhou com os olhos em uma mistura linda de âmbar e cinza.
“Quero ouvir você gemer” ele fala e me dá um selinho “Eu lhe disse que queria ouvir você chamar meu nome, quero ouvir atentamente o nome de quem está lhe dando prazer” ele fala e retira minhas mãos de seus cabelos e as colocando acima da minha.
Eu fico em silencio e ele impulsiona o quadril para frente e morde o lóbulo de minha orelha.
“Fenrir” eu falo e ele trás a boca em direção a minha, mas somos interrompidos por batidas na porta.
Nesta hora nossa pequena bolha estoura e a ficha cai.
Estou em uma biblioteca tendo o melhor amasso que já tive na minha vida, com um homem semi-nu.
Coro fortemente e ouço o Fenrir rosnar furioso, soltando minha cintura e me depositando devagarzinho no chão.
Ele ajeita meus cabelos e minha blusa e se abaixa para pegar a dele e se veste rapidamente.
Puxa minha mão e deposita um beijo casto na minha boca.
“Está noite terminaremos o que começamos” ele sussurra no meu ouvido e falando para quem quer que estiver do outro lado da porta entrar.
Damon, Eva e Luna entram na sala, minha amiga está com um sorriso no rosto.
“O que querem?” Fenrir pergunta furioso.
“Interrompemos algo?” Damon pergunta sorrindo.
“Não” eu falo.
“Sim” ele diz me olhando como se tivesse me despindo, me fazendo ficar ainda mais vermelha.
“Desculpe-me meu alpha, mas a sua companheira tem visita” Damon disse brincando com Fenrir.
Visita? Quem ser...
De repente ouvimos um pop e na minha frente vejo um antigo amigo meu.
“Dobby!” eu grito e me afastando de Fenrir.
“Senhorita Hermione!” ele fala e abraça minha perna “Dobby é tão feliz em ver a senhorita!” ele fala com os olhos azuis brilhando.
“Ora Dobby! Eu já lhe disse para me chamar de Mione, afinal nós somos amigos, não somos?” eu perguntei sorrindo e me abaixando para ficar á sua altura.
Vejo os olhos do elfo se arregalarem e ele começar a chorar.
“Dobby é tão feliz de ter uma amiga como a senhorita Mione! Sou um elfo tão sortudo!” ele fala e eu o puxo para um abraço.
“Não Dobby, eu que sou feliz de ter um amigo como você” eu falo o confortando.
Nos separamos e eu reparo que Dobby está vestindo as roupas que eu comprei para ele no natal passado. Camisa vermelha com o emblema Griffindor, calças jeans e tênis preto, ele parecia com uma criança.
“Dobby quero te apresentar uma pessoa” eu disse e puxo ele em direção a Fenrir.
“Fenrir este é Dobby o melhor elfo do mundo!” eu digo sorrindo “Dobby este é Fenrir meu companheiro” eu digo para meu amigo.
Fico olhando para ver que reação Fenrir terá ao saber que eu sou amiga de um elfo domético.
“Muito prazer em lhe conhecer Dobby” ele fala e estende a mão para o elfo.
Fico meio chocada com o comportamento de Fenrir e vejo Dobby aceitar a sua mão.
“O prazer é todo meu! Ele é mais bonito e educado do que o menino Comac do ano passado!” Dobby diz feliz.
Eu gemo de desgosto ao lembrar do infeliz do Comarc que tomou um certo interesse por mim no ultimo ano e eu tentei agir como uma adolescente normal e acabei com esse chato metido a galã no meu pé.
“Comarc Mcllaggen? Quem é esse?” Fenrir pergunta com os olhos serrados de raiva.
“Um antigo namorado seu?” Eva pergunta sorrindo.
“Bem que ele queria” a Luna falou olhando ao redor do quarto procurando algo interessante “Mas a Mione achou ele muito grudento, mas ele não pegou as dicas” ela fala e pega o livro que eu estava lendo anteriormente.
“Que dicas?” Damon perguntou provocando Fenrir que estava com um olhar assassino.
