Notas iniciais
Essa é a primeira estória que eu posto aqui e espero que ninguém se ofenda com os temas que eu vou trazer nela. É uma estória sobre assassinato e mistério, e isso me lembra que preciso avisar a você, leitor, que eu posso matar seus personagens favoritos. Agora fique com o Prólogo...

Ela estava cantando, na igreja, com sua roupa de freira e sua fina e bonita voz.
Era noite. O Natal estava chegando, a estátua de Jesus crucificado estava acima do altar e a garota/mulher estava andando perto desse mesmo, acendendo velas. Sua voz ecoava pela igreja, enquanto cantava sua música natalina.


"Com Maria e com José
Santa família de Nazaré...


Ela viu que uma vela apagara, então voltou e a acendeu. Continuou a andar pela igreja.
"Noite de paz, noite de luz...
Nasceu na terra, o menino Je...


-AAAAAAH!
Ela correu ao ver a figura perto do altar, que segurava uma faca. A figura correu atrás.
-SOCORRO!
A porta da frente estava trancada. Ela já suspirava de desespero. Começou a chorar.
-ALGUÉM ME AJUDE!
Nem mesmo se um ser humano estivesse do lado de fora da igreja, ele poderia ajudá-la agora. Ela olhou para trás e o viu perto dela. Quase dez passos.
-Ai meu Deus! -sua voz não gritava. Estava chorando pela morte que teria.
Correu para o lado, se virou e correu até o altar. Havia uma escada perto. Ela subiu correndo. Tropeçou, mas não caiu. Chegou ao próximo andar, que não havia nada que pudesse lhe ajudar. Obviamente só estava atrasando o inevitável, como todo ser humano prestes a morrer faz. Haviam cadeiras, bancos, coisas velhas. Ela correu até um canto cheio de coisas, perto da janela fechada.
Uma cena de três segundos. Um momento de desespero. Uma cruz pequena ao seu lado. Um movimento rápido com uma mão, que foi impedida de pegar a cruz, por outra mão que segurava-lhe o braço. Ele estava à sua frente, segurando seu ante-braço. Ela usou a outra mão. Uma cruz havia sido usada para machucar o rosto de alguém.
Uma figura furiosa fez um corte em seu pulso com a faca. Com um grito de dor ela soltou a cruz. Ele jogou a garota nos bancos quebrados ao seu lado. Agora ambos tinham um machucado na cabeça. Ela gemia de dor. Só restava uma coisa a fazer:
-Não... Por favor...
-Feliz Natal, Vadia!
Uma faca penetrou sua barriga. Depois seu peito, duas vezes.
Morte.

Notas finais
Espero que você leia o capítulo um agora - não é muito longo. Se gostar, lembre-se de comentar para que eu saiba o que estou fazendo certo ou errado.