Como Assim Apocalipse Zumbi?

24 Rumo ao desconhecido, ou talvez não.


Notas iniciais
Hey pessoinhas!! Como vão? Eu tô ótima só pra constar, e amei esse capítulo *-* Sério, tá muito legal, tem algumas informações úteis, Max sendo um idiota e um final muito top, por que eu sou dessas u.u Já disse que amo deixar vocês na curiosidade né? ♥ Não me odeiem please, e espero mesmo que gostem do capítulo!! BOA LEITURA!!! :D

Enquanto seguíamos em zigue zague na pista para desviar dos carros com Max no banco do motorista e Alex no do passageiro, eu estava atrás tentando achar uma solução para o meu ferimento que não envolvesse um dos morenos me costurar, não que eu não confiasse neles, mas convenhamos que Max e Alex não são as primeiras pessoas em quem se pensa quando se precisa de uma sutura. Meu braço estava em uma tipóia improvisada que Alex tinha feito pra mim com a minha camisa xadrez, mas só isso não era o suficiente.

— O que foi que aconteceu depois que eu sai de lá? – perguntei depois de desistir de encontrar uma solução para o meu problema (pelo menos por hora), a curiosidade estava me matando.

— Um monte de coisas – Max deu de ombros sem tirar os olhos da estrada e atropelando um zumbi. – Mas basicamente tudo pegou fogo e a gente fugiu.

— Como assim “Tudo pegou fogo e a gente fugiu”? Como pegou fogo? E como vocês saíram de lá? Na verdade como o Will chegou antes de mim à floresta?

Alex deu um sorriso depois de se virar pra mim.

— Eu definitivamente estava morrendo de saudades de você – anunciou e meu deu um selinho, mas pra mim aquele roçar de lábios não chegava nem perto de satisfazer a minha saudade, mesmo com uma mão só consegui segurar Alex no lugar e lhe dei um beijo de verdade, um beijo que sem duvida transmitia tudo o que eu estava sentindo naquele momento. Max pigarreou e nós nos soltamos contrariados, pelo menos eu estava.

— Você não estava querendo saber como escapamos Liz? – ele perguntou irônico e eu corei.

— Por favor – pedi voltando a me recostar no banco de trás.

— Depois que você saiu com a garota tudo virou um caos ainda maior – Max contou — Tinha vários caras atirando em nós, acho que só não atiravam e você por causa da garota.

— Provavelmente – opinei.

— A gente tinha que sair de lá ou acabaríamos mortos, mas não podíamos simplesmente correr, eles nos seguiriam e bem, estávamos mortos de qualquer forma. Só que foi ai que o Alex teve uma ideia maluca.

— Elas sempre são – concordei e meu namorado fez uma careta.

— Elas são muito boas Ok?

— Enfim – continuou Max revirando os olhos. – Convenientemente hoje de manhã, digo de madrugada – ele se corrigiu olhando pela janela e vendo o sol alto indicando que devia ser algo entorno de meio dia. – A gente estava vasculhando nossas armas e balas, aquelas que você me deu quando chegou ao bunker, mas não tinha mais nada útil lá, tudo o que cabia em nossas armas a gente já tinha arrumado, e era nossa ultima munição, foi nossa ultima munição na verdade, mas fora os cartuchos de balas inúteis, também tinha algo que eu particularmente achei que nunca usaríamos, a granada verde que você disse ter usado o par há muito tempo ainda estava lá.

— Não me diga que... – murmurei e Alex abriu um sorriso maroto.