“Que eu não estava interessada” eu falei “mas acho que não foi pra isso que você veio, não é Dobby?” eu perguntei olhando para o meu amiguinho.
“Oh! Dobby quase esqueceu! Professor Dumby precisa da senhorita para uma reunião de emergência e pediu pra mim te levar!” ele fala pulando alegremente.
“Essa reunião não era para ser apenas amanhã?” Luna pergunta olhando com interesse para mim.
“Sim...” eu falei e penso que algo deve está errado para adiantarem uma reunião “Voce pode esperar alguns minutos enquanto ajeito minhas coisas?”eu pergunto olhando para Dobby que acena com a cabeça concordando.
“Irei com você” Fenrir fala se levantando da cadeira.
Eu nem pensei em discutir contra isso.
“Tudo bem. Luna você vai também?” eu pergunto olhando para minha amiga.
“Claro que sim!” ela fala ambas saímos da sala em direção ao quarto onde ela está.
Com um rápido accio eu convoco a minha bolsa de contas e pego a minha roupa de combate. Sim, temos roupa para os membros da Ordem.
Professor Dumbledore falou que era o melhor para os aurores saberem diferenciar membros da Ordem dos Comensais numa batalha. Tenho que dar meu braço a torcer, pois é uma boa idéia.
O uniforme feminino consistia em macacões pretos com alguns encantos de distorção e botas de cano longo também pretas. Agora você me pergunta: Comensais também não usam preto? Sim, por isso no ombro fica a imagem de uma fênix vermelha brilhante que sempre bate as asas e parece se mexer. (Como o uniforme da Viúva Negra)
Harry e Rony ficaram muito putos quando apenas eu pude ingressar oficialmente na Ordem, já que apenas eu sou maior de idade, então eles teriam que esperar até atingirem 17.
Eu vesti a minha roupa e fiz uma trança embutida. Coloquei minha segunda varinha no coldre da perna esquerda e coloquei alguns punhais no cinto que tinha cápsulas com feitiços de extensão indetectável.
“Ual Mione! Nunca tinha visto você vestida com o uniforme da Ordem. Voce fica muito gata nele!” Luna disse vestida com uma calça jeans e blusa azul.
Eu corei fortemente e desci as escadas junto com minha amiga e abri a porta que dava para o escritório de Fenrir.
Uooolll!!! Que sexy!” os gêmeos gritaram e estavam caídos no chão me olhando com a boca aberta.
Olhei para a sala e notei que enquanto havia subido, Fenrir deve ter chamado os rapazes para uma reunião. Todos na sala estavam me olhando com um misto de expressões.
O olhar que mais me atraiu foi o do Fenrir. Parecia que ele estava me despindo com os olhos, tamanho era a intensidade de luxúria que ele exalava.
“Que roupa é essa?” Cathy perguntou se levantando e ficou me cercando, observando cada detalhe da roupa “Amei as botas!” ela disse feliz.
“É o uniforme da Ordem, na verdade é o uniforme de General da terceira divisão de ataque.” Luna disse sorrindo.
“General?” Ben perguntou surpreso arqueando ambas as sobrancelhas.
“Olho-tonto ficou com o líder da 1ª divisão de ataque, Kingsley ficou com o cargo de 2ª general. E pelo me raciocínio rápido e tudo que fiz até agora para ajudar o Harry, professor Dumbledore decidiu que eu seria perfeita para o cargo. Eu acho que outras pessoas seriam melhores, mas todos os membros que eu aceitasse, então aceitei.” eu disse dando de ombros.
“Tão jovem e já é general! Eu demorei alguns anos para chegar neste posto!( gente to mudando o posto do Ben).
“Ben, Paul, Louis, Michael e eu vamos nos juntar a Ordem na reunião de hoje, junto com alguns outros homens nossos. Seth, Jack e Damon quero que fiquem aqui para vigiar o bando e proteger o bando.” Fenrir disse e veio em minha direção, acenando com a varinha, fazendo a sua roupa sumir e aparecer rapidamente vestindo calças jeans escuro, e uma camisa preta com uma jaqueta de couro por cima. Ele estava sexy.
