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44 Viva Las Vegas! Looking for a breath of life - VI


Notas iniciais
To muito feliz com todos os comentários que recebi. Muito obrigada a Shei, onlyalittleswengirl, Bru, Fabiano123, Angel, Regina Swan e Nath linda. Capítulo tenso, já vou avisando, mas talvez vocês fiquem feliz com o final. Espero que gostem.

O dia seguinte começou pesado para Emma. A loira foi abrindo os olhos aos poucos e sentiu seu estômago revirar dentro de si; não conseguia entender o que tinha acontecido, o motivo de ter dormido no chão do hall e não com Regina. Se levantou com certa dificuldade e girou a maçaneta da porta, percebendo que estava trancada. Tocou a campainha duas vezes, até que Regina abriu a porta furiosa.

– O que foi, Emma? Passou a noite com a sua nova amiguinha e agora veio tomar café da manhã comigo? Me poupe! – Revirou os olhos carregados de sarcasmo.

– Minha amiguinha? Do que você está falando, amor? – Emma coçou a cabeça confusa.

– Amor?! Emma, eu já vi todos os tipos de mulheres, mas nenhuma foi tão cínica assim!

Emma foi se lembrando aos poucos do que tinha acontecido. A cena de Regina com a bartender apareceu como um estalo em sua cabeça.

– É, eu percebi ontem que você já conheceu todos os tipos de mulheres. – Respondeu a loira irritada.

– E você resolveu conhecer também, não é?! Me poupe, Emma!! Vá embora daqui! Suma! – Vociferou a prefeita.

– Regina, escuta! Antes de você ficar me acusando, saiba que eu dormi no hall e... – Foi interrompida antes de terminar sua fala.

– Por quê?! A Addison não te deixou dormir com ela por acaso? Teve que vir até aqui e ficar jogada no chão como... – Respirou fundo. – Como uma qualquer.

– Regina, eu não admito que você... – Novamente interrompida.

– Eu é quem não admito! Some, Emma! Eu mando suas roupas para a portaria! – Dito isso, bateu a porta com toda força na cara da loira.

Emma estava com o sangue fervendo, sua raiva tomou conta de todo seu corpo, não conseguia acreditar que Regina duvidou dela na primeira oportunidade, justo dela, que nunca havia dado motivos para isso. Ela chamou o elevador e desceu, dando de cara com Alfred no primeiro andar.

– Bom dia, Emma! – Ele sorriu gentilmente. – Está um pouco arrumada para uma manhã, não? – Riu.

– Bom dia, Alfred. Sim, essa roupa é de ontem e todas as outras estão na suíte, com Regina, mas brigamos e ela me mandou embora assim. – Apontou para si mesma ainda pasma com tudo aquilo.

– Espero um pouco. – O mordomo se afastou e entrou em uma das lojas do hotel, voltando com um pacote na mão. – Toma. Use isso até vocês se acertarem.

– Muito obrigada, você é um amor! Não acho que iremos nos acertar tão cedo, mas... Enfim, pode conseguir um quarto para mim?

– Claro. Consigo agora mesmo. – Ele foi até o computador, digitou algumas coisas e voltou com um cartão-chave na mão. – Aqui está. Não é como a suíte, mas você ficará bem confortável.

Emma agradeceu e subiu para o seu novo quarto. Tomou um banho, deitou-se na cama ainda de toalha e começou a pensar na noite anterior. Regina estava pegando bebidas, a vi sorrindo e conversando com aquela bartender ridícula, fui lá para fora e fumei um cigarro... Addison! O cigarro era da Addison! Ela desabafou sobre o fim de seu relacionamento com Regina, nos abraçamos e ela me ofereceu champagne. Não tem nada de errado nessa história! Como é que eu fui parar no hall? Por quê Regina disse tudo aquilo? O abraço! Por causa do abraço! Não, Regina não se zangaria por um abraço... Seus pensamento estavam a mil. Pensou e repensou em cada movimento da noite passada, porém, nada lhe vinha a mente. Resolveu ligar para Fiona, precisava desabafar com alguém.