— Exatamente – ele disse ainda sorrindo e continuou. – A gente ainda estava olhando as coisas quando ouvimos o som de passos e conversa, não tínhamos a real intenção de fazer nada, tudo aconteceu meio ao acaso, Max e eu deixamos nossas coisas no jipe e o escondemos lá no acostamento, mas por algum motivo eu esqueci de guardar a granada, ela ficou no meu bolso, seguimos os idiotas e eles nos pegaram, mas obviamente não nos revistaram direito, pegaram nossas armas, mas quando estavam chegando ao bolso da granada o metido a chefão lá apareceu e eles pararam. Daí usaram a gente de saco de pancadas pelo que pareceram horas, mas devem ter sido só minutos e você apareceu. Ai tudo aquilo aconteceu e quando estávamos cercados e basicamente sem munição me lembrei da granada, e sem pensar nem planejar a joguei em direção aos carros deles, todos explodiram, metade da cerca caiu e boa parte dos trailers começaram a pegar fogo, ai no meio dessa confusão a gente fugiu, e se o tal Will — ele disse o nome com deboche e uma nítida pontada de ciúmes, eu não pude deixar de sorrir. – For o loiro, ele deve ter saído antes da explosão e foi atrás de vocês, por isso chegou primeiro, mas não tenho ideia de como o metido a chefão lá, Dean não é? – perguntou e eu assenti. – Passou pelo fogo, por que eu o vi perto das chamas antes de correr.

— Se não fosse uma ideia maluca não teria graça não é? – perguntei divertida. – Mas sinceramente, achei que fossemos morrer hoje.

— Dessa vez quase conseguimos mesmo – Alex concordou eu me lembrei de outra coisa.

— Como vocês saíram do bunker? – quis saber. – Vocês... Vocês já encontraram mais alguém além de mim?

Alex e Max se entreolharam com expressões sombrias que não gostei nenhum pouco, Max se virou para a estrada outra vez e Alex me encarou suspirando.

— Nós saímos por aquela porta que usamos da vez que fomos atrás das coisas para Clary e Meg, nós... – ele hesitou, nunca tinha visto Alex assim, ele parecia prestes a chorar e aquilo me fez querer chorar. – Nós ficamos para atrasá-los, não devíamos ter demorado tanto, era pra ser só alguns minutos, só o tempo de vocês saírem, mas eles nos encurralaram, aí a Meg passou correndo por nós e Dylan a seguiu...

— Meg e Dylan... Eles... Vocês não saíram juntos? – era quase uma pergunta retórica, mas eu tinha de fazê-la.

— Não – Alex respondeu suspirando – Depois que eles correram os zumbis nos cercaram, levamos mais tempo do que pretendíamos para nos livrar deles e quando finalmente saímos já era noite e...

— Noite? – perguntei incrédula o interrompendo.

Alex assentiu com um sorriso triste.

— Quando chegamos à auto-estrada não tinha ninguém, e nem o menor sinal de que qualquer um de vocês estivesse estado lá, até o jipe estava no mesmo lugar. Esperamos a noite toda e boa parte da manhã, mas quando ninguém apareceu, estávamos exaustos e com fome, pegamos o jipe e resolvemos ir procurar por vocês, mas não achamos ninguém. Aqueles idiotas que estavam com você foram as primeiras pessoas vivas que encontramos em mais de um mês – ele murmurou e um segundo depois sua expressão mudou de tristeza para raiva tão de repente que fiquei confusa. – Liz, como foi que você acabou lá? Aqueles idiotas... Eles a machucaram? Liz, eles machucaram você? – ele repetiu a pergunta me segurando pelos ombros e me olhando de cima a baixo (da melhor forma que deu já que estávamos em um carro) como se quisesse se certificar de que eu estava inteira.

— Não – garanti apressada antes que ele tivesse um treco, mas não pude deixar de ficar feliz com a sua preocupação, nossa como eu amava esse moreno, isso mesmo, eu o amava, tinha chegado a essa conclusão em uma das noites em claro em que passei acorrentada a grade da janela do quarto de Sarah, eu definitivamente amava Alex e prendia lhe dizer isso o quanto antes, só esperava não assustá-lo. – Mas não foi por falta de interesse, parece que todos os babacas daquele lugar queriam um “pedacinho meu” – fiz aspas no ar e uma careta, mas Alex não sorriu, sua expressão era furiosa para dizer o mínimo. – Eles não fizeram nada comigo Alex, não se preocupe quanto a isso, nenhum deles encostou um dedo em mim, pelo menos não no sentido em que você está imaginando, eles até queriam, mas Sarah, a garota que eu fiz de refém estava morrendo e eles precisavam de alguém para cuidar dela, eu o fiz de bom grado em troca de não me machucarem, ela é filha do Dean, o líder de lá, então eu fiquei segura, acorrentada e presa em um quarto com uma garota ferida, mas segura.

