Coming Home
22 Material girl.
Notas iniciais
Os pés de Zelena não paravam de mexer. Ela estava deitada em uma cadeira reclinável e um homem fazia sua maquiagem.
– Criatura, se você não parar de se mexer, não haverá milagre que faça sua maquiagem ficar bonita! – Ele reclamou rindo.
– Desculpa, querido. Eu estou muito nervosa! – Ela fez beicinho.
– Não fique, meu amor. Vai dar tudo certo. Seu cabelo tá incrível, sua maquiagem ficará perfeita e cá entre nós, sua noiva é linda. – Ele piscou.
– Mark, se você não beijasse rapazes, eu teria ficado com ciúme desse comentário.
– Até parece! Ruby só tem olhos para você. – Eles riram e continuaram os afazeres.
Com Ruby não era diferente. Ela estava se maquiando e nervosa igual, só estava em outro lugar. Elas só se veriam na hora de entrar pelo tapete vermelho.
– A decoração terá o tal do tapete, já que Zelena insistiu muito. A cerimônia acontecerá no jardim da casa da ruiva, justamente por ser enorme e por já ter recebido muitas festas de sucesso. Haverá uma tenda toda branca, com cortinas de seda abertas. Cadeiras espalhadas pela grama e muitas, muitas flores. – Foi assim que Ruby descreveu a decoração para o seu cabelereiro.
– Parece que ficará lindo o lugar! Amei!
– Como parece, Jaque? Você não vai? – Ela o olhou com uma expressão triste.
– Vou, meu amorzinho. Estou só dizendo que estará fantástico. – O cabelereiro e amigo piscou para ela.
– Sim, estará! – A alegria que Ruby sentia era inexplicável. Ela lutou muito por Zelena, então era como se tudo que tivesse feito valesse a pena.
+++
– Regina, posso entrar? – Emma bateu na porta do quarto da morena, que passou o dia todo lá. – Regina?!
– Entre. – O tom da prefeita parecia um pouco seco.
– Oi, eu vim ver como você está... Passou o dia todo aqui. – Ela foi se aproximando da cama e sentou.
– Emma, por que você disse que achava melhor ainda não contar para Henry sobre nós?
– Eu... Eu não sei... – Ela gaguejou ao responder. – A minha estadia em Storybrooke ainda não é definitiva. Eu preciso trazer muitas coisas para cá. Seria melhor falar quando tudo estivesse certo. – Ela tentou um sorriso para a morena.
– Bom, talvez você tenha razão. – Regina a olhou com carinho.
Emma se aproximou da amada e a beijou. Seus lábios se tocaram de forma lenta e o beijou foi ficando mais rápido aos poucos. A loira sentou em cima do quadril da prefeita e foi descendo seus beijos pelo colo da morena. Ela foi tirando a camisola de Regina, deixando-a nua e presa entre suas pernas. Emma tirou sua blusa e abaixou. Foi beijando a barriga da mais velha, subindo os beijos até chegar em seu peito; os chupou com vontade, fazendo movimento circulares com a língua e chupando com força; rebolava vagarosamente, aumentando o tesão da prefeita com os seus sexos se esfregando. Regina soltou um gemido baixo e mordeu o lábio inferior. Emma levantou o olhar e a encarou enquanto continuava os movimentos. Ela subiu a boca até o pescoço da outra e o chupou, deixando o seu corpo todo arrepiado. Foi descendo e seus peitos iam passando pelo corpo de Regina, junto com sua boca. Ela finalmente chegou ao seu sexo. Deu um sorriso para a morena, que já implorava com o olhar e colocou a língua dentro da outra, fazendo com que ela gemesse. Emma lambeu o seu sexo inteiro e depois começou a chupar o seu clitóris. Regina fazia movimentos lentos com o quadril, conforme a loira ia mexendo a língua. A mais nova colocou três dedos de uma vez, que entraram fácil, já que a prefeita estava bem molhada. Subiu a boca até sua barriga e ficou dando alguns chupões, começou a estocá-la e, conforme os dedos entravam e saiam, seu dedão, que massageava o clitóris, fazia movimento de vai e vem. Aquilo fez Regina rebolar cada vez mais rápida. Suas pernas estavam dobradas e tremiam cada vez mais. Emma subiu a boca até seus peitos e chupou um deles com vontade. Colocou mais um dedo, sempre mantendo o dedão no clitóris e foi estocando-os cada vez mais rápido.
– Sua... Sua gos-gostosa... – Regina falou com a voz tremula, assim como o resto do seu corpo.
Emma acelerou ainda mais os movimentos e a morena soltou um gemido alto, quando seu corpo ficou enrijecido. A loira beijou-lhe com vontade e deitou ao lado dela, com um sorriso no rosto.
– Acho que agora você tem motivos para ficar no quarto. – Emma falou rindo. Regina mal tinha forças para responder, ela apenas retribuiu o sorriso e fechou os olhos.
Passado algum tempo, as duas recuperaram a força e foram se arrumar. Passado mais algum tempo, Emma voltou ao quarto de Regina.
– Regina, eu... – Antes que acabasse de falar, parou e ficou sem fôlego por um momento. – Uau! – Ela arregalou os olhos verdes e sorriu. – Você está maravilhosa.
A prefeita usava um vestido longo bege, feito com uma camada de tecido transparente por cima e muitos detalhes em prata desenhados. Sua maquiagem era escura e o batom nude evidenciou ainda mais seus cabelos jogados para um lado.
– Gostou? – Ela deu um sorriso com o canto da boca.
– Eu amei! – Emma se aproximou e a beijou. – Vamos descer? Henry nos aguarda.
A loira também não deixou a desejar. Usava um vestido inteiro branco, uma trança de praxe do lado direito e uma maquiagem dourada que destacava seus olhos verdes.
+++
Fiona já estava pronta. Ela esperava Cora no sofá, enquanto fumava um cigarro (como sempre né) com Gold, que já havia chegado. A loira foi até o bar da casa e serviu whisky para ela e para o amigo.
– Aqui, querido. – Entregou-lhe o copo.
– Muito obrigada, Fiona. – Ele sorriu enquanto acendia um charuto. – Hoje faz três meses, né?
– Sim... – Ela respondeu com um ar triste.
– Eu sinto muito, minha amiga. – Gold se aproximou dela e pegou sua mão. – De coração. Qualquer coisa que precisar, estou aqui.
– Eu sei. Você sempre está. – A loira sorriu para o amigo.
Cora logo começou a descer as escadas. Usava um vestido cumprido preto todo de paetê e um blazer da mesma cor por cima fechado. Seu cabelo estava solto e um batom vermelho deu o toque final ao seu look.
– Você está maravilhosa. – Disse Fiona boquiaberta ao ver a amada descendo as escadas.
– Tenho que concordar. – Gold sorriu.
– “Você está maravilhosa” disse a mulher que está com um vestido vermelho que a deixa ainda mais sexy. – Brincou Cora. – Fiona, vermelho é, de fato, a sua cor. – Ela desceu o último degrau e foi beijar a sua mulher. Fiona usava um vestido vermelho apertado e sapatos pretos.
– Então fui eu quem me dei bem. – Gold sorriu e abraçou a cintura das duas.
– Você não muda nunca, não é? – Cora apertou as bochechas do amigo e eles riram.
Fale com o autor