– Quem incomoda?! – A voz de Fiona, por um momento, confortou Emma. Ela sentia falta da amiga.

– Fiona? É a Emma! – Disse animada.

– Emma! Querida, me desculpe! Um número desconhecido ligou e achei que era alguém oferecendo serviços pelo telemarketing. – Deu para ouvir a mais velha acendendo um cigarro do outro lado da linha. – Como você está?

– Péssima, Fiona, péssima! Ontem aconteceu um coisa muito estranha... – Emma contou toda a história, pelo menos até onde se lembrava para Fiona, que riu.

– Meu anjo, isso é muito claro para mim. – Ela deu uma longa tragada no cigarro e continuou. – Isso é Las Vegas e essa é Addison Montgomery. Depois do teatrinho ridículo, ela deve ter colocado um “boa noite Cinderela” na sua bebida e armou para que vocês duas brigassem. É a cara de Addison fazer isso.

– Faz sentido! Como não pensei nisso antes?! – Emma ia relacionando tudo ao maldito champagne da ruiva. – Espera. Você conhece Addison?

– Ah, Emma, todos daí a conhecem. Ela é famosa por ir para a cama com várias mulheres, aliás, é muito boa de cama, mas é completamente alheia a tudo que acontece no mundo.

– Fiona, você já...? – Emma ficou surpresa.

– Emma, querida, você pode ter certeza que eu sou uma lenda em Las Vegas. Não há mulher alguma que tenha escapado de mim aí. – Riu e tragou mais uma vez.

– Fiona! Muitos detalhes! – Ela riu junto.

– Ué, querida... Enfim, não deixe que Addison estrague o que vocês tem. Ela nunca superou Regina, por isso fez o que fez.

– Você sabe qual foi a história delas? Ontem ela me disse, mas agora não sei se devo confiar no que ela disse.

– Ora, não seja boba! É claro que não deve. Addison talvez não seja nem o nome daquela mentirosa. – Outra tragada. – E eu sei. Ela se apaixonou perdidamente por Regina, só que Regina não se apaixonava nunca por ninguém e nem ao menos se interessou por ela. Regina queria ficar com uma outra mulher, mas Zelena acabou ficando com ela, então, por raiva, Regina a beijou e, como estavam todas bêbadas, acabaram indo para cama. Nada além disso. Regina sempre foi muito clara sobre qualquer intenção com Addison, porém, essa mulher é completamente fora da casinha e ficou perseguindo Regina por meses. Foi só isso, um casinho de uma noite que, para Addison, virou um casamento. – Ela riu.

– Mas a Addison disse que Regina estava apaixonada por ela e... – Foi interrompida pela risada de Fiona.

– Queria, não seja boba! Regina nunca havia se apaixonado até conhecer você.

Um sorriso brotou dono rosto de Emma, mas logo desapareceu.

– Regina sabia como Addison era e, mesmo assim, não confiou em mim. – Ficou cabisbaixa ao constatar aquilo.

– Emma, como eu disse, ela nunca havia se apaixonado antes, talvez se sinta insegura. Fique calma, Regina te ama e... – Dessa vez foi Emma quem a interrompeu.

– E mesmo assim não acreditou no que eu disse. Enfim, querida, é sempre muito falar com você. Você é uma amiga incrível. Estou com saudades. – Emma sorriu ao dizer aquilo. – Espero vê-la logo.

– Pois eu espero demorar para lhe ver. Fique aí aproveitando, quando voltar a gente sai juntas, o que acha? – Deu uma última tragada no cigarro.

– Combinado. Muito obrigada por tudo, de coração.

– Não me agradeça. Fique bem, tá? Ah, e Emma, qualquer coisa que você precisar, não hesite em me ligar, certo?

– Certo! Um beijo enorme para você e Cora. – Dito isso, desligaram.