Isso pareceu convencer meu namorado, sua expressão se suavizou e ele sorriu, mas depois seu sorriso se tornou uma expressão de dúvida.

— Então você saiu sozinha do bunker? Não estava com as garotas? O que aconteceu? – foi a sua vez de me bombardear com perguntas e mesmo contra a minha vontade eu sorri.

— A historia é meio longa – garanti e inesperadamente Alex retribuiu o meu sorriso.

— Por favor – ele repetiu o meu pedido de mais cedo.

Eu respirei fundo antes de começar a narrar como eu tinha ido parar naquele lugar, desde a parte em que me separei de Alex lá no corredor do bunker até a parte em que era levada por Will, Cole e Bob, quando finalmente terminei até Max se virou por uns instantes para me encarar, parecia impressionado que eu ainda estivesse viva.

— Então você está me dizendo que Amy está sozinha com esse garoto, qual é mesmo o nome? Ben? Duas crianças no meio dessa confusão, isso não me parece bom. – Max me olhou feio e eu sorri o contrariando, eu meio que tinha omitido umas partes da história.

— Bem, é que eu deixei de fora a parte em que eu fui sequestrada antes de ser levada pelos idiotas – Alex abriu a boca para falar, mas eu fui mais rápida. – Sim, eu fui sequestrada duas vezes no mesmo dia e olhe, não é uma experiência que eu indique para os outros, mas enfim, o maluco que me levou da primeira vez, levou também Amy e Ben, e lá onde ele estava, nós meio que encontramos outras pessoas.

— Outras pessoas? – Alex perguntou confuso.

— É, Clary e Rose estavam com ele. Eu as vi antes de perdê-las outra vez. – disse e a freada que Max deu foi tão súbita que eu só não atravessei o para-brisa por que Alex me segurou.

— Você viu Rose? – foi tudo que Max conseguiu perguntar quando se virou, a expressão de surpresa era tão atípica em seu rosto que eu quase não o reconheci.

Assenti voltando a me sentar no banco de trás e ajeitar meu braço na tipóia improvisada e fazendo uma careta de dor no processo.

— Ela e Clary estavam com o meu sequestrador numero um que na verdade era namorado de Clary, acho que ele não é tão mal assim, mas não deu tempo de descobrir.

— Quanto tempo tem isso? Onde elas estavam? – Max perguntou me encarando com tanta intensidade, como se para se certificar de que eu não ia desaparecer antes de responder.

— Três dias – respondi. – E estávamos na cidade, tenho uma casa lá agora.

— Qual cidade? – Max perguntou parecendo impaciente enquanto me encarava. Olhei em volta e tudo o que vi foram as árvores das florestas que ladeavam a auto-estrada, eu não tinha a mínima ideia de onde estávamos.

— Eu não sei – disse em tom de quem se desculpa. – Tem mais de uma aqui por perto? Eu nem mesmo vi por onde os idiotas estavam me levando.

— Liz... – Max murmurou e Alex agarrou o volante e o girou com tudo para a direita a fim de evitar que batêssemos em um carro parado na pista. Eu reprimi um xingamento quando meu ombro esquerdo bateu na lateral do jipe.

— Já chega Max – Alex avisou assim que paramos uns instantes depois do susto.

— Como assim “Já chega”? – Max perguntou irritado. – Podemos estar a poucos quilômetros delas e ela nem ao menos sabe pra onde é!

Sua acusação me irritou pra valer, como no dia em que nos conhecemos Max estava sendo um babaca.

— Você acha que eu gosto dessa situação!? – perguntei incrédula. – Que eu gosto de ter sido levada por idiotas? De ter abandonado Amy e Ben quando jurei protegê-los? De talvez, como você bem esfregou na minha cara, estar a poucos quilômetros deles e não ter ideia de por onde seguir para encontrá-los? Você acha mesmo isso? Então você não me conhece. Não me conhece mesmo! – eu já estava gritando quando terminei, mas não me importei, eram emoções de muitos dias acumuladas que Max e sua babaquice fizeram explodir. – Eles são minha família também Max! Minha família!

