Come As You Are

33 Into The Night


Notas iniciais
Hey Kids! Hmmm antes de vcs lerem o cap vou irritar vcs ..
Bom esse é mais um daqueles discursos chatos..]
Cara to muito chateada, a cada dia o número de leitoras aumenta mas o número de reviews ta diminuindo, QUE PORRA É ESSA? Serio a fic ta ruim? Eu fico super preocupada em escrever o cap pra vcs o mais rápido possível e é isso que eu ganho em troca? (exceto as leitoras fieis que sempre me deixam reviews, vcs n merecem esse meu discurso)
Gente eu fico feliz só da pessoa mandar um "gostei", isso me incentiva mais, vocês não fazem ideia! Não to pedindo uma review enorme não, é só uma opinião, um comentário (mas se quiser mandar uma grande n me importo tbm), uma critica QUALQUER COISA!
O numero de reviews é menos da metade de leitoras que temos, sinceramente isso me desanima profundamente, ja pensei em terminar essa fic logo e acabar com o meu estresse. Quem aqui escreve sabe como é chato ta sem criatividade e mesmo assim ter que escrever.
Leitoras fantasmas .. APAREÇAM POOOOR FAVOOORR, sério eu não mordo, respondo sempre com educação as reviews e tal..
A fic é pra ter duas temporadas e se vcs querem que isso dure, se vcs gostam mesmo da fic, colaborem comigo por favor, eu escrevo isso pra vocês, mas eu preciso de um "incentivo" tbm.. Toda escritora gosta de comentarios sobre o que ta escrevendo..
BOA LEITURA

** LEIAM AS NOTAS INICIAIS E FINAIS **



– Sim. – A resposta saiu antes mesmo de eu terminar de pensar, mas acho que foi a coisa certa a fazer, pelo menos eu espero. Ele é super carinhoso comigo e eu o adoro, além disso, ele me faz bem.


Steven estava com um sorriso de orelha a orelha e me olhava intensamente, seus olhos brilhavam. Ele então agarrou meus cabelos e me puxou para mais um beijo que estava começando a tomar velocidade.


– Ste? – Eu tentei falar entre os beijos, mas ele não deixava, toda hora agarrava meus lábios com os dentes e me puxava querendo mais.

– Hmm...?

– Eu tenho que ir embora – Finalmente ele se separou e me deixou falar.

– Por quê? Vamo dar mais uns amassos depois você vai. – Corei instantaneamente, palavras muito profundas me deixam sem graça.

–Não, é sério, eu tenho que ir – Ele suspirou decepcionado e me largou.

– Poxa Emy, só mais um pouquinho. – Ele pediu fazendo biquinho, que fofo...

– É sério. Minha tia vai me encher o saco se eu demorar, e você sabe já tá ficando tarde.

– Ok então. Amanha a gente se vê?

– Pode ser! – Dei-lhe um selinho e fui embora.


(...)



Estava caminhando de volta pra casa quando meu celular tocou, era o maldito do Syn de novo. – Que menino chato, credo. – Recusei a chamada e continuei andando, passaram-se uns dois minutos e meu celular tocou de novo, mas dessa vez era uma mensagem dele.


“Você sabe que eu não vou parar de te ligar, é melhor atender logo, preciso falar com você”.


E então ele vibrou de novo mas dessa vez eu atendi.


– O que você quer? – Falei meio irritada, ele estava começando a me encher.

– Eu preciso falar com você.

– Disso eu sei... Mas o que é? – Perguntei um pouco mais “calma”

– Não pelo telefone tem que ser pessoalmente. Onde você tá?

– Na rua.

– Que rua?

– Uma com um asfalto preto e umas coisas chamadas calçadas do lado sabe? – Depois de tudo que ele já me fez, não faz mal zoar um pouco com a cara dele.

– Emy fala logo, eu já to começando a perder a paciência.

– Ui tá nervosinha é? – Depois que falei isso não ouvi mais nada do outro lado da linha e percebi que ele não estava brincando. – Tá bem, eu acabei de sair da casa da Jen.

– Vai para a banca de jornal que tem ai perto que eu vou passar ai. – E desligou antes mesmo deu poder discordar. Mas fazer o que? Lá estava eu, indo para a banca de jornal...


Passaram-se uns vinte minutos até ele chegar. Estacionou na frente da banca, abriu a janela do passageiro e me mandou entrar.

Entrei no carro que estava até arrumado e limpinho e coloquei o cinto.


– Aonde você tá me levando? – A linda resposta que recebi foi apenas um silêncio desse puto. Que beleza vai me sequestrar DE NOVO, já to até vendo isso. – Eeeeiii! – Praticamente gritei enquanto abanava as mãos na frente dele para tentar chamar atenção e receber uma resposta.

– Pra praia. – Ele disse seco, sem nem olhar pra minha cara.

– Fazer o que? – Chata 100%.

– Fica quieta e espera, que droga. – Pediu num tom que não sei se era de brincadeira ou de raiva.

