Começo, Meio E Fim
112 Capitulo 112
Notas iniciais
Pov Roberta
Já se passava das onze da noite, ainda estava inquieta, sem conseguir pregar o olho, sono que não vinha e o tédio que me acompanhava, sozinha sem nada para fazer, estirada na minha cama, apenas de calcinha, pelo menos algo bom de estar sozinha, me revirava de um lado para o outro na cama, quando a campainha tocou, levei um susto, primeira coisa que se passou a minha mente... Rafael! Levantei em um pulo, vestindo apenas uma blusinha fina de alcinha, que estava jogada sobre meu criado mudo e corri para atender a porta, olhei pelo olho mágico e avistei Diego parado frente à porta, nem me importei com o estado que estava...
– O que houve? – perguntei afobada, sem entender o que ele estava fazendo ali, parado a minha frente, parcialmente molhado de chuva, ele estava tão gostoso vestido daquele jeito, com uma calça jeans escura e camisa preta, com os primeiro botões desabotoados, cabelo molhado... Tão sexy, me encarava de forma tão intensa e desej... Merda, estava praticamente nua, diante dele! Dei espaço para que ele adentrasse, fechando a porta atrás de mim.
– Você não deveria atender a porta desse jeito – olhou-me de cima a baixo, voltando seu olhar, fixando-o nos meus seios, senti-me um pouco ruborizada e excitada, confesso.
– Não costumo receber visitas a essa hora da noite – Graças a Deus, minha voz saiu firme – pensei que tivesse acontecido algo, algo com o Rafael.
– O Rafael está bem – disse sem nem ao menos conseguir ou tentar tirar seus olhos do meu corpo – mas sim, aconteceu algo – se aproximou – ou melhor, vai acontecer – por que raios sua voz... Ele tem que ser tão gostoso e sedutor? Céus, eu sou uma vad... Segundos depois já estava agarrada ao Diego, como todas as minhas forças e vontades, nos beijávamos com desejo intenso e avassalador, minhas mãos vagavam sem um rumo fixo, as dele apertavam minha bunda possessivamente, firmando-me em seu colo, estava com as pernas ao redor de sua cintura, quando dei por mim já estava sendo jogada sobre minha cama, sem muita sutileza, sentada no centro da cama observava-o remover sua camisa, que foi atirada em algum canto, logo em seguida retirando o cinto da calça, ajoelhando-se sobre a cama acertou a ponta do cinto em minha coxa esquerda, repetindo o ato na direita, minhas pernas involuntariamente se abriram, mordi o lábio inferior a fim de conter um gemido, aquilo havia me excitado ainda mais, ele percebeu, pois sorriu de lado – tire a blusa – neguei com a cabeça, não seria tão submissa assim – mandei retirá-la – acertou novamente o cinto em minha coxa esquerda, próximo a minha virilha, que merda de excitação...
– Não antes de você, retire sua calça primeiro – riu, retirando-a e a jogando no chão – e eu deixo você tirar minha calcinha – provoquei, recebendo um de seus sorrisos maliciosos...
– Ah, pode ter certeza que irei tirá-la, agora retire a blusa – acertou o cinto sobre meu clitóris, por cima da calcinha, merda, gemi de prazer, assim que retirei minha blusa, deitei-me sobre a cama, tendo Diego posicionado entre minhas pernas, jogando seu cinto de lado, puxou-me pela cintura debruçando-se sobre mim, chocando nossas intimidades com as únicas peças que nos restavam – você é tão gostosa, Roberta – chupou meu pescoço, enquanto suas mãos apertavam fortemente meus seios, e as minhas, enquanto uma puxava seus cabelos a outra descia arranhando seu abdômen em direção a sua boxer – você amamentou?
– Aham... – gemi, ao senti-lo abocanhar um dos meus seios, fechei meus olhos, libertando e envolvendo seu membro em minha mão, fazendo-o morder meu mamilo fortemente, descendo uma de suas mãos retirou minha calcinha, tocando minha intimidade vergonhosamente encharcada, passeando seus dedos sobre ela penetrou-me dois, enquanto seu polegar estimulava meu clitóris, minhas mãos o acariciavam – Diego, por favor... – pedi, sentindo que não aguentaria por muito tempo, antes de me desfazer em seus braços, e assim em questão de segundo, minutos, não sei ao quanto tempo se passou, até que fui banhada por um orgasmo alucinante, o primeiro em anos e esperava que fosse o primeiro de muitos que teria essa noite, puxei Diego para mim e o beijei, deixando que sua língua percorresse cada canto da minha boca, saboreando-a, enquanto suas mãos percorriam meu corpo – preciso... de você – disse ofegante, me perdendo na imensidão do seu olhar.
– Eu preciso de você – disse afastando, foi até sua calça e pegou de lá um pacote de camisinhas, não consegui deixar de rir e ele me olhou, e sorriu – especial para nossa noite – voltou para cama com uma, jogando o pacote sobre o criado mudo, colocou-a posicionando-se sob mim, me agarrei em seus braços quando o senti invadir-me rápido e forte, gemi alto e ele urrou, não foi necessariamente como esperava, confesso que doeu um pouco, ele não se moveu durante um tempo, até que meu corpo se acostumasse com ele dentro de mim, merda, eu parecia... – desde quando você é tão apertada? – estávamos ofegantes, envolvi minhas pernas ao redor de sua cintura, incentivando-o a se movimentar e assim ele o fez – terei que resolver esse seu problema outra vez – me contorcia de prazer por debaixo dele a cada investida, em algum tempo já havíamos invertido as posições, por cima movimentava-me de encontro a ele, entorpecida com nossas caricias, com gemidos constantes, apenas deixei que meu corpo relaxasse e caísse sob o dele assim que o senti atingir seu clímax, segundos depois de atingir ao meu... Estávamos atirados sobre minha cama, meu corpo sob o dele, nossas respirações já haviam se normalizado, suas mãos afagavam meu cabelo, as minhas passeavam por seu peitoral, quando desconectei nossos corpos, olhando-o fixamente...
– Você é muito, muito gostoso – beijei seu peitoral sem desconectar nosso olhar.
– E você continua muito safada – sorrimos um para o outro, quando me ergui para beijá-lo, fazendo-o puxar meu lábio inferior com os dentes.
– Eu posso ser ainda mais se você quiser – desci meus lábios para seu pescoço, sentindo-o sorrir, trilhei beijos, mordidas e chupões pelo seu corpo, parando em sua barriga, ouvindo-o gemer quando envolvi seu membro com as mãos, retirando a camisinha e jogando-a no chão, olhei para cima quando o vi fechar os olhos e suas mãos agarraram-se em meus cabelos, segundos antes de abocanhá-lo com gosto...
Continua...
Fale com o autor