— Tudo bem Liz, se acalme – Alex pediu vindo se juntar a mim no banco de trás, ele me puxou para o seu peito e eu nem se quer hesitei antes de encostar minha cabeça ali e chorar, eu não sabia exatamente por que ou pelo que eu estava chorando, mas aquilo estava me fazendo muito bem, eu tinha me segurando mais do que imaginava esses dias em que estive presa, precisava daquilo para lavar minha alma, era mais ou menos o que Ben fizera no dia em que nos conhecemos, era uma jeito de seguir em frente. Eu devo ter ficado assim uma meia hora, mas Alex não pareceu se importar com o fato de eu estar encharcando sua camisa, então não me mexi. Quando finalmente decidi que já tinha chorado o suficiente e levantei a cabeça, constatei que Max tinha parado o jipe em um acostamento quase em meio às árvores.

— Por que paramos? – perguntei fungando e olhando em volta, eu devia estar horrível, mas não me importei, minha aparência era minha ultima preocupação agora.

— Não queremos nos afastar de mais em qualquer direção – Alex respondeu com cuidado como se temesse que eu recomeçasse a gritar se ele dissesse alguma coisa errada. Max ainda estava sentado no banco do motorista, ele se virou para me encarar e eu já estava me preparando para mais acusações, mas elas não vieram.

— Me desculpe – pediu, e foi tão repentino que eu precisei de uns segundo para entender o que suas palavras significavam. – Eu fui um idiota, você passou por um mundo de coisas com duas crianças a tira colo e ainda me deu a melhor noticia que eu podia receber, de que Rose está viva e bem e eu só consegui ser grosso com você, fiz exatamente o mesmo no dia em que nos conhecemos, me desculpe de verdade por ter sido um, como você gosta de citar, babaca com você Liz.

— Tudo bem – disse sinceramente depois de recuperar o poder de fala. – Eu também ficaria frustrada se dependesse de uma garota que mal sabe a diferença entre esquerda e direita em uma via para encontrar a minha família, e olha, eu dependo também – disse irônica e os morenos sorriram.

— Você não se lembra de nada mesmo? – Alex quis saber e eu suspirei.

— Eu estava no porta-malas Alex, como poderia ter visto alguma coisa?

Foi a vez deles suspirarem.

— O que a gente faz agora? – meu namorado quis saber e Max abriu a boca para responder, mas eu fui mais rápida.

— Naquela direção! – exclamei animada na direção em que estávamos seguindo, o norte talvez?

— O que tem naquela direção? – Max quis saber e eu sorri.

— Eu tenho quase certeza de que foi naquela direção que seguimos para chegar ao acampamento deles, tudo bem que é só um palpite e eu estava desacordada no inicio da viagem e dentro do porta-malas no resto dela, mas acho que...

— Então você veio de lá? – Alex me interrompeu apontando para trás, de onde viemos.

— Se eu estiver certa, sim.

— Max o que acha? – Alex quis saber sorrindo e para minha surpresa Max sorriu também.

— Melhor do que nada. – ele garantiu – Para o sul então. Vamos encontrar essa cidade.

Para a minha surpresa Alex e Max deram mesmo meia volta e rumaram para o sul depois da minha dica, pareciam animados e até esperançosos, mas eu sabia muito bem a probabilidade de eu estar certa ou ainda a probabilidade de acharmos qualquer um deles, só que eu também estava feliz e animada de mais com o fato de termos escapado vivos do acampamento de Dean que não me importei em me contagiar com a animação dos meninos, e como os bons navegadores que eram decidiram que não pegariam a via principal para o sul, afinal ainda existia a probabilidade de alguém vir atrás de nós, e tudo o que não precisamos agora e de companhia.

