Coming Home

11 The Supreme.


Notas iniciais
Esse capítulo tá super curto, mas eu precisava postar uma homenagem a Fiona Goode/Jessica Lange, que levou o Emmy pelo papel! RAINHA, DIVA, PODEROSA, GOSTOSA, SUPREMA!

– Gold, acho que Cora me odeia. — Fiona e Gold conversavam na sala da casa dele.
– Por que acha isso, querida? — Ele indagou enquanto pegava um copo de gim.
– Bom, começando pelo fato de ter se arrependido da noite que tivemos. — Ela suspirou. — Coloca um pouco disso para mim, por favor?
Gold a serviu e acendeu um charuto.
– Fiona, ela não estava arrependida. — Fez uma pausa enquanto soltava a fumaça. — Ela estava nervosa.
– Nervosa? Por que diabos ela estaria nervosa? – A loira acendeu um cigarro, como de costume.
– Fiona. – Gold tinha um tom sério. – Você é o amor da vida dela.
Aquilo fez a outra engasgar. Ela sabia que Cora tinha a amado, mas não que fosse tanto. Os dois se mantiveram ali por um tempo, fumando e bebendo. As palavras de Gold se repetiam involuntariamente na cabeça de Fiona, ela só tinha uma certeza em meio a tantas dúvidas: se Gold tinha dito aquilo, era verdade. Ele e Cora eram muito amigos.
– Meu caro, eu vou sair. – Fiona disse se levantando.
– Onde vai?
– Ver a minha mulher. – Ela respondeu confiante.
– Essa é a Suprema que eu conheço. – Ele sorriu. – Fiona riu e retrucou antes de fechar a porta. – Imagina só, esse apelido faz tanto tempo... – O olhou e se foi.

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Ding dong

Cora abriu a porta e deu de cara com Fiona Goode.
– Querida, a que devo o prazer da sua companhia? – A ruiva usava um tom irônico.
– Eu estava na casa de Gold e resolvi vir vê-la. – Fiona sorria.
Cora deu espaço e a outra entrou.
– Se importa se eu fumar? – A loira perguntou já tinha um cigarro da caixinha.
– Só se você me der um.
Cora fumava enquanto pegava algo para beber, aquela droga a relaxa de vez em quando. Ela fazia um Bloody Mary e Fiona a observava.
– Coloca mais um pouco de vodca, por favor. – A loira pediu sorrindo e ela acatou o pedido. – Você já fez drinks mais fortes, hein?! O que houve? – Elas riram e foram se sentar no sofá da sala.
– Está sozinha? – Fiona olhou ao redor e perguntou.
– Não, querida. Henry está dormindo no quarto de hóspedes.
– Isso quer dizer que o seu está vazio? – Ela a olhava com um sorriso malicioso.
Cora riu envergonhada, vergonha essa que passou após toda aquela vodca. Conversa vai e vem, Fiona começou a se aproximar da outra; ela ria e escorregava para o lado. Quando Cora se deu conta, a loira já estava próxima o suficiente:
– Nossa, você estava aqui antes?! – Ela pareceu surpresa. – É melhor mantermos distância e... – Antes que acabasse de falar, Fiona a beijou cheia de vontade. Se afastou um pouco e a olhou nos olhos.
– Isso não é certo... – A ruiva tentou completar e Fiona a interrompeu novamente.
– Meu amor, isso não é certo só se você quiser que não seja. – Ela se levantou e estendeu a mão para que Cora a acompanha-se, a outra hesitou um pouco, mas acabou cedendo. Segurou a mão da amada e elas foram para o quarto, afinal, Henry estava em casa. Elas entraram aos beijos; a porta do banheiro estava entreaberta.
– Cora, por que a sua banheira está cheia?
– Eu ia tomar banho, só que você apareceu.
Fiona a olhou com malícia e aquela troca de olhares bastou para que se entendessem, eram anos e anos de história e elas sempre se entendiam.
Cora foi puxada pela outra, seus corpos ficaram colados. Fiona arranhou a coxa da outra, deixando-a toda arrepiada; tirou o seu vestido e se abaixou um pouco, suficiente para que começasse a subir a boca pela sua barriga, ela dava chupões, beijos e ia lambendo até alcançar o peito de Cora, permanecendo ali por um tempo, até que a ruiva soltou um gemido. Aquilo fez Fiona subir pelas paredes. Ela entrou na banheira, se sentou e logo recebeu companhia. Cora se sentou entre no meio das pernas da loira, ficando de costas para ela. Fiona beijava os ombros dela, dando alguns chupões e beijos, passava os dentes pelas suas costas, parando a boca em sua nuca. Cora tinha um ponto fraco e Fiona sabia disso! A loira deu um chupão dolorido na nuca da outra, aquilo a arrepiou dos pés a cabeça, fazendo com que Fiona mantivesse o movimento naquela área. Sua mão massageava o peito da ruiva e a outra deslizava até seu sexo; quando o alcançou, Cora estava mais molhada que o lugar onde estavam. Fiona começou a massagear seus clitóris e a outra implorava por mais:
– Fi-fi-ona, me... Come... – Ela pediu em meio a tantos gemidos.
A loira obedeceu a colocou três dedos com força em Cora, que gemeu alto. Fiona intercalava estocadas fundas e outras nem tanto, variando a velocidade e às vezes mantendo seus dedos dentro da outra e movimentando-os. A ruiva rebolava, forçando seu quadril para e para baixo, um movimento que fazia sua bunda ficar esfregando no sexo de Fiona, então quanto mais Cora sentia prazer, mais fazia o mesmo com a outra. Ao perceber que a sua mulher ia chegar ao orgasmo, Fiona colocou mais um dedo e estocou com mais força, tendo em troca o corpo de Cora se esfregando em seu sexo. As duas gemiam alto, suas respirações compassavam ofegantes, seus corpos se recebiam, tudo foi ficando cada vez mais quente e, de repente, elas tremeram juntas. Gozaram juntas. Fiona chegou com a boca bem pertinho da orelha de Cora e sussurrou:
– Eu senti tanto a sua falta, gostosa. – Ela era romântica, mas era sexy, um pouco vulgar, no bom sentido.
As duas ficaram ali por um tempo, depois se secaram, foram até a cama e repetiram o que ocorrera antes por mais algumas vezes. Elas tinham saudade e desejo, definitivamente.

Notas finais
Depois teremos Cora e Fiona / Emma e Regina acordando juntinhas! Amanhã vou tentar fazer a história seguir em frente, prometo. Comentem, por favor, fico toda feliz lendo! xx