Ele pegou a minha mão e os outros rapazes também- fazendo uma corrente- então Dobby tocou na minha outra mão, e em um “pop” nós estávamos na sala de estar da cede da Ordem.
Assim que meus pés tocaram o chão, senti um par de braços me envolverem.
“Que saudades Mione!” Claro que essa era minha grande amiga Ginevra Weasley.
“Gina...você esta me sufocando!” eu digo e ela me solta corando levemente.
“Desculpa amiga...Luna!” ela disse pulando no pescoço da loirinha que teve o mesmo tratamento que eu.
“Hermione fico feliz que tenha vindo!” Professor Dumbledore surge na porta da sala em suas vestes na cor laranja berrante com pequenas luas. “Fenrir, meu bom rapaz! Como está? E você senhores?” ele pergunta se virando para Fenrir e iniciando uma conversa.
Vou até a cozinha e ouço a voz alterada de Harry e Rony.
“Eu quero ir!” Harry fala olhando para Sirius que cruzou os braços.
“Harry, já discutimos isso antes” Sirius suspirou cansado.
“Nós queremos ajudar!” Ron grita olhando para Molly que lhe aponta a colher de pau.
“Ronald Weasley! Abaixe o tom de voz antes que eu corte a sua língua!” ela fala e todos na cozinha estremecem, sabemos melhor do que irritar Molly “Voces são menores de idade e não irão, Ponto Final!” ela fala olhando para ambos os meninos e sinto Gina do meu lado e vejo ela revirar os olhos.
“Mas..” os meninos falam.
“Parem de reclamar! Adivinha quem chegou?” Gina diz na porta da cozinha e me puxa.
“Mione!!!!” Ambos os meninos correm e me abraçam, Harry ainda aproveitou para me girar.
“Como estão meus irmãozinhos mais novos?” eu falo e bagunço os cabelos de Harry que bufa indignado.
“Até a Mione já esta na Ordem e vai para missões!” Rony murmura baixinho, mas eu ainda consigo ouvir.
“Ron nós estamos em Maio e você faz aniversário daqui há algumas semanas. E você Harry Potter vai virar maior em breve também, então não reclamem, pois eu sou sua superior!” eu falo brincando no final e dou um soco no braço de ambos.
“Sim general!” eles falam rindo.
Eu fico conversando com meus amigos e vejo a Luna surgir junto aos gêmeos e assim ficamos conversando até que Olho tonto nos chame para a reunião.
A sala de reuniões está magicamente ampliada e todos os membros estão presentes. Comprimento Draco,Narcisa e Severo e me sento em meu lugar, do lado de Kingsley e ao meu outro lado se senta Fenrir, que segura minha mão.
“Boa noite senhoras e senhores” Professor Dumbledore nos comprimente e surge com Olho tonto e Minerva.
“Deixa de enrolar Albus” quem fala isso é um auror amigo de Kingsley.
“Deixa de ser chato Peeta” Tonks disse dando uma cotovelada no cara que resmungou no lugar.
“Sei que devem estar se perguntando do porque eu ter adiantado a reunião para hoje” Dumbledore falou.
“Nossa.. Acho que ele incorporou um vidente.” essa foi a voz de Fred.
“Meninos!” Molly fala olhando feio para os rapazes.
“Voldemort anda buscando novas pessoas para apoiar seu lado na guerra” ele disse se sentando e apontando para Severo.
“Descobri recentemente que o Lord das Trevas está buscando apoio fora do país” ele falou com o semblante sério “Ele enviou um grupo para falar oficialmente com alguns representantes franceses” ele fez uma pausa.
“Qual foi o recado?” Sirius perguntou.
“Entregar o ministério Francês para Voldemort ou a França seria um exemplo do que acontece quando se vai contra o Lord das Trevas” Severus falou.