Enquanto seguíamos e eu fingia que estava bem quando claramente não estava, Alex revia seus suprimentos pela terceira vez só para constatar (pela terceira vez) que não tinha água nem comida, não tinha munição e a nossa gasolina já estava na metade, nossas únicas armas viáveis eram as facas dos meninos, uma vez que quando me sequestraram eu não estava com nada (minha AK e minhas pistolas tinha ficado no carro) eu não tinha coisa alguma com o que contribuir.

Continuamos seguindo para o sul até anoitecer e para a nossa surpresa e desespero a única coisa que encontramos além de zumbis e carros abandonados foram árvores e mais árvores, não havia sinal algum que qualquer cidade que fosse.

— Nós vamos encontrá-la amanhã – Alex disse tentando me animar, mas a verdade era que a sensação de culpa por não sabermos pra onde ir doía mais que o meu ferimento.

Como os meninos estavam claramente mortos de sono eu me ofereci para vigiar, íamos dormir dentro do carro mesmo, mas só depois de muitos protestos foi que eles cederam ao cansaço e dormiram. Eu também estava cansada (e com dor), mas eles precisavam mais disso do que eu. Não dormiam há quase dois dias.

Não foi uma das melhores noites da minha vida, ficar acordada com fome e com dor não é uma experiência que eu gostaria de repetir tão cedo.

— Pare o carro – pedi a Max no outro dia quando não consegui mais aguentar. Já tinha umas duas horas que o sol havia nascido e estávamos na estrada há algum tempo também.

— Parar por quê? Não podemos ficar dando mole – Max reclamou e eu bufei.

— Só pare o carro – disse impaciente.

— Qual o problema Liz? – Alex quis saber e eu revirei os olhos irritada.

— Eu quero fazer xixi – expliquei com todas as letras e Max freou com tudo outra vez e eu fiz uma careta quando bati o ombro na lateral do jipe. – Será que posso? – quis saber irônica depois de me recuperar.

— Claro — Max se apressou em dizer e eu sorri.

Alex me ajudou a descer e eu olhei em volta e estava procurando um lugar onde eu pudesse ter privacidade ou o mais perto disso levando em conta a minha situação quando ouvi o que me pareceu alguém gritando.

— Vocês ouviram isso? – perguntei aos meninos esquecendo do meu motivo urgente de ter parado o carro.

— Isso o que? – Max perguntou colocando a cabeça pra fora da janela do banco do motorista.

— Escute – pedi.

— ...ferrados! — agora eu definitivamente tinha ouvido alguém gritar, a frase tinha se perdido, mas eu consegui entender a ultima palavra. – A gente está ferrado! Corre! — ouvi outra vez e meu coração acelerou a voz era claramente de uma garota e seu eu não estivesse ficando (mais) louca eu conhecia a dona.

— São eles... – sussurrei antes de sair correndo em direção ao som.

— Liz, espera! – Alex gritou correndo trás de mim, mas não parei, adentrei a mata desviando de árvores e dois zumbis que surgiram do nada, mas não tiveram nem tempo de me ver passando por eles, eu podia ouvir Alex correndo atrás de mim e eu sabia que o que eu estava fazendo era loucura, mas não me importei, eu conhecia aquela voz.

Fiz uma curva potencialmente fechada e senti a mão de Alex em meu braço provavelmente tentando evitar o que vira a seguir, mas ele não foi rápido o suficiente por que batemos de frente com quem o que quer que seja. Cai sentada.

— Mas que merda! – Alex esbravejou exatamente como na primeira vez.

— Era só o que faltava, corremos tudo isso para despistá-los e acabamos esbarrando neles – uma voz que eu não ouvia a um bom tempo reclamou e o dono dela arregalou os olhos quando nos viu a sua frente, por que assim como da primeira vez nenhum de nós esperava que nos encontrássemos desse jeito, mas tínhamos nos encontrado.

Meg e Dylan nos encaravam tão surpresos quanto Alex e eu também devíamos parecer.

Notas finais
Então? É muita informação de uma vez ou tá legal? Quero opiniões... ^-^ Beijocas de jujuba e até o próximo!! :3 PS: Esse também ficou grande de mais kkkkk tô me empolgando muito u.u