Notas iniciais
Oi lindas! Desculpem a demora, mas o tempo e eu parecemos não está chegando a uma conciliação, minha vida está uma correria, mas prometo postar pelo menos um capítulo toda semana, eu não estou desistindo de minhas fics, ok?
Agora vamos à estória...

Pov Bella.

Meu pai sempre me avisou sobre tomar cuidado com estranhos e coisa e tal. Mas eu o escutei? Não. E aqui estou eu em um quarto desconhecido esperando minha morte... Porque eu sabia que eu iria morrer, a única questão era quando?

A loira chamada Rebekah se aproximou de mim como se eu fosse um animal assustado e suponho que de alguma forma eu estava como um animal assustado. Você não estaria com medo mesmo sabendo que sua morte era inevitável?

– Onde estou? – eu pergunto.

– Você está na minha casa, ou melhor, dizendo, na casa de minha família. – ela responde suavemente. – Tá com fome?

Foi só nesse momento que eu reparei na bandeja em suas mãos e como resposta meu estomago roncou. Eu corei em constrangimento e ela apenas deu uma risadinha.

Ela colocou a bandeja em meu colo e eu estupidamente apenas olhava para ela.

– Se você não gostou eu posso trazer outra coisa. – ela disse incerta.

Pela primeira vez eu olhei a bandeja. Havia um sanduiche de frango e um copo grande de suco de laranja.

– Eu gosto. – eu digo também incerta. Eu tentava compreender o motivo dela estar me alimentando. Por que eu me sentia como um peru em véspera de natal? Era como se eles estivessem me alimentando para depois me comer... Não que eles fossem de fato me comer, eles só iam me drenar a seco... Não que isso mudasse alguma coisa. De qualquer forma eu estava morta.

Meu estomago se mexe de forma desconfortável, mas eu me forço a pegar o sanduiche a minha frente e coloco em minha boca vendo os olhos da Loira na expectativa que suspira em relevo ao ver que eu comia... Estranho. Eu mastigo calmamente e deixo escapar um suspiro de contentamento, eu não sabia se era a fome, mas o sanduiche estava maravilhoso.

– Está muito bom. – eu digo já mordendo outro pedaço. Ela riu. E eu me vi sorrindo de volta a ela. Por alguma razão que eu desconheço eu gosto dela.

Enquanto eu me ocupei em comer ela passou a falar sobre uma festa que a família estava querendo dar e sobre o tipo de vestido que ela estava querendo comprar. Eu apenas escutava. Eu e compras não éramos lá muito amigas, mas eu estava gostando de sua animação e eu ri em alguns momentos. Para minha surpresa eu estava tendo um bom tempo com ela. Por um momento eu até tinha esquecido onde estava e até mesmo que a pessoa a minha frente não era humana e sim um predador que poderia me matar com seu mindinho.

Rebekah me lembrava de Rosalie, mas diferente da loira deslumbrante e fria, Rebekah era calorosa e amigável. Em um descuido eu levo minha mão ao copo e o derrubo. O liquido frio me faz levantar rapidamente.

Oh merda! Por que essas coisas acontecem comigo? Eu já podia sentir o vestido grudando em minha coxa.

– Acho melhor você tomar um banho, eu arrumo uma roupa para você colocar. – ela diz gentil.

Oh nem uma reclamação, nem uma zombaria por ser desastrada. Eu realmente gosto dela. Um banho seria bom, eu já podia sentir o suco deixando minha perna pegajosa.

Ela me mostra o banheiro e eu me encaminho até lá. Eu tiro minha roupa e entro no grande Box sem deixar de reparar na linda banheira de mármore ali presente. Eu nunca havia tomado banho de banheira... Mas descarto a ideia assim que ela se aloja em minha mente e sigo para o chuveiro.

Assim que a água cai sobre minha cabeça, eu caio em mim... Eu devo estar com a síndrome de Estocolmo.

Como eu posso ser tão idiota? O que é que eu ainda estou fazendo aqui? Eu deveria estar tentando ir embora e não ficando para tomar um banho... Eu não era uma hospede voluntaria, eu era o jantar... Eu estava em uma casa cheia de vampiros de merda. Estupida, estupida. Eu ralhei comigo mesma.

Lavei-me rapidamente e sai me enrolando em uma grande toalha branca e percebo que o vestido que eu estava antes já não se encontrava no lugar que eu tinha deixado antes.

E agora?

Eu saio do banheiro na esperança de que Rebekah havia deixado uma roupa para mim como ela disse que faria. Eu olho aliviada ao localizar a roupa colocada sobre a cama.

Eu largo a toalha no chão e pego a camisa em cima da cama e antes que eu tenha tempo de levanta-la acima de minha cabeça para coloca-la eu escuto um clique audível de uma porta se fechando. Antes que eu possa me virar um perfume familiar abrange todo ar a minha volta... Vampiro.

Minhas mãos tremem fazendo cair à camisa em minhas mãos e eu agarro minha toalha rapidamente, tentando me cobrir o mais rápido possível e proteger meu corpo... Se é que era realmente possível com todos os sentidos ampliados de vampiros.