“Por que atacar a França agora, quando ele ainda está tendo problemas aqui?” Fenrir perguntou ao meu lado atraindo olhares.
“A França possui uma grande população de bruxos puro-sangue” eu disse olhando para Fleur “E também possui criaturas como as veelas de sangue-puro e vampiros. Se o plano dele der certo, ele conseguirá intimidar os outros países facilmente” eu falo.
“Vamos oferecer nossa ajuda?” Harry pergunta.
“Fui falar com o ministro da França e sua assessoria, eles não acham que Tom pode fazer um grande estrago por lá. Eles disseram que não precisam de ajuda, pois foi apenas um blefe de Tom.” Albus terminou suspirando.
“O Lord das Trevas ordenou um ataque” Severo falou.
“Onde?” Remo perguntou.
“Na festa de aniversário da mulher do Ministro Frances.” Albus falou.
“Quando será o ataque?” Peeta perguntou.
“Hoje, na verdade a festa já começou.” Narcisa falou.
Neville olhou para a Narcisa estranhamente.
“Como a senhora sabe?” ele perguntou meio confuso.
“Continuo sendo uma Malfoy para o mundo. Fui convidada” ela falou dando de ombros.
A sala da Ordem se tornou um caos.
Todos falavam ao mesmo tempo, um mais alto do que o outro. Aquilo estava me dando dor de cabeça.
“Calem a boca!” Olho tonto rosnou batendo o cajado dele no chão, fazendo a sala se tornar silenciosa.
“A casa do ministro estará lotada de convidados, alguns ministros de outros países como Alemanha, Turquia, EUA, Canadá, Brasil e África estarão presentes na festa. Haverá crianças presentes...Tom irá transformar tudo em um banho de sangue se não pudermos impedir.” Albus falou olhando para cada um de nós.
“Como poderemos entrar na festa? O nosso ministro não recebeu um convite, eles resolverão não convidar muitos britânicos para não correrem riscos. Fiquei surpreso da senhora Malfoy ter recebido” Kingsley falou.
“O convite é uma chave de portal, não é? Por que não usam?” Gina perguntou.
Até que seria uma boa idéia se não fosse...
“A chave de portal é para apenas duas pessoas, certo?” Ben perguntou, se pronunciando pela primeira vez.
“Como sabe?” Olho-tonto olhou para ele com seu olho girando loucamente, provavelmente para averiguar se não é um espião.
“Fenrir nos falou como eram realizadas os antigos bailes puro-sangue, provavelmente os Franceses utilizarão o mesmo tipo de convite.” ele falou dando de ombros.
“Sim, você está certo.” Minerva falou.
“Porque não fazemos uma chave de portal para lá?” Neville pergunta curioso.
“Precisaríamos do consentimento do governo Frances e eles não deram. Mas o Lord possui seguidores que mexeram os pauzinhos e conseguiram uma extra-oficialmente” Severo falou.
Eu fico pensando em como podemos entrar na festa para ajudar, quando noto que meu copo de água fica cheio rapidamente junto com os dos outros. Então olhando para o copo ser abastecido rapidamente eu me lembro de algo.
“Dobby?” eu falo e de repente o elfo aparece em cima da mesa assustando todos que estavam discutindo.
“O que Dobby pode fazer pela senhorita?” o elfo fala sorrindo.
“O que está fazendo Hermione?” Ouço a voz de Harry, mais ignoro e me viro para Fenrir.
“Voce havia me dito anteriormente que a colina e a mansão tinham fortes feitiços de proteção, parecidos com o que temos em Hogwarts, correto?” eu perguntei.
“Sim, alguns feitiços são de magia negra e bem antiga, para impedir bisbilhoteiros.” ele fala me olhando.
“O que você quer com isso Mione?” Ron perguntou.
“Brilhante!” Albus murmura olhando para mim com os olhos azuis brilhando loucamente “Como não percebi isso antes?” ele fala.
“Não se culpe professor, eu só percebi quando notei meu copo se reabastecer agora há pouco.” eu disse com um sorriso.