– Tudo bem senhor educação... – Ele apenas bufou com raiva e continuou dirigindo, vai ser grosso com a bunda da sua avó seu otário.


A “viagem” foi longa, Brian não falava porra nenhuma e isso já estava me deixando com raiva. Quando finalmente nós chegamos à praia ele saiu do carro e foi andando como se estivesse esperando pela sua cadelinha de estimação – EU. – ir atrás do dono. É melhor que seja algo importante.

Ele sentou em cima de uma pedra que havia lá e deu espaço para eu me sentar ao seu lado e então começou a falar.


–Nós precisamos conversar sobre nós dois. Emy é que eu g...

– Syn, eu acabei de aceitar o pedido de namoro de Steven – Tive que interrompe-lo, não poderia deixá-lo terminar. Eu sei que isso o deixaria puto, mas é melhor pra nos dois.

– Mas você não o a..

– Não, eu não amo ele e ele sabe disso. – O interrompi novamente. – Olha, o que tivemos foi legal, foi divertido, mas você acha que daria certo nós dois? Com certeza não seria um relação saudável e você sabe disso, e o Ste me faz bem. – A última frase quase o matou, Brian enrijeceu os músculos, franziu as sobrancelhas e inspirou profundo e pesadamente.

– Você aceita namorar com aquele magrelo afeminado mesmo não gostando dele e ME recusa? – Era perceptível o quanto ele estava irritado, tenso, raivoso e alterado pelo seu tom de voz.

– Pelo menos ELE NÃO ME TRAIU que nem você. – Eu não queria brigar com ele, mas a raiva estava subindo a cabeça.

– Tem razão, VOCÊ que o traiu, COMIGO! – Ai mas é um puto mesmo né? Puta que pariu.


Eu não tive nem mais o que falar, porque era verdade, eu trai o meu novo namorado com um arrogante, idiota, galinha egocêntrico, eu sou toda errada credo.


– Me leva pra casa. – Foi a única coisa que saiu da minha boca antes de sair andando de cabeça baixa.


Sem protestar Brian assentiu caminhando com passos firmes até o carro. Ele parecia tentar se controlar segurar algo que o incomodava dentro de si.

Passei o caminho todo até em casa agarrada a minha mochila, sem emitir um “a” sequer e limitando os meus movimentos em apenas olhar para a janela a minha direita e piscar. Eu odeio essa sensação, eu odeio brigar com alguém que eu me importo, mesmo eu estando certa me sinto mal com isso. Eu ainda tinha umas coisas para falar com ele mas o receio de levar uma patada e ferir o meu orgulho falava mais alto, assim preferi ficar calada.

Os olhos de Brian se mantinham firmes no transito calmo da cidade, às vezes bufava batendo a mão contra o volante e isso fazia com que eu me sentia péssima comigo, mas o que eu podia fazer? Eu não posso viver para agradar os outros e me esquecer de mim.

O carro foi se aproximando de minha casa e com leveza parou o carro na porta. Sem esboçar nenhuma reação em sua face Brian continuava olhando fixo para frente apenas esperando que eu me retirasse do carro. Ao perceber a minha demora Brian começou a bater seus dedos contra o volante demonstrando a sua impaciência.


– Syn eu...

– TCHAU! – Me interrompeu grosseiramente e isso só fez com que o meu sangue subisse.

– Olha aqui... – Gritei enfiando a minha mão no seu rosto, mas não o atingi com força. –... eu não sou uma de suas putas que aceita suas grosserias para ganhar em troca uma noite de sexo selvagem com você. – Corei instantaneamente com o que falei e Brian esboçou um meio sorriso com a minha reação.

– Não, você não é. – Respondeu voltando a ficar de cara fechada, ainda olhando fixamente para um ponto qualquer a sua frente.

– Ei. – O chamei pedindo para que me olhasse. – Brian. – Resmunguei.

– Oi. – Olhou pra mim serio.

– Para com isso. – Pedi e o garoto arqueou uma de suas sobrancelhas indicando que estava confuso. – Eu odeio brigar com você, essa montanha russa de emoções não faz bem pra nenhum de nos dois. – Confessei.

– E o que você quer que eu faça? – Questionou indiferente.

– QUE VOCÊ SEJA MENOS FILHO DA PUTA! – Gritei e assustado Brian arregalou os olhos me encarando confuso. – Poxa eu estou me abrindo aqui e você nem se importa?

– Engraçado. – Riu pelo nariz. – Eu me abro e você me ignora, você se abre e eu ignoro.

– Ok estamos quites. – Bufei, não adiantava tentar uma conversa com ele. – Mas na verdade eu quero saber o que está acontecendo com o Matt.

– O que tem ele? – Perguntou aparentemente interessado no assunto.

– Que ele anda completamente estranho, não vai às aulas, está sempre de mau humor, com a aparência “acabada”. – Falei preocupada.

