Coming Home
20 Erotica.
Notas iniciais
– Ding Dong –
– Mãe. Fiona. – Regina abriu a porta dando passagem para as duas. – Sejam bem-vindas.
– Regina. – Fiona beijou-lhe o rosto e sorriu. – Você está sempre tão fabulosa.
– Olha só quem fala. – Ela olhou para o corpo todo da mais velha.
– Olá, meu amor. – Cora entrou toda feliz, beijou o rosto da filha e a abraçou.
– O que deu na minha mãe, Fiona? – Regina riu.
– Hoje Zelena e Ruby foram experimentar os vestidos. — Fiona piscou.
– Jura?! E como ficaram?! – Emma entrou na sala andando um pouco devagar.
– Ficaram maravilhosos, querida! – Cora disse enquanto a beijava. – Como você está?
– Eu estou bem melhor... Com tantos remédios e cuidados da sua filha, impossível não melhorar. – Ela riu.
– Ahhh, então agora você amoleceu, Regina? – A ruiva provocou a filha.
– Claro que não, mãe. – Ela respondeu em um tom irritado. – Miss Swan é minha convidada, preciso trata-la bem.
– Regina, não se esqueça do que eu te falei. – Fiona sorriu para a morena.
– Eu não esqueci. – Ela sorriu de volta. – Henry! – A prefeita gritou para o filho que estava no quarto. – Desça! A sua avó, ou melhor, Cora está aqui com a Fiona!
Não precisou de nem um minuto, assim que ouviu sobre a avó, o menino desceu as escadas correndo.
– Cora, Cora! – Ele se agarrou no pescoço da mais velha. – Que bom que você veio para o jantar!
– Ohhh, querido. – Cora tinha um sorriso enorme no rosto. – Eu vim te ver! – Retribuiu o abraço.
– Vamos comer então? – Regina não preciso acabar de falar para que o filho já tivesse puxado a avó e Fiona para a sala de jantar. Ela se aproximou de Emma, passou o braço por trás de sua cintura e deixou o corpo da loira colado ao seu. – Vamos, Emma? – A mais velha estampava um sorriso malicioso em seu rosto, e não era de hoje.
O jantar ocorria tranquilamente. Regina fez risoto ao funghi e estava delicioso. A prefeita estava sentada ao lado de Emma, Fiona e Cora ocupavam o lado uma da outra também e Henry em uma das pontas.
– Mas me contem, como são os vestidos? – Emma perguntou e de repente sentiu a mão de Regina apertar de leve sua coxa. Ela olhou para a morena que a comia com os olhos.
– Incríveis! Não podemos falar muito, acho que é surpresa. – Cora era mestre em não guardar segredos.
– Deixe eu adivinhar. – Regina levantou uma sobrancelha. – O vestido de Zelena será verde?
– Óbvio! – Respondeu a mãe rindo.
A conversava foi agradável, houve muita risada, tudo ocorria com um clima leve. Quando todos já haviam acabado, a prefeita ia se levantar para pegar a sobremesa, mas Henry se ofereceu para ir. Cora e Fiona foram junto, assim a loira podia aproveitar para fumar um cigarro.
Regina e Emma ficaram sozinha na mesa. A morena, que já estava com a mão da coxa da outra, começou a passar a ponta de seus dedos levemente por elas, deixando a mais nova arrepiada.
– Sentindo minha falta? – Regina se aproximou do ouvido da loira e sussurrou.
– Você nem imagina o quanto. – Emma beijou-lhe os lábios e sorriu ao perceber que a mão da outra ia subindo.
A mais velha colocou sua mão no sexo de Emma, por cima da calça mesmo, e o apertou, fazendo com que a loira gemesse baixinho.
– Regina, não me tortura. – Ela suplicou.
– Hoje à noite você vai ser minha, Miss Swan. – Seu rosto deixava todos os seus planos transparecerem.
Todos voltaram a mesa e Henry trouxe um sorvete feito em casa.
– Quem vai querer? – Perguntou.
– Eu! – Emma logo respondeu, pois seu corpo pegava fogo.
O menino serviu cada uma delas. A felicidade de ter sua família era incontrolável.