“Do que diabos vocês estão falando?!” Pergunta Sirius batendo na mesa.
“Voces se lembram quando eu disse que não se dá para aparatar em Hogwarts?” eu perguntei olhando para meus amigos.
“Como não vou lembrar? Voce vive citando esse texto De Hogwarts: Uma história.” Ron diz bufando.
“Mas existe uma exceção.” Dumbledore disse acariciando sua longa barba.
“Elfos!” Harry fala alto se levantando da cadeira.
“Sim, os elfos são os únicos capazes de romper quaisquer tipos de alas” Dumbledore disse.
“Dobby? Voce gostaria de nos ajudar?” eu pergunto olhando para meu amigo.
“Dobby fará qualquer coisa para ajudar os amigos de Hari Potter e Mione!’ ele fala pulando.
“Sirius, você poderia chamar monstro?” Dumbledore perguntou.
“Voce se importariam de explicar o plano?” Ron perguntou.
“Deixa de ser tapado Ronikes” George falou.
“Pediremos para os super elfos nos aparatarem dentro do terreno da casa.” Fred terminou dando um tapa na testa de Ron que corou.
“Dobby tem como buscar a Wink?” eu peço para meu amigo que concorda rapidamente e some.
“Otima idéia Granger!” Olho-tonto fala me dando um aceno de cabeça.
Sinto uma mão quente sobre a minha e abaixo a cabeça pra ver minha mão entrelaçada com a do Fenrir. Olho para cima e vejo ele me dar um grande sorriso.
“Bom trabalho” ele só movimenta os lábios e eu lhe mando um sorriso.
Em alguns minutos os três elfos estavam aqui- mostro veio a contra gosto- os outros dois concordaram alegremente em ajudar.
“Voces nos deixarão lá e sairão, cada um tem uma chave de portal para cá?” Dumbledore perguntou.
Fenrir e seus amigos também estavam com correntes em volta de deus pescoços.
“Cada general irá comandar a sua divisão” olho tonto falou e eu fui até a minha divisão que era em sua maioria só de mulheres, a sua maioria são puro-sangue e mestiças que queriam proteger seus filhos e não puderam ajudar na primeira guerra,
Andrômeda Tonks, Laura Bagnold, Ninfadora Tonks, Emelina Vance, Griselda March, Roseta Fenwick e a mulher que me ensinou muitas táticas e costumes puro-sangue Augusta Longbotoon. Essas são as mulheres mais incríveis que eu já vi em ação, cada uma muito mortal, treinávamos sempre.
Hora de dar minhas instruções.
“Senhoras, bom vê-las novamente” eu digo e abraço Augusta.
“Igualmente, soubemos que basicamente esta casada, depois dets batalha teremos que fazer uma festa para você querida” Senhora Bagnold disse sorrindo para mim. Ela havia perdido o irmão na primeira guerra e prometeu não deixar seus filhos e sobrinhos- sendo um deles Peeta- morrer sem fazer nada.
Eu sorri e concordei. Elas também vestiam macacões- de tecidos diferentes do meu- com um casaco com o símbolo da Ordem nele.
"Certo", Eu comecei, colocando minha varinha no coldre da coxa. "Vocês estão todas aqui porque vocês são as melhores. Este exercício é um teste para ver se o que estamos tentando fazer é viável. Salvando a família do ministro é um bônus adicional. Estamos enviando uma mensagem. As bruxas do nosso país não ficarão de braços cruzados enquanto esse bastardos matam nossos amigos, filhos e nossas famílias. Nós não estamos indo para atordoá-los ou desarmá-los. Nós vamos fazer estes bastardos pagar. Eles estupram e matam as meninas e meninos. Estes monstros auto denominados Comensais da Morte, são desculpas horríveis do que é ser bruxo!” Eu disse e pude sentir os olhos não só da minha divisão, mas de todos os membros da Ordem em mim. Foi por esse motivo que cheguei no meu posto.
As mulheres gritaram em acordo.
“Sejam criativas com os feitiços, senhoras!” Augusta disse com um sorriso maligno nos lábios.