Tudo fazia sentido para Emma agora, menos o fato de Regina não ter confiado nela, não ter dado nem ao menos o direito de explicação a mulher que supostamente ama. Aquilo mexeu com Emma de uma forma cruel. Toda a raiva que sentia foi transformada em tristeza. Confiança era algo crucial na vida de Emma e aquilo a feriu muito. Deitou na cama e se pôs a chorar, até pegar no sono, ainda não estava muito bem por causa da droga que Addison havia dado a ela.

+++

Passado algum tempo, Emma acordou. Logo pegou seu celular para ver se Regina tinha dito algo, mas se decepcionou. Não havia nada ali, nem uma mensagem se quer. Seu coração ficou apertado, porém, não queria mais chorar. Colocou a roupa que Alfred havia trazido para ela: uma calça de linho branca e uma blusa justa navy. Calçou os sapatos de salto da noite anterior e resolveu sair para passear.

Parou em uma sorveteria, comprou um sorvete e foi se sentar em dos muitos bancos que havia na calçada. Um menininho se aproximou, sentou-se ao seu lado e nada disse, apenas fitou o sorvete de pistache que ela comia.

– Quer um pouco? – Perguntou Emma ao ver sua cara de desejo.

– Não, muito obrigado. – Ele sorriu tristemente.

– Aconteceu alguma coisa? Está perdido, garoto? – A loira tentou ser o mais gentil possível.

– Não, só estou triste. – Respondeu cabisbaixo.

– Triste? Por que?

– Acabo de voltar do hospital... – Seus olhos logo se encheram de lágrimas. – Minha irmã sofreu um acidente e... – O menino não conseguiu acabar de falar, pois caiu aos prantos, sendo acolhido pelos braços de Emma.

– Calma, garoto. Calma. – Ela o segurava fortemente contra seu peito. – Não existe mais nenhuma possibilidade? Não tem o que fazer?

– Não... Ela tem que fazer uma operação, só que é muito cara, não podemos pagar por ela. – Soluçava a cada palavra dita.

– Em qual hospital ela está? – Perguntou se afastando um pouco do garoto.

– Sunrise Hospital. Por que, moça?

– Venha. Vamos! – Emma se levantou rapidamente e o menininho foi levando-a para lá.

+++

– Mãe. – Disse ele correndo para abraçar a mãe que chorava descontroladamente.

– Chico. – O abraçou forte. – Quem é ela? – Apontou para Emma e perguntou.

– Prazer, meu nome é Emma. – Ela estendeu a mão e cumprimentou a mãe do menino. – Isso vai parecer loucura, mas o seu filho me contou o que houve e eu estou aqui para ajudar. – Disse um tanto quanto acanhada.

– Que gentileza! Muito obrigada, mas a operação é realmente cara e... – Emma a cortou.

– Faça o que tiver feito para salvá-la.

– Muito obrigada, Miss Swan. Muito, muito, muito obrigada! – A mãe do menino a abraçou toda emocionada.

– Não há de que. Ah, e, por favor, é só Emma. – Riu e sorriu generosamente.

Vou contar isso a Alice, ela ficará tão feliz! – Disse animada, entrando no quarto.

Alguns minutos se passaram e a mãe retornou.

– Ela pediu para você entrar, Emma. Se importa?

– Eu? Mas... – Respirou fundo. – Vamos lá.

Assim que Emma entrou no quarto, deu de cara com uma menina de olhos castanhos e cabelo loiro. Ela quase não conseguia respirar, de tão machucada que estava. Chamou a loira para mais perto com os dedos e ela foi.

– Muito obrigada. – Dizia com dificuldade, quase sussurrando.

– Querida, não precisa agradecer. – Emma possuía lágrimas em seus olhos.

– Eu não sei se sobreviverei a essa cirurgia, mas preciso te falar algo antes. – Fez uma pausa para recuperar o fôlego. – Sei que tem um bom coração. Ninguém no mundo faria o que está fazendo, por isso preciso te pedir algo. Fale com a minha mãe e ela te dará o endereço de onde trabalho. – Tossiu com dor. – É a sede de uma ONG que ajuda a combater a fome. Sei que você deve ser ocupada, porém, tem um bom coração e sei também que poderá ajuda-los. Por favor.

