Coming Home
45 Viva Las Vegas! Never let me go - VII
Notas iniciais
Os olhos verdes de Emma brilhavam mais do que esmeraldas, seu rosto mantinha-se intacto, sem sorriso ou qualquer expressão que não fosse de surpresa total. Ela foi descendo as escadas lentamente, até chegar ao chão e andar em direção a Regina. Pegou-lhe a mão e a levantou.
– Regina... – Respirou fundo. – Eu estava indo embora. – Fez uma pausa. – Mas, diferente de todas as outras vezes que já fui embora de algum lugar, meu coração estava apertado. Sempre fui uma pessoa sem um lar e ir embora era a coisa mais fácil do mundo... – Suspirou. Olhava no fundo dos olhos de Regina. – Acho que, pela primeira vez em toda a minha vida, eu não me sinto uma pessoas de fora. Eu sinto... Eu sinto... – Aproximou sua boca dos ouvidos de Regina e sussurrou. – Eu sinto como se estivesse voltando para casa. – Se afastou um pouco, permitindo que a morena visse seu rosto e, dessa vez, um enorme sorriso era coberto por lágrimas que caiam. – Eu aceito. Eu quero passar o resto da minha vida ao seu lado.
As palavras de Emma fizeram Regina se emocionar de uma forma que jamais havia sentindo antes. Chorava, sorria, chorava, sorria e, por fim, puxou a loira para perto de si e a beijou com paixão, com ternura, com saudade, com desejo, com vontade e, principalmente, a beijou com amor. Todos os que estavam no local aplaudiram, alguns sorrindo muito, outros chorando junto com elas, mas todos muito felizes. Elas se beijaram e logo depois se abraçaram, fazendo com que Regina desse de cara com toda aquela gente.
– Emma do céu, que vergonha! – Corou ao ver que havia uma plateia para o seu pedido de casamento.
– Ah, meu amor, fizemos o dia deles mais feliz pelo menos. – Ela riu.
– E a minha vida também. – Riu e Emma tornou a beijar-lhe.
Emma subiu as escadas do avião, se desculpou com os passageiros, que só queriam saber de parabeniza-la, e avisou que não iria mais, arrancando mais aplausos de todo mundo. Regina e Emma entraram no carro da morena e foram se amando até o hotel, passando por toda Las Vegas, vendo, pelo vidro, as luzes se acenderem enquanto o céu vai escurecendo.
– Eu não poderia estar mais feliz, Emma. – Regina sussurrou no ouvido da loira. – Você é o amor e a mulher da minha vida. – Beijou-lhe o rosto e a abraçou com ternura.
– Eu te amo muito, Regina. Muito.
Assim que o carro parou, Emma estranhou não estarem em frente ao hotel.
– Regina, isso não é o hotel...
– Eu sei. – Regina sorriu e levou Emma para dentro. – Era um lugar lindo, todo decorado com rosas brancas, sedas espalhadas intercalando bege, branco e dourado e, ao centro, havia uma juíza sorrindo.
– Então você conseguiu, Regina? – A juíza sorriu e recebeu um de volta da morena.
– Consegui! – Ela não conseguia se conter tamanho era sua alegria.
As duas se postaram no pequeno altar, onde a juíza se localizava no meio, e ficando uma de cada lado. A cerimônia foi extremamente pequena, só as três participaram daquilo.
– Regina Mills, você aceita se casar com Emma Swan? – Perguntou a juíza.
– Aceito. – Regina não conseguia parar de sorrir, seus olhos ficavam molhados a cada instante.
– Emma Swan, você aceita se casar com Regina Mills? – Perguntou a juíza, dessa vez para a loira.
– Aceito. – Emma também não conseguia esconder a felicidade que transbordava em seu peito e corpo inteiro.
– Eu as declaro casadas. Já podem beijar as esposas. – A juíza riu gentilmente.
Regina e Emma se beijaram com um amor e um carinho jamais beijado antes. Elas se completavam e agora era oficial: eram casadas. Se tinham, se queriam, se amavam.
+++
Regina e Emma subiram o elevador se beijando e se agarrando loucamente. Elas se desejavam e se queriam a todo instante. A prefeita encostou Emma na porta e foi subindo a ponta da língua por todo seu pescoço, deixando a loira toda arrepiada. Abriu a porta e foi levantando a blusa de Emma, deixando beijos e chupões por todo o seu corpo. Assim que se aproximaram da cama, Regina desabotoou a calça da loira e foi descendo pelas suas pernas. Conforme tirava, passava a ponta da língua por toda a coxa de Emma e, assim que ela já estava só de lingerie, Regina fez o percurso inverso, parando em seu sexo. Passou a boca por cima da calcinha da mais nova e ela já estava totalmente molhada. Sorriu ao ver aquilo e ficou ainda mais excitada. A morena tirou sua blusa e sua calça. Sentou em cima de Emma e a beijou. Suas línguas exploravam cada canto das duas bocas; a loira enlaçou os dedos nos cabelos escuros da outra e soltava alguns gemidos dentro de sua boca, conforme Regina ia movendo o seu quadril e roçando seus sexos. A prefeita desceu a boca por todo o colo de Emma, dando beijos e chupões um pouco mais fortes. Tirou o sutiã da loira e abocanhou o seio esquerdo, fazendo-a soltar um gemido mais alto. Regina continuou seu percurso, passando pela barriga, pernas e, por fim, seu sexo, onde parou. Tirou a calcinha de Emma e passou a língua em toda a sua intimidade encharcada. Sorriu ao sentir o gosto de sua mulher. Começou a fazer movimentos rápidos no clitóris de Emma, fazendo-a se contorcer inteira. Introduziu dois dedos dentro da loira, que gritou com aquele toque, mas logo tirou, deixando-a desapontada.
– Regina... – Falou ofegante, implorando para a mulher.
Regina sentou com uma perna de cada lado da coxa e de Emma e se movimentou para frente e para trás. Alcançou o ouvido da loira e, sem parar de rebolar, sussurrou. – Implora para mim, Emma. – Sorriu maliciosamente.
– Eu imploro... Eu imploro, Regina... – Falava com dificuldade. – Me fode todinha.
A morena sorriu ao ouvir aquilo e deu-lhe um beijo selvagem, tomando a boca de Emma toda hora para si. Sem avisar nada, colocou logo quatro dedos dentro dela, que soltou um grito abafado pelo beijo das duas. A prefeita foi aumentando a velocidade e a profundidade de suas estocadas em Emma, enquanto roçava seu sexo molhada com mais força na coxa da loira. Emma ergueu um pouco a perna, fazendo Regina delirar. Quando a mais nova estava quase chegando ao seu orgasmo, Regina colocou mais um dedo dentro dela e a penetrou o máximo que pode, fazendo todo o seu corpo ter espasmos e sua cabeça cair no travesseiro. Regina fez o mesmo.
A morena se deitou sobre Emma e a beijou.
– Eu te amo. Eu sou louca por você, Miss Swan. – Sorriu para a amada, que não conseguia falar, mas lhe retribuiu com um beijo.
Se amaram até o sol nascer... Sem hora para acabar, afinal, suas vidas tinham se eternizado há algumas horas atrás e não queriam deixar nenhum segundo sem aproveitar. Regina e Emma, enfim casadas!
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