Sinceramente, Augusta consegue ser muito criativa com feitiços. Ela estudou muito para poder se vingar em nome do filho e da nora, mas ela não era descuidada.
“Elas me dão medo as vezes” Tonks falou ao ouvir sua mãe falar co Griselda e Roseta sobre um feitiço de corte de pênis que ela achou em um dos livros da biblioteca Black e mostrando o movimento de varinha para as mulheres.
“Interrompo?” reconheceria essa voz em qualquer lugar.
“Não Fenrir” eu disse e ele me puxou para a parede.
“Quero que tome cuidado.” ele falou com os olhos repletos de preocupação.
“Não precisa...” ele coloca o indicador sobre meus lábios.
“Por favor...só me prometa isso.” ele pede me olhando nos olhos.
“Tudo bem, eu prometo” eu digo e pego no mindinho dele.
“Promessa de mindinho?” ele pergunta rindo suavemente.
“Hey!!! Não fale mal da melhor promessa que existe!” eu falei socando o ombro dele suavemente.
“Foi um belo discurso que deu agora pouco.” ele fala passando a mão no meu rosto e inclina a cabeça em minha direção e me dá um beijo calmo e repleto de amor “Estão nos chamando.” ele fala e se vira.
Vejo ele ir em direção á seus homens( que estão em quinze no total).
Olho-tonto e Kingsley estão com suas equipes.
Dédalo Diggle, Elifas Dodge, Estúrgio Podmore, Héstia Jones, Fred e George, Bill, Charlie, Arthur, Peeta Bagnold entre outros, estavm esperando o sinal para poderem aparatar com os elfos.
Vi meus amigos Harry, Rony, Draco e Gina virem se despedir de mim.
Luna foi até Louis e lhe deu um beijo na boca, deixando o pobre homem atordoado, mas com um sorriso besta nos lábios.
“Senhoras e Senhores acabei de receber a mensagem que houve uma quebra na mansão do ministro, vamos.” professor Dumbledore disse.
Olhei para Fenrir mais uma vez e vi ele segurar a mão de Wink e aparatar com sete homens.
De sete em sete cada um foi aparatando.
Segurei a mão de Dobby, olhei para as senhoras e em um segundo estavam no que eu descreveria como inferno.
A batalha estava em pleno andamento, e maldições e feitiços voou descontroladamente através do ar. Fumaça pairava sobre o campo de batalha e o cheiro da morte veio em nossa direção , fazendo com que todas amordaçarmos ligeiramente. Eu podia sentir o cheiro de sangue e carne queimada.
Parte de meu grupo parou e moveu-se rapidamente para proteger os membros de diversas famílias, que estavam sendo atacadas.
Movendo-se rapidamente, a outra metade da minha equipe tentou neutralizar os Comensais da Morte. Sua divisão não estava brincando. Nem um único Stupefy ou Expelliarmus passou seus lábios. Não, nós estávamos jogando pra valer.
Meu trabalho com a varinha era perigoso e perversamente preciso. Eu girei, torci, me abaixei e saltou para evitar as maldições que estão sendo lançados para mim e meu grupo. Nós nos mudamos com a graça fluida e eu me permiti sentir orgulho delas, pois mesmo eu tendo me afastado por alguns dias ainda trabalhávamos muito bem.
Observei Augusta e Laura Bagnold lutarem contra um grupo de quatro Comensais, que caíam rapidamente.
Vi Sirius lutar com tamanha destreza ao lado de Remo, como se aquilo fosse apenas uma brincadeira de criança.
Fenrir e seus amigos estavam duelando magnificamente. Observei enquanto Fenrir deu uma chave no pescoço de um Comensal e torcer o pescoço do cara.
Seus bethas e outros membros lutavam contra alguns lobisomens que estavam presentes na batalha.
Eu voltei meu foco para a batalha ao ouvir um grito desesperado.
Andei rapidamente e fui realizando todos os feitiços não-verbais e cinzas que eu conseguia pensar.