Emma concordou com a cabeça e sorriu para ela.

– Você é uma boa pessoa, vai sair dessa. – Agachou um pouco, se aproximando do ouvido de Alice. – Eu prometo. – Sussurrou.

Após se despedirem, Emma pediu o endereço a mãe deles e deixou seu telefone, pedindo para que ligassem assim que tivessem alguma novidade sobre Alice. A família inteira agradeceu muito e Emma saiu, ainda sem entender direito o que foi tudo aquilo.

Ela caminhava pelas ruas e seus pensamentos voavam. A vida é tão grande e tão pequena... É um sopro, basta um segundo para que tudo que acaba. Aquilo foi como um estalo em sua cabeça. Se a sua vida acabasse a qualquer momento, não queria que Regina não soubesse do que aconteceu. Ela ia explicar tudo para Regina, mesmo que isso não valesse muito.

+++

– Emma?

– Oi, Addison. Como está? – Emma colocou o seu melhor sorriso cínico no rosto.

– Estou bem... E você? – Addison também sorria. Sabia que tinha conseguido o que queria.

– Estou ótimo, agora que sei o que houve ontem. – A loira foi entrando no quarto da outra, mesmo sem ser convidada.

– Do que está falando?

– Você colocou “boa noite Cinderela” na bebida que me deu ontem e depois fingiu que estávamos juntas. Eu já sei. – Piscou para a ruiva.

– Olha, querida, se Regina confiasse em você, ela não acreditaria naquilo e cuidaria da mulher dela. – Riu.

– Ah, por falar nisso, que falta de classe, não? Me deixar dormindo no chão do hall? Por favor! Você deveria ter um pouco mais de elegância quando for fazer essas coisas. – Sentou-se na poltrona.

– Emma, não é nada pessoal, mas eu não me importo com você. Foi uma isca fácil e eu usei, só isso. Mas a vida é assim, não é? Peixe que não nada, o mar leva. – Tinha um tom mal e tudo o que dizia.

– Com certeza! Ficarei mais esperta da próxima vez. Obrigada por me avisar, viu? – Sorriu e se levantou.

– Foi um prazer. – Ela já ia direcionando Emma até a porta.

– Ah, mais uma coisa! Você disse que se sentia só no meio de uma multidão quando “desabafou”... Sinto lhe informar, mas você sempre se sentirá assim. – Continuou sorrindo. – Você é uma pessoa ruim e não te culpo, é ruim porque é triste, é sozinha. Sei que aquilo que disse não era mentira ou parte do plano, pois já me senti assim um dia. A diferença é que você continua se sentindo e sempre sentirá. Seu coração é sozinho, você é uma pessoa sozinha e... Triste. – Concluiu. – Eu sinto muito por toda tristeza que te rodeia. Muito mesmo. Saiba que mulheres e bebidas não aliviarão sua dor. Foi um prazer, Addison. – Se retirou.

Addison fechou a porta cheia de lágrimas nos olhos. No fundo, sabia que era sozinha e a solidão a perseguia.

+++

– Regina! – Emma bateu insistentemente na porta.

– Emma, eu já não disse para você ir embora? – Ergueu uma das sobrancelhas.

– Eu estou indo, só precisava pegar meu passaporte e minhas coisas. – Foi juntando tudo rapidamente.

Regina ficou parada em frente a porta, como uma estátua. Estava triste, mas sentia uma raiva enorme dentro de si, enorme a ponto de não parar Emma.

– Eu já vou. – A loira se aproximou da porta. – Ah, toma. – Entregou o celular na mão de Regina. – Eu fui até a Addison e aqui está toda a confissão dela sobre o que fez ontem. Depois escute. E fique com o meu celular também... Eu estou indo e não quero mais nada disso por perto.

– Emma, mas você, você... – Regina gaguejou e foi interrompida.