Eu estou chocada em encontrar dois pares de olhos me olhando avidamente. Merda! Eu não tinha nem o direito de morrer pelo menos de forma decente, tinha que está nua?

Sem que eu possa registrar eu solto um suspiro. Constrangimento rapidamente que se transforma em medo ao ver a forma animalesca que eles olham para mim. A iluminação que inunda todo o quarto, refletindo cada ângulo de seus rostos e corpos devastadores e perfeitamente esculpidos... Todos os vampiros são... Perfeitos e mortais. Isso parecia tão injusto.

Eu respiro profundamente tentando reunir uma calma que eu estou longe de sentir. Eu aperto mais a toalha contra meu corpo e ergo minha cabeça tentando demonstrar uma confiança que de longe estava sentindo.

– Eu quero ir embora. – eu digo firme... Eu acho. O leve tremor em minha voz não ajuda muito.

– Oh bem, acho que temos um problema. Por que você não vai sair daqui. – diz Klaus com um leve sorriso em sua face.

Ambos me comtemplam fixamente. Eu vou morrer. A realidade de meu pensamento se afunda em minha mente e gela meus ossos. Eu já até podia ver “Filha de chefe de policia é encontrada morta...”.

Eu saio de meu devaneio quando sinto as mãos de Elijah afastar uma mecha de cabelo de meu rosto e colocando ele atrás de minha orelha.

Eu sinto minha pele queimar sob seu toque... Toque que me lembrava de o que havíamos compartilhado há pouco tempo atrás, eu coro profundamente ao vê-los respirando pesadamente e fico mortificada ao imaginar se eles podiam sentir o cheiro de minha excitação.

Eu acho que eu preciso seriamente de tratamento psicológico. Eu estava aqui com dois vampiros que iriam me matar a qualquer minuto e em vez de está assustada eu estava mais do que excitada. Fracamente Isabella. Eu ralhei comigo mesma.

Eu ergo meu queixo altivo, eu recuso-me a fazer o papel de vitima implorando pela sua vida.

– Vão em frente e termine logo com isso. – eu digo rapidamente, feliz comigo mesmo pela voz está clara e firme.

Ambos olham surpresos para mim antes de trocar um olhar entre eles e voltar seu olhar a mim.

– Sejam rápidos. – eu exijo exasperada, eu até tento sustentar o olhar que eles estão dando para mim, mas falho miseravelmente e abaixo meu olhar ao chão. Eu vejo eles me rodearem e andar em circulo em avaliação. Medo se infiltra em todo o meu ser.

– Ah amor, nós gostamos de levar o nosso próprio tempo. – eu ouço Klaus dizer próximo de meu ouvido eu chego até dar um passo para trás ao vê-lo tão perto, mas logo volto ao lugar ao sentir Elijah a minhas costas. Eu apenas olho para trás por um momento antes de voltar a minha atenção ao loiro com olhos de tempestade.

Klaus apenas afasta a mecha de meu cabelo úmido que havia escapado detrás de minha orelha, mas diferente de Elijah ele permanece com sua mão em meu rosto. Eu posso sentir seu hálito em meu rosto e seus olhos obscurecidos me fitam intensamente.

De repente, meu medo é substituído por outra coisa. Eu posso sentir a umidade se formando por entre minhas pernas. Seus dedos fazem o caminho de minha face até o meu pescoço e ombro. Suas mãos param lá, mas logo suas mãos continuam o caminho antes de finalmente estabelecer entre minhas pernas.

Ele curva sua cabeça ao meu pescoço e passa a beijá-lo e eu acabo inclinando minha cabeça para trás para lhe dar mais acesso. Por um momento eu até esqueço que ele é um vampiro, e que ele está muito próximo das veias que correm o meu sangue e então eu o sinto mordiscar minha pele e eu me lembro do predador que ele é.

– Vai doer? – eu pergunto em um sussurro.

Qual é, se eu iria morrer eu queria que fosse o mais indolor possível.

– Prometo que seremos o mais gentil possível.

Sua mão está em minha cintura agora me puxando para mais perto. Eu sinto dedos de Elijah se afundando em minha cabeça e puxando levemente minha cabeça para trás. Eu não posso me ajudar ao sentir a umidade por entre minhas pernas aumentar. Eu posso sentir os lábios frios de Elijah intercalando beijos entre minha nuca e ombros enquanto eu aperto os ombros de Klaus a minha frente. Eu escuto Elijah gemer próxima a minha orelha e eu solto a toalha, sem me importar com minha súbita nudez.

Elijah puxa o cabelo da minha nuca, forçando meu olhar a atender ele. Meus olhos recaem sobre ele. De repente sua boca é sobre a minha. O gosto dele é requintado, como canela e cravo. Sua língua invade minha boca em um redemoinho doce e fresco que me deixa tonta.

Eu me deixo levar por essas emoções perigosas... A dois estranhos perigosos.

Somente eu poderia ficar excitada com a iminência de minha morte. Bom, pelo menos eu iria desfrutar cada instante e morreria com um estrondo. Eu retorno seu beijo com fervor redobrado. Suas mãos seguram meu rosto com tal delicadeza como se notasse como eu era frágil. Ele delicadamente beija meus lábios, lambendo meu lábio inferior.