Ferventis sanguinis, Mentis interitum, Dextrum Destrição, Internum corrosio(Ferver sangue, Destruição da mente, Destrição Visceral, Corrosão Interna)
Vi um homem dar um soco em uma menina muito branca e puxá-la para cima pelos cabelos( ela era obviamente albina).
“A pequena putinha....sua pele é tão branquina....até seus cílios e pelinhos do braço são brancos! Olhem rapazes!” o cara gritou jogando a menina para os outros rapazes.
Alguns lobisomens, Yaxley e não reconhecia os outros. Um grupo de cinco pesssoas.
“Aposto que é tão anormal, pois tem o sangue manchado! Qual é o nome de sua família!” ele gritou puxando ela e dando um beijo nela à força.
“Bi...Bianca Bl..Blanc” ela disse chorando e tentando se afastar.
“Blanc? Seu pai não seu casou com uma sangue-ruim? Foi o Lord das trevas que ordenou o assassinato deles no início do ano, sabia? Agora vamos matar você, mas não sem antes nos aproveitarmos.
Fiz um aceno com a mão quando vi Paul e Ben perto de mim. Eles se aproximaram devagar e ficaram lá esperando minhas ordens.
“Soltem a Bia seus filhos da puta!” Uma garota ruiva de cabelos claros gritou lançando um Aguamenti neles.
Merda! Isso só serviu para irritá-los.
“Carpe Retractum” Yaxley gritou fazendo uma corda de luz aparecer e puxar a menina até ele. “Ora, ora...o que temos aqui. Sei quem você é! E a menina da família Valentin, filha bastarda de Fabian Valentin! Podemos forçar o pai dela a se juntar ameaçando a queridinha dele!” ele falou acariciando o rosto da menina.
“ Prefiro morrer a pedir pro meu pai se juntar a vocês! Soltem a Bia!” e menina gritava se debatendo ate ter as mãos de um outro cara apertando o seu pescoço.
“Jeane!!!” a menina Blanc se contorcia nos braços de seu captor.
Senti ambos os rapazes ficarem tensos ao meu lado e quando olhei em seus olhos vi que eles estavam na cor âmbar.
“Porra! Elas são companheiras de vocês?” eu perguntei baixinho.
Eles não responderam. Saíram do esconderijo e Ben se lançou para o cara que estava segurando a menina Blanc, enquanto Paul ia em direção ao lobo que segurava a outra menina.
“Vou matar você Gabriel!” Paul rosna e se joga no cara.
Corri até as meninas e as coloquei atrás de mim.
“Quem é você?” perguntou a ruiva segurando a menina albina que estava com a boca sangrando.
Vi alguns inimigos se aproximarem e sorrirem. Devem estar pensando que sou presa fácil.
“Me diga gatinha..” começou um loiro com cara de doidão “Esses saltos não machucam você na hora de andar?” ele perguntou zombando.
“Não sei, me diga você?” eu falei e dei um chute na cara dele e senti meu salto perfurar o olho do cara que caiu no chão.
“Arrrr meu olho!!” ele gritava no chão.
Os outros pareceram notar que eu não era presa fácil e vieram com tudo para cima de mim.
“Fujam” eu falei para as meninas atrás de mim que olharam pesadoramente.
“Ma...ma..mas e você?” A albina pergunta.
“Ficarei bem! Vão!” eu gritei e lancei um defindo na cabeça do cara que estava se aproximando e vi as meninas sírem.
Um pra baixo, falta mais tres.
Internum corrosio, Sectumsempra, Sectumsempra, Reducto.
Eu lancei todos eles não-verbal e vi eles caírem.
Olhei e vi Ben e Paul aparecerem com feições desesperadas.
“Onde elas estão?” eles perguntaram juntos.
“Aqui” eu me espantei ao ver que elas não haviam corrido.
Cada um correu para uma menina, mas a ruiva se encolheu um pouco.
“Levem elas embora!” eu falei e eles me olharam.
