Coming Home
13 Swim.
Notas iniciais
Snow atendeu a porta toda sorridente, ela vivia sempre alegre.
– Hook?! – Ela ficou surpresa ao vê-lo ali.
– Snow! Sempre tão encantadora. – Ele sorriu para ela.
– Ah, imagina! – Ela retribuiu o convite e deu espaço para que ele entrasse. – Entre, entre. Acabei de preparar um chá de hortelã.
– Olha, não precisa, mas muito obrigado. Eu precisava falar com a Emma, ela está?
– Puts, não. – Ela fez uma cara de desanimo. – Ela vai passar a tarde com Henry. Era algo urgente?
– Não, nada demais... – Ele deu os ombros. – Darei um jeito de falar com ela. Depois venho tomar chá com você! Obrigada, Snow. – Se despediram e ele foi embora.
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Depois de algum tempo, Emma chegou em casa e trouxe Henry com ela.
– Emma, Henry, que bom que chegaram! – Mary Margaret os recebeu com alegria. – Eu fiz chá de hortelã! – Ofereceu toda esperançosa.
– Ahn, Snow, eu não gosto muito de chá de hortelã. – A loira fez uma cara triste. – Desculpa. – E depois fez beicinho. Henry também dispensou o agrado da morena.
– Tudo bem, parece que ninguém nessa cidade gosta de chá de hortelã! – Ela deu os ombros. – Ahhh, Emma, chegou algo para você e Hook te procurou mais cedo.
– Hook, o que ele queria? – Ela perguntou enquanto Snow ia buscar o que tinha chegado. – Ele falou?
– Não disse, falou que depois te encontraria. – A morena trouxe um buquê de rosas vermelhas.
– Parece que está dizendo. – Emma comentou a pegar um cartão que estava junto com as flores: “Saia comigo sexta-feira. Te pego às 21h e iremos direto para a Terra do Nunca.” – Poxa, que bilhete profundo! – Ela falou as gargalhadas.
– Mãe, você vai sair com o tio Hook? – Henry logo entendeu a situação.
– Não sei, Henry... Sinceramente, não sei. – Ela colocou as flores e o cartão de lado. – Agora eu preciso leva-lo para casa.
Assim que chegaram na casa de Regina, tocaram a campainha e ela veio atender a porta.
– Filho! – Abraçou o menino. – Miss Swan. – A cumprimentou movimentando a cabeça.
– Regina. – Emma retribuiu o cumprimento.
– Mãe, quando nos veremos de novo? – Henry dirigiu-se a loira. – Sei que você não pode sexta, então podíamos nos ver na quinta. O que acha?
– Por mim está ótimo! – Ela sorriu.
– Não pode sexta? Tem algum encontro, Miss Swan? – Regina a olhou com indiferença, usando um tom superior e firme.
– Sim. Tenho! – Emma ainda nem havia decidido se ia ou não, mas agora que a morena a provocou, ela teria que revidar.
– Hook! – A prefeita sussurrou para si mesma, meio inconformada com a rapidez do amigo. – Faça bom proveito então, Miss Swan. Boa noite. – Ela se despediu e fechou a porta.
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– Snow, eu não entendo as pessoas. – Emma e Snow conversavam deitadas no sofá.
– Não entende o que? – A morena retrucou.
– Quando se gosta de alguém, devemos cuidar dessa pessoa, certo? – Ela movimentava as mãos para explicar. – E não jogá-la para qualquer pessoa, não?
– Ah, depende muito... Algumas pessoas conseguem lidar com o amor, outras não. – Ela fez uma pausa. – Hook não parece saber lidar, por exemplo. – Ela riu.
– Hook? – Emma estranhou.
– É, ué. Não é com ele que você tem saído, até dormiu fora ontem...
– Bem, sobre isso... Não, não foi com ele. – Snow a olhou completamente perdida. A loira fez uma pequena pausa, tomou fôlego e prosseguiu. – É com a Regina.
– Regina?! – Snow foi pega de surpresa. – Olha, eu não tenho nada contra ela, te juro, mas não acho que ela vá te fazer bem. Regina é fechada, Emma, ela não sabe amar.
Emma ficou em silêncio pensando no que a amiga tinha dito.
– Talvez ela tenha sofrido no passado, por isso se fechou, só que deve passar algum dia. – A loira tentava arranjar alguma desculpa a seu favor.
– Eu duvido muito. – Snow suspirou. – Regina sempre foi assim, é tão triste isso, mas é a verdade.
Aquilo ficou na cabeça de Emma durante toda a semana. Ela evitou encontrar a prefeita e conseguiu, não se viam a alguns dias. Um lado de Swan estava tranquilo, outro sentia falta daquela mulher. Sua cabeça dizia para ela não vê-la, mas seu coração corria na direção oposta.
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Sexta-feita enfim chegou. Emma se arrumava apressada, faltavam alguns minutos para Hook apanhá-la e ela ainda não estava pronta. Correu um pouco e deu tempo!
– Emma Swan. – Ele sorriu ao vê-la se aproximar do carro. – Sempre espetacular! – Seu tom galanteador o perseguia.
– Olá, Hook! Tentando a sorte mais uma vez? – Ela riu.
– Hoje quem precisará de sorte é você! – Ele piscou.
Os dois entraram no carro e seguiram para um bar que havia ali. Hook estacionou e eles entraram no estabelecimento. O garçom os acompanhou até uma mesa e eles foram seguindo.
– É aquela ali. – Ele apontou na direção de uma mesa já ocupada.
– Ué, tem certeza? – Emma ficou confusa.
– Absoluta. – Hook sussurrou em seu ouvido e a levou até a mesa.
– Emma Swan, quanto tempo, não? – Zelena disse se virando para a loira. – Já estava com saudades. – Seu sorriso e seu olhar eram maliciosos.
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