– Eu me confio, Regina. – Sorriu com tristeza e saiu, deixando a morena cheia de lágrimas.

+++

Regina ouviu tudo. Ela sempre soube que havia algo de errado naquela história, não podia ter duvidado de Emma e agora poderia perde-la para sempre por uma insegurança sua! A prefeita ligou para Alfred e pediu o carro com urgência. Desceu correndo e logo o motorista estava com a porta aberta para ela entrar. Praticamente voou para dentro do banco e pediu para que ele fosse ao aeroporto o mais rápido possível.

Ao chegar, se deparou com um aeroporto lotado. Correu para a placa que anuncia os próximos voos e só havia um para o Maine. Olhou no relógio e, pelos seus cálculos, o avião ia decolar nesse minuto. Regina correu o local inteiro e chegou na área de embarque.

– A senhora não pode entrar, me desculpe. – O segurança alertou, mas ela nem deu ouvidos.

– A minha mulher está indo embora por uma besteira minha. – Vociferou. – Eu preciso e vou entrar aí! – Dito isso, correu para dentro e o segurança foi atrás.

Olhou pela janela da passarela e o avião já estava aquecendo os motores. Correu, correu, correu o mais rápido que pode, até se postar no meio da pista, causando um enorme espanto no piloto. O motor foi desligado e o segurança a alcançou nesse momento.

– Emma, Emma Swan é o nome dela. Entre lá e fale que a Regina está aqui. Rápido! Ela precisa me ouvir! – Ela gritava.

– Eu não posso, senhora. – O segurança tentava manter a calma.

– Você pode e você vai! – Gritou com toda aquela aflição que tinha naquele momento.

Uma comissária desceu para ver o que estava acontecendo e acabou ouvindo tudo. Ao ver que o segurança não estava cedendo, correu pelas escadinhas e começou a chamar por Emma, localizando-a logo.

– Olhe pela janela. – Sussurrou no ouvido da loira, que fez aquilo.

Ao notar Emma olhando, Regina deixou o segurança de lado e se ajoelhou no chão. A loira não estava entendendo, até que a prefeita tirou uma caixinha vermelha de veludo do seu bolso e a abriu. Emma ficou boquiaberta, sua respiração falhou e seu coração acelerou. Regina estava no meio de uma pista de voo, com um pôr-do-sol cor de rosa atrás e a pedindo em casamento. Seus olhos se encheram de lágrimas e um sorriso extremamente feliz postou-se em seu rosto. Ela se levantou e, enquanto passava pelas poltronas, todos os outros passageiros aplaudiam emocionado. Foi até a escada do avião e desceu até a metade.

– Emma, eu sei que eu errei ao não confiar em você. Eu sei que eu te magoei e foi a pior namorada do mundo, mas eu preciso que você me entenda. – Respirou fundo e fechou os olhos. – Eu nunca amei nenhuma mulher. Eu sempre pensei que não tinha um coração, sempre... Até o dia em que te vi. Naquele momento, meu coração começou a pulsar mais rápido e mais lento ao mesmo tempo, parecia apertado, mas feliz. Aquela felicidade foi tomando conta do meu corpo, da minha alma, de mim e de tudo que eu sou hoje. Eu nunca tinha me sentido tão completa em toda a minha vida. Te trouxe para cá para fazer isso e cada vez fui ficando mais nervosa. É a primeira vez que quero alguém ao meu lado para sempre, queria tudo perfeito, porém, quando estamos nervosas, não enxergamos o que está bem a nossa frente. O amor faz isso com as pessoas, Emma. Me perdoe por tudo. Estou aqui, confiando em você, em nós e em um futuro contigo. Miss Swan, você quer se casar comigo? – Abriu os olhos e seu olhar carregado de lágrimas se fixou no rosto de Emma. Respirou fundo.

Notas finais
E aí? O que acharam? Continuem comentando, favoritando, acompanhando e recomendem, isso me motiva bastante. Até amanhã, meus amores.