“Não podemos deixa-la!” Ben fala, mas eu sei que ele quer levar a sua companheira para um lugar seguro.
”Elas estão feridas, precisam de atendimento e eu sou a superior aqui, agora vão!!” eu gritei a última parte e vi eles me olharem agradecidos e se virarem.
Sinceramente eu pesei que havia se passado horas desde que entramos na batalha, mas fazia apenas dez minutos e as coisas ainda estavam feias. Eu estava com alguns cortes no rosto e na perna, nada muito preocupante.
Voltei para a batalha e vi Tonks- filha- lutar contra Dolohov, Yaxley e Rodolpho Lestrange. Tonks estava com um corte terrível no braço e na barriga.
“Bella vai adorar ter a cabeça da sobrinha de sangue sujo dela!” Rodopho falou rindo de modo maníaco, antes de lançar uma maldição bem conhecida na minha amiga.
Eu sabia que Tonks estava grávida. Esta seria sua última missão, antes de se focar na gravidez, ela havia feito vários feitiços de inibição para que Remo não desconfiasse. Ela queria lhe fazer uma surpresa. Se este feitiço a atingisse, seria o fim do bebe.
Então agindo sem pensar eu pulei na frente da maldição Cruciatos.
A Dor era pior do que eu me lembrava. Era como ter milhares de facas quentes perfurando a minha pele. Era como se fogo corresse pelas minha veias. Mas eu não gritei.
“Hermione!” Tonks gritou.
A maldição foi suspensa e vi Rodolpho segurar Tonks e Dolohov gargalhar.
“Sangue-ruim! Sempre se metendo nos assuntos que não lhe dizem respeito! Voce arruinou a captura da garota Valentin e vai pagar por isso.” Yaxley diz se aproximando de mim.
Os efeitos da maldição não passaram e continuo no chão. Ele vem até mim e coloca um pé encima do meu pulso direito, o apertando até eu ouvir um estalo.
Mordo o interior da boca para me impedir de gritar.
“Não vai gritar?” ele e os outros riem “Dizem que você é muito inteligente, então me diga: Sabe o que acontece quando lançamos um feitiço tão próximo ao coração?” ele perguntou e eu arregalei os olhos “Parece que você sabe” ele sorriu malignamente e encostou a ponta da varinha no meu coração “Crucio” ele falou e eu gritei.
Gritei tão alto que meus ouvidos doíam. Mesmo na dor levantei minhas paredes de Oclumencia, para tentar manter a sanidade. Foi assim que os Longbotoons ficaram loucos, recebendo o crucio diretamente no coração.
Minhas paredes de Oclumencia diminui o dano, mais nem tanto assim, pois a dor é horrível. Mas não me pergunte como, eu podia sentir que Fenrir chegaria aqui logo. Eu agüentaria.
Ele para o feitiço e sorri para mim.
“Ultimas palavras sangue-ruim?” ele pergunta e eu sorri com a boca manchada de sangue e cuspi na sua cara.
“Accio coração de Yaxley” eu falei o feitiço sem a varinha e pude ver a cara de espanto dele antes dele gritar de dor e saltar para cima e ver o seu coração sair de seu peito.
Seus companheiros ficaram chocados e vejo Dolohov vir em minha direção.
“Cruc...” ele é interrompido por um rosnado feroz.
Minha visão está turva, mas eu reconheço esse rosnado...Fenrir.
Ouço um grito agonizante e vejo Remo correr em direção à Tonks e ouço vários pops de aparatação.
Sinto alguém me pegar no colo e aparatar.
Ouço vozes me pedindo para ficar acordada.
Sinto as batidas do meu coração ficarem lentas e minha respiração ficar curta.
Acho que estou morrendo....
Pena que não pude aproveitar meu tempo com Fenrir.
Pelo menos Tonks e o bebe estarão bem.
Bianca Blanc
Quem me enviou a personagem foi a leitora Darkane! Obrigada flor!
Jeane Valentin
Quem me enviou foi minha amiga JoanWilliams
Aparecerão mais na finc.
Fale com o autor