– Você tem um gosto incrível. – ele praticamente ronrona próximo a minha boca e volto meu olhar para frente ao sentir uma de minhas pernas sendo levantada e colocada na cintura de Klaus que me olha com um sorriso que deveria ser crime.

Um rosnado gutural sai de seu peito, e em um movimento rápido, ele agarra minha bunda, moendo seu membro de encontro a mim ao mesmo tempo em que Elijah faz o mesmo atrás de mim. E é a minha vez de gemer. Oh meu Deus, eles são enorme. Não posso esconder o choque em meu rosto.

– Eu prometi que seremos gentis com você, amor. E eu sou um homem de palavra. – ele diz mordiscando meu lábio inferior, puxando entre seus dentes antes de me beijar profundamente e ir distribuindo beijos em minha face, indo até o meu pescoço. Eu posso sentir cada um segurando um lado de minha cintura, enquanto que um afaga meu seio com maestria e o outro afaga minha perna e vez ou outra o contorno de minha bunda.

Os dentes de Klaus ocasionalmente raspam sobre minha pele, fazendo me ofegar. Não é de medo agora, era necessidade.

Cada toque, cada beijo era como céu e inferno, envolvido em um. Klaus captura meu seio em sua boca e eu vacilo em meus pés, felizmente ambos me sustentam ou certamente estaria ao chão. Eu arfo ao sentir dois dedos entrando em minha feminilidade.

– Você é tão apertada. – Elijah geme em meu ouvido me fazendo suspirar e apoiar minha cabeça em seu ombro. Ele aumenta as investidas de seus dedos em meu interior e eu sinto um calor se espalhando por todo o meu corpo.

Klaus continua a mordiscar, lamber e chupar meus seios, minha mãos nunca desgrudando de seus ombros, apertando os ocasionalmente.

Eu posso sentir meu corpo pulsando, meus músculos internos se apertando contra os dedos de Elijah com meu clímax se aproximando. Em um impulso eu puxo os cabelos de Klaus procurando sua boca urgentemente com a minha. Ele rosna contra a minha boca e é em um beijo aquecido que eu chego em meu clímax tendo meu grito sendo abafado com seus lábios.

Os dedos em meu interior diminui gradativamente sua velocidade, antes de serem retirados completamente. Eu sinto que vou descer das nuvens quando sinto ambos meus pés tocando o chão frio.

Agora era a hora de voltar à realidade. Estou nua, encharcada em meu próprio suor diante de duas criaturas perfeitas que apenas estão brincando comigo e quando eu não for boa o suficiente para lhes distrair... Minhas pernas vacilam e eu sou posta na cama com imensa delicadeza por Elijah.

Eu posso sentir meus olhos se encherem de lagrimas e meu lábio inferior tremerem. Eu me sentia mortificada por ter me levado por minhas emoções e raiva por deixa-los brincando comigo quando eu sabia que não era mais nada do que um alimento a ser consumido.

– Querida por que está chorando? – Elijah me pergunta sentando-se ao meu lado, beijando meu ombro.

– P-por que vocês não acabam logo com isso? Por que não me matam logo? – eu pergunto angustiada sem coragem de encarar nenhum dos dois.

– Matá-la? – eu escuto Klaus perguntar e os pêlos de meu corpo se arrepiam diante de seu tom.

– Quem disse que a queremos morta? De onde foi que você tirou essa ideia? – Pergunta Elijah com o mesmo tom de Klaus.

Eu olho rapidamente de um para o outro e me assusto com o que vejo. Ambos os vampiros estavam lívidos de fúria mal contidos e algo mais que eu não estou certa em nomear.

Eu levanto minha mão tremula a minha boca, mas o gesto não chega a ser completado, pois em segundos minha mão está sendo segurada pela mão de Klaus delicadamente o que um contraste bem grande para o vampiro furioso a minha frente. Ele passa os dedos sobre a marca meia-lua em meu pulso... A marca de James e a simples lembrança da dor me faz estremecer. Eu continuo olhando meu braço que Klaus segura e me passa despercebido à troca de olhares entre os dois vampiros no quarto. Ele levanta meu rosto com sua outra mão e eu engulo em seco ao ver seu semblante sombrio.

– Quem fez isso a você? – ele pergunta prosaicamente. Seu modo calmo em vez de me tranquilizar só faz meu pânico crescer ainda mais forte.

Por que eu tinha impressão que Klaus sendo tão pacífico era pior do que se ele estivesse gritando?

Notas finais
Eu acho que a Bellinha tem muitas coisas a contar aos nossos vampirões e eu tenho para mim que eles não vão gostar do que vão ouvir em tudo... Ah e é claro que eles também vão ter muitas explicações a dar a nossa Bellinha sobre sua recente situação e eu creio que eles não irão gostar do que a Bella tem a dizer sobre o assunto, mas isso vocês vão ver no próximo capítulo... kkkkkk Espero que tenham curtido o capítulo. Reviews? Bom vocês já sabem o que fazer... Beijos.