Coming Home

21 Something to remember.


Notas iniciais
Desculpem a demora para postar. Como foram de fim de semana? Eu to amando cada comentário, seus tchucos! Esse capítulo é importante.

O dia amanheceu tranquilo. Os sábados costumavam ser tranquilos para Regina, mas aquele estava ainda mais, pois dessa vez ela tinha Emma. A loira foi a primeira a acordar, logo que olhou para a outra sorriu, ela se sentia completa, como se tudo finalmente estivesse dando certo em sua vida. Se aproximou de Regina e deu-lhe um beijo no rosto, fazendo com que ela acordasse.

– Emma. – Ela abriu um sorriso sincero. – Vou começar a me acostumar a acordar assim todos os dias.

– Pode se acostumar, não pretendo ficar longe de você. – Disse baixinho.

Elas se abraçaram e Regina começou a beijar o pescoço de Emma.

– Seu fogo começa cedo, né? – Emma provocou.

– Meu fogo nunca acaba, querida. – A morena respondeu e prendeu a outra entre suas pernas, beijando-lhe o colo.

– Mãe, mãe! – Henry bateu na porta e começou a gritar por Regina, fazendo com que as duas tomassem um susto e logo se levantassem da cama.

– Oi, Henry. Aconteceu alguma coisa? – A prefeita gritou de dentro do quarto.

– Sim! – Ele bateu mais vezes.

– Emma, se esconde no banheiro, rápido! – Ela sussurrou para a loira. – Já vou abrir! – Respondeu enquanto colocava uma camisola de seda preta e ia abrir a porta.

– Mãe, a minha mãe sumiu. – Ele disse em desespero quando a mãe abriu a porta.

– Como assim, Henry?

– Ela não está no quarto!

– Calma, filho. Ela deve ter ido a algum lugar, não fique preocupado. – Disse Regina tentando acalmá-lo. Emma, que escutava tudo do banheiro, sorriu ao ver que o menino realmente se importava com ela.

– Você sabe onde ela está?

– Não, por que eu saberia?

– Não sei, foi só uma pergunta. – Ele achou estranho o tom que sua mãe usou. – Eu vou ver se ela está no jardim. – Disse e saiu.

– Emma, Emma! – Regina entrou no banheiro rápido. – Você precisa ir para algum lugar da casa.

– Para onde? – Elas estavam um pouco desesperadas.

– Meu escritório! Vá! – Emma correu para o escritório da prefeita, sem que Henry a visse. Ligou o computador e aproveitou para ver seus e-mails, assim ficaria mais fácil de explicar ao menino o que fazia ali.

+++

– Fiona! Tomei um susto quando não te vi na cama. – Cora se aproximou da loira, que fumava um cigarro sentada no banco da varanda.

– Oh, querida. Pensou que eu tivesse ido embora? – Ela riu e beijou a outra.

– Há há há. Muito engraçada você. – Disse a ruiva com um tom irônico. – Por que levantou tão cedo? Você sempre dorme até tarde...

– Algumas coisas atormentavam meus pensamentos, resolvi descer para fumar e não quis te acordar. – Respondeu dando uma longa tragada.

– Que coisas? – Cora perguntou se juntando à ela no banco.

– Nada. Coisas do passado que me preocupam.

– Então me fale, ora. – Ela colocou a mão na coxa da loira.

– Hoje faz 3 meses que Cordelia morreu. – Fiona abaixou a cabeça com tristeza.

– Cordelia? Aquela sua amiga?

– Não. – Ela olhou para Cora. – Ela era minha esposa. – A ruiva ficou surpresa ao ouvir aquilo.

– Esposa?! Mas como? Não to entendendo.

– Querida, depois da nossa história complicada, eu e Cordelia ficamos mais próximas. Ela era sim uma grande amiga, só que acabamos nos casando... E ela faleceu há 3 meses de câncer. – Os olhos da loira estavam cheios de água.

– Eu... Eu... – Cora perdeu as palavras. – Eu sinto muito.

– Eu também. – Respondeu Fiona, dando uma última tragada no cigarro e se levantando para entrar.

– Fiona. – A ruiva segurou sua mão quando ela passava. – Eu te amo. – A loira sorriu para ela e entrou.

+++

Emma olhava seus e-mails e reparou em um em especial. Ela abriu e estava escrito “Sinto sua falta. Muito, muito mesmo. – B.”. Ela ficou confusa por um instante. Bela? O que Bela estava fazendo? Sem entender muito bem, escutou os passos de alguém vindo e desligou o computador.

– Mãe, onde você esteve? – Henry correu para abraçá-la.

– Ué, garoto, eu estava aqui checando os meus e-mails.

– Fiquei preocupada. Fui te acordar e você tinha sumido, achei que tivesse ido embora... – A olhou com os olhos tristes.

– Eu não vou a lugar algum, Henry. – Ela abraçou o filho com força.

– Vejo que você encontrou a sua mãe. – Regina falou ao entrar no escritório. – Agora que ela está segura, vamos tomar café da manhã?

Os dois se levantaram e logo foram para a sala. Emma passou o café da manhã meio quieta, ela estava estranha, pois sempre falava muito. Henry foi pegar o seu pão, que estava na torradeira, e Regina se dirigiu à loira:

– Emma, aconteceu alguma coisa?

– Não, nada... Por que? – Ela sorriu para a outra.

– Não sei, você está meio... – Pensou em qual palavra usar. – Distante.

– Deve ser o susto que levamos hoje de manhã. – A mais nova tentou desviar o assunto.

– Falando nisso... – Regina fez uma pausa. – Talvez Henry deva saber. – Ela olhou para baixo tímida.

– Será? Não acha melhor esperarmos um pouco? – Ela gaguejava um pouco.

– É. Talvez seja. – A prefeita estranhou aquela resposta de Emma e levantou irritada. – Vejo vocês depois. Passou por Henry e subiu as escadas para ir em direção ao seu quarto.

– O que deu nela? – O menino perguntou à loira enquanto comia seu pão.

– Não sei, garoto. Talvez seja nervosismo por causa do casamento de Zelena e Ruby.

– Você vai comigo e com a minha mãe? – Ele perguntou ansioso.

– Sim! – Ela sorriu para o filho.

– Oba! Hoje será incrível! – Aquela imagem de família sempre fazia Henry feliz.

Notas finais
Eu sei que não tem muito a ver Bela e Emma, mas eu não quero Emma com nenhum homem! Hahah Não me batam por causa desse capítulo, eu tinha que escrevê-lo. :( Comentem, amores. Amanhã tem mais um capítulo. xx