– Jimmy já conversou com ele. – Comentou entre um grande suspiro. – Matt é grande mas é bem temperamental, as vezes ele tem esses seus momentos de crise, mas ele tinha parado com essa viadagem depois que começou a namorar com a Val.

– Ele ta assim porque acabou com ela?

– Não acho que esse foi o motivo maior.

– Então? – Questionei curiosa.

– Acho que a briga dele com a Jen afetou ele mais, já que eles são amigos desde os quatro anos. – Concluiu.

– Ele anda bebendo muito ultimamente não é? – Perguntei receosa, eu sabia a resposta, mas queria estar errada.

– E se drogando. – Brian completou para o meu agrado.

– E vocês não vão fazer nada? – Briguei.

– Olha, não tem nada que eu ou você possamos fazer, se nem o Jimmy conseguiu. Isso é coisa do Matt, ele sabe que estamos aqui pra quando ele precisar, mas nesse momento não podemos fazer nada. Pode não parecer, mas você não é a única preocupada. – Brian confessou me encarando nos olhos e pude ver um resquício de medo e receio em seu olhar.


Concordei contrariada com essa situação, mas ele conhece o Matt há mais tempo então... não sei o que falar sobre isso. Me despedi do menino e sai do carro ainda chateada com essa situação do Matt e ainda fiquei na duvida se estava “tudo bem” entre Brian e eu.



JENNIFER POV’S ON



– Não to gostando mais da ideia de você namorar a minha melhor amiga. – Resmunguei fazendo biquinho.

– Para de drama azul. – Ste me puxou para o seu colo me fazendo cócegas.

– PARA! Por favor, Stee. – Implorei com lágrimas nos olhos. – Stee.

– Eca você me babou! – Meu irmão me jogou no chão limpando o seu braço.

– Não babei. – Protestei emburrada.

– Ahh não? O que é isso então? – Questionou mostrando o seu braço babado.

– Não to vendo nada. – Menti.

– Ah então agora você vai ver. – Gritou correndo atrás de mim com a língua pra fora com a intenção de me lamber.

– Ecaaa! – Gritei fugindo do grandão e me trancando em meu quarto.

– Vai ficar ai a noite toda? – Ste perguntou escorado do outro lado da porta.

– Só até você sair com a Emy. – Respondi.

– Vai sair hoje?

– Acho que não, já que estou sem a minha melhor amiga sabe. – Joguei a indireta ainda emburrada por não ter a minha amiga só pra mim.

– Ok, se sair me liga avisando. To indo. – Avisou.

– Tchau! – Gritei ainda do outro lado da porta.

– Amo você.

– Também te amo!


Antes de sair do quarto chequei se Ste ainda estava na casa, e ainda com sorriso no rosto me lembrei dele correndo como um pateta atrás de mim. A barra estava limpa!

Eu estava sozinha em casa, e isso me deprimiu, não gosto de ficar sozinha. Noite de sábado e eu sozinha em casa. – Bufei ao pensar nisso. – Jimmy estava num jantar de família, Zacky não atendia o celular – Provavelmente deve ter comido ele. –, Johnny estava de castigo por motivo de notas baixas, Brian e Matt... acho melhor não.

Sentei em frente a minha bateria, mas mal toquei nos pratos e já me cansei, a TV não me acalmava... eu precisava sair de casa. Mandei uma mensagem avisando Ste que eu sairia. Coloquei uma calça jeans e um tomara que caia vermelho, marquei os meus olhos com lápis preto, prendi o meu cabelo num rabo, calcei um all star qualquer e resolvi ir caminhando até a boate que eu sempre ia com os meninos, já que dançar sempre me alegrou.



(...)



Cheguei à porta da boate e vi uma fila enorme de pessoas esperando que o segurança as deixassem entrar, mas como eu conhecia o dono do local, eu e meus amigos tínhamos passe livre e podíamos entrar quando quiséssemos.

O som alto eclodia no local, várias pessoas enchiam a pista de dança – Algumas delas até conhecidas, mas preferi ficar “na minha”. – Alguns casais estavam nos sofás em um canto mais afastado da pista, outras pessoas estavam na bancada bebendo ou até esperando que o barman atendesse o seu pedido.

Optei por ir para a pista de dança e lá dancei loucamente, às vezes alguns caras me acompanhavam na dança e eu assentia dançando com eles. Mesmo estando “sozinha” consegui me divertir, pulei, dancei, cantei junto com a música... eu estava aproveitando.

Quando finalmente me cansei de dançar caminhei em direção ao bar para beber algo quando meu coração gelou ao meu olhar se encontrar com um par de olhos verdes.


Notas finais
Desculpem pelo meu chilique mas sinceramente isso está me irritando profundamente.
Agora quero uma ajudinha de vcs... bem como ando chateada com a fic o desanimo me tomou e as ideias sumiram, alguem tem alguma ideia do que pode acontecer nos proximos caps? Até a proxima ...