+++
– Fiquei feliz que vocês vieram. – Regina agradeceu a presença das mais velhas.
– Nós é que ficamos. – Fiona respondeu beijando o rosto de cada um. – Precisamos marcar mais jantares assim.
Elas se despediram e se foram.
– Henry, acho que agora já está na sua hora. – Emma falou para o filho.
– Eu sei, eu sei. Para a cama já! – Ele brincou com as duas, beijou-lhes e subiu para dormir.
Regina começou a arrumar algumas coisas do jantar, quando Emma a surpreendeu segurando-a por trás na cozinha.
– Eu serei de quem mesmo essa noite? – Ela sussurrou no ouvido da morena e mordeu sua orelha.
A prefeita ficou arrepiada e se virou para a outra:
– Minha, Miss Swan.
Regina puxou os cabelos loiros da outra para trás, deixando seu pescoço livre. Ela aproximou sua boca do lugar e deu um chupão demorado, fazendo com que Emma soltasse um gemido baixo. Ao ouvir aquilo, todos os instintos da mais velha se manifestaram. Ela passou as pernas da outra em volta de seu quadril e a colocou no balcão. Abriu botão por botão da camisa branca de Emma, e, assim que já estava sem ela, Regina começou a beijar seu colo e dar alguns chupões. Ia abrindo a calça jeans, que a loira logo tratou de escorregar pelas suas pernas e tirar.
A prefeita parou por um momento, Emma estava só de roupas intimas, sentada no balcão, seus braços apoiados para trás, deixando seu corpo ligeiramente deitada. Em movimento rápido, Regina voltou a beijar o colo da outra e subiu os beijos até sua boca. Suas línguas se encontravam com uma saudade enorme, era um beijo selvagem, como se as duas quisessem se engolir. Ela voltou a beijar o colo de Emma, dessa vez descendo sua boca, até chegar em seu sexo. Conforme ia abaixando, ia também tirando a calcinha da loira, até ela ficar sem nada. Regina abriu as pernas da mais nova e passou sua língua pelo sexo encharcado da mais nova. Nesse momento, Emma gemeu profundamente e a prefeita, então, começou a chupar o clitóris da loira. A cada chupada, uma gemida. Chupava como se fosse a última coisa em sua vida, fazendo alguns movimentos rápidos. Colocou dois dedos e ela gemeu enquanto falava:
– Regina, sua gostosa. Me fode todinha.
Regina começou a aumentar as estocadas em Emma, dessa vez colocando mais um dedo. Ela fechava os dedos ao entrar e sair, mas lá dentro abria, fazendo um movimento de vai e vem que deixava a loira louca. Sem tirar a boca do clitóris de Emma, a morena colocou mais um dedo e Emma soltou um gemido longo. O quadril da mais nova se mexia para cima e para baixo involuntariamente, aumentando seus movimentos de acordo com as estocadas de Regina. Ela começou a rebolar na boca da prefeita, que se deliciava com o gosto. A mais velha enfiou os quatro dedos o mais fundo que pode, arrancada um gemido alto de Emma; ela começou a tremer um pouco e Regina manteve os dedos ali, movimentando-os dentro da outra, enquanto sua língua não saia de seu sexo.
– Re... Re... Regin...a – Ela gemia ofegante. – Eu vou...
Antes de pudesse acabar, a morena estocou os dedos mais uma única vez e fez movimento de vai e vem dentro da mais nova. O corpo de Emma tremeu inteiro e a boca de Regina foi tomada pelo prazer da outra. Ela tirou os dedos e lambeu cada um para provocar a amada.
– Eu espero que não esteja cansada, Miss Swan. – Regina sorriu maliciosamente.
– Nunca. – Emma, apesar de estar ofegante e cansada, ainda não havia matado a vontade de sua mulher.
As duas subiram as escadas se beijando e se apalpando. A noite inteira foi de puro sexo, mas, diferente da outra vez, havia amor. Havia paixão queimando em seus corações, fazendo com que seus corpos ficassem mais sedentos pelo sexo da outra. Se comeram e se amaram a noite inteira, com uma saudade que só